No dia 13 de Fevereiro de 10 as 19:00 na Tocolândia vai acontecer uma grande exposição com peças de artesãos da cidade de Rio das Ostras e de municípios vizinhos, com a presença e participação do Mestre Artesão Daniel de Lima e seus alunos, integrantes do coletivo Arte do Agricultor.
Mestre Daniel de Lima além de expor, ministrará oficinas de modelagem em barro com identidade Cultural de Rio das Ostras gratuitamente com material incluído para os visitantes do evento.
( As inscrições serão realizadas no dia do evento por ordem de chegada, na Loja Colaborativa Galpão Das Artes que fica na Tocolândia)
Nesse encontro, além da tradicional exposição e oficinas do Galpão em Ação, os produtores do coletivo Arte do Agricultor irão trazer um pouco do que plantam e cultivam em seu território, iniciando a nossa primeira feira de agricultura familiar.
Será um momento de troca de saberes e encontros incríveis, que visa fortalecer a cultura local e o turismo de base comunitária.
Criando memórias afetivas, pertencimento, aumentando a autoestima, ampliando as oportunidades de geração de renda e redes de fazedores de cultura, através desse encontro, das oficinas de formação e do acesso à economia Popular Solidária e Criativa.
Aguardamos por vocês!
Vania Carvalho - Agente Territorial de Cultura, IFRJ - PNCC- MINC
Sudeste- Território imediato Rio das Ostras e Macaé
@vaniacarvalhooficial
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@tocolandia.cultural
@filhosdobarro
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@gustavotutuca
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@reelsdasostras
Produção
Vania Carvalho
Ricardo Freitas
Realização
Galpão das Artes
Parceria
Mestre Daniel de Lima - Filhos do Barro
Artes do Agricultor
Tocolândia
Apoio
Coletivo Galpão das Artes
Reels das Ostras
No dia 13 de fevereiro, entre o sol das dez e o cansaço doce das dezenove horas, a cidade respirará arte com o Galpão em Ação.
É dia de Especial Filhos do Barro.
As mãos sabem o caminho. Mãos que aprenderam com a terra, que escutam o silêncio do barro molhado antes de dar forma ao sonho. Sob a presença do Mestre Artesão Daniel de Lima, o barro virará memória viva. Cada gesto carregará a identidade cultural de Rio das Ostras e Casimiro de Abreu, ensinada em oficinas onde o saber não é imposto, é partilhado.
Ao redor, seus alunos florescerão. Integrantes do Coletivo Arte do Agricultor, eles moldam mais do que peças: moldam pertencimento. Entre ceramistas e artesãos da cidade, o espaço se encherá de cores terrosas, histórias queimadas no forno do tempo e olhares atentos.
Haverá exposição, haverá venda, haverá encontro.
O artesanato conversa com a agricultura familiar, e a cidade se reconhece no que produz. O barro vira prato, vira escultura, vira resistência. Nada é apressado. Tudo tem raiz.
Em Rio das Ostras, nesse dia, a terra falará.
E quem passar, escutará.

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