segunda-feira, 2 de março de 2026

Olá 🖐 pessoa amiga e do bem. *"Reflexão ou Conselho, Você Decide."* Não permita que ninguém limite seu espaço, diminua seu valor, roube seus sonhos, atrapalhe seu sorriso, estreite seu caminho nem te impeça de avançar. Não permita que o barulho ao seu redor seja mais alto que a voz de Deus ao seu coração. Os outros só acham, mas Deus tem certeza de quem você é, e isso já basta. Conserve o bem que você tem. Esqueça o que dói. Perdoe os que te feriram. Desfrute dos que te amam. Uma pessoa feliz não tem tudo de melhor, ela torna tudo melhor. " ✍️ ... Rogerio Loureiro Xavier ", por Rogério Loureiro Xavier

 


Olá 🖐 pessoa amiga e do bem. 


*"Olá 🖐 pessoa amiga e do bem. 


*"Reflexão ou Conselho, Você Decide."*


Não permita que ninguém limite seu espaço, diminua seu valor, roube seus sonhos, atrapalhe seu sorriso, estreite seu caminho nem te impeça de avançar.


Não permita que o barulho ao seu redor seja mais alto que a voz de Deus ao seu coração.


Os outros só acham, mas Deus tem certeza de quem você é, e isso já basta. 


Conserve o bem que você tem. Esqueça o que dói. Perdoe os que te feriram. Desfrute dos que te amam. Uma pessoa feliz não tem tudo de melhor, ela torna tudo melhor.


*" ✍️ ... Rogerio Loureiro Xavier "*."*


Não permita que ninguém limite seu espaço, diminua seu valor, roube seus sonhos, atrapalhe seu sorriso, estreite seu caminho nem te impeça de avançar.


Não permita que o barulho ao seu redor seja mais alto que a voz de Deus ao seu coração.


Os outros só acham, mas Deus tem certeza de quem você é, e isso já basta. 


Conserve o bem que você tem. Esqueça o que dói. Perdoe os que te feriram. Desfrute dos que te amam. Uma pessoa feliz não tem tudo de melhor, ela torna tudo melhor.


*" ✍️ ... Rogerio Loureiro Xavier "*

domingo, 1 de março de 2026

"Para minha mãe Genilda, com amor": homenagem de Fernando Aureliano pelos seus 87 anos








Do Alto da Serra ao Altar


Fernando Aureliano 


Do alto da serra em Rosal ela veio

Trazendo na mala coragem e anseio

Menina simples de olhar sonhador

Mas já carregava uma fé no Senhor

Deixou a roça, venceu a distância

Seguiu firme com perseverança

Foi pro Rio de Janeiro lutar

Com Deus na frente pra tudo enfrentar


Entre plantões e noites sem fim

O céu cuidava dela assim

Cada lágrima virou vitória

E Deus escreveu sua história


Ô mamãe Genilda, bênção do céu

87 aninhos, sabor de mel

Virou enfermeira, venceu com valor

Com mãos que curavam em nome do Senhor

Ama seu filho, seu maior tesouro

E os netos que valem mais que ouro

Mulher de fé, joelhos no chão

E a sanfona louvando em gratidão


No hospital era anjo a cuidar

Com voz mansa pra consolar

Quantas vidas Deus alcançou

Pelas mãos que ela ofertou

Na casa do Deus Altíssimo

Seu zelo é sempre puríssimo

Nunca falhou na dedicação

Serva firme em oração


E quando a sanfona começa a tocar

Parece o céu inteiro cantar

Cada nota é prova de amor

Cada acorde exalta o Senhor

De joelhos dobra o coração

Faz da fé sua direção

E segue forte, amorosa também

Espalhando paz e amém


Ô mamãe Genilda, exemplo pra mim

Sua história não tem fim

Do alto da serra ao altar do Senhor

Só confirmou seu grande valor

Que Deus prolongue seus dias de luz

E escreva mais páginas com Jesus

Sua vida é louvor, é canção

É sanfona e oração 

"Ser Feliz é 10! ... Adoro ser", por Rogério Loureiro Xavier

 


Olá 🖐 pessoa amiga e do bem. 


*"Ser Feliz é 10! ... Adoro ser."*


Tudo na vida é mais gostoso quando é realizado com sabedoria, harmonia e respeito.


