FOTOS HISTÓRICAS DA DÉCADA DE 1950
O Edstudio encaminhou ao O NORTE FLUMINENSE as duas fotos abaixo, da Praça Governador Portela, da década de 1950
Jornal fundado por Ésio Martins Bastos em 25 de dezembro de 1946 e dirigido por Luciano Augusto Bastos no período 2003-2011. E-mail: onortefluminense@hotmail.com
sábado, 8 de março de 2014
sexta-feira, 7 de março de 2014
O ADEUS AO CEDRO DO ITABAPOANA
Faleceu no dia 18 de fevereiro passado, no meio do aconchego do lar,com 92 anos de idade, o líbanês Abdo Eid Nassar, nascido em Ramallah.
Deixa o extinto a esposa Olívia Elias Abib Nassar, os filhos Antonio José, Abdo Filho e Gisela, o cunhado Jorge Elias Abib e os netos Giovanna, Laura, Monique, Filipe e Vítor. O NORTE FLUMINENSE manifesta à família enlutada e à comunidade libanesa os profundos sentimentos por esta grande perda. O NORTE FLUMINENSE realizou entrevista com Abdo Eid em 2012, que pode ser lida na seguinte página:
http://onortefluminense.blogspot.com.br/2012/01/os-cedros-do-itabapoana.html
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
LIVRO DE ELCIO XAVIER CONTINUA A ENCANTAR LEITORES
A estudante Lecy Tardin é outra leitora que ficou encantada com o livro O VÉU DA MANHÃ, de Elcio Xavier, lançado em 2a. Edição pela Editora O Norte Fluminense, na Coleção Literatura Bonjesuense.
Dentre as poesias da obra, Lecy se entusiasmou com SONHO DE ÉGE: "É uma linda poesia, que tocou o meu coração", ressalta.
SONHO DE ÉGE
As noites já vão além dos seus sentidos
e ali ainda está a meditar.
Nenhum ramo flutua e tudo dorme.
Seu braço e longo sobre o mar.
Perderam-se entre as coisas crescidas
o silêncio das luas, o andar
dos esquecidos, o sonho informe:
só ela ficou sem repousar.
Não lhe resta mais que um deserto,
uma visão longínqua de outro frio
e cachos brancos a rolar...
A nau partiu-se na hora incerta:
nenhum coração boiou na tarde.
Somente ela ficou, e fez do vazio seu altar!...
| Lecy Tardin se encantou com O VÉU DA MANHÃ, de Elcio Xavier |
A estudante Lecy Tardin é outra leitora que ficou encantada com o livro O VÉU DA MANHÃ, de Elcio Xavier, lançado em 2a. Edição pela Editora O Norte Fluminense, na Coleção Literatura Bonjesuense.
Dentre as poesias da obra, Lecy se entusiasmou com SONHO DE ÉGE: "É uma linda poesia, que tocou o meu coração", ressalta.
SONHO DE ÉGE
As noites já vão além dos seus sentidos
e ali ainda está a meditar.
Nenhum ramo flutua e tudo dorme.
Seu braço e longo sobre o mar.
Perderam-se entre as coisas crescidas
o silêncio das luas, o andar
dos esquecidos, o sonho informe:
só ela ficou sem repousar.
Não lhe resta mais que um deserto,
uma visão longínqua de outro frio
e cachos brancos a rolar...
A nau partiu-se na hora incerta:
nenhum coração boiou na tarde.
Somente ela ficou, e fez do vazio seu altar!...
CAFÉ DO ARRAIAL NOVO, PÃO E MANTEIGA DE CALHEIROS SÃO A SENSAÇÃO DA REGIÃO ALTA
O café do Cesarino, do Arraial Novo, o pão da Padaria do Canto e a manteiga Karina, produzido por Alamir Oliveira são a sensação da região alta de Bom Jesus do Itabapoana.
Segundo o proprietário da padaria, Vagner Monteiro do Canto, a procura por estes produtos tem sido grande, o contribui para o desenvolvimento econômico da região.
