terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Como ‘Noites brancas’, de Dostoiévski, viralizou entre jovens

 

Ludmilla Rios

09 de fevereiro de 2026(atualizado 10/02/2026 às 20h32)



Obra do escritor russo se tornou popular entre a geração Z graças às redes sociais. Fama alavancou procura pelo livro, que figurou entre os mais vendidos de 2025.

 "Noites brancas”, do escritor russo Fiódor Dostoiévski, ganhou uma grande repercussão nas redes sociais entre 2024 e 2025. Publicado em 1848, o livro de cerca de 80 páginas coloca em cena uma narrativa de amor e decepção intensos, contada com uma linguagem lírica. 

O impacto da viralização fez com que as vendas do livro no Brasil crescessem de forma exponencial. A Editora 34, que é conhecida por publicar livros de escritores russos na sua Coleção Leste, viu as vendas irem de cerca de 1.000 exemplares por ano para 1.000 por semana.

A obra figurou na Lista Nielsen-PublishNews de Mais Vendidos de 2025 entre os vinte títulos de ficção mais populares, ao lado apenas de dois outros livros escritos nos séculos 19 e 20: “A hora da estrela”, de Clarice Lispector, e “A metamorfose”, de Franz Kafka.

Neste texto, o Nexo mostra o fenômeno que se espalhou pela internet em torno da história e analisa por que o livro clássico chama tanto a atenção dos mais jovens. 


Link para matéria:

https://share.google/HvXW6Q8cZjtl5yaLE

 https://www.nexojornal.com.br/expresso/2026/02/09/noites-brancas-fiodor-dostoievski-livros-classicos-viralizam



"Ser BISAVÔ!", por Dr Pedro Antônio de Souza

 


Eduarda, você é meu melhor presente de 50 anos. Agora, gera meu melhor presente de 75 anos.

Ser BISAVÔ!

Vivo uma emoção ímpar. Te vi tão linda, mais que sempre, ao me dar esta abençoada notícia!

Que Deus, em sua bondade infinita, faça- nos melhores com a presença desse Ser, a caminho, que ressignifica a vida de todos nós, a partir de você e do Matheus!

Que Deus nos leve a ser seu grande habitat afetivo!

Que o seu existir seja um ato de gratidão à nossa existência!

Bem-vinda, criança-luz...SOL NA NOSSA VIDA!


Vovô, meu Pedro.

Um biso em formação e regozijo.

A pergunta que quase nenhum poder consegue responder


Qual é o seu objetivo de vida?




Diga pelo que morreria e eu lhe direi quem você é



Bastou a pergunta cair como uma pedrinha no lago,  qual é o seu objetivo de vida? - para o silêncio se espalhar em círculos.

Vladimir Putin, o presidente da Rússia, não falou de poder, nem de impérios, nem de mapas redesenhados à força. Escorou-se numa ideia antiga, dessas que não envelhecem porque doem sempre no mesmo lugar. Citou um filósofo russo na novela "A Morte de Ivan Ilitch" (1886) e deixou no ar a frase como quem acende um fósforo no escuro: 

"É preciso viver por aquilo pelo qual estaria disposto a morrer"

A resposta não era para o repórter. Era para quem escuta. Para quem carrega a vida como quem carrega sacolas demais e nunca para para ver o que realmente importa dentro delas.

Vivemos por hábito. Por medo. Por inércia. Vivemos por coisas que não morreriam conosco, cargos, números, aplausos passageiros. Mas morrer… morrer exige uma escolha limpa. Morrer só vale a pena por algo que sobreviva à nossa ausência: um amor, uma ideia, um sentido.

A frase do filósofo russo não pede heroísmo cinematográfico. Pede honestidade. Pergunta baixo, quase cochichando: se hoje fosse o fim, o que justificaria tudo o que veio antes?

Alguns vivem por pessoas. Outros por palavras. Há quem viva por justiça, por fé, por beleza, por um pedaço de terra ou por um nome que se repete em pensamento antes de dormir. E há os que ainda vivem procurando, o que já é, por si só, uma forma de coragem.

Talvez o objetivo da vida não seja alcançar algo grandioso, mas alinhar o coração com aquilo que não nos deixa fugir. Aquilo que, se perdido, nos faria perder também a nós mesmos.

No fim, a frase não fala sobre morrer. Fala sobre viver com peso suficiente para não ser levado pelo vento.





