sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025

14 de fevereiro - DIA DA AMIZADE, por Rogério Loureiro Xavier

 


Olá 👋 pessoa amiga e do bem. 


*DIA DA AMIZADE - 14 DE FEVEREIRO*


*Não há dinheiro que pague o amor, respeito, carinho e companheirismo de uma amizade. Porque sentimentos como esses não tem preço... Amigos não tem preço... São riquezas que adquirimos sendo o que somos e oferecendo o melhor que temos, a transparência e a amizade sincera.*


*"FELIZ DIA DA AMIZADE"*


Amigo é coisa pra se guardar...

Debaixo de sete chaves

Dentro do coração

Assim falava a canção

Que na América ouvi

Mas quem cantava chorou

Ao ver seu amigo partir

E quem ficou, no pensamento voou

Com seu canto que o outro lembrou

E quem voou, no pensamento ficou

Com a lembrança que o outro cantou

Amigo é coisa pra se guardar

No lado esquerdo do peito

Mesmo que o tempo e a distância digam não

Mesmo esquecendo a canção

E o que importa é ouvir

A voz que vem do coração

Pois seja o que vier

Venha o que vier

Qualquer dia, amigo

Eu volto, pra te encontrar

Qualquer dia, amigo

A gente vai se encontrar


Autor: (Milton Nascimento, Fernando Brant )


👏👏👏👏


*✍ ... Rogerio Loureiro Xavier*

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

ORLANDO TUPINI E A SAUDADE QUE SE INICIA!

Orlando Tupini: a saudade que se inicia!


Há 45 anos, Varre-Sai "presenteou" Bom Jesus do Itabapoana com Orlando Tupini e sua esposa Margessi e seus filhos. Aqui, ele fez também seu lar e dignificou nosso município, que, hoje, o "devolveu" a Varre-Sai para ser sepultado. Landinho será sempre o símbolo da união entre Bom Jesus do Itabapoana e Varre-Sai. 

Ambos os municípios são limítrofes pela região serrana bonjesuense, através de Arraial Novo e Cachoeirão, compartilhando a produção de café e outros produtos agrícolas, mas há também laços culturais e históricos que unem ambos.

Padre Mello, que foi pároco em Bom Jesus do Itabapoana, de 1899 a 1947, chegou a ser também pároco de Varre-Sai, entre 1916 e 1924. 

Somos gratos ao povo varre-saiense pela benção extraordinária em nos brindar com o convívio de Orlando e sua digna família. Seu magnífico legado permanece para sempre em nossa cidade e em nossas vidas.

Em maio de 2014, o JONF (Jornal O Norte Fluminense) realizou entrevista histórica com Orlando Tupini, que reproduzimos a seguir.

Manifestamos o nosso mais profundo sentimento à família Tupini e ao povo varre-saiense. Deus console a todos e todas.

Orlando Tupini vive!


A ENTREVISTA HISTÓRICA COM ORLANDO TUPINI


Os avós italianos de Orlando Tupini, Giuseppe Toppini e Enrica Moscaroli Tupini, viajaram no Vapor Colombo, desde a Itália até o porto do Rio de Janeiro, chegando ao Brasil no dia 3 de abril de 1896.

Giuseppe relatava que, durante a viagem ao Brasil, os italianos se dedicavam a entoar canções de esperança, como a seguinte: 

"Noi, italiani lavoratori,

Allegri andiamo nel Brasile

E voi altri, d'Italia signore

Lavoratelo il vostro badile

Se volete mangiare" 

Segundo informa Orlando, "alguns italianos foram para Minas Gerais. Meus avós, contudo, foram até o Porto de Santos, permanecendo em São Paulo por cerca de um ano. Posteriormente, um emissário de Varre-Sai (RJ) foi a São Paulo contratar italianos para trabalharem na plantação de café. Meu avô concordou com a proposta e veio trabalhar na Fazenda Paraíso, de propriedade dos antepassados de minha esposa Margessi".

Os imigrantes vieram de trem para a região Noroeste Fluminense, onde havia uma estação em Natividade (RJ). A partir daí se deslocaram para Varre-Sai a pé, em lombo de burros ou mesmo em carros de boi.

Giuseppe Tuppini fixou-se, em primeiro lugar, na região da Cruz da Ana, exercendo as atividades de ferreiro e lavrador.

Apaixonado por música e por sanfona, Giuseppe Tupini fundou a banda de música Lira Santa Cecília de Varre-Sai.

Enrica Moscaroli faleceu em Varre-Sai no dia 19 de maio de 1953, com 88 anos de idade, enquanto Giuseppe Tupini faleceu no dia 21 de fevereiro de 1965, com 97 anos, em Varre-Sai. Deixaram os filhos Marieta, Orlando, Candido, Assunta, Sladino e Norival.

