quarta-feira, 13 de maio de 2026

O I Encontro dos netos de José Reis e Maria Alice, por Fernanda Moraes de Almeida

 


No último dia 20/04 a família que descende dos bonjesuenses José Teixeira de Moraes e Maria Alice Borges de Moraes realizou um encontro na Fazenda Sacramento situada na Barra do Pirapetinga. 

O intuito do evento foi celebrar sua ancestralidade e mostrar aos mais novos um pouco de sua história. A família vem crescendo e atualmente conta com 98 membros entre filhos, netos, bisnetos e trinetos. 

Zé Reis e Maria Alice, como eram conhecidos, eram muito queridos por todos na cidade. Sua fazenda, importante produtora de arroz e gado de corte e leite gerou muitos empregos à região e as portas de sua casa estavam sempre abertas a quem precisasse, ou quem sabe só para um cafezinho e uma prosa boa.  

Atualmente a família ainda faz jus a herança de produtores agrícolas mantendo em pleno funcionamento uma roça de cacau, uma fábrica de polpas de frutas e um restaurante com pesque e pague que serve comidas típicas da culinária regional, como o lambari frito, moqueca de cascudo e ensopado de fruta pão. 

Muitos membros da família já não residem mais em Bom Jesus, por isso a importância de organizar um evento para amenizar as saudades e promover o encontro dos mais jovens e assim perpetuar esse vínculo afetivo tão necessário à preservação das memórias da família. Quem não conhece a própria história não valoriza quem abriu seus caminhos para chegarem aonde chegaram e corre o risco de cometer antigos erros por falta de conhecimento. 

Segue a árvore genealógica de ascendência direta atualizada em 2026. 

José Reis e Maria Alice 

Rubens Borges de Moraes 

- Maria Aparecida Magalhães de Moraes, filhos: Thadeu de Moraes Almeida, pai de Ana Pimentel Gomes de Almeida; Afranio Moraes de Almeida; e, Laura Maria de Moraes Almeida, mãe de João Miguel de Almeida Monteiro, Pedro José de Almeida Monteiro e Lavínia Maria de Almeida Monteiro. 

- Geralda Magalhães de Moraes, filhos: Amanda de Moraes do Carmo, mãe de: Ariel de Moraes do Carmo Oliveira, Artur de Moraes do Carmo Oliveira e Marino Silva de Oliveira Júnior; Aline de Moraes do Carmo; Rubens de Moraes do Carmo, pai de: Kauê Lucas Queiroz de Moraes, José Luiz  Queiroz de Moraes, Maria Teresa Queiroz de Moraes, Gianna Maria Queiroz de Moraes e Maria Madalena Queiroz de Moraes. 

- Ana Lúcia Magalhães de Moraes, filhos: Raphael José de Moraes Brandão, pai de: João Paulo Gama Brandão e Maria Alyce Gama Brandão; Leonardo de Moraes Brandão, pai de Allana Pascoal Brandão e Léo Jesus Pascoal Brandão; Lucas de Moraes Brandão, pai de: Fellype Resende; Domenik Resende Brandão, Isaque Resende Brandão e Isabely Resende Brandão 

- Flávio Magalhães de Moraes, filhos; Wallace Andrade de Moraes; Filipe José Andrade de Moraes, pai de Wallace Mariano de Moraes, Yuri Givigi de Moraes e Isis Vitória Abreu de Moraes; e Cecília Aparecida Andrade de Moraes. 

- Fabiano Magalhães de Moraes, filhos: Linda Karenn Zanardi de Moraes e Fabiano Rosa de Moraes.

- Renata Magalhães de Moraes 

Francisco Borges de Moraes 

- Rogério Leoni de Moraes, filhos: Pedro César Leoni Moraes e Giovana César Leoni Moraes. 

- Rafael Leoni de Moraes, filho: Fernando Arthur Leoni Moraes 

Maria Terezinha (faleceu bebê) 

Maria Francisca Borges de Moraes 

- Fernanda Moraes de Almeida, filhos: José Arthur de Almeida Fernandes e Maria Antônia de Almeida Fernandes. 

