sábado, 30 de junho de 2018

6º Leilão de Grandes Obras de Arte: hoje



64º Sexagésimo Quarto Leilão Belas artes e antiguidades, edição acervo residencial.

64º Sexagésimo Quarto Leilão Belas artes e antiguidades, edição acervo residencial.

Exposição


Dia 28/06 de 14h as 16h com agendamento.

Leilão


Dias 29 e 30 de junho de 2018
Sexta-feira e Sábado às 18h
Informações: controle.belasartes@gmail.com
tel: 2198505-1731 ou 2134423903
CAPTAÇÃO (COMPRA OU CONSIGNAÇÃO) DE PEÇAS PERMANENTE)
LANCES PELA INTERNET OU TELEFONE.
Informações Importantes

Leiloeira

Thais Dias Brandão de Queiroz - JUCERJA Nº 204

Local

RECREIO DOS BANDEIRANTES -RJ--

Informações:
http://www.thaisqueirozleiloeira.com.br/leilao.asp?Num=9258&utm_term=Neste+Sabado+30+de+Junho+de+2018&utm_campaign=Leiloes+BR&utm_source=e-goi&utm_medium=emailormações:

Vejam como foi o pôr do sol, hoje, em Bom Jesus do Itabapoana

























MOMENTO HISTÓRICO: BOM JESUS GANHARÁ SUA 3ª LIRA NO DIA 5 DE AGOSTO


Maestro Áureo Fiori aceitou o desafio de fundar a 3ª lira de nosso município


O consagrado maestro Áureo Fiori nasceu no distrito de Rosal, no dia 7/12/1933. Filho de Walter Fiori e Zenith Nunes Fiori, desenvolveu suas habilidades para a música a partir da Lira 14 de Julho, quando iniciou a aprender a tocar tambor e tarol, aos 7 anos de idade.

Áureo nasceu em uma família de músicos e artistas. Seu pai, Walter Fiori, era flautista e fazia dupla com o ex-prefeito Gauthier Figueiredo, que tocava violino, em apresentações sociais e em cultos da Igreja Presbiteriana de Rosal. Seu avô paterno, Elpídio Fiori, era poeta. Seu avô materno, Anselmo Nunes, comandava uma conceituada banda de música em Rosal.

Em 1961, Áureo mudou-se para Bom Jesus, após ser nomeado pelo governador Celso Peçanha para trabalhar como mecânico no DER.

Ele teve três professores de música: o professor Sebastião Gomes Filho, apelidado de "Fio Bernardo", o professor Sebastião Ferreira, conhecido como "Bastião", e Ezequiel Tito de Almeida, seu tio "Tuca".

Áureo foi maestro da Lira Operária Bonjesuense por mais de 22 anos. Depois, comandou a Banda do Colégio Rio Branco, a Fanfarra do Colégio Estadual Padre Mello, a Banda do Colégio Zélia Gisner, todas de nosso município; em seguida, dirigiu a Banda do Colégio Antônio Honório, de Bom Jesus do Norte (ES), a Banda 26 de Julho, de Apiacá (ES), as Bandas Therezinha Juliana e 19 de Março, de São José do Calçado (ES), e a Banda do Colégio Ari Parreira, de Laje do Muriaé (RJ).

Trata-se, portanto, de um ícone da cultura musical de nosso município, merecedor de todas as honrarias.


Maestro Áureo Fiori à frente da Lira Operária Bonjesuense

Áureo Fiori comandou a Fanfarra do Colégio Estadual Padre Mello

Áureo Fiori dirigiu a Banda do Colégio Rio Branco, em São José do Calçado (ES)


Mesmo adoentado, aos 84 anos de idade, aceitou, no dia 12 de agosto do ano passado, com ímpeto juvenil, o desafio proposto pela Associação dos Amigos do Memorial Governadores Roberto e Badger Silveira: fundar uma lira no distrito de Calheiros, onde está sediada a entidade. Esta iniciativa teve pronta acolhida do jornal O Norte Fluminense, que doou os primeiros instrumentos musicais, e da Escola Municipalizada Cel. Luiz Vieira de Rezende, dirigida por Samia de Oliveira Linhares.

As entidades decidiram, então, dar o nome de Maestro Áureo Fiori à nova corporação, como justa homenagem a quem tanto fez e faz pela cultura musical de nosso município.

Neste empreendimento, o consagrado maestro Cely Tinoco, da Lira 14 de Julho, passou a apoiar Áureo Fiori na formação dos jovens músicos de Calheiros, ministrando aulas gratuitas, semanalmente.

Segundo Áureo, "a música é como matemática, se não enfrentar, não consegue. É como uma pessoa que lê um texto sem fazer pontuação. Procuro ensinar ao aluno a expressão musical, a sentir a música. São duas aulas por semana, aqui em Calheiros. Para mim, preparar uma lira, em tão pouco tempo, foi um grande desafio, mas aceitei, porque amo a música e acredito que, com o esforço e a dedicação, é possível realizarmos coisas inimagináveis, como é o caso dessa lira."

Num gesto de grandeza que é marca das melhores tradições rosalenses, a Lira 14 de Julho, de Rosal, deliberou em dar todo o apoio à novel corporação calheirense, o que é motivo de encantamento e entusiasmo, que compõem o momento cultural presente de nosso município.

No próximo dia 5 de agosto, às 15h, ocorrerá a primeira apresentação, em público, da Lira Calheirense Maestro Áureo Fiori. 

