sábado, 1 de agosto de 2026

Faça Acontecer!, por Rogério Loureiro Xavier

 


Olá 🖐 pessoa amiga e do bem.


*Faça Acontecer!*


Que o dia comece com Fé e termine com Bênçãos. A vida fica mais colorida quando pintada com cores do Amor, da Alegria, da Fé, da Esperança e da Amizade. 


Devemos nos amar em primeiro lugar. 

Se o amor bater em nossa porta, deixe-o entrar, como muita habilidade faça o difícil tornar fácil e se Deus quiser a sua outra metade se completará...


"Muitas vezes as folhas caem, mas a árvore não morre. Ela suporta firme o inverno na certeza de que a primavera vai voltar trazendo folhas, flores e novos frutos. Por isso, não desanime diante das dificuldades. Deus está presente em cada estação da vida. Ainda que tuas folhas caiam, você permanecerá de pé, pois o Senhor sustentará tuas raízes."


*✍️ ... Rogerio Loureiro Xavier*

FliPir/2026 – Uma aventura literária pelas estradas da educação

 



A Feira Literária de Pirapetinga foi muito mais do que um evento cultural. Para a equipe do CIEP Marlene Abib de Oliveira Fabri, de Varre-Sai, ela entrou para a coleção das aventuras que a escola nos proporciona.

Saímos às oito horas da manhã. Assim que entramos na kombi, Mazinho, nosso motorista, perguntou:

— Não poderíamos ir pelo asfalto?

Respondi com toda a certeza do mundo:

— Não. O caminho é por Arraial Novo.

Na verdade, na correria da véspera, nem tive tempo de conferir outra rota. O GPS indicava aquele caminho e eu já o conhecia de outras viagens para feiras literárias. Então seguimos confiantes.

Na kombi estávamos eu, como professora responsável, Carminha Nacif, nossa Orientadora Educacional, e as normalistas do 2º CN, a animada equipe amarela da FliPir/2026.

A estrada de chão era uma verdadeira costela de vaca e a kombi sacudia sem dó, mas as meninas nem percebiam. Cantavam, conversavam e riam nos bancos de trás, completamente envolvidas pela expectativa da gincana.

O desafio maior veio depois de Arraial Novo, quando começamos a descer a Serra da Vista Alegre. Carminha ficou tensa. Segurava a porta da kombi como quem se agarrava à própria tábua de salvação.

— Nossa! Olha o precipício lá embaixo!

Tentando distraí-la, eu dizia:

— Carminha, daqui dá até para ver Itaperuna, sua cidade!

Ela nem ligava para a paisagem. Continuava firme, segurando a porta.

Enquanto isso, as meninas permaneciam alheias ao perigo. Só pensavam na gincana. Mazinho, com a calma que lhe é característica, sorria discretamente e conduzia a kombi serra abaixo, sempre devagar, sem perder a tranquilidade.

Para distrair nossa pedagoga, eu puxava conversa:

— Como Varre-Sai é alto, não é? A gente só desce... desce... desce...

E realmente parecia que nunca mais chegaríamos. A estrada insistia em continuar morro abaixo. Até que, finalmente, avistamos Pirapetinga, distrito de Bom Jesus do Itabapoana. Foi um alívio coletivo.

A Feira Literária já estava montada e cheia de vida. Alunos, professores, escritores e amantes da leitura circulavam pelos estandes. Estavam presentes as equipes da E. M. Profª Iracema Seródio Boechat e da Escola M.  João Catarina. A organização, impecável, ficou por conta da professora Anízia Pimentel e do Dr. Lauro Amaral.

Também encontramos escritores de toda a região, entre eles Lúcia Spadarotto, Sol Figueiredo, Cristiana Lima, Altair e Catiana. O vice-prefeito de Bom Jesus do Itabapoana, Sávio Almeida, deu as boas-vindas aos participantes com palavras carinhosas, ressaltando a importância da leitura como instrumento de transformação.

A gincana foi bastante disputada. Cada equipe deu o melhor de si e ao final, veio a surpresa: Varre-Sai conquistou o primeiro lugar.

