sábado, 23 de maio de 2026

LIVROS, por Rogério Loureiro Xavier

 


Olá 🖐 pessoa amiga e do bem. 


*"LIVROS 📖"*


“Os livros são os portadores da civilização. Sem livros, a história é silenciosa; a literatura, muda; a ciência, debilitada; o pensamento e a especulação, paralisados. Sem livros, o desenvolvimento da civilização teria sido impossível. São motores de mudança, janelas para o mundo e faróis erguidos no mar dos tempos. Eles são companheiros, professores, mágicos, banqueiros dos tesouros da mente. Livros são a humanidade impressa.” 


*"✍️ ... Rogerio Loureiro Xavier"*



O 2º Encontro de Carro de Boi em Rosal: a Força Viva da Nossa História

 

Rosal, neste encontro, lembra ao mundo que o progresso pode até correr, mas é na lentidão sagrada do carro de boi que guardamos a nossa verdadeira essência. Enquanto houver um carreiro a guiar sua junta e o canto do eixo a ecoar no vale, nossa história continuará viva, movida pela fé e eternizada no coração do Itabapoana



 

O som que corta o silêncio das montanhas de Rosal não vem do vento; vem do peito da terra. É um canto rústico, um lamento estridente e compassado que ecoa pelos vales, trazendo consigo o peso e a beleza de uma ancestralidade que teima em não morrer. O gemido do eixo no cocão é a música mais antiga da nossa gente, um hino de madeira e couro que desenha caminhos e desperta memórias profundas.

​Neste fim de semana de maio, o tempo parece desacelerar para dar passagem à reverência. Rosal se veste de poeira e sol para o 2º Encontro de Carro de Boi, transformando-se no palco sagrado onde o passado e o presente se abraçam sob o lema que resume a alma do nosso povo: “Tradição que une gerações, fé que move caminhos!”

O Caminhar do Tempo e a Chegada na Fazenda

​Tudo recomeça no compasso lento dos cascos que tocam o chão. No sábado, a Fazenda Pouso Alto abre suas porteiras para acolher os carreiros e seus animais. Há uma dignidade silenciosa em cada homem e mulher que conduz essas juntas. São mãos calejadas pelo cabo do aguilhão, rostos marcados pelo sol e pelo orgulho de carregar nas veias a herança de seus pais.

​Quando a tarde cai e o cansaço do caminho se aninha no corpo, a noite se ilumina com o calor da roda de viola. As cordas choram as dores e celebram os amores da vida no campo. É a harmonia perfeita: a viola ponteada que flutua no ar enquanto os bois descansam sob as estrelas, aguardando o grande dia.

O Domingo de Desfile e Tradição

​No domingo, as ruas de Rosal testemunham o espetáculo da identidade. O tradicional desfile dos carros de bois é mais que um cortejo; é uma procissão de histórias vivas. Cada carro que passa traz o eco de um tempo em que as distâncias eram medidas pela força do braço e pela paciência do passo. O ranger dos eixos é a própria voz do interior, um clamor de resistência cultural que arrepia quem assiste e faz brotar lágrimas nos olhos dos mais antigos.

​Há uma beleza quase sagrada na entrega dos brindes e dos títulos, o reconhecimento merecido àqueles que mantêm acesa a chama da nossa memória. E para encerrar essa liturgia da terra, a noite recebe o compasso e a cantoria de Everton & Daniel. No show de encerramento, as vozes se unem para cantar as coisas da nossa gente, celebrando a cultura que passa de pai para filho, o respeito à nossa história e o orgulho profundo das nossas raízes.


sexta-feira, 22 de maio de 2026

Amor Verdadeiro, por Rogério Loureiro Xavier

 




Olá 🖐 pessoa amiga e do bem. 

*"Amor Verdadeiro"*


Sim, eu acredito em alma gêmea.

Amopsr da minha vida. 

Pessoas que se completam e que foram feitas umas para as outras. 

Acredito em um feliz rpara sempre.

É acredito também que exista mais alguém nesse mundo que assim como eu, também acredita.

Que é capaz de dar a sua vida, por a sua mão no fogo, pela outra pessoa amada. 

E capaz de ir atrás dessa pessoa quando ela mais precisar, mesmo estando milhas e milhas de distância.

Um amor em que não precise de conversas, e sim de olhares, pois ele dizem tudo. 

Uma pessoa que é capaz de dedicar-se a outra todos os dias de suas vidas de corpo e alma.

Eu acredito em um verdadeiro amor. 

E todos nós temos. 

Não aquele amor de dizer "eu te amo" da boca pra fora.

Demonstre que a ama, faça tudo por aquela pessoa. 

Prove isso a ela.

Pois se o amor é verdadeiro, você só vai querer viver feliz e mais nada. 


*✍️ ... Rogerio Loureiro Xavier*

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Biografia Artística de Nathan Patkowski e o Mestre Artesão Daniel de Lima

 



Meu nome é Nathan Oliveira Lopes, mas utilizo o nome artístico Nathan Patkowski. Patkowski é um sobrenome polonês por parte de mãe que não me foi dado ao nascer, mas que ainda pretendo incorporar oficialmente. Escolhi usar esse nome porque ele carrega uma memória afetiva de gerações ligadas à criação artística: minha mãe costura e pinta no Atelier Patkowski, ofício que também fazia parte da vida do meu avô e da minha bisavó.