A verdadeira raiz da felicidade sempre estará presente no coração das pessoas do bem.


A rivalidade e a discórdia nem sempre é féu e faz chorar... Ela faz sorrir e acelera os batimentos do coração, deixando a caminhada mais aguçada...


*"Amor, Paz e Gratidão !"*


*"✍️ ... Rogerio Loureiro Xavier"*

sábado, 28 de fevereiro de 2026

REMEMORANDO

 

Wilma Martins Teixeira Coutinho.

Eu tenho saudade do tempo que já passou e não volta mais. Do afago da minha mãe, da sabedoria do meu Pai. Do jeito de ser de menina ao resultado da mulher feita . 

Do gosto pelo Direito que herdei de meu Pai.

Como passou rápido esse tempo em que exerci a Advocacia. Quarenta anos a fio, nas Comarcas de Araruama, Niterói, São Gonçalo, Caxias . 

Hoje já não exerço porque a idade já me liberou, não fosse assim estaria de preferência na Defensoria que por sinal já pertencia por amor a causa. Não cobrava meus honorários .

Nas Audiências uni casais que estavam prestes a separação. Conversando , moldando o ponto de vista e assim conseguia um salutar resultado. Eu dizia para eles “estou aqui para unir e não separar “.

E no final conseguia .

Meu Pai era assim, também não cobrava honorários, na velha Araruama, geralmente ganhava galinhas , “dona obrigado, pelo falar do patrão que com toda proeza eles me deram  razão".

Minha mãe recebia e ria muito.

Saudade que guardo de fatos tão longínquos.

A saudade é sinônimo de tempo, de ausência do que não existe mais.💗

Memórias, lembranças e memórias é o que nos resta hoje.

Benditas memórias!

A memória  é a vida repetida.

"Nem tudo que a gente perde vai embora", por Rogério Loureiro Xavier

 


Olá 🖐 pessoa amiga e do bem. 


*"Nem tudo que a gente perde vai embora."*


Algumas ausências ficam morando dentro da gente, ocupando pensamentos, silêncios longos e noites vazias.


Não é fraqueza sentir, é só prova de que foi real aquilo que um dia tocou fundo o coração. 


*"Na vida sempre vamos passar por altos e baixos, dias bons e dias ruins, pessoas partindo, é preciso conviver com isso, pois a vida não se adapta a nós, é nós que temos que se adaptar à vida!"*


*"✍️ ... Rogerio Loureiro Xavier"*

Os 65 anos de falecimento de Roberto Silveira

 

Roberto Silveira, Ismélia e os filhos Jorge Roberto, Márcia e Dora




Neste dia 28 de fevereiro, a memória nos conduz aos 65 anos da partida do ex-governador Roberto Silveira, cuja vida foi interrompida em Petrópolis (RJ), em 1961, após o trágico acidente de helicóptero que ainda ecoa como capítulo marcante da história fluminense.


Açordescendente, herdeiro das raízes de Manuel Ignácio da Silveira, oriundo da ilha do Pico, Roberto nasceu em 11 de junho de 1923, no Sítio Rio Preto, em Bom Jesus do Itabapoana. Ali, entre paisagens rurais e afetos familiares, cresceu ao lado dos irmãos Badger, Zequinha, Maria da Penha e Dinah, moldando desde cedo o espírito público que marcaria sua trajetória.


Seus primeiros passos no saber foram dados na Escola Municipal de Barra do Pirapetinga, sob a orientação da professora Olga Ebendinger. Vieram depois os estudos com a professora Amália Teixeira e no Colégio Rio Branco, na mesma cidade que guardaria para sempre suas origens e sua identidade.


Na década de 1940, seguiu para a Faculdade de Direito de Niterói, onde amadureceu ideias e ideais. Em 1947, o jovem advogado foi eleito deputado estadual, sendo reconduzido ao mandato em 1950, sinalizando já a confiança popular em sua vocação pública.


Em 1951, uniu sua vida à da bonjesuense Ismélia Saad, filha de Melhim Hanna Saad e Alzira Sauma Saad, formando uma família que perpetuaria valores de cultura, serviço e compromisso social. Dessa união nasceram Jorge Roberto, Dora e Márcia, cujas trajetórias profissionais refletiriam o legado intelectual e humano herdado do pai.