ROSAL (Bom Jesus do Itabapoana)



Wilma Martins Teixeira Coutinho

Conheci Rosal por instante 
Numa noite de luar
O sino da Igreja tocava tangente 
Era a hora de o povo rezar 

Na pracinha arborizada 
Os seresteiros contando 
Era uma seresta festiva 
Todos nós comemorando

A alegria e o sentimento 
De quem por ali passou
So levou a saudade 
Dos entes que os amou

🌹Rosal Rosal  Rosal
És bela angelical 
Me cativou no instante
És mesmo uma Terra floral

Wilma Martins 🌹🌹

A voz e o legado de Antônio Carlos Pereira Pinto em entrevista à TV Alcance e O Norte Fluminense

 Com informação de Raul Travassos 




Antônio Carlos Pereira Pinto: a última grande entrevista à TV Alcance e O Norte Fluminense


Faleceu hoje Antônio Carlos Pereira Pinto, homem de muitas travessias e uma presença marcante na vida pública, empresarial e cultural do Estado do Rio de Janeiro. Sua história não cabe apenas em cargos ou datas: ela se estende pelos gestos, pelas ideias e pelas palavras que deixou como rastro.

Diretor das Usinas Santa Isabel e Santa Maria, em Bom Jesus do Itabapoana, Antônio Carlos uniu técnica e visão humanista desde a formação em Engenharia Eletrotécnica pela Universidade Mackenzie, em São Paulo. Na política, viveu tempos de luz e de sombra. Foi deputado federal, com mandato cassado pelo Ato Institucional nº 5 (AI-5), experiência que marcou uma geração e atravessou sua própria biografia. Reergueu-se na vida pública como deputado estadual por três mandatos no Rio de Janeiro, presidindo a Comissão de Orçamento da Alerj, além de atuar como Secretário Estadual de Agricultura, diretor do BDRio e diretor da Loterj.

Mas Antônio Carlos não se esgotava na esfera institucional. Havia nele o artista. Artista plástico, realizou diversas exposições, traduzindo em formas e cores a inquietação de quem observa o mundo com atenção. Como escritor, deixou livros que dialogam com memória, fé e identidade: “Quem quebrou a casa de meu pai” e “Jesus de Gargaú”. Trabalhava, até seus últimos dias, no terceiro título, “Com Jesus na mesa do bar”, obra que permanece como promessa e símbolo de sua permanente busca por sentido.

Seu legado é feito de compromisso público, sensibilidade estética e reflexão crítica, um raro equilíbrio entre razão e poesia.

Em 26 de agosto de 2023, Antônio Carlos concedeu uma entrevista histórica à TV Alcance e ao jornal O Norte Fluminense, em seu apartamento, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O encontro contou com o apoio de sua esposa, Maria Cecília Lamy, e foi intermediado por Maria Alexandrina Bastos, filha de Ésio Martins Bastos, fundador de O Norte Fluminense. Ali, entre memórias e confidências, ficou registrada não apenas a trajetória de um homem público, mas a voz serena de quem compreendeu a vida como experiência, luta e criação.
 











FAMÍLIA XAVIER, por Rogério Loureiro Xavier

 


*"Olá 🖐 pessoa amiga e do bem."*


*"FAÇA A SUA MELHOR ESCOLHA SEM MEDO DE SER FELIZ.  SE A ESCOLHA NÃO FOR BOA, TENTE DE NOVO, TENTE... TENTE."*


*"Na vida, não importa pra onde vamos, mas sim com quem..."*


*"FAMÍLIA XAVIER"*


*"Natal em Família - ano 2013."*


*"Hotel Fazenda Boa Vista  - Bananal / RJ-SP"*


*" ✍️ ... Rogerio Loureiro Xavier  "*

Sempre é tempo de amar e falar de amor, por Rogério Loureiro Xavier

 


Olá 🖐 pessoa amiga e do bem. 


*"Sempre é tempo de amar e falar de amor."*

Nada nessa vida acontece por acaso, tudo que vivemos ou passamos tem sempre um significado para nossas vidas... pode ser por um curto período ou por todo o ciclo de vida na terra, a vida na terra é nada mais ou nada menos do que um grande aprendizado, a terra é uma verdadeira escola, daqui nada levaremos a não ser aquilo que ficará gravado em nossa consciência. Sendo assim a prática do AMOR E DA CARIDADE é  o caminho para conhecermos a verdadeira felicidade.


*" ✍️ ... Rogerio Loureiro Xavier "*