O café do Cesarino, do Arraial Novo, o pão da Padaria do Canto e a manteiga Karina, produzido por Alamir Oliveira são a sensação da região alta de Bom Jesus do Itabapoana.
Segundo o proprietário da padaria, Vagner Monteiro do Canto, a procura por estes produtos tem sido grande, o contribui para o desenvolvimento econômico da região.
| Café de Arraial Novo, manteiga Karina e pão de Calheiros: produtos de primeira qualidade |
2a. EMANCIPAÇÃO DE BOM JESUS SERÁ COMEMORADA EM 2015 (I)
| Judith Sueth fará a comemoração da emancipação de Bom Jesus do Itabapoana |
A 2a. emancipação de Bom Jesus do Itabapoana será comemorada no dia 1o. de janeiro de 2015, nas dependências do Big Hotel, onde, na época, funcionava o Paço Municipal. Foi ali que foi assinada a histórica ata de instalação do município em 1o. de janeiro de 1939.
(continua)
UM SHOW EM MUTUM: MUSEU, LANCHONETE, LOJA DE ARTESANATO, CRIAÇÃO DE MINI BOIS, AÇUDES E CHALÉS
Na Rodovia RJ 230, na zona rural de Mutum de Baixo, em Bom Jesus do Itabapoana (RJ), não há quem não considere um espetáculo o que Sérgio Rocha Inácio, conhecido como "Show", estabeleceu em sua propriedade.
Trata-se do Museu Show - que será inaugurado no dia 10 de agosto, durante o 2o. Passeio Cultural de Bom Jesus do Itabapoana - conjugado com lanchonete, loja de artesanato, criação de mini bois, quatro açudes e chalés, com uma paisagem deslumbrante, tendo ao fundo a Pedra do Mutum (ou da Baleia, como é conhecida), que costuma ser escalada por adeptos do montanhismo. Em breve, Show pretende disponibilizar ao público a visita a uma gruta que está localizada no meio de uma pequena e fascinante mata.
Filho de Almir Henrique Inácio, com 84 anos, e Luiza Rocha Inácio, a Ziza, com 79 anos, Show esclarece que a propriedade é oriunda de herança de seus avós Manoel Inácio, conhecido como Baeco, e Nair Henrique Inácio: "Minha avó teve 14 filhos aqui em Mutum", conta Show.
Em seguida, Show mostra os objetos centenários que compõem o Museu do Espaço Show. "Eu possuía uma pista de laço e, na época, eu já expunha essas relíquias".
Neste museu consta uma despolpadora de milho, um engenho de fubá, uma picadeira e um engenho de cana, uma namoradeira, uma sela "que pertenceu a Joaquim Seleiro, de Santo Eduardo", e uma gamela, da época em que não havia geladeira. "A carne de boi era ali colocada com sal, que a preservava. Ainda há outros objetos centenários em minha casa", esclarece.
Segundo Show, "o forte da lanchonete são os bolinhos de aipim com carne cerca, o quibe, o caldo de cana e o filé de tilápia. Mas aqui servimos de tudo, com a qualidade única do nosso funcionário José Carlos da Silva. Na propriedade cultivamos a maioria das coisas que servimos na lanchonete, entre as quais mandioca, laranja, limão, peixe, entre outros".
Uma loja de artesanato é outro ponto de destaque, decorado também com objetos centenários como "a namoradeira, que pertenceu ao meu avô Antônio Rocha".
O mini boi, de nome "Ouro Negro" é utilizado para puxar carroça e para passear com as crianças. "Estou adquirindo duas fêmeas para aumentar o número de animais ", ressalta Show.
No meio de um dos açudes, Show colocou uma imagem de Nossa Senhora Aparecida. "Em cima de uma das pedras, colocarei ainda uma imagem de Jesus Cristo", assinala.
Show parece encarnar o papel que lhe atribui o apelido, sempre comentando um fato engraçado. Faz questão de mostrar-nos uma "mesa que é para ser emprestada", localizada no pátio. Trata-se, contudo, de uma mesa formada por pedras bem pesadas. Além disso, via de regra, ao terminar uma frase, indaga ao interlocutor: "Show?"