Filho de Orlando Tupini e Adalgisa Machado Tupini, a genitora de Orlando possui origem portuguesa e puri.

Orlando diz que "meu pai nasceu em 1898 e casou-se com minha mãe em 1920. Aos 19 anos de idade, integrou a primeira composição da Lira Santa Cecília, de Varre-Sai. Em Comendador Venâncio, onde trabalhou no IBC, antigo departamento de café, lecionou música para o maestro José Carlos Ligiero que, posteriormente, lhe dedicou um dobrado. Nesse distrito, ensinou música para cerca de 36 alunos. Ele faleceu em 1969. Mamãe foi uma mulher trabalhadora que lutou muito para criar treze filhos. Os nomes dos meus irmãos são: Hélio, José Silveira, Lino, Antônio, Carolina, Cecília, Luís, Maria, Helena, Cecília, Lúcia e Ronaldo. Minha mãe morreu jovem, no dia 10 de março de 1949. A sede da banda de música de Comendador Venâncio tem o nome de meu pai e, em Varre-Sai, foram dados nomes de ruas em homenagem ao meu avô e a meus pais", assinala.

Deixemos que Orlando continue falando de si:

"Nasci no dia 29/03/1937, em Natividade (RJ). Depois, com 4 anos de idade, fui para Comendador Venâncio, onde morei por 8 anos. No dia 25 de maio de 1949, fui para Varre-Sai (RJ), onde concluí o curso primário. Em 1951, estudei no internato do Ginásio Natividade. Em 1954, fui para Miracema (RJ), onde, em 5 anos, concluí o ginásio, fiz o curso científico e o técnico em contabilidade. Em janeiro de 1959. fui para o Rio de Janeiro. Após três meses, fui contratado para trabalhar na Cia. Fábio Bastos, pertencente a uma família de Comendador Venâncio.

Depois de 7 meses, prestei concurso para o Banco Português do Brasil, localizado na Candelária, no. 24, onde ingressei no dia 3 de novembro de 1959.

Em seguida, fui trabalhar na filial do referido banco em Niterói, na rua Visconde do Uruguai. Neste período, eu morava em uma república com seis quartos na rua Passos da Pátria, 133. Meu colega de quarto foi Luís Fernando Linhares que, depois, tornou-se deputado e faleceu em acidente de carro.

Posteriormente, fiquei noivo e fiz concurso para o Banco Predial. Fui aprovado e passei a trabalhar em Varre-Sai no dia 18 de novembro de 1963. Ali casei-me com Margessi Teixeira Tupini", assinala.

Tiveram três filhos: Mônica, Renata e Luís Orlando e três netos: Isabella, Gustavo e Fernando.

Prossegue Orlando:

"Com o fechamento do banco em 1975, utilizei a verba indenizatória para estabelecer em sociedade uma quitanda, um restaurante, uma padaria e um clube, na parte de cima do prédio.

No dia 24 de junho de 1975, a sociedade foi desfeita e, com a parte que me coube, estabeleci uma lanchonete, localizada onde está atualmente a Câmara dos Vereadores. Este comércio durou cerca de um ano e oito meses. Em outubro de 1976, passei para um concurso de datilografia no antigo INPS, em Bom Jesus do Itabapoana. Entre 836 inscritos para 3 vagas, ocupei o 3º. lugar. Comecei a trabalhar no dia 21 de julho de 1977.

Em dezembro de 1977, fiz vestibular para cursar Direito, na Faculdade de Cachoeiro de Itapemirim (ES). Fiquei em 15º. lugar, a melhor colocação da região. Quando eu cursava o 3º. ano de Direito, realizei uns 'bicos' no escritório de contabilidade de Luciano Nunes, por cerca de 3 anos. Esta experiência foi muito importante na minha vida profissional. Colei grau em 18 de dezembro de 1982.

Em março de 1980, eu e minha esposa passamos a morar na casa construída em Bom Jesus do Itabapoana, com o financiamento da Caixa Econômica, em terreno doado pelo tio de minha esposa, Carlos Barbosa".

Orlando assinalou, ainda, que "vejo a vinda de meus avós italianos ao Brasil como algo notável, pois vieram reconstruir suas vidas. Na época, o rei Victor Emanuel estimulava a imigração italiana, uma vez que a Itália passava por um período de severas dificuldades econômicas. Muitos italianos que aqui chegaram, contudo, retornaram à Itália, pois não conseguiram se adaptar à vida em um mundo diferente e, além disso, trabalhando na lavoura".