- Frederico Moraes de Almeida 

- Franciane Moraes de Almeida, filhos: João Pedro de Almeida dos Santos e Julia de Almeida dos Santos 

Paulo Borges de Moraes 

- Rodrigo Ribeiro de Moraes, filhos: Raquel Soares de Moraes e Davi Soares de Moraes 

- ⁠Elisa Ribeiro de Moraes, filhos: Gustavo de Moraes Boechat e Maria Júlia de Moraes Boechat 

- ⁠Alexander Ribeiro, filhos: Pedro Venâncio Ribeiro e Pietra Venâncio Ribeiro 

- ⁠Zeli de Oliveira França, filho: Filipe de Oliveira França 

- ⁠Valdenia Moura de Souza, filhos: Gabriel de Souza Alves, Breno de Souza Santos, Ádalis de Souza Santos 

Messias Borges de Moraes 

- Ellen Gomes de Moraes, filhas: Maria Eduarda Borges Gomes Rodrigues e Giovanna Borges Gomes Rodrigues 

- ⁠Daniel Gomes de Moraes, filhos: Ana Luísa Salaroli de Moraes, Rafael Borges Salaroli de Moraes e Julia Salaroli de Moraes

- ⁠Jean Gomes de Moraes, filhos: Gabriel Borges Alves de Moraes e Helena Borges Alves de Moraes

Emanuel (faleceu bebê)

José Antônio (faleceu bebê)

José Antônio Borges de Moraes








Bom Jesus do Norte em Xeque-Mate com o Mundo

 


Sob a liderança serena e eficiente do professor Fabio Souza Vargas, o CXBN, Clube de Xadrez de Bom Jesus do Norte ensina a dialogar com o som invisível da inteligência. 

No meio de casas claras e escuras, nasceu uma tradição que ultrapassa o simples jogo e transforma-se em identidade coletiva.

Crianças, jovens e adultos reúnem-se em noites xadrezísticas onde cada movimento parece ensinar mais do que estratégia: ensina convivência, disciplina, imaginação e respeito. O tabuleiro deixa de ser apenas madeira e peças; torna-se ponte entre gerações, abrigo cultural e celebração de um entretenimento saudável que acolhe todas as idades.

E assim, pouco a pouco, o xadrez tornou-se uma marca da cidade de Bom Jesus do Norte. Não apenas uma prática, mas um símbolo. Uma vocação que ganhou ainda mais brilho com as constantes visitas de Tino Marcos, o maior repórter esportivo brasileiro de todos os tempos, cuja presença ajudou a projetar nacionalmente essa pequena cidade que aprendeu a pensar grande através dos sessenta e quatro quadrados.

Há trinta anos Bom Jesus do Norte carrega em si essa característica rara: afirmar-se por meio de tabuleiros, relógios e peças que parecem possuir alma própria. Torres que vigiam sonhos, bispos que cruzam horizontes, cavalos que desafiam caminhos previsíveis, damas que irradiam força, reis que sustentam esperanças e peões que avançam, humildes e determinados, rumo a destinos maiores do que o ponto de partida.

Porque quando uma cidade se eleva através do xadrez, não cresce apenas em prestígio. Cresce em espírito. E toda vez que uma peça é movida em Bom Jesus do Norte, move-se também a certeza de que inteligência, cultura e comunidade ainda podem transformar o mundo.




IMPERDÍVEL: Café Terapêutico - Cura e Barro

 


O Aroma da Terra e o Gosto do Ser

​Há manhãs que não nascem apenas no céu, mas brotam do chão, entre o calor da água que desperta o grão e a umidade do barro que espera o toque. No dia 6 de junho, quando o sábado se anunciar em Rio das Ostras, não será apenas o relógio a marcar o tempo. Será o convite para uma pausa necessária: o Café Terapêutico - Cura e Barro.

​Imagine o cenário. O sol ainda suave das oito da manhã banha a Rua Boca da Barra. Ali, o cheiro do café não é apenas um aroma matinal; é um fio condutor que nos puxa de volta para o centro de nós mesmos. É o "café selecionado" que nutre o corpo, mas que, em essência, prepara o espírito para o que vem a seguir.