Será um momento histórico que mostrará que a união de ideais e de amor pela cultura é capaz de vencer todas as crises e todos os desalentos.


A primeira aula de música na Escola Municipalizada Cel. Luiz Vieira de Rezende, no dia 18 de agosto de 2017

No dia 11 de novembro de 2017, o educandário fez festa para receber os primeiros instrumentos doados pelo jornal O Norte Fluminense

Cely Tinoco, maestro da Lira 14 de Julho, de Rosal, está apoiando Áureo Fiori na preparação dos jovens músicos de Calheiros
A Lira 14 de Julho, de Rosal, que completará 96 anos de existência, apoia a Lira Calheirense Maestro Áureo Fiori










LIRA 14 DE JULHO COMEMORARÁ 96 ANOS DE EXISTÊNCIA!




A Corporação Musical Lira 14 de Julho, fundada em Rosal, em 1922, é um patrimônio cultural de nosso município, formado por músicos idealistas que prosseguem a tradição musical.

O maestro Lulu de Almeida (Luiz Tito de Almeida), foi um de seus fundadores e seu primeiro maestro. Cely Tinoco é compositor e o atual maestro da Lira 14 de Julho.

Ao aproximar a data magna da entidade, O Norte Fluminense saúda e parabeniza todos os membros da gloriosa corporação musical rosalense!


Cely Tinoco, maestro da Lira 14 de Julho: idealismo e paixão pela música


Cely Tinoco na sede da Lira 14 de Julho, em Rosal

             
Assistam aos vídeos postados no youtube por RosaldeSantana e José Tarcísio Roseira André.







Maestro Lulu de Almeida (Luiz Tito de Almeida) foi um dos fundadores da Lira 14 de Julho, em 1922, e seu primeiro maestro



sexta-feira, 29 de junho de 2018

FRASES DE JOSÉ MARTÍ, O HERÓI CUBANO


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José Julián Martí Pérez nasceu no dia 28 de janeiro de 1853, em Havana. Morreu em combate, pela libertação de Cuba do jugo espanhol, na localidade de Dos Rios, no dia 19 de maio de 1895. É considerado um dos maiores pensadores de Cuba. Seguem dez frases de sua autoria.

1. Fazer é a melhor maneira de dizer;
2. Ajudar ao que necessita não é apenas parte do dever, mas da felicidade;
3. Há apenas uma só criança bela no mundo, e cada mãe a possui;
4. A ignorância mata os povos, por isso, é necessário matar a ignorância;
5. Um povo que se submete, perece;
6. Faça cada um sua parte no dever, e nada poderá nos vencer;
7. Há três coisas que cada pessoa deveria fazer durante sua vida: plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro;
8. Saber ler é saber andar. Saber escrever é saber ascender.
9. A liberdade é o direito que tem as pessoas de atuar livremente, pensar e falar sem hipocrisia;
10. A única força e a única verdade que existe nesta vida é o amor. O patriotismo não é mais que amor, a amizade não é mais que amor.


Uma grande canção portuguesa: "Não venhas tarde"


Alfacinha de gema, Carlos Ramos tornou-se num dos fadistas mais queridos do público português, graças à sua voz quente e à sua postura modesta e discreta - e ao anormal número de grandes êxitos que teve, aliás ligados à popularidade crescente do disco e da televisão, meios de comunicação que explorou com grande sucesso no início da década de sessenta. Contudo, poucos se recordam que, apesar da sua apetência pelo fado vir de criança, só tardiamente Carlos Ramos o abraçou como carreira a tempo inteiro.
De facto, Ramos gostava de ficar a ouvir o fado nas tascas de Alcântara, bairro onde nasceu em 1907, e foi como guitarrista acompanhante que iniciou carreira, aprendendo a tocar guitarra portuguesa na adolescência, nos intervalos dos estudos liceais. Estudou para médico, mas a morte do pai, com apenas 18 anos, obrigou-o a trabalhar para sustentar a família, dedicando-se à radio-telegrafia, ofício que aprendera no serviço militar e do qual faria carreira profissional. Continuava, contudo, a tocar e cantar nas horas vagas, primeiro apenas como acompanhante (nomeadamente de Ercília Costa numa digressão americana) depois também como fadista em nome próprio, acompanhando-se a si próprio à guitarra, acabando, a conselho de Filipe Pinto, por se profissionalizar como cantor em 1944. Estreou-se então no Café Luso, no Bairro Alto, criando Senhora do Monte o seu primeiro grande êxito.
Ao longo da sua carreira, Carlos Ramos viria a especializar-se no fado-canção, gênero inicialmente pensado para os palcos de revista, e no qual conseguiria alguns dos seus maiores êxitos: Não Venhas Tarde e Canto o Fado. Frequentador regular das casas típicas de Lisboa durante as décadas de quarenta e cinquenta, fez também uma breve carreira internacional, participou em revistas e filmes e tornar-se-ia em 1952 artista exclusivo da casa de fado Tipóia, ao lado de Adelina Ramos, de onde sairia para, em 1959, abrir a sua própria casa, A Toca, experiência cujo sucesso não correspondeu às expectativas. Uma trombose ocorrida em meados da década de sessenta viria terminar abruptamente a sua carreira artística. Ramos morreria alguns anos mais tarde, em 1969.

A MELHOR MÚSICA INSTRUMENTAL