Orlando finaliza: " O noticiário só nos mostra violência e corrupção. Vivemos um regime de instabilidade e de anarquia. Antigamente havia disciplina na rede social. Vejo o futuro da juventude com muita preocupação ".

A saga da família Tupini, juntamente com a de inúmeras famílias italianas que vieram para o Brasil, resultou na constituição de uma comunidade que, enfrentando e superando os árduos desafios, se sente continuadora dos mesmos ideais que seus antepassados, quando deixaram o solo italiano: construir a Terra Prometida.


Certidão de nascimento de Giuseppe Topini, avô de Orlando Tupin

Giuseppe Tupini fixou-se inicialmente em Cruz da Ana

Norival Tupini, tio de Orlando, foi maestro da Banda de Música Santa Cecília em Varre-Sai

Orlando Tupini, pai de Orlando, Maria e Maria Mindó, em Varre-Sai, em foto de 1968

José Luís Machado Tupini, Dona Jove e Bady Rifan (pais do bispo da Igreja Católica Dom Fernando Arêas Rifan), Auxiliadora, Solange, Margessi, Orlando e Geraldo Pellegrini, em Varre-Sai (RJ), em 1970

Orlando (2º.em pé, à esquerda) foi campeão pelo Serrano, de Varre-Sai, em torneio de 1971, disputando com times de Natividade (RJ), Porciúncula (MG) e Tombos (MG)

Orlando Tupini sempre participou, com a família, anualmente, do desfile dos descendentes das famílias italianas em Varre-Sai

Orlando Tupini e a esposa Margessi Teixeira Tupini: construindo, como os antepassados, a Terra Prometida

Fotos recentes de Orlando Tupini em Bom Jesus do Itabapoana 


José Antônio Borges, Orlando Machado Tupini e Luiz Carlos Borges Reis, no Café Bistrô (2023)



Reginaldo Teixeira Chalhoub, Christóvam Colombo Pires e Orlando Tupini: no Café Bistrô (2023)


Mônica e Orlando Tupini, José Ary, Eliane Loureiro, Celma Loureiro, Antônio Luís, Silvia Loureiro, Altever Viana, Renato Borges, Vera e Reginaldo Teixeira Chalhoub, Luis Maiato, Alcyr e Dora e Celso Loureiro, na Fazenda Belo Jardim, em Bom Jesus do Norte (2024)

Orlando Tupini vive!
(no Café Bistrô, em 2019)

"...quando nos esquecemos dos objetivos elevados da existência e de nossa própria dignidade humana" (Tchekhov)

 

Anton Tchekhov em 5 de maio de 1889


"Tudo é belo neste mundo, tudo, com exceção do que nós mesmos pensamos e fazemos, quando nos esquecemos dos objetivos elevados da existência e de nossa própria dignidade humana".

(Tchekhov, no conto "A Dama do Cachorrinho")

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025

Turismo em Bom Jesus do Itabapoana, eu acredito!, por Rogério Loureiro Xavier

 

Joel Boechat, no ECLB ( Espaço Cultural Luciano Bastos)

Olá 👋 pessoa amiga e do bem.


*“Turismo em Bom Jesus do Itabapoana, eu acredito!”*


Singelas palavras dedicadas ao Ilustre amigo Poeta Joel Boechat.


*"A SIMPLICIDADE DE UM POETA,"*


Ser e ser sem nada temer...

É fácil assim...

Tudo tem início, meio e fim...

Mas que não demore muito...

Vamos desejar acontecer...

Sem lero-lero chega-se lá...

Talvez gritar, gritar, gritar...

Não esmorecer e seguir...

Sempre mais um piscar...

Um dia de cada vez, metas...

Um dia de vitória, objetivos...

Agradecer aos anjos, sorrir...

Do bem para o bem, missão...

Ser feliz e amar, obrigação...

Sem mais delongas... 

Muita paz no coração.


✍ ...Rogerio LX

12/fevereiro/2019

"Somos uma geração que nunca mais vai voltar", Rogério Loureiro Xavier

 


Olá 👋 pessoa amiga e do bem. 


*Somos uma geração que nunca mais vai voltar.*

Uma geração que foi à escola e voltou a pé.

Uma geração que fez a lição.

Uma geração que brincou de queimado, passa anel, comia leite em pó. Bênção pai, mãe!

Uma geração que usava orelhão para telefonar, ou os copinhos com barbante...

Tatuagem de chiclete. 

O Tinder era pêra, uva, maçã, salada mista. 

Uma geração que brincava até quando escurecia.

Uma geração que fez bolos de lama e nadava pelos lagos.

Uma geração que colecionava bolinhas de gude.

Uma geração que adorava pirulitos com assobio e fazia caretas quando havia pó azedo no centro do pirulito. Uma geração que fez brinquedos de papel com as próprias mãos.

