Jornal fundado por Ésio Martins Bastos em 25 de dezembro de 1946 e dirigido por Luciano Augusto Bastos no período 2003-2011. E-mail: onortefluminense@hotmail.com
quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Relaxing Piano With Bamboo Water
quarta-feira, 30 de setembro de 2026
Volkswagen, Casa e 200 Mil Dólares: o Prêmio da Glória para os Campeões do Uzbequistão
Quando um país reconhece seus heróis
Eis o prêmio: 200 mil dólares, um automóvel Volkswagen e uma casa para cada campeão de xadrez do Uzbequistão.
Mas o verdadeiro prêmio talvez não caiba em cofres, garagens ou escrituras. Ele está no gesto de uma nação que sabe reconhecer aqueles que, diante de um tabuleiro, carregaram sua bandeira até o lugar mais alto do mundo.
O presidente Shavkat Mirziyoyev recebeu e condecorou os vencedores da Olimpíada de Xadrez de 2026, concedendo-lhes títulos honoríficos. Não eram apenas jovens enxadristas que caminhavam diante do chefe de Estado. Eram os filhos de uma terra que aprendeu a enxergar, nas 64 casas do tabuleiro, um caminho para o conhecimento, a disciplina e a grandeza.
Cada automóvel entregue parecia conduzir consigo uma mensagem: sigam adiante.
Cada casa oferecida simbolizava o abrigo reservado aos heróis.
E cada parcela do prêmio em dinheiro representava o reconhecimento pelas incontáveis horas de estudo, pelas noites de preparação, pelas derrotas silenciosamente suportadas e pelas vitórias construídas lance após lance.
No Uzbequistão, o xadrez deixou de ser apenas um jogo. Tornou-se patrimônio afetivo, instrumento de educação e motivo de orgulho nacional. Ali, os enxadristas não regressaram da Olimpíada escondidos no anonimato. Foram recebidos como campeões, condecorados publicamente e apresentados às novas gerações como exemplos.
Está aí a grande lição: uma nação cresce quando aprende a valorizar a inteligência de seus filhos.
Os campeões conquistaram 200 mil dólares, um Volkswagen e uma casa. O Uzbequistão, porém, conquistou algo ainda maior: o sonho de milhares de crianças que agora olham para um tabuleiro e compreendem que, por meio do estudo, do talento e da perseverança, também poderão escrever seus nomes na história.
Quando um país honra seus mestres do xadrez, não celebra somente uma medalha. Celebra a inteligência, prepara o futuro e proclama ao mundo que seus verdadeiros heróis também sabem vencer em silêncio.
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Parabéns, Rodolfo, o guardião da palavra impressa!
No dia 30 de setembro, quando se celebra o Dia do Jornaleiro, existem nomes que merecem ser pronunciados com respeito, gratidão e ternura. Entre eles está o de Rodolfo Graziano Sinforoso, guardião de uma das mais emblemáticas bancas de jornais da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Há décadas, a Banca do Rodolfo permanece firme, como uma pequena fortaleza da cultura em meio ao movimento incessante da cidade. Ao redor, os automóveis passam, as pessoas se apressam, as paisagens se transformam e as notícias migram para as telas. Mas Rodolfo continua ali, fiel ao papel, à palavra e ao antigo ritual de abrir um jornal como quem abre uma janela para o mundo.
Sua banca não é apenas um ponto comercial. É um santuário da leitura, um lugar onde o tempo parece conversar com a memória. Em suas prateleiras repousam histórias, ideias, sonhos, denúncias, esperanças e fragmentos da vida cotidiana. Cada jornal entregue por suas mãos leva consigo muito mais do que notícias: leva conhecimento, consciência e a possibilidade de compreender um pouco melhor o mundo.
Rodolfo pertence a essa valorosa linhagem de homens que ajudaram as cidades a despertar. Antes que o sol iluminasse inteiramente as calçadas, os jornaleiros já estavam em seus postos, organizando os exemplares ainda perfumados pela tinta fresca. Eram eles os primeiros mensageiros da manhã, aqueles que colocavam nas mãos do povo os acontecimentos da véspera e as inquietações do novo dia.
Ao lado de sua esposa, Rosemery Fernandes da Costa Moreira, companheira de vida e de caminhada, Rodolfo mantém acesa essa chama. Juntos, fazem da banca um espaço de acolhimento, encontro e resistência cultural. Ali, os leitores não encontram apenas publicações: encontram atenção, cordialidade e o calor humano que nenhuma tecnologia consegue substituir.
Para nós, do jornal O Norte Fluminense, há ainda uma emoção especial: graças à feliz iniciativa de Francisco Amaro Borba Gonçalves, nosso jornal também encontrou abrigo na Banca do Rodolfo. Assim, a voz de Bom Jesus do Itabapoana atravessa caminhos, vence distâncias e ecoa em terras cariocas, chegando aos leitores da Tijuca pelas mãos cuidadosas de quem compreende o valor da imprensa e da memória.
Cada exemplar de O Norte Fluminense exposto em sua banca representa uma ponte entre o interior e a capital, entre nossas raízes e novos horizontes. É como se um pedaço de Bom Jesus repousasse, por alguns instantes, no coração do Rio de Janeiro, esperando o olhar atento de um leitor.