As meninas receberam as medalhas de honra ao mérito e comemoraram com uma alegria contagiante. Em nome da equipe, Maria Fernanda fez um agradecimento que emocionou a todos. Disse que elas nunca viajaram pensando em vencer. O objetivo era participar, aprender, conhecer pessoas e viver aquela experiência. A vitória foi um presente inesperado, recebido com muita gratidão aos organizadores da FliPir e ao CIEP Marlene Abib de Oliveira Fabri, escola onde estudam.

Depois da emoção, veio um almoço delicioso, e  para completar a festa, ainda teve bolo da FliPir. Mas nosso horário já estava apertado. Era hora de voltar. Desta vez seguimos por outro caminho: Barra de Pirapetinga, Calheiros, Rosal e Cruz da Ana.

Só que a aventura ainda não havia terminado. No caminho de volta, a kombi resolveu demonstrar seu cansaço. Nos morros ela quase parava. Subia bufando, fazendo um barulho danado, como se estivesse soltando fogos em homenagem à vitória das meninas. Quando chegamos ao morro do Monte Belo, ela foi naquele "vai... não vai..." até desistir de vez. Parou. Descemos todas e subimos o morro a pé. Carminha, já bastante cansada da aventura, teve sua salvação quando passou um carro de passeio. Pedi uma carona para ela até o cruzamento da Cruz da Ana. Enquanto isso, a kombi, agora mais leve, conseguiu vencer a subida. Entramos novamente e seguimos viagem. O motorista que levou Carminha não nos abandonou. Foi escoltando nossa kombi até Varre-Sai, pronto para ajudar caso surgisse qualquer outro imprevisto. Graças a Deus, tudo terminou bem.

Voltamos para casa cansadas, felizes, medalhadas e com mais uma história para contar. Porque, no fim das contas, ensinar também é isso. É atravessar estradas de chão, enfrentar serras, rir dos imprevistos, celebrar as vitórias e descobrir que, muitas vezes, as melhores páginas da educação são escritas fora da sala de aula. Mais uma aventura literária registrada no grande livro das nossas caminhadas pela Educação.

Isabel Menezes, professora e historiadora de Varre-Sai.





















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FADO É ALMA


 

Francisco Camargo Teixeira e Dona Nina: Notas e Páginas em Uma Sinfonia Bonjesuense ​

 


No coração de Bom Jesus do Itabapoana, onde o tempo parece dançar ao ritmo das águas do rio que lhe empresta o nome, a história não se resume a datas e fatos; ela respira e canta. E se hoje podemos ouvir os ecos do passado, devemos muito à dedicação e ao amor da família Teixeira. Uma linhagem que, mais do que colonizar, construiu a alma desta cidade com cultura, história e uma paixão contagiante pela vida e por este pedaço de terra.

​Hoje, celebramos a memória de dois de seus mais ilustres representantes: Francisco Camargo Teixeira e Georgina Melo Teixeira, a querida Dona Nina. Pai e filha, cada um à sua maneira, teceram o rico tapete cultural que define Bom Jesus.

​Francisco, o historiador visionário, mergulhou fundo nas raízes da terra. Com a pena e o coração, escreveu o livro definitivo sobre o município: "Bom Jesus do Itabapoana". Suas páginas não são apenas registro, mas um portal para o nascimento da cidade. Ele narrou o desbravamento, as lutas, as alegrias e a construção da comunidade, preservando para sempre a memória daqueles que vieram antes. Através de seu legado, somos transportados para o passado, compreendendo o presente e projetando o futuro.

​Já Dona Nina, a musicista da alma, deu voz à poesia da cidade. Suas notas musicais não apenas preencheram os espaços, mas ecoaram os sentimentos do povo. Seja no piano ou na regência, ela transformou o dia a dia em uma sinfonia de beleza e esperança. Sua música não foi mero entretenimento, mas um bálsamo para a alma, um elemento unificador que fortaleceu os laços da comunidade. Com seu talento e dedicação, ela elevou o espírito de Bom Jesus, transformando-a em um lugar mais vibrante e acolhedor.