Geração de walkman, cassete, vhs, disquete...

Uma geração que colecionou fotos e álbuns de recortes.

A geração que assistiu o pai consertar a TV ou ajudá-lo a ajustar a antena.

Uma geração que teve pais, não idosos.

Uma geração que ria baixinho antes de dormir, para que os pais não soubessem que ainda estávamos acordados. 

Bons tempos, não é mesmo? 

*Era uma vez, o dia em que todo dia era bom...*

*✍ ... Rogerio Loureiro Xavier*



segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

"Eles usaram esses fundos para financiar atividades destinadas a desestabilizar a sociedade, promover a imigração, minar a instituição da família e espalhar a ideologia de gênero em todo o mundo" (Viktor Orban)

 

O primeiro-ministro Viktor Orban, da Hungria 

O primeiro-ministro Orban afirma que o dinheiro dos EUA foi usado para minar governos em todo o mundo, incluindo a Hungria


"Era para ser assistência, mas, na realidade, era uma ferramenta de influência política. Por um lado, eles receberam dinheiro das fundações de Soros e, por outro, do orçamento oficial do estado dos EUA. Eles usaram esses fundos para financiar atividades destinadas a desestabilizar a sociedade, promover a imigração, minar a instituição da família e espalhar a ideologia de gênero em todo o mundo", especificou o primeiro-ministro".

https://tass.com/world/1910951

domingo, 9 de fevereiro de 2025

27 VITRAIS DA IGREJA MATRIZ FORAM DOADOS POR FAMÍLIAS BONJESUENSES

 

Se a majestosa fachada da Igreja Matriz Senhor Bom é obra de Padre Antônio Francisco de Mello, o grandioso interior da mesma, inclusive os vitrais, é fruto da ação do Monsenhor Francisco Apoliano. Tudo, portanto, resultado da genialidade de dois Franciscos.

São 27 os vitrais que ampliam o encanto interior da Igreja Matriz Senhor Bom Jesus, doados por famílias bonjesuenses. 

Os vitrais têm fascinado e inspirado pessoas ao redor do mundo há séculos. Essas magníficas obras de arte em vidro colorido não só embelezam igrejas e edifícios históricos, mas também contam histórias, transmitindo mensagens espirituais e culturais. Constituem, portanto, uma janela para a arte e a história.

O efeito da luz do sol atravessando os vitrais conferia uma atmosfera de imponência e espiritualidade aos interiores desses edifícios, enquanto as imagens retratadas serviam como um recurso didático para ensinar os princípios da fé cristã a uma população majoritariamente iletrada.

Os vitrais têm por objetivo ilustrar as cenas bíblicas, contando as histórias por meio de figuras num tempo em que uma pouquíssima parcela da população sabia ler. Os vitrais, portanto, eram essenciais para guiar o povo de acordo com os ensinamentos religiosos através das figuras ilustrativas.

Segundo um especialista, "as artes religiosas são dirigidas para promover o louvor e a glória a Deus, guiando os pensamentos dos fiéis e agindo sobre seus sentidos. As obras criadas pela inspiração religiosa transmitem a fé e a piedade que convêm à majestade da casa de Deus".

Os vitrais surgiram no Oriente por volta dos séculos X e XI, e se desenvolveram na Europa durante a Idade Média. 

São obras de arte feitas de pedaços de vidro coloridos unidos para formar imagens. A palavra vitral vem do francês vitrail. 

Os vitrais foram usados principalmente em igrejas e catedrais, mas também em outros edifícios religiosos. 

Origens

Os primeiros vitrais foram feitos na arquitetura paleocristã, entre o século II e o século V. 

Os vitrais eram unidos com gesso, pedra, mármore ou madeira. 

O vitral mais antigo já encontrado foi descoberto na Itália em 1930, e provavelmente foi criado por volta de 540 d.C. 

Uso

Os vitrais eram usados para ilustrar cenas bíblicas e ensinar o catolicismo. 

Eles eram usados para transmitir mensagens importantes e para educar pessoas que não sabiam ler. 

A luz do sol que passava pelos vitrais criava um efeito único, que aumentava a espiritualidade do ambiente. 

Atualidade 

Os vitrais continuam a ser usados em igrejas, mas também em residências, bares, escritórios e restaurantes. (com informações extraídas da internet)





Oferta de Yole Melo Teixeira e irmãos

































Monsenhor Francisco Apoliano 


Padre Antônio Francisco de Mello 


O consagrado cenógrafo Raul Travassos deu contribuição importante para o enriquecimento cultural e estético do interior da Igreja Matriz Senhor Bom Jesus