​O Barro e a Memória das Mãos

​Trabalhar o barro é um diálogo silencioso. No contato com a argila, as mãos relembram uma linguagem esquecida: a da criação pura. Não há pressa. Entre os dedos, o barro é moldável, assim como a nossa própria dor, nossa esperança e nossa história. Sob a orientação cuidadosa da psicologia e da arte, o que era terra bruta ganha forma, e o que estava apertado no peito encontra espaço para respirar.

​"Uma experiência que nutre o corpo, acalma a mente e reconecta você com o essencial."

​A Cura no Compartilhar

​Nesse encontro, a cura não vem de fórmulas prontas, mas da presença. Estar presente enquanto o café esfria na xícara, enquanto o barro seca nos dedos, enquanto a alma se reconhece no outro. É um evento de parcerias, de mentes, corações e mãos,  onde o bem-estar deixa de ser um conceito abstrato para se tornar algo palpável, como uma caneca feita por você.

​Detalhes do Encontro

​Para aqueles que sentem o chamado desse despertar, os detalhes são o mapa para esse refúgio:

Quando: Sábado, 6 de junho de 2026.

Onde: Rua Boca da Barra, 78 (próximo ao posto de saúde), Rio das Ostras.

A Jornada: Das 8:00h às 13:30h.

A Promessa: Vagas limitadas para garantir que a conexão seja profunda e verdadeira.

​Reserve esse tempo. Deixe que o café desperte seus sentidos e que o barro cure suas arestas. Afinal, seu bem-estar não é um luxo, é o encontro que você merece ter consigo mesmo.


Você vai sair dessa... Iremos vencer!, por Rogério Loureiro Xavier

 



Olá 🖐 pessoa amiga e do bem.


*Você vai sair dessa... Iremos vencer!*


Às vezes, a vida nos coloca em situações aparentemente sem solução. Mas dá, sim, para desatar os nós da frustração e ir adiante. 


Morrer não é nada, horrível é não viver.

Vamos ser mais positivo e tolerante. 

Fé e amor no coração é o inicio de tudo.

Precisamos celebrar a vida, faça sua parte.

Colaborar não dói, a prudência é tudo. 

Viva e deixe-me viver!


*"Fico triste quando alguém me ofende, mas, ficaria mais triste se fosse eu o ofensor... Magoar alguém é terrível!"*

Chico Xavier


*✍️ ... Rogerio Loureiro Xavier*

terça-feira, 12 de maio de 2026

A Arte que Transforma: O Fortalecimento da Jubarte, o apoio da Fundação e o Legado do Mestre Daniel de Lima

 



O objetivo da recente oficina de escultura em barro em Rio das Ostras foi proporcionar aos deficientes visuais uma experiência sensorial única, pautada na percepção tátil e na criatividade. No entanto, por trás dessa iniciativa, palpita também uma história de resistência, afeto e reencontro com a própria missão social, conduzida pelo Mestre Daniel de Lima, da Jubarte, Associação dos Artesãos de Rio das Ostras, com o apoio da Fundação Rio das Ostras de Cultura.

Sócio-fundador da Jubarte, em 2004, Daniel de Lima retorna à sua história e apoia a associação, guiado pelo lema: “fazer a coisa acontecer”. E foi justamente essa oficina que marcou, de forma simbólica e sensível, o retorno do sócio-fundador às atividades de apoio à associação, um reencontro tecido pelas mãos no barro, pela arte e pelo compromisso com a inclusão.

Através de seu trabalho dedicado, Daniel tem desempenhado papel importante na promoção da inclusão em Rio das Ostras, utilizando a arte como ponte entre pessoas, sentidos e possibilidades.