​Na imagem que honra sua memória, o "Homenagem Póstuma", vemos os rostos serenos de Francisco e Dona Nina. Enquadrados em molduras douradas, como tesouros preciosos, eles parecem nos sorrir, agradecidos pelo reconhecimento. As letras elegantemente manuscritas ao lado de seus retratos ressaltam a importância de seus legados: "Francisco Camargo Teixeira" e "Georgina Melo Teixeira, Dona Nina". Abaixo, o escudo da Paróquia do Senhor Bom Jesus e Santa Rita de Cássia e a mensagem inspiradora: "Seu legado permanece vivo entre nós, na fé que cultivou e no amor que, para sempre, marcou a história de nossa Paróquia."

​A história de Bom Jesus do Itabapoana é feita de muitas vozes e muitas mãos. Mas, sem dúvida, as vozes de Francisco Camargo Teixeira e Georgina Melo Teixeira são algumas das mais fortes e melodiosas. Suas histórias se entrelaçam com a da cidade, e seus legados, escritos em páginas e notas musicais, continuarão a inspirar as gerações futuras. Eles nos ensinaram que a história não é apenas um registro do passado, mas uma força viva que nos impulsiona para o futuro. E que a música não é apenas entretenimento, mas uma linguagem universal que nos une e nos faz sentir parte de algo maior.

​Obrigado, Francisco e Dona Nina, por terem nos presenteado com suas vidas e seus talentos. Vocês são a alma de Bom Jesus do Itabapoana. E sua música, como as águas do rio, continuará a fluir, eterna e inspiradora, entre nós.


À procura de Lusbelino Bovolenta: o compositor esquecido da marcha em homenagem a Roberto Silveira e Bom Jesus do Itabapoana

 




A marcha "BOM JESUS DO ITABAPOANA", composta por Lusbelino Bovolenta, permaneceu preservada na memória cultural da cidade por décadas. Em 2015, ela foi incluída no CD "Bom Jesus de Corpo e Alma", em homenagem ao Grupo Musical Amantes da Arte, produzida pela Editora O Norte Fluminense, fundada por Luciano Bastos, e que coincidiu com parte das iniciativas que antecederam a inauguração do Memorial Governadores Roberto e Badger Silveira, açordescendentes .

É interessante notar que essa obra não é o hino oficial de Bom Jesus do Itabapoana. O hino oficial do município é a "Marcha a Bom Jesus", de autoria de Salim Darwich Tannus, oficializada pela Resolução Municipal nº 25, de 30 de outubro de 1964.

Lusbelino Bovolenta é um personagem praticamente desaparecido da memória escrita do município. O nome aparece de forma consistente apenas como autor da marcha "Bom Jesus do Itabapoana", dedicada à memória do governador Roberto Silveira, composta logo após sua morte em 1961.

O sobrenome Bovolenta é nitidamente italiano, originário do Vêneto, especialmente da província de Pádua. Isso sugere que Lusbelino provavelmente pertencia a uma família de imigrantes italianos estabelecida na divisa entre o sul do Espírito Santo e o norte fluminense, região que recebeu diversas famílias italianas entre o final do século XIX e o início do século XX.

Além disso, a qualidade literária da marcha indica que ele possuía boa formação cultural. É plausível que tenha sido: professor, músico de banda civil, funcionário público, poeta ou jornalista.

A marcha "Bom Jesus do Itabapoana", de Lusbelino Bovolenta, é mais do que uma composição cívica. Trata-se de um canto de exaltação municipal que se converte em elegia, unindo o orgulho pela terra à memória de um de seus filhos mais ilustres, Roberto Silveira. Sua estrutura simples, própria das marchas, é enriquecida por um forte conteúdo afetivo e histórico.

A primeira estrofe estabelece o tom laudatório. Ao chamar Bom Jesus do Itabapoana de "linda terra de tradição", o autor recorre a uma fórmula típica dos hinos municipais, valorizando a identidade coletiva. O verso "O teu povo de ti se ufana" utiliza um vocabulário clássico, "ufanar-se",  para transmitir orgulho cívico, reforçado pela imagem do coração como sede do sentimento patriótico.

Na segunda estrofe, a cidade deixa de ser apenas um espaço geográfico para tornar-se berço de um personagem histórico. Roberto Silveira é apresentado como um herói local, cuja trajetória é descrita em termos épicos: "lutando de peito aberto". A expressão sugere coragem, integridade e entrega ao bem comum. O verbo "engrandecer" atribui à ação política um caráter quase moral, indicando que sua grandeza refletiu diretamente na grandeza da terra natal.

