segunda-feira, 25 de novembro de 2019

A MENSAGEM DE ROGERIO LOUREIRO XAVIER

Olá pessoa amiga e do bem.

Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo prá você: não pense. Nunca diga estou envelhecendo ou estou ficando velha.

Eu não digo. Eu não digo que estou ouvindo pouco. É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.

Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e  isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida.

O melhor roteiro é ler e praticar o que lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia. Também não diga prá você que está ficando esquecida, porque assim você fica mais.

Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima. Eu não digo nunca que estou cansada.

Nada de palavra negativa.
Quanto mais você diz estar ficando cansada e esquecida, mais esquecida fica. Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então silêncio! Sei que tenho muitos anos.

Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha não.
Você acha que eu sou? Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de  mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.

O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.
Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça.
Digo o que penso, com esperança. Penso no que faço com fé. Faço o que devo fazer, com amor.
Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende."

CORA CORALINA (poeta goiana que viveu até 95 anos).

Roger LX


       Os 12 cestos de pães
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Joel Boechat


  Cantinho
  De pensamentos de fé

Em suas costumeiras
Andanças...
Para realizar prédicas
De Amor a humanidade,
Passou à tardinha Jesus
Pela pecadora Betsaida
Levando Fé e  Esperança

Nas cercanias da cidade
Acompanhado pela
Multidão que ouvira falar
De Seus Milagres ...

A maioria a pé; os coxos
E mancos, que não podiam
Andar,
Atados no dorso de suas
Cavalgaduras
Ansiosos por receberem
Para suas dores, as curas

Realizava os prodígios
Para surdo mudos e
Aleijados.

Os discípulos pediam ao
Mestre   Jesus ...
Senhor, já é passada a
Hora..
Despede-os ...

Ouve-se a voz do nosso
Amado Mestre !!!
Não !...Eles não vão
Embora...

Vieram pela Fé , para as
Bênçãos do Pai receber
E, para esse mistér...
Dai-lhe vós de comer !

Senhor, não  temos nada
Só dois peixinhos e cinco
Pães de cevada

São mais de cinco mil
Que poderemos fazer
Por essa gente  faminta
E cansada?

Vede Senhor, temos
Também pouca água
Em nosso cantil...

Fazei-os vós sentar na
Grama ...
E olhou para os Céus
Com tremeluzentes
Estrelas, argenteando
A Divina Luz...

Repartiu os pães e os
Peixinhos
Pão espiritual de Seu
Amor  Carinho

Para  os estropiados ...
Façam na relva  suas
Camas
Cheios de fé em seus
Milagres e curas...
Saciaram sua fome

Mais um de Seus
Milagres ...
De alguns, surgem os
Pedidos
Pelo alívio da dor que
Consome...

A Cura almejada
Seguida da oração
Veio a Palavra do
Homem!

Pela Obra de Deus
A quem tem sede e
Fome
Faça-se a Fartura

Doze cestas de côdeas
De  pão
Acomodadas no lombo
Das cavalgaduras
Que não  estavam
Ali, por acaso...

Aleijados,  já curados
Podiam andar a pé
Curados pelo Mestre
Da Vida Eterna
E Pela sua palavra
De Fé!

domingo, 24 de novembro de 2019

Fazenda Batatal: Histórico

Fazenda Batatal


A residência sede da Fazenda Batatal foi construída no início do século XX, sendo seu primeiro proprietário, o fazendeiro Clarindo Lino da Silveira, que não residiu no imóvel. Poucos anos depois de concluída a edificação foi vendida para Luiz Nogueira, que também não foi morador da residência sede. Em meados da década de 1940, a propriedade foi vendida para Francisco da Silveira Nogueira, fazendeiro casado com Laura Vieira da Silveira Figueiredo.

No imóvel, foram criados os oito filhos do casal, José da Silveira Figueiredo, Francisco Vieira da Silveira Figueiredo, Paulo da Silveira Figueiredo, Darci Vieira da Silveira Figueiredo, Maria da Graça da Silveira Figueiredo, Terezinha Vieira da Silveira Figueiredo, Marta da Silveira Figueiredo e Valter da Silveira Figueiredo.

Gradativamente, eles se mudaram para se casarem permanecendo apenas o casal de proprietários. No início da década de 1970 o imóvel foi vendido, no entanto não há informações sobre o nome completo do comprador, sabendo-se apenas seu sobrenome “Oliveira”. Aproximadamente dois anos mais tarde a propriedade foi novamente vendida para um fazendeiro morador do município de Muqui, no entanto não há informações sobre sua identidade. Na década de 1940 a fazenda apresentava como principal atividade produtiva o cultivo de café, com uma colheita de aproximadamente 2000 sacos. Além disso, produzia-se também arroz, com uma colheita de 500 sacos. Em meados da década de 1950 foi introduzida a criação de gado leiteiro.

A morada se encontra desocupada há pelo menos 20 anos, no entanto faltam informações precisas sobre as datas de transferência de propriedade. A propriedade rural possuía cerca de 50 famílias de colonos na primeira metade do século XX, número reduzido para aproximadamente 20 famílias em meados da década de 1960.

O conjunto laboral original contava com três terreiros para secagem do café, oito tulhas e cômodo com maquinário para secagem do café.