O apelido foi dado a Show quando ele era jovem, durante o enterro de um tio, que era muito gordo. "Era por volta do meio-dia e o calor estava insuportável. Ocorre que, no cemitério, o caixão não entrava na gaveta. Foram várias as ações, com instrumentos, para aumentar o espaço e permitir a entrada do caixão. Depois de muitas tentativas, finalmente o caixão entrou e eu acabei dizendo, na hora: 'show' . Foi a partir daí que o apelido pegou", finaliza, encerrando o espetáculo.
O telefone para contato com o Espaço Show é 22- 9863-5648
Na Rodovia RJ 230, na zona rural de Mutum de Baixo, em Bom Jesus do Itabapoana (RJ), não há quem não considere um espetáculo o que Sérgio Rocha Inácio, conhecido como "Show", estabeleceu em sua propriedade.
| Chalé no meio de paisagem exuberante |
Trata-se do Museu Show - que será inaugurado no dia 10 de agosto, durante o 2o. Passeio Cultural de Bom Jesus do Itabapoana - conjugado com lanchonete, loja de artesanato, criação de mini bois, quatro açudes e chalés, com uma paisagem deslumbrante, tendo ao fundo a Pedra do Mutum (ou da Baleia, como é conhecida), que costuma ser escalada por adeptos do montanhismo. Em breve, Show pretende disponibilizar ao público a visita a uma gruta que está localizada no meio de uma pequena e fascinante mata.
| Paisagem deslumbrante por todos os lados |
Filho de Almir Henrique Inácio, com 84 anos, e Luiza Rocha Inácio, a Ziza, com 79 anos, Show esclarece que a propriedade é oriunda de herança de seus avós Manoel Inácio, conhecido como Baeco, e Nair Henrique Inácio: "Minha avó teve 14 filhos aqui em Mutum", conta Show.
| Antiga namoradeira pertenceu a Antônio Rocha, avô de Show |
Em seguida, Show mostra os objetos centenários que compõem o Museu do Espaço Show. "Eu possuía uma pista de laço e, na época, eu já expunha essas relíquias".
| Relíquias centenárias: sela e gamela, onde as carnes eram salgadas e ficavam armazenadas, quando não havia geladeira |
Neste museu consta uma despolpadora de milho, um engenho de fubá, uma picadeira e um engenho de cana, uma namoradeira, uma sela "que pertenceu a Joaquim Seleiro, de Santo Eduardo", e uma gamela, da época em que não havia geladeira. "A carne de boi era ali colocada com sal, que a preservava. Ainda há outros objetos centenários em minha casa", esclarece.
| Engenho de fubá centenário |
Segundo Show, "o forte da lanchonete são os bolinhos de aipim com carne cerca, o quibe, o caldo de cana e o filé de tilápia. Mas aqui servimos de tudo, com a qualidade única do nosso funcionário José Carlos da Silva. Na propriedade cultivamos a maioria das coisas que servimos na lanchonete, entre as quais mandioca, laranja, limão, peixe, entre outros".
| O empreendimento conta com três açudes e criação de tilápia |
Uma loja de artesanato é outro ponto de destaque, decorado também com objetos centenários como "a namoradeira, que pertenceu ao meu avô Antônio Rocha".
| Na loja de artesanato, um antigo relógio ornamenta o ambiente |
O mini boi, de nome "Ouro Negro" é utilizado para puxar carroça e para passear com as crianças. "Estou adquirindo duas fêmeas para aumentar o número de animais ", ressalta Show.
| Mini boi "Ouro Negro" é atração para as crianças |
No meio de um dos açudes, Show colocou uma imagem de Nossa Senhora Aparecida. "Em cima de uma das pedras, colocarei ainda uma imagem de Jesus Cristo", assinala.
| Imagem de Nossa Senhora Aparecida foi colocada no meio de um dos açudes |
Show parece encarnar o papel que lhe atribui o apelido, sempre comentando um fato engraçado. Faz questão de mostrar-nos uma "mesa que é para ser emprestada", localizada no pátio. Trata-se, contudo, de uma mesa formada por pedras bem pesadas. Além disso, via de regra, ao terminar uma frase, indaga ao interlocutor: "Show?"