A terceira estrofe muda o registro. A celebração cede lugar à lamentação. A metáfora "as asas do destino tão cruelmente a vida lhe cortaram" é a imagem poética mais expressiva da composição. O destino surge como uma força implacável que interrompe precocemente uma existência promissora. O sofrimento coletivo aparece nos "olhos tristonhos", transformando a dor individual em memória compartilhada. Ao afirmar que lhe rendem "pra sempre um hino", Bovolenta converte a música em monumento simbólico contra o esquecimento.

A última estrofe oferece a síntese da mensagem. A morte não representa derrota, pois "sua luta ainda está de pé". É uma visão profundamente humanista da memória: os homens passam, mas os ideais permanecem. A expressão "na vitória nós temos grande fé" encerra a marcha com esperança, projetando para o futuro os valores associados a Roberto Silveira.

Sob o aspecto literário, a letra privilegia uma linguagem clara e acessível, adequada ao gênero das marchas cívicas, destinadas ao canto coletivo. Não busca sofisticação formal nem metáforas abundantes; seu objetivo principal é emocionar e fortalecer o sentimento de pertencimento. A simplicidade é, portanto, uma escolha estética coerente com sua função pública.

Em perspectiva histórica, a marcha também revela um momento em que a memória dos grandes líderes políticos era incorporada ao patrimônio cultural das cidades por meio da música. Lusbelino Bovolenta não escreve apenas sobre um homem ou um município; ele registra uma visão de comunidade fundada na gratidão, na coragem e na esperança.

Assim, "Bom Jesus do Itabapoana" permanece como um documento poético de sua época. É simultaneamente um hino à cidade, uma elegia a Roberto Silveira e uma afirmação de que a verdadeira liderança sobrevive à morte quando permanece viva na memória e nos ideais de seu povo.


BOM JESUS DO ITABAPOANA 

(Marcha dedicada à memória de Roberto Silveira)

Autor: Lusbelino Bovolenta 


Bom Jesus do Itabapoana,

Linda terra de tradição;

O teu povo de ti se ufana

E sente orgulho no coração. 


Foste o lar do grande Roberto,

Que na vida sempre venceu;

E lutando de peito aberto

A nossa terra engrandeceu. 


Num dia triste as asas do destino

Tão cruelmente a vida lhe cortaram;

Os nossos olhos tristonhos choraram

E lhe rendemos pra sempre um hino. 


Mas sua vida não ficou perdida;

A sua luta ainda está de pé,

E continua gloriosa e mais renhida,

E na vitória nós temos grande fé

sexta-feira, 31 de julho de 2026

O Despertar da Juventude na IV FlicBonjê

 


​A manhã de 31 de julho despontou sobre Bom Jesus do Itabapoana vestida de uma claridade mansa, como se o próprio tempo quisesse abrir espaço para o encanto. 

Na praça Governador Portela, a IV FlicBonjê desdobrava suas páginas ao vento, transformando o cotidiano em um vasto e acolhedor livro aberto. Era sexta-feira, dia em que a literatura deixou de ser apenas objeto guardado nas estantes para palpitar viva, entre passos apressados, sorrisos infantis e o sussurrar reverente dos versos.

​Desde as primeiras horas, a programação desenhou um mosaico de sensações. O lançamento e exposição de livros abriram os portais da imaginação, embalados pela sensibilidade das contações de histórias conduzidas com maestria pela escritora Rita Côgo e pela presença inspiradora de Cris Lemos, contando também com o brilho da ilustre escritora premiada internacionalmente Cristiana Ana, da ACLAPTCTC,  data festiva duplamente celebrada com a alegria contagiante do aniversário de seu querido filho, Davi. A Ciranda Cirandina e as vibrantes apresentações do Colégio Maria da Conceição Baptista de Oliveira trouxeram o ritmo da tradição e a alegria genuína de uma juventude que canta e recita suas raízes com orgulho.