A antiga Fazenda do Batatal foi desapropriada e a posse transferida para a financeira Fininvest e posteriormente para o Banco Itaú. No ano de 2002 a propriedade foi comprada pelo INCRA – Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária. Assentamento Batatal foi inscrito no INCRA com o nome de Assentamento Teixeirinha, com 27 famílias, distante 19,5 km do sítio histórico de São Pedro do Itabapoana.
Até 26 de novembro de 1930 estava localizada no município de São Pedro do Itabapoana; depois o município passou a ser chamado de João Pessoa/Mimoso do Sul.  Em 1959 houve o desmembramento do município de Apiacá/ES que era distrito de Mimoso do Sul/ES, razão desse fato, a fazenda passou a pertencer a tal município.

Foto  -  2015 – Acervo de João Odílio
Fontes:   IPHAN/ES, moradores da região e Assentamento Che Guevara.

A MENSAGEM DE ROGERIO LOUREIRO XAVIER

Ola pessoa amiga e do bem.

Hoje é comemorado o 129º aniversário de Charlie Chaplin - um bom dia para lembrar suas  3 declarações :

(1) Nada é permanente neste mundo, nem mesmo os nossos problemas.

(2) Eu gosto de andar na chuva, porque ninguém pode ver as minhas lágrimas.

(3) O dia mais desperdiçado na vida é o dia em que nós não rimos !

Roger LX
.    O que será do amanhã
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Joel Boechat

     Cantinho
     do cordel
             O " Economista "

       
Não se apegue demais
Às coisas que você
Estima e  adora
Use e abuse agora
Ninguém sabe o
Seu dia e hora...

O perfume guardado
De fascinante  odor
Fica com cheiro muito
Enjoado
Perde todo seu valor

Sapato de cromo, de
Bico quadrado,
Sempre guardado
Longe
Do alcance da mão
Perde o brilho do
Engraxado
E não chama mais
A atenção

Terno para ir à Santa
Missa
Ou a um casamento
Você emagrece ou
Engorda
Ele perde o caimento

A grana guardada
Na poupança
Rendendo juros
Para os sonhados
planos futuros
Aproveite a ocasião
Esse momento raro

No câmbio o dólar
Turismo  amanhã
Pode  estar bem
Mais caro

Faça a viagem agora
Ninguém é beduíno
Que adivinha o dia e a
Sua hora

Evite muito desgosto
Amargo e profundo
Não existe, lá no outro
lado,
O tal Banco Novo Mundo

Sabe o lindo saldo que
Deixaste na poupança
Foi inventariado e agora
Está sendo utilizado
Nos passeios dos
filhos, genros e noras
E suas crianças

Estão ... Em Orlando
Na Disney
Com a tua grana
deitando e rolando
Kkk do que valeu
Na poupança ficar
Com tanta ansiedade
Guardando?

sábado, 23 de novembro de 2019

Bom Jesus pode, em breve, ser considerada a Terra dos Escritores


João Machado Monteiro, neto de Athos Fernandes, lançou livro no ECLB, com colegas

A noite festiva intitulada "Noite de Autógrafos", ocorrida na sexta-feira, dia 22 de novembro, no ECLB, organizada pelo Centro Educacional Santa Rita de Cássia, viu o lançamento de 20 livros de alunos do educandário, dirigido por Eugênia Monteiro Rangel.

Em sua terceira edição, o evento, idealizado pela professora de Literatura, Natália de Souza Fonseca, promoveu o lançamento total de cerca de 160 livros escritos por seus alunos.

Segundo Natália, "esse é um projeto gratificante, pois visa transformar a realidade de cada aluno. Tive notícias de que alunos acabaram, depois, lançando outros livros, por conta de seus pais".

Entre os que lançaram livros, está João Machado Monteiro, neto de Athos Fernandes, um dos gênios de nossa literatura. Ele é filho de Bruno Rogério Magalhães Monteiro e Monique de Paula Machado.

Lançaram livros: Ana Clara Bernardo Magno, Aylla Braga Delatorre, Gediel Lobo Vieira Neves, Isabella Maria Jacomini Cabral, Isabella Laprovitera Mansur, Jéssica Costa Silva, Júlia Gomes Trabalha Guimarães, Kaique Almeida Aguiar, Lys de Moraes Souza Sales, Marcos Antônio Putz Rocha, Maria Eduarda Borges Gomes Rodrigues, Maria Fernanda Branquinho Zanon, Pedro Gonçalves Frezarim, Pietro Trindade Valinho Andrade, Raft Teixeira da Costa Júnior, Raphael das Neves Azevedo Cabral, Sophia Willermann Fraga, Wagner Lucas Silveira Bonifácio e João Machado Monteiro.

Atividades como essas podem apontar para que, em breve, Bom Jesus do Itabapoana possa ser considerada, também, como a Terra dos Escritores.
















Profa. Natália de Souza Fonseca e a diretora Eugênio Monteiro Rangel

 
Profa. Natália de Souza Fonseca idealizou o "A Noite de Autógrafos"



Dr Bruno  Rogério Magalhães Monteiro, esposa Monique de Paula Machado, filhos Bruna, Davi, Pedro e João, com Maria das Graças Magalhães Monteiro, viúva de Athos Fernandes

Os autógrafos dos novos escritores




FLABOMJE promete festa na Praça Governador Portela