Neste 30 de setembro, nossa homenagem alcança Rodolfo Graziano Sinforoso com a força de um abraço agradecido. Celebrá-lo é celebrar todos aqueles que, mesmo diante das mudanças do tempo, continuam acreditando na palavra impressa. É reconhecer um homem que fez de sua banca não apenas um ofício, mas uma missão.
Parabéns, Rodolfo! Que a Banca do Rodolfo continue, por muitas décadas, sendo esse farol de cultura, informação e memória no coração da Tijuca. E que suas mãos, marcadas pelo trabalho e pela dedicação, jamais deixem de espalhar pelas ruas a mais luminosa de todas as notícias: a leitura continua viva!
TG de Bom Jesus do Itabapoana realiza, pelo segundo ano consecutivo, viagem de instrução a importantes Organizações Militares do Exército
O roteiro, cuidadosamente planejado pelo Subtenente Thiago Magalhães, Chefe do TG, incluiu a tradicional Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), em Resende (RJ); a 11ª Companhia de Engenharia de Combate Mecanizada, em Pindamonhangaba (SP); e a Base de Aviação do Exército, em Taubaté (SP). Nessas visitas, os atiradores puderam observar de perto a rotina dos cadetes, a tecnologia da aviação militar e a operacionalidade das viaturas blindadas Guarani. Além disso, participaram de instruções que, por limitações de infraestrutura e equipamentos, não poderiam ser realizadas na sede do TG.
Para além do aprendizado militar, a jornada proporcionou momentos inesquecíveis de ampliação cultural, integração e fortalecimento espiritual. Os atiradores visitaram o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida (SP), onde assistiram a uma missa, e desfrutaram de um passeio por Campos do Jordão (SP). Essa programação, ao ampliar a visão de mundo dos jovens, consolida-se como um importante fator motivacional dentro do Serviço Militar Obrigatório.
O sucesso da viagem foi viabilizado pelo prestígio institucional do ST Thiago Magalhães, pela parceria com empresas locais e pelo apoio da 1ª Região Militar e do Comando da 11ª Cia E Cmb Mec, que forneceu alojamento, alimentação e suporte logístico para as diversas instruções.
Relato de um atirador
[Ao saber da viagem, minha primeira reação foi de grande satisfação. Um atirador de uma cidade menor dificilmente tem, ao longo do ano, acesso a experiências militares e cívicas tão marcantes quanto as de um soldado de um grande centro. Imaginei, de imediato, a quantidade de aprendizados que a viagem traria ao meu repertório e como isso ampliaria ainda mais meu conhecimento sobre o Exército.
Destaco a competência e o profissionalismo do nosso Chefe de Instrução, o Subtenente Thiago Magalhães, que realizou pelo menos cinco reuniões preparatórias para cada etapa do Pedido de Cooperação de Instrução (PCI), cuja logística era complexa e delicada.
A Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) foi a visita que mais me marcou. Por ser o berço do oficialato do Exército Brasileiro, estar ali foi, para mim, um privilégio sem igual. O mesmo vale para a nossa estadia na 11ª Cia E Cmb Mec e para as instruções ministradas pelos diversos instrutores, com os quais aprendi muito sobre disciplina, espírito de corpo e armamento, áreas em que o rigor das regras se une à eficiência do treinamento. Também pude observar a diversidade cultural e social de um grande quartel em outra região do país, percebendo sotaques e expressões próprias que ampliaram nossa visão de mundo.
No conjunto, a viagem significou muito para mim. Aprendi que a busca pela excelência profissional não é uma opção nas Forças Armadas, mas uma regra clara e rigorosa. Aprendi, ainda, que é possível alcançar grandes objetivos e evoluir, independentemente de cultura, raça ou etnia, seja entre militares ou civis.]
- Atirador/Monitor Brazil TG de Bom Jesus do Itabapoana
Esse êxito reflete a sólida conexão que o Tiro de Guerra mantém com a sociedade bonjesuense, vínculo fortalecido sob a chefia do Subtenente Thiago Magalhães. Bonjesuense nato, ele conhece profundamente a realidade local e exerce um papel transformador à frente da instituição. Sua liderança pelo exemplo e seu carisma são notórios, conquistando o respeito de seus comandados e inserindo os atiradores de forma ativa na comunidade.
Hoje, o TG é um parceiro vital do município. A instituição apoia a Defesa Civil, coopera com as escolas locais e fortalece o terceiro setor, auxiliando a APAE, igrejas e centros de assistência social. A presença solidária do ST Thiago Magalhães e dos atiradores também é constante em creches, asilos e hospitais, seja no suporte a eventos, seja no engajamento em ações sociais, como doações de sangue e campanhas de arrecadação.
O resultado são atiradores mais conscientes e disciplinados, que ostentam com orgulho os valores do civismo, do patriotismo e da solidariedade.
O Norte Fluminense homenageia Jorge e Nara, os jornaleiros de Bom Jesus
Na Praça Governador Portela, a notícia encontra o povo


















