sexta-feira, 24 de abril de 2026

O ENCANTO DA AMIZADE, por Rogério Loureiro Xavier

 


Olá 🖐 pessoa amiga e do bem. 


*O ENCANTO DA AMIZADE*


“A amizade é como as estrelas; mesmo à distância elas brilham!”


“Se um dia precisares de mim, nem penses em me procurar... procura-me sem pensar!”


“Que a nossa amizade não seja como a lua que apesar de linda às vezes muda de fase, mas que seja como o céu que apesar de lindo é infinito...”


“Amigos de verdade não se separam, apenas seguem caminhos diferentes.”


“Quando te dói olhar para trás e te dá medo olhar adiante, olha para a esquerda ou à direita e ali estarei a teu lado.”


“Se um dia estiveres triste, fecha os olhos e sorri, pensa que a nossa amizade existe e que eu gosto muito de ti!”


“Quando passeares a beira mar e as ondas do mar apagarem as tuas pegadas, fá-las de novo porque és uma pessoa demasiado especial para ser esquecida.”


“Nenhum caminho é longo demais quando um amigo nos acompanha.”


“Ofereceram-me o mar, o céu, o sol, o vento, a vida eterna e eu recusei tudo isto porque já tenho o maior tesouro que existe na terra. A tua amizade!” 


“Se tens um amigo carinhoso, amável, cordial, e compreensivo, cultiva-o com esmero e atenção porque é um fruto doce, muito doce, num mundo amargo, muito amargo.”


“Se algum dia passei por ti e não te sorri, esse foi o dia em que mais precisei de um sorriso teu.”


“Amor pergunta para amizade: - para que tu serves? A amizade responde: - sirvo para limpar as lágrimas que tu deixas cair.”


“Quando te sentires sozinha, olha para a lua e para o sol e vê que eles também estão sozinhos e nem por isso deixam de brilhar!”


“Todos ouvem o que dizes. Os amigos escutam quando falas. Os melhores amigos prestam atenção ao que tu não dizes.” 


“Sempre que vejo um amigo, sinto a alegria bem dentro de mim, assim como um peregrino que se perdeu e encontra, finalmente, o caminho certo.”


“A glória da amizade não é a mão estendida, nem o sorriso carinhoso, nem mesmo a delícia da companhia. É a inspiração espiritual que vem quando descobres que alguém acredita e confia em ti.”


*✍️ ... Rogerio Loureiro Xavier*

Vamos comemorar o dia de nascimento de Elcio Xavier, o Príncipe dos Poetas!

 


ABIJAL promove o CAFÉ LITERÁRIO no MÊS de PADRE MELLO

 


O Aroma do Tempo e a Luz de um Padre

​Há manhãs em que o café não serve apenas para despertar o corpo, mas para evocar a alma. No horizonte de abril, um convite se estende como uma mão amiga, chamando-nos para o aconchego de uma livraria, onde o cheiro do papel antigo se mistura ao aroma fresco do grão moído. É o Café Literário, organizado pela ABIJAL, Academia Bonjesuense Infantojuvenil de Artes e Letras, um rito de memória dedicado a quem fez da palavra sua oração e do povo o seu rebanho: o Padre Mello.

​Celebrar 163 anos de uma "luz que não se apaga" é reconhecer que certas existências não cabem na finitude do tempo. Padre Mello não é apenas um nome em um busto ou uma data em um calendário; ele é a poesia que resiste, a cultura que une e a fé que se transforma em gesto concreto. Enquanto os ponteiros marcarem 9h deste sábado, o Shopping Point 200 deixará de ser apenas um centro comercial para se tornar um santuário da memória.

​Imagino as conversas que surgirão entre um gole e outro. A Livraria da Cida, entre estantes que guardam mundos, será o palco onde o passado e o presente se encontram. Ali, a frase gravada, "Morrer sonhando é despertar na glória",  deixa de ser um verso para se tornar um destino. É o lembrete de que os grandes homens não morrem enquanto houver quem recite seus versos e quem se inspire em sua jornada.

​Este Café Literário é um convite à pausa. Em um mundo que corre sem destino, sentar-se para homenagear a história de Padre Mello é um ato de resistência poética. É dizer que a cultura bonjesuense tem raízes profundas e que a luz de sua trajetória continua a iluminar os caminhos que unem o nosso povo.

​Que o café esteja quente, que os versos sejam fartos e que a memória de Padre Mello continue a arder em nossos corações, como uma chama que, por mais que os anos passem, teima em nunca se apagar.


quinta-feira, 23 de abril de 2026

IMPERDÍVEL: VEM AÍ O ENCONTRO DE BANDAS DE VARRE-SAI!