Tenho 18 anos. Nasci em Nova Friburgo, mas me mudei para Armação dos Búzios ainda muito novo, por volta dos 4 anos. Já vivi em outros lugares, mas foi em Búzios que passei a maior parte da minha vida. Lá ainda vive meu pai, que desenvolve um belo trabalho com compostagem através da Redcomposta junto da minha madrasta. Graças a ele, que sempre trouxe a educação ambiental para minha criação, desenvolvi uma relação muito próxima com a natureza, baseada em respeito e cuidado.

Por outro lado, minha mãe sempre me mostrou a importância do lado artístico. Além da costura, ela produz pinturas no Atelier Patkowski, seguindo uma tradição familiar que já vinha de seu pai e de sua avó. E foi esse lado artístico que também chegou até mim.
Atualmente moro no Sana, no sítio do meu tio, o Vale das Candeias, onde há um ecoturismo voltado para o Peito do Pombo. Ainda assim, estou frequentemente em Búzios, tanto para visitar meu pai e os amigos que permanecem lá quanto com o objetivo de expandir meu trabalho artístico na região.

Meu tio cedeu um espaço no Vale das Candeias que, em um futuro próximo, será transformado em um ateliê de cerâmica. O espaço ainda está em construção e falta a instalação de um forno, mas já possuo o conhecimento necessário para construir um forno ancestral a lenha. Ao lado do meu mestre, Daniel de Lima, construímos um forno desse tipo utilizando barro e areia macerados com os pés, assentando tijolo por tijolo.

Sou muito grato pelo aperfeiçoamento técnico que venho desenvolvendo com meu mestre, um ceramista da região nascido em Tracunhaém, cidade reconhecida como um dos grandes berços da cerâmica brasileira. Ele me mostra, cada vez mais, a beleza presente na simplicidade do barro. Desde que nos conhecemos em um curso de agrofloresta, nunca mais deixei de caminhar ao lado dele. Foi também através dele que consegui minha primeira exposição: uma coletiva de alunos de Daniel de Lima, atualmente em exibição no Museu de Casimiro de Abreu, graças ao convite do meu mestre.

A modelagem sempre foi algo muito presente na minha vida. Desde criança faço esculturas com papel machê, biscuit e massinha, mas, com o tempo, senti vontade de trabalhar com algo mais natural, que tivesse uma conexão mais profunda com a natureza. O barro cumpre esse papel de forma muito especial.

A cerâmica teve importância fundamental no desenvolvimento de diversas civilizações, como aprendemos através da arqueologia, e isso é algo que muito me atrai. Tenho, inclusive, o desejo de futuramente me formar em História para aprofundar ainda mais essa relação. O conhecimento da cerâmica é ancestral. Ele pode ser utilizado de inúmeras formas de expressão artística e carregar diferentes significados. Da mesma forma que podemos conversar com o barro e depositar nele aquilo que sentimos ou pensamos, o barro também conversa conosco e nos faz refletir. Pelo menos essa é a sensação que tenho toda vez que entro em contato com a argila: ela se torna uma maneira de expressar como enxergo o mundo e de permitir que outras pessoas possam ver o mundo através da minha perspectiva.

Produzo tanto peças utilitárias quanto escultóricas. Gosto, por exemplo, de criar esculturas nas quais seja possível plantar, tornando tanto a planta quanto o vaso ainda mais vivos. Não trabalho com esmaltação; prefiro uma estética mais rústica e utilizo tintas naturais.

Atualmente já participo de uma exposição no Museu de Casimiro de Abreu e sigo em constante aprimoramento, porque o aprendizado nunca se encerra. Quero aprofundar minhas técnicas, expandir o ateliê e conquistar novas exposições.









TV Alcance Exclusivo: Dia da Poesia Bonjesuense

 




quarta-feira, 20 de maio de 2026

Ser Feliz, por Rogério Loureiro Xavier

 



Olá 🖐 pessoa amiga e do bem. 


*Ser Feliz*


Ser feliz não é esperar que tudo esteja perfeito, mas aprender a valorizar cada detalhe da vida. 


É sorrir mesmo diante dos desafios, é agradecer pelas pequenas conquistas e é escolher ver beleza no simples. 


A felicidade não está no futuro distante, mas nos instantes que você vive agora. 


Permita-se sentir, amar, sonhar e celebrar, porque ser feliz é um estado de presença e gratidão. 


*✍️ ... Rogerio Loureiro Xavier*

terça-feira, 19 de maio de 2026

Tino Marcos: A Voz do Futebol e o Embaixador do Xadrez Bonjesuense

 


Há homens que narram acontecimentos; outros ajudam a transformar momentos em memória. Assim é Tino Marcos, o mais admirado repórter esportivo da televisão brasileira, escolhido pela CBF para, ao lado de Erika Januza, conduzir a cerimônia de convocação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo, no cenário futurista e simbólico do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

Entre homenagens, discursos e a apresentação da música oficial do Brasil para o Mundial, ali estava Tino, com a elegância serena de quem aprendeu a contar o país através do esporte e da emoção.

Para nós, porém, há um motivo ainda mais especial de orgulho: Tino Marcos também é apoiador do Clube de Xadrez Bom Jesus do Norte, instituição que celebrou 30 anos formando inteligência, disciplina e sonhos. Graças a Tino, o CXBN passou a ser conhecido nacionalmente. 

Sob o comando dedicado e eficaz do professor Fabio Sousa Vargas, o clube tornou-se celeiro de gerações de enxadristas e símbolo da identidade cultural de nossa terra.

Ao levar o nome do Clube de Xadrez Bom Jesus do Norte para além de nossas fronteiras, Tino ajudou a transformar o xadrez em patrimônio afetivo e orgulho regional. Em Bom Jesus do Norte, o xadrez não é apenas um jogo,  é linguagem da inteligência, da perseverança e da memória coletiva.