| A mesa "para emprestar" e a Pedra do Mutum, que costuma ser escalada, ao fundo |
O apelido foi dado a Show quando ele era jovem, durante o enterro de um tio, que era muito gordo. "Era por volta do meio-dia e o calor estava insuportável. Ocorre que, no cemitério, o caixão não entrava na gaveta. Foram várias as ações, com instrumentos, para aumentar o espaço e permitir a entrada do caixão. Depois de muitas tentativas, finalmente o caixão entrou e eu acabei dizendo, na hora: 'show' . Foi a partir daí que o apelido pegou", finaliza, encerrando o espetáculo.
| Bolinho de aipim com mandioca e caldo de cana, são algumas das especialidades do Espaço Show |
O telefone para contato com o Espaço Show é 22- 9863-5648
UM EXEMPLO DE CIDADANIA: AMPLA FOI OBRIGADA A RESPONDER A ANDRÉ LUIZ DE OLIVEIRA
| AMPLA foi obrigada a responder a André Luiz de Oliveira |
A empresa de energia AMPLA foi obrigada a responder à reclamação do bonjesuense ANDRÉ LUIZ DE OLIVEIRA, que utilizou a Comissão de Defesa do Consumidor da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro para reclamar dos serviços de energia prestados em Bom Jesus do Itabapoana.
A reclamação do bonjesuense foi autuada sob o número 169750/2013.
Segundo a resposta da entidade, à notificação no. 137727/2013, os problemas de energia em Bom Jesus do Itabapoana ocorrem, em sua maioria, por fatores externos, apontando a origem no sistema de Furnas, a deficiência nos serviços prestados por ela. Nâo explicou, contudo, o fato de a cidade vizinha, Bom Jesus do Norte (ES), ligada por uma ponte a Bom Jesus do Itabapoana, não sofrer qualquer problema no fornecimento de energia, como ocorre em nosso município.
Deve-se resgistrar ainda que O NORTE FLUMINENSE publicou no ano passado matéria denunciando o péssimo serviço de luz prestado rotineiramente pela AMPLA, mais preocupada com os lucros do que servir à população. A matéria pode ser vista no blog....
A RESPOSTA DA AMPLA:
" Informamos que a descontinuidade do fornecimento de energia elétrica encontra-se associada a perturbações originadas, em sua maioria, por causas externas e não por deficiência ou fragilidade do sistema elétrico.
Outro aspecto a ser comentado refere-se ao fato de que grande parte dos sistema de distribuição de energia elétrica da empresa é suprida pelas subestações e linhas de transmissão de Furnas Centrais Elétricas. A Ampla tem mantido contatos constantes com Furnas visando sempre à verificação das causas das interrupções para minimizar a sua incidência e restabelecer rapidamente o fornecimento.
Cumpre-nos mencionar que a empresa investe sistematicamente em obras de melhoria do sistema elétrico, ampliação de subestações e aquisição de novas tecnologias, além de realizar manutenção preventiva e corretiva nos componentes elétricos instalados nas redes de distribuição de energia elétrica.
(...)
Não obstante aos (sic) fatos, iremos proceder com a análise detalhada das ocorrências no circuito elétrico do local, através da ordem de serviço no. A011904905, como medida preventiva, cujo resultado estará disponível posteriormente para o conhecimento do Cliente, através de um de nossos Canais de Relacionamento."
Ao fnal, a empresa solicita "o encerramento da reclamação efetuado (sic) através desse Órgão de Defesa do Consumidor".
| André Luiz fez reclamações e reivindicações |
André Luiz de Oliveira utilizou, ainda, o órgão da Assembleia Legislativa para solicitar um policiamento ostensivo no bairro Lia Márcia, assim como a implantação de uma área de lazer, uma quadra esportiva, uma academia da 3a. Idade e a troca de lâmpadas da rua Itaperuna, também no bairro Lia Márcia,
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