O NORTE FLUMINENSE, Bom Jesus do Itabapoana (RJ)
Jornal fundado por Ésio Martins Bastos em 25 de dezembro de 1946 e dirigido por Luciano Augusto Bastos no período 2003-2011. E-mail: onortefluminense@hotmail.com
domingo, 12 de julho de 2026
Bom Dia Amigos!, por Rogério Loureiro Xavier
*Olá 🖐 pessoa amiga e do bem.*
*Bom Dia Amigos !*
*Sabe o que te torna inesquecível ?*
*A maneira como você trata o outro.*
*A sua gentileza.*
*A sua transparência.*
*A sua verdade.*
*A tua energia.*
*O teu coração.*
*A tua bondade.*
*É isso que ninguém esquece.*
*Porque o inesquecível sempre vem de dentro.*
*✍️ ... Rogerio Loureiro Xavier.*
A Anatomia do Identitarismo: Uma Análise das Críticas de Nildo Ouriques à Militância Institucional
A análise crítica proposta por economistas e intelectuais da esquerda e soberanista, como Nildo Ouriques, frequentemente direciona suas baterias contra o que chamam de identitarismo. A tese central dessa vertente sustenta que os movimentos identitários contemporâneos abandonaram a centralidade da luta de classes e do projeto nacional-revolucionário, fragmentando a classe trabalhadora em nichos baseados em características biológicas, de gênero ou orientação sexual.
Abaixo, estruturamos os principais eixos desse debate com base nos pontos levantados:
1. O "Identitarismo Escrachado" e a Universidade
Para críticos dessa corrente, a universidade pública brasileira, que outrora foi o berço da formulação de projetos nacionais e de debates profundos sobre a dependência econômica, teria sido "capturada" por uma pauta excessivamente focada nas subjetividades.
O termo "identitarismo escrachado" refere-se a uma militância que, na visão de Ouriques, se baseia mais na performance verbal e na ocupação de espaços de poder do que na transformação estrutural do capitalismo.
Figuras públicas da política institucional (como a deputada Érika Hilton) costumam ser o alvo dessa crítica por representarem, segundo essa ótica, uma conciliação com o sistema sob uma roupagem progressista.
2. A Fragmentação: O "LGBT" como Grupo Social
A premissa defendida nessa crítica é a de que a sigla LGBT+ não constitui, rigorosamente falando, um "grupo social" homogêneo ou uma classe com interesses econômicos unificados.
Um burguês homossexual e um trabalhador homossexual da periferia pertencem a realidades materiais completamente distintas.
Ao tratar orientações sexuais e identidades de gênero como um bloco político coeso, o identitarismo estaria mascarando o corte de classe, que é o verdadeiro motor da desigualdade.
3. A Hierarquização das Opressões: O Caso Anielle Franco e Silvio Almeida
O debate ganha contornos mais complexos ao analisar a chamada "olimpíada da opressão" ou a hierarquização das vulnerabilidades. A tese apresentada sugere que o identitarismo cria uma pirâmide de privilégios e opressões morais onde certos grupos "vencem" o debate público puramente pela sua identidade, e não pelos fatos materiais.
No episódio envolvendo os ministros Anielle Franco e Silvio Almeida, o argumento de Ouriques e de críticos correlatos se desdobra em duas vertentes:
Mulher Negra vs. Homem Negro: Dentro da mecânica identitária, a mulher negra acumula mais marcadores de opressão (gênero + raça) do que o homem negro (apenas raça). Portanto, em um conflito discursivo ou institucional, o homem negro estaria automaticamente em desvantagem ou "abaixo" na escala de legitimidade moral.
A Posição do Trans: Seguindo essa lógica de pirâmide invertida, a identidade trans ocuparia o topo da vulnerabilidade reconhecida pela academia e pela mídia progressista. Logo, teria uma espécie de "salvo-conduto" ou superioridade retórica em disputas narrativas.
4. Interesses Pessoais vs. Soluções Estruturais
Por fim, a crítica de Nildo Ouriques diagnostica que a engrenagem identitária não busca a solução definitiva do preconceito, do racismo ou da homofobia. Pelo contrário: ela necessita da manutenção dessas injustiças para justificar sua própria existência e a ocupação de cargos públicos, verbas de ONGs e posições acadêmicas.
"Utiliza-se o solo legítimo do sofrimento humano (o racismo e a homofobia real) para transformá-lo em capital político individual e carreirismo."
Em suma, para a esquerda sob a ótica de Nildo Ouríques, o identitarismo opera como uma linha auxiliar do liberalismo: ele atomiza a sociedade, impede a união dos trabalhadores e substitui a radicalidade da mudança econômica pela superficialidade da representatividade cosmética.
sábado, 11 de julho de 2026
Amizade Verdadeira, por Rogério Loureiro Xavier
Olá 🖐 pessoa amiga e do bem.
*Amizade Verdadeira*
Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.
Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.
Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.
Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.
Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento,
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.
Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.
*✍️ ... Rogerio Loureiro Xavier*


