A cidade só permanece viva enquanto houver quem se atreva a sonhar o impossível
O Encontro dos Guardiões da Memória
Amanhã, às 14h, o Espaço Cultural Luciano Bastos deixará de ser apenas um prédio para se tornar um portal. No Dia da Poesia Bonjesuense, o silêncio respeitoso dos versos encontrará o gigantismo alegre da tradição. Toninho do Tupy chega com suas criaturas de pano e sonho para saudar aquele que as palavras coroaram: Elcio Xavier, o nosso Príncipe dos Poetas.
A Costura do Tempo
Toninho e Elcio não apenas habitaram a mesma terra; eles a inventaram de novo. Enquanto o Príncipe lapidava o sentimento em rimas, Toninho devolvia alma ao barro e cor ao tecido. Juntos, eles provaram que a identidade de um povo não se guarda em gavetas, mas se exibe no alto, para que ninguém esqueça de onde veio.
Pelo olhar das crianças, cada boneco que se ergue é um convite ao amanhã. Casa verso de Elcio é uma estrela no céu. É a garantia de que as futuras gerações não herdarão apenas ruas, mas histórias vivas.
Ambos promoveram o renascimento do comum. Como quem sopra vida no que parecia estático, eles transformaram a rotina em rito, o simples em sagrado.
São Arquitetos do Afeto. Há quem se preocupe em erguer muros de concreto, mas Toninho e Elcio escolheram a arquitetura mais difícil e nobre: a reconstrução do coração de um lugar.
O Convite
Que o povo bonjesuense se faça presente. Não para ver apenas bonecos ou ouvir apenas versos, mas para testemunhar o plantio da memória. Toninho traz seus gigantes para abraçar o legado de Elcio, ensinando-nos que a cidade só permanece viva enquanto houver quem se atreva a sonhar o impossível.
"Porque há gente que reconstrói paredes, e há quem reconstrua o coração do lugar. Elcio e Toninho escolheram o segundo."
Viva a Poesia de Elcio Xavier! Viva o Toninho do Tupy! Viva a memória de Bom Jesus!


Maravilha.
ResponderExcluirQue lindo!
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