domingo, 3 de maio de 2026

PARABÉNS, ELCIO XAVIER! por Rogério Loureiro Xavier

 






É Hoje! O Despertar da Poesia!

 


Prepare o seu coração e a sua alma, pois os versos hoje ganham vida em cada esquina. É chegada a hora de celebrar o sentimento que se faz palavra e a palavra que se torna eterna!

​Hoje, o calendário não marca apenas um número, mas a pulsação da nossa cultura. Celebramos o Dia da Poesia Bonjesuense, honrando o centenário de inspiração de Elcio Xavier, o nosso eterno "Príncipe dos Poetas".

​Acompanhe os detalhes desta tarde literária:

Data: Hoje, 03 de maio de 2026

 Horário: 14h

 Local: Espaço Cultural Luciano Bastos

Um Convite à Alma

​"A poesia é a alma que escreve com sentimentos e transforma palavras em eternidade."

​Venha celebrar conosco essa herança lírica. Deixe que a rima te encontre e que a emoção de ser bonjesuense transborde em cada verso compartilhado.

Esperamos por você para escrevermos, juntos, mais um capítulo da nossa história!


sábado, 2 de maio de 2026

O Encontro dos Gigantes: A Poesia de Elcio e os Bonecos de Toninho

 

A cidade só permanece viva enquanto houver quem se atreva a sonhar o impossível




Este é um encontro de gigantes, em todos os sentidos. A união entre a poesia imortal de Elcio Xavier e a arte vibrante de Toninho do Tupy que celebra a alma de Bom Jesus.

O Encontro dos Guardiões da Memória

​Amanhã, às 14h, o Espaço Cultural Luciano Bastos deixará de ser apenas um prédio para se tornar um portal. No Dia da Poesia Bonjesuense, o silêncio respeitoso dos versos encontrará o gigantismo alegre da tradição. Toninho do Tupy chega com suas criaturas de pano e sonho para saudar aquele que as palavras coroaram: Elcio Xavier, o nosso Príncipe dos Poetas.

​A Costura do Tempo

​Toninho e Elcio não apenas habitaram a mesma terra; eles a inventaram de novo. Enquanto o Príncipe lapidava o sentimento em rimas, Toninho devolvia alma ao barro e cor ao tecido. Juntos, eles provaram que a identidade de um povo não se guarda em gavetas, mas se exibe no alto, para que ninguém esqueça de onde veio.

Pelo olhar das crianças, cada boneco que se ergue é um convite ao amanhã. Casa verso de Elcio é uma estrela no céu. É a garantia de que as futuras gerações não herdarão apenas ruas, mas histórias vivas.

Ambos promoveram o renascimento do comum. Como quem sopra vida no que parecia estático, eles transformaram a rotina em rito, o simples em sagrado.

São Arquitetos do Afeto. Há quem se preocupe em erguer muros de concreto, mas Toninho e Elcio escolheram a arquitetura mais difícil e nobre: a reconstrução do coração de um lugar.

​O Convite

​Que o povo bonjesuense se faça presente. Não para ver apenas bonecos ou ouvir apenas versos, mas para testemunhar o plantio da memória. Toninho traz seus gigantes para abraçar o legado de Elcio, ensinando-nos que a cidade só permanece viva enquanto houver quem se atreva a sonhar o impossível.

​"Porque há gente que reconstrói paredes, e há quem reconstrua o coração do lugar. Elcio e Toninho escolheram o segundo."


Viva a Poesia de Elcio Xavier! Viva o Toninho do Tupy! Viva a memória de Bom Jesus!




Sempre é tempo de recomeçar, por Rogério Loureiro Xavier

 


*Olá 🖐 pessoa amiga e do bem.*


*Sempre é tempo de recomeçar.*


Fico recordando cantigas de roda.

Tudo volta à minhas origens. 

Nada é como antes...

Flutuo no tempo...

Dias dourados...

Luz, paz, vida!

Reinventar...

Hoje, melhor momento.

Persistir, não desistir. 

Viva e deixe viver.


*✍️ ... Rogerio Loureiro Xavier*

Dê poder ao homem e descobrirá quem ele realmente é

 

O poder não muda as pessoas; ele apenas as liberta para serem quem sempre foram

É o Fim do Teatro das Aparências

O poder corrompe não apenas pela ganância

O tirano moderno raramente grita, ele assina, decide, ignora. Seu autoritarismo vem com timbre institucional e verniz de eficiência

O poder faz Cair a Máscara e é Revelador da Alma

Investido da Autoridade, o Homem se Despoja do Disfarce



A máxima de Nicolau Maquiavel "Dê poder ao homem e descobrirá quem ele realmente é" ressoa através dos séculos como um veredito implacável sobre a condição humana. Mais do que um simples teste de temperamento, a autoridade atua como um reagente químico que desnudas as camadas da alma. A verdadeira natureza do ser não se manifesta na submissão ou na necessidade, mas no momento exato em que a hierarquia o coloca acima de seus semelhantes, oferecendo-lhe as rédeas do destino alheio.

​O poder possui a força de remover a máscara das conveniências sociais. Enquanto o homem caminha na planície da igualdade, ele se veste de prudência e polidez para sobreviver. Todavia, ao subir ao topo da montanha, o comportamento se transforma: as amarras do medo desaparecem e dão lugar à vontade bruta. Na política e nos postos de comando, o cetro torna-se o cinzel que esculpe, à vista de todos, a face que antes se escondia nas sombras da discrição.

​Quando não há mais a necessidade de agradar para ser aceito, ou de se esconder para ser protegido, a essência transborda. O poder revela o lado sombrio que a modéstia forçada ocultava. É o fim do teatro das aparências: o homem que se dizia servo, ao tornar-se senhor, revela se trazia no peito o coração de um tirano ou a sabedoria de um guia. A liberdade de agir sem censura é, ironicamente, a maior prisão da verdade.