Secretário estadual do Interior e Justiça, Roberto Silveira foi eleito vice-governador em 1954 e, em outubro de 1958, alcançou o governo do Estado do Rio de Janeiro. Muitos já o viam como um nome destinado a voos ainda mais altos na vida pública nacional.


Foi justamente em missão de cuidado e responsabilidade, ao buscar verificar os estragos causados por uma enchente em Petrópolis,  que o destino interrompeu sua caminhada. Ao decolar, em 1961, o helicóptero perdeu o controle, e a queda da aeronave ceifou sua vida, deixando o país órfão de uma liderança promissora.


Segundo Antônio Seixas, do Grupo História Fluminense,  a Comissão Nacional da Verdade não apurou apurou as causas de sua morte.


Décadas depois, o tempo transformou saudade em memória viva. Em 7 de agosto de 2016, no Sítio Rio Preto, berço de sua história, um movimento capitaneado por bonjesuenses inaugurou com muita emoção o Memorial Governadores Roberto e Badger Silveira, espaço onde passado e presente dialogam em permanente homenagem.


Neste ano, celebram-se os dez anos do Memorial, reafirmando que a história não se encerra na ausência, mas continua a florescer na lembrança coletiva.


A vida de Roberto Silveira permanece como chama acesa no tempo, exemplo de luta, dedicação e esperança, luz que ainda ilumina nossos caminhos e inspira novas gerações a servir ao bem comum.




Roberto Silveira é Glória de Bom Jesus do Itabapoana

 



Olga Ebendinger, professora de Roberto Silveira, na Barra do Pirapetinga


Roberto Silveira estudou na Escola Bom Jesus, da professora Amália Teixeira, localizada na parte superior do prédio

 

Colégio Rio Branco, onde estudaram os irmãos Roberto, Badger e Zequinha Silveira, funcionou entre 1920 e 2010, e, hoje, compõe o ECLB (Espaço Cultural Luciano Bastos)




Dora Silveira, filha de Roberto Silveira, e o Tiro de Guerra  em homenagem à Glória de Bom Jesus 
.

Ismélia e Roberto Silveira

 

Ana Maria Silveira e Badger Silveira Filho, sobrinhos de Roberto Silveira, sustentam que o tio foi alvo de atentado

 



Um mar de guarda-chuvas no adeus ao inesquecível Roberto Silveira

 


 

Ismélia Silveira: lágrimas que nunca findam

(Fotos do livro ROBERTO SILVEIRA, A PEDRA E O FOGO, de José Sérgio Rocha)




 

Memorial Governadores Roberto e Badger Silveira foi inaugurado no dia 7 de agosto de 2016

 

A eterna primeira dama Ismélia Silveira e sua filha Dora Silveira participaram da inauguração do Memorial. Na foto, acompanhadas de João Bosco de Figueiredo Côgo, responsável pela organização do acervo




Dora Silveira discursou na inauguração do Memorial 

 

Ismélia Silveira e o rico acervo do Memorial 










Terno que pertenceu a Roberto Silveira foi doado, com outras relíquias, pela saudosa Ismélia Silveira 





















ROBERTO SILVEIRA VIVE!

Açores e Itália: Um Encontro de Raízes

 

Raízes que Unem Varre-Sai e Bom Jesus do Itabapoana
 



No meio de mares e montanhas, Açores e Itália cruzarão caminhos no dia 16 de abril, quando histórias, memórias e tradições se encontrarão no Simpósio Intermunicipal entre Varre-Sai e Bom Jesus do Itabapoana, Noroeste Fluminense, dentro das celebrações do Mês de Padre Mello, um gênio açoriano da civilização e da cultura.

Em ambos os municípios, raízes açorianas e italianas florescem lado a lado, tecendo identidades, sabores e afetos que atravessam gerações.

Ali, culturas se entrelaçam como vinhas ao vento,
misturando sotaques, sabores e tradições, num abraço que une gerações e mantém viva a herança dos que vieram antes.

Uma programação rica e cuidadosamente preparada
anuncia um momento singular, um marco cultural para toda a região, onde passado e presente se unem
em celebração e pertencimento.