A professora e artesã Márcia Silva, secretária da associação, reforça essa parceria fundamental: “Desde que conheci o Mestre Daniel de Lima, vislumbrei a possibilidade de trabalharmos juntos. Esta já é nossa segunda experiência e, com o apoio dele, conseguimos levar a arte para quem enxerga e para quem sente o mundo através das mãos. A Jubarte vem trabalhando para que a inclusão seja pauta em todos os âmbitos, utilizando a arte como instrumento transformador”, declarou.

A estudante Carol Gomes, que participou da oficina enquanto buscava um presente de Dia das Mães no shopping, destacou a gratidão pela oportunidade: “Criar peças cerâmicas usando apenas as mãos e os instintos foi gratificante. Parabéns pela iniciativa do Mestre e da equipe”.

NOVAS TURMAS – O legado de Daniel de Lima continua no Espaço do Artesão, no Shopping Plaza, onde o curso de Escultura em Barro já é ofertado regularmente. O projeto focado em deficientes visuais reafirma o compromisso do Mestre em mostrar que a arte não conhece barreiras físicas; ela atiça o tato, expressa a alma e revela a veia artística de cada cidadão.

Pessoas a partir dos 10 anos interessadas em participar dessa jornada podem procurar as artesãs na loja do Shopping, de segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingos, das 13h às 21h, para mais informações e para conhecer de perto esse importante trabalho social e cultural.





Dr Silvestre José Gorini: O Sopro que se Fez Luz em Varre-Sai

 

Entrar na residência do dr. Silvestre José Gorini, em Varre-Sai, é como atravessar um portal onde o tempo não passa, ele repousa. Ali, a história do homem e a do município se fundem de tal forma que as paredes deixam de ser simples alvenaria para se tornarem vitrines de uma vida dedicada à sua terra. É um museu particular de afetos e memórias materiais.

​Pelas paredes, o passado se anuncia em tons de sépia. Três fotos antigas funcionam como janelas.

​Duas delas resgatam o vigor da juventude, no tempo em que dr. Silvestre defendia as cores do Serrano Esporte Clube.

A terceira, mais solene, registra sua passagem pela centenária Lira Santa Cecília, guardiã da alma musical da cidade.

​Mas é em um canto especial da sala que a memória ganha uma função quase mágica. Ao observar uma singular luminária de mesa, o olhar atento percebe que sua estrutura não nasceu de metal ou plástico comum. Trata-se do próprio clarinete que dr. Silvestre dedilhou quando integrante da Lira Santa Cecília.

​O instrumento, que outrora preenchia as ruas de Varre-Sai com melodias, foi transfigurado. Ao recebê-lo da agremiação, dr. Silvestre não o guardou no silêncio de um estojo de veludo; ele o elevou à categoria de farol. A lâmpada, delicadamente inserida no corpo do clarinete, sugere uma metáfora visual poderosa: a música não morreu, apenas mudou de estado físico.

​Onde antes corria o ar, hoje corre a eletricidade. Onde antes vibrava o som, hoje vibra o fóton.

​Essa peça decorativa é, na verdade, uma declaração de amor à Lira Santa Cecília. A luz que emana do antigo instrumento indica que a agremiação permanece acesa em seu peito, iluminando não apenas os dias do dr. Silvestre, mas banhando em nostalgia e respeito todos aqueles que cruzam o seu umbral. Em Varre-Sai, o passado não é apenas lembrado; ele é a luz que nos guia.







Você vai sair dessa... Iremos vencer!, por Rogério Loureiro Xavier

 


Olá 🖐 pessoa amiga e do bem.


*Você vai sair dessa... Iremos vencer!*


Às vezes, a vida nos coloca em situações aparentemente sem solução. Mas dá, sim, para desatar os nós da frustração e ir adiante. 

Morrer não é nada, horrível é não viver.

Vamos ser mais positivo e tolerante. 

Fé e amor no coração é o inicio de tudo.

Precisamos celebrar a vida, faça sua parte.

Colaborar não dói, a prudência é tudo. 

Viva e deixe-me viver!

*"Fico triste quando alguém me ofende, mas, ficaria mais triste se fosse eu o ofensor... Magoar alguém é terrível!"*

Chico Xavier


*✍️ ... Rogerio Loureiro Xavier*