​O poder atua também como uma lupa que agiganta as sementes da soberba. Onde antes havia o silêncio respeitoso, o comando muitas vezes faz brotar o ruído da arrogância, transformando o diálogo em monólogo e o companheirismo em vassalagem. A vertigem das alturas faz com que muitos esqueçam as raízes que os sustentavam no solo da humildade, provando que o caráter é forjado na planície, mas testado apenas no cume.

​Nessa metamorfose, a vaidade costuma ser a primeira a sentar-se à mesa. O indivíduo, outrora contido, passa a acreditar que sua nova posição é um reflexo de uma superioridade intrínseca, e não uma responsabilidade temporária. O poder corrompe não apenas pela ganância, mas por convencer o homem de que ele está além das leis da empatia, tornando-o cego para as necessidades daqueles que, agora, ele olha apenas de cima para baixo.

​Por fim, descobrimos que o poder não muda as pessoas; ele apenas as liberta para serem quem sempre foram. Aquele que guarda a nobreza na alma usará a autoridade como escudo para os fracos e luz para os perdidos. Já aquele que abriga a pequenez, fará do trono uma cela de isolamento e desdém. No tribunal da história, o veredito final sobre um homem não é dado pelo que ele conquistou, mas pelo rastro de humanidade, ou de deserto, que ele deixou enquanto teve o mundo em suas mãos.


Sociedade Musical e a Memória de Elcio Xavier

 


Quando o Sopro Encontra a Poesia: A Primeira Apresentação da Sociedade Musical em Bom Jesus 

Há silêncios que pesam décadas, mas há retomadas que redimem a história. No dia 3 de agosto de 2025, o ar da Usina Santa Maria voltou a vibrar. Após anos de uma partitura interrompida, a Sociedade Musical despertou, provando que a música, quando guardada no sangue, nunca se apaga; ela apenas espera o momento de voltar a ser sol.

​Pelas mãos do Maestro Alessandro Azevedo, as notas reencontraram o seu prumo. Sob a liderança afetuosa da presidente Maria de Lourdes Sá, e o apoio incansável de seu irmão, Paulo Vitorino Sá, a banda retomou seu lugar de direito. Eles não carregam apenas instrumentos; carregam o DNA e o legado icônico do mestre Sebastião Vitorino de Sá. É a herança de um pai que se faz presente em cada acorde, em cada gesto de cuidado com a comunidade da Usina.

O Templo que se Ergueu do Chão

​Essa ressurreição musical tem casa e tem guardião. O Teatro Cinema Conchita de Moraes, que em 2016 viu seu teto desabar sob o peso do tempo, hoje se mantém de pé. Pela coragem e determinação de Betinho Milão, as ruínas voltaram a ser palco. O teto que caiu não foi o fim, mas o intervalo para uma restauração que devolveu a Bom Jesus um de seus mais belos refúgios culturais.

O Encontro no Dia da Poesia

​No dia 3 de maio, às 14h, o destino tece um encontro sublime no Espaço Cultural Luciano Bastos. No Dia da Poesia Bonjesuense, a Sociedade Musical da Usina Santa Maria se une à palavra para homenagear Elcio Xavier.

​Será um momento onde a música abraça o verso. Estarão lá:

​O Maestro Alessandro Azevedo, regendo a emoção;

Betinho Milão, o homem que não deixou o teatro morrer;

Maria de Lourdes Sá e Paulo Vitorino Sá, os filhos que honram a memória do pai e a força dos moradores da Usina;

​No aniversário de Elcio Xavier, o Príncipe dos Poetas, a música da Usina será a tradução exata do que ele sempre escreveu: a beleza da vida que insiste em florescer.

É a Usina em harmonia. É a história em movimento. É a poesia que agora se ouve através dos metais e da alma de um povo que nunca desistiu de cantar.










Capoeira homenageia o Príncipe dos Poetas



O Encontro do Berimbau com a Pena de Ouro

No balanço do tempo e na cadência do gunga, a história se encontra. No próximo dia 3 de maio, o Espaço Cultural Luciano Bastos abrirá suas portas para um diálogo sagrado: o encontro entre a arte da resistência e o brilho da poesia.

​Às 14h, sob a regência do Mestre André da Silva Oliveira, o respeitado Marreta, o som dos berimbaus ecoará em honra ao nascimento de Elcio Xavier, o eterno "Príncipe dos Poetas".

A Força da Ancestralidade

​Liderados por Marreta, compositor, mestre de tradições afro-brasileiras e guardião da Escola da Capoeiragem,  os capoeiristas trazem na bagagem 45 anos de dedicação. Desde 1992, Marreta transforma o jogo em vida e a vida em aprendizado, transformando a roda em um espaço de identidade e fé.

Verso, Ginga e Tradição

​Se de um lado Elcio Xavier imortalizou a alma em versos, de outro, o Mestre Marreta traduz a vivência em cantigas. É a união de dois guardiões:

O Poeta, que deu voz ao sentimento.

O Capoeirista, que dá corpo à resistência.

​Nesta tarde especial, a capoeira não será apenas luta ou dança, mas uma oração em movimento. Um tributo àquele que, como o mestre na roda, soube ler o mundo com a sensibilidade dos grandes sábios.

Data: 3 de Maio

Horário: 14h

Local: Espaço Cultural Luciano Bastos

 Venha sentir a força da nossa cultura. Onde o berimbau toca, a poesia descansa e a alma bonjesuense se manifesta.

Mestre André da Silva Oliveira