Meu caro José Antônio,
Há silêncios que pesam mais do que qualquer palavra, e hoje o silêncio deixado pela voz de Aloísio Borges Alvarenga ecoa com uma saudade profunda.
Mas, ao pensarmos nele, é impossível não recordar o som da alegria que ele espalhava.
Aloísio não apenas cantava; ele transformava qualquer lugar em um palco de celebração. Com seu aparelho de karaokê a tiracolo, ele tinha o dom raro de acender a luz nos ambientes e nos corações.
Para ele, a cantoria era um abraço coletivo, uma forma de dizer que a vida, apesar de tudo, merece ser celebrada em voz alta.
Perder um irmão é ver uma parte da nossa própria história tornar-se memória.
Mas que memória vibrante ele nos deixa!
Ficará para sempre a imagem dele, microfone em mãos, regendo sorrisos e unindo amigos através de suas músicas favoritas.
Ele fez da sua paixão um presente para todos nós.
O tempo guardará os 70 anos de sua jornada como uma melodia inesquecível.
Que você, José Antônio, e toda a família, encontrem conforto nas lembranças desses momentos de festa e na certeza de que a alegria que ele plantou continuará a ressoar em cada um de nós.
"A morte não cala quem viveu para espalhar harmonia; Aloísio agora é a música que toca suave dentro de nossa saudade."
Meus mais sinceros sentimentos e um abraço fraterno em seu coração.
Gino

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