 


O Choro Pede Para Renascer em Bom Jesus

 

Chorões do Vale no Shopping Bom Jesus

No compasso delicado das cordas e no sopro leve dos instrumentos, o Brasil celebra hoje o Dia Nacional do Choro, um dos gêneros mais autênticos e expressivos da música brasileira. Mais do que uma data comemorativa, é um convite à memória, à valorização cultural e, sobretudo, à reconstrução de caminhos que mantêm viva essa tradição.

Em Rosal, distrito que se tornou referência nacional por seus tradicionais festivais de chorinho, o choro não é apenas música: é identidade. Ao longo dos anos, o local reúne artistas, admiradores e talentos que encontraram nos encontros musicais um espaço de troca, aprendizado e celebração. Os festivais consolidaram Rosal como ponto de encontro para quem reconhece no choro uma linguagem universal, capaz de traduzir sentimentos profundos em melodias singelas.

Mas a história vai além dos palcos. Antes mesmo do reconhecimento institucional, a região já produzia cultura de forma espontânea e apaixonada. O grupo Chorões do Vale marcou época, levando sua música a diferentes lugares e encantando públicos com sua autenticidade. Era o choro nascendo do cotidiano, das vivências locais, da união entre músicos que transformavam simplicidade em arte.

Hoje, ao revisitar esse legado, surge também uma reflexão necessária: por que não retomar esse protagonismo? Por que não incentivar o surgimento de novos grupos, novas rodas, novos encontros? O choro, com suas raízes profundas na cultura brasileira, não deve ser apenas consumido, ele pede continuidade, participação e renovação.

Há, portanto, um chamado silencioso, mas potente. Que Bom Jesus reencontre sua vocação musical, que seus artistas se sintam encorajados a formar novos grupos e que a tradição volte a ecoar não apenas como lembrança, mas como prática viva. O passado inspira, mas é o presente que constrói o futuro.

E assim, no meio de memórias e possibilidades, o choro segue, resiliente, sensível e cheio de esperança. Porque enquanto houver quem toque, quem escute e quem acredite, a música nunca deixará de existir.



Bom Jesus levará delegação de xadrezistas a Varre-Sai

 

Clube de Xadrez de Bom Jesus do Norte 


O Xeque-Mate da Amizade

​Nas curvas sinuosas que separam o café das montanhas e as águas do Itabapoana, o silêncio não é ausência, mas sim o som da mente em movimento. O anúncio do Campeonato de Xadrez em Varre-Sai não é apenas um convite ao esporte; é um chamado para que as fronteiras geográficas se dissolvam sobre as casas pretas e brancas do tabuleiro.

Varre-Sai, com seu ar de montanha e aroma de grãos torrados, abre as portas da Copamatriz Santa Filomena. Mas o tabuleiro, em sua essência, ignora CEPs. Do outro lado da estrada, Bom Jesus observa e se prepara. É uma união que se faz no olhar compenetrado, no respeito mútuo de quem sabe que um peão avançado em uma cidade ecoa como estratégia na outra.

​Imagine os jovens das duas terras, herdeiros de tradições tão próximas, sentados frente a frente. Não há rivalidade amarga, apenas o duelo elegante da inteligência. Enquanto em Bom Jesus o rio corre constante, em Varre-Sai o tempo parece parar para a próxima jogada.

​Unir essas duas cidades através do xadrez é celebrar o que temos de mais humano: a capacidade de criar, de raciocinar e de encontrar o outro no campo das ideias. Que no dia 02 de maio, os cavalos trotem entre as colinas e as torres se ergam firmes, mostrando que, entre Varre-Sai e Bom Jesus, o lance mais inteligente sempre será a fraternidade.

​No final, independentemente de quem conquiste o rei adversário, quem ganha é a nossa região: unida pela cultura, pelo esporte e pelo eterno prazer de uma boa partida entre amigos.



DIA NACIONAL DO CHORO

 


Hoje celebramos a cultura em duas de suas formas mais profundas: a música e a palavra!

​No Dia Nacional do Choro, reverenciamos o legado de Pixinguinha, mestre que eternizou a alma brasileira em forma de melodia.

E no Dia Mundial do Livro, celebramos as histórias que guardam nossa memória, identidade e sonhos.

​O grupo Raiz de Figueira mantém viva essa essência, preservando, protegendo e divulgando a nossa cultura com talento e sensibilidade. 

Formado por:

Rodrigo Tabatinga (pandeiro)

Vinícius (violão 7 cordas)

Marcos (cavaquinho)

Flávio (flauta)

​Uma justa homenagem do podcast Enquadrando a Cultura, pelo RCI O Canal, a todos que fazem da arte um instrumento de resistência e transformação.

​Choro e Literatura: raízes que transformam!

​Curta, compartilhe e fortaleça a cultura brasileira!

​#DiaNacionalDoChoro #DiaMundialDoLivro #RaizDeFigueira #EnquadrandoACultura #RCIOCanal CulturaViva