segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

Feliz Dia... Boa Tarde e Noite!, por Rogério Loureiro Xavier

 


Olá 👋 pessoa amiga e do bem. 


*"Feliz Dia... Boa Tarde e Noite"*


"A música é capaz de reproduzir, em sua forma real, a dor que dilacera a alma e o sorriso que inebria."

Ludwig van Beethoven


*Par e Amor a @todos!🌹*


✍ ... Rogerio Loureiro Xavier

E ASSIM NASCE UM GÊNIO DA FAMÍLIA XAVIER (VÍDEO)

 

Carolina Xavier Mirandola, 10 anos: um gênio da nova geração da família Xavier 


Carolina Xavier Mirandola tem 10 anos e é um gênio! 

Nascida em 29/05/2014, já lançou dois livros: "Incêndio na floresta" e " The Attack of The Dino Bot", em inglês.  Além de escritora, é pianista, estudou flauta, xilofone e ukelelê, e se prepara para aprender trombone, saxofone e trompete.

Uma das mais aplicadas alunas da The British School do Rio de Janeiro, Carolina é uma grande síntese da veia literária e musical da família Xavier.

Ela é filha de Aline Bastos Loureiro Xavier Mirandola e Leonardo Jorge de Figueiredo Miranda; neta de Rogério Loureiro Xavier e Eloisa Bastos Xavier; bisneta de Elcio Cerqueira Xavier e Gedália Loureiro Xavier.

Bom Jesus do Itabapoana saúda a nova geração da família Xavier, que faz parte de nossa grande história, da nossa respeitada literatura e de nossa destacada cultura!

Carolina Xavier Mirandola com a mãe Aline Bastos Loureiro Xavier Mirandola, a tia Elaine Bastos Loureiro Xavier, e os avós Rogério Loureiro Xavier e Eloisa Bastos Xavier 

Carlos Eduardo Xavier Mirandola, o irmão de 2 anos 



"Incêndio na floresta"


"The Attack of The Dino Bot"




Homenagem ao CENTENÁRIO DE ELCIO XAVIER

 


Do blog do Frederico TV

ELCIO XAVIER - O POETA

 



domingo, 26 de janeiro de 2025

BOECHAT, TARDIN E LEMGRUBER ESTÃO ENTRE AS PRIMEIRAS FAMÍLIAS SUÍÇAS QUE CHEGARAM A NOVA FRIBURGO

 

Memorial da Colonização Suíça, na Casa Suíça


As famílias Boechat, Tardin e Lemgruber, tradicionais  em Bom Jesus do Itabapoana, estão estampadas no complexo da Casa Suíça, em Nova Friburgo, entre as 261 famílias suíças que chegaram a Nova Friburgo entre 1819 e 1820, trazidas por Dom João VI para colonizarem a região serrana fluminense.

A cidade foi batizada pelos suíços com o nome de Nova Friburgo, em homenagem à cidade de Fribourg, na Suíça.

Em relação à família Suhet, cujo nome não consta na placa das famílias suíças, o historiador Francisco Verdan Correia Neto salientou, em texto encaminhado ao JONF (Jornal O Norte Fluminense), em 2014, que "o nome original era DESSOIES (leia-se: "Dessuái"), que progressivamente foi sendo modificado, nos documentos cartoriais para "De Sui", "De Suíte", "Dessuê", "Dessuet", "de Suet", "Suet", ainda nos meados do século 19". Confira o importante texto no seguinte link.


O complexo da Casa Suíça é composto pelo Memorial da Colonização Suíça, Chocolataria e Fábrica de queijos para visitação e compra de produtos, como biscoitos, vinhos, molhos, souvenirs, uma cafeteria e variedade de chocolates.

O JONF (Jornal O Norte Fluminense) e a TV Alcance, de Isac Nascimento, estiveram em Nova Friburgo para mais uma reportagem sobre história e cultura.

Relação das famílias suíças que chegaram a Nova Friburgo entre 1819 e 1820


O prédio do Instituto de Educação de Nova Friburgo teve construção iniciada no ano de 1851, com recursos do Barão de Nova Friburgo 


O médico Galdino do Valle Filho comandou um projeto em defesa dos industrias e comerciantes, no início do século XIX, gerando uma tensão entre privilegiar a formação de Nova Friburgo, ligada à colonização suíça no século XIX, ou reconhecer a forte presença germânica na cidade. É dessa época a formulação do "mito da Suíça brasileira" em contraste com o mito da "A Pequena Alemanha"



Busto de Dom João VI, na praça Dermeval Barbosa Moreira, homenageia o rei responsável pela vinda dos suíços a Nova Friburgo 



Cem famílias suíças se fixaram na antiga Fazenda do Morro Queimado, no alto da serra, após decreto de João VI expedido no dia 16 de maio de 1818


Há vandalismo em alguns monumentos da praça Dermeval Barbosa Moreira





Igreja Matriz de São João 




Locomotiva e vagões transitavam à frente da Igreja Matriz de São João em 1942, na antiga praça 15 de Novembro