​Mais do que um evento festivo, a Feira Literária revelou-se um solo sagrado para o desenvolvimento cultural de nossas crianças e jovens. É nos corredores da FlicBonjê que o futuro do pensamento encontra aconchego; onde a leitura deixa de ser obrigação escolar para se vestir de aventura, afeto e emancipação. Quando uma criança segura um livro e se encanta com a narrativa, ela ganha asas invisíveis, capazes de transpor qualquer fronteira geográfica ou social. A cultura, ali exercida com tanta delicadeza e vigor, planta sementes perenes de empatia, criticidade e sonho.

"A literatura nas praças não é apenas um espetáculo passageiro; é o oxigênio que renova a alma de uma comunidade, ensinando os mais jovens a enxergar o mundo com lentes de poesia e coragem."

​A tarde seguiu seu curso poético costurando reflexões e afetos, embalada pela inspiradora apresentação musical do açoriano Francisco Amaro Borba Gonçalves que, ao violão, entoou canções açorianas capazes de contagiar profundamente o público jovem. O evento foi magistralmente registrado pelas lentes atentas e pela cobertura de excelência da prestigiada TV Alcance, sob o comando de Isac Nascimento. Na roda de conversa, as vozes afinadas de Maria Clara Fonseca, Beatriz Alvarenga e Cristiele Lemos teceram diálogos profundos sobre a arte e a palavra. O encontro seguiu abraçado, culminando na contagiante apresentação da Escola de Música JEMJ e no encanto do Bingo. Todo esse cenário vibrante é sustentado pelo surgimento luminoso de novas e eficientes ativistas culturais, mulheres de garra e sensibilidade que transformam o ideal em realidade palpitante.

​Guardiãs da Palavra, Família e Resistência

​Neste solo fértil de Bom Jesus, destaca-se a atuação inspiradora de pilares fundamentais da nossa resistência cultural, onde o afeto familiar se une à paixão pelas letras:

Alessandra Abreu, cujo olhar atento e dedicação incansável irrigam os canteiros da literatura e da arte com sensibilidade ímpar, contando com o orgulhoso apoio de seu pai, José Carlos Abreu, e de sua tia, a querida Irmã Lúcia Borges Abreu, exemplos vivos de dedicação e retidão;

Maria Clara Visotto, jovem força motriz que oxigena o diálogo cultural com entusiasmo contagiante e profunda entrega aos projetos literários;

Anízia Maria Pimentel, baluarte de eficiência e paixão pela cultura, cujo trabalho harmoniza tradição e futuro em cada ação realizada.

​Quando o sol se pôs sobre a sexta-feira da FlicBonjê, deixando no ar o aroma de livros novos e a harmonia da música, a certeza permaneceu intacta: a poesia continuará a ser o mais belo e seguro destino enquanto houver mãos generosas para semear a cultura e corações abertos para acolhê-la.

(Crônica dedicada à FlicBonjê e aos fazedores da cultura bonjesuense.)



































Ótimo Momentos Para Todos!


 Olá 🖐 pessoa amiga e do bem.


*Ótimo Momentos Para Todos!*

 

Quando um pássaro está vivo, ele come as formigas, mas quando o pássaro morre, são as formigas que o comem. Tempo e circunstâncias podem mudar a qualquer minuto. Por isso, não desvalorize nada em sua volta. Você pode ter poder hoje, mas, lembre-se: O tempo é muito mais poderoso que qualquer um de nós! Saiba que uma árvore faz um milhão de fósforos, mas basta um fósforo para queimar milhões de árvores. Portanto, seja bom! Faça o bem!


 *"O tempo é como um rio. Você nunca poderá tocar na mesma água duas vezes, porque a água que já passou, nunca passará novamente. Aproveite cada minuto de sua vida e lembre-se:**


*"Nunca busque boas aparências, porque elas mudam com o tempo. Não procure pessoas perfeitas, porque elas não existem. Mas busque acima de tudo, um alguém que saiba o seu verdadeiro valor."*


*Tenham 4 Amores:*


- Deus;

- A vida;

- A família;

- E os amigos.

Deus porque é o dono da vida;

A vida porque é curta;

A família porque é única;

E os amigos porque são raros!!


*✍️ ... Rogerio Loureiro Xavier*