quarta-feira, 29 de abril de 2026

A Programação do Sarau da Emoção:: A Chama da Cultura

 

Lá no Sarau da Emoção, 

vá, confirme de uma vez!

Terá teatro, canção 

e torneio de xadrez!


A praça será abrigo

para poesia e dança, 

trazendo, com cada amigo,

na bagagem, esperança. 

(Lúcia Spadarotto)




A Praça Governador Portela prepara-se para ser, mais do que um espaço geográfico, um território de afetos. No dia 16 de maio de 2026, o asfalto e as árvores darão lugar ao Sarau da Emoção, um convite para que a alma descanse os olhos nas belezas do espírito.

​A programação é um mosaico tecido com a delicadeza de quem entende que a cultura é o fio que une o passado ao presente.

O Despertar da Tarde

​Tudo começa às 15:00, quando a abertura oficial rompe o silêncio cotidiano, abrindo alas para o musical EmocionalMente. É a música, em sua forma mais pura, preparando o terreno para a literatura que segue logo depois. Às 17:00, as páginas de "As Aventuras de Guga e Bê", da escritora Lúcia Spadarotto, ganham o mundo, lembrando-nos que a infância é o lugar onde a imaginação nunca envelhece.

​A Palavra e o Pensamento

​Quando as sombras começarem a se alongar, às 17:30, as vozes se encontrarão na Roda de Conversa. Sob o tema "Emoção e Saúde", o microfone aberto será o canal para que o íntimo se torne coletivo, em um exercício necessário de cuidado e escuta.

​O Movimento das Horas

​A noite chega trazendo diferentes ritmos:

19:00: O silêncio estratégico do Torneio de Xadrez, onde a mente dança sobre o tabuleiro.

20:00: As luzes da cena na peça teatral "A Chama".

20:15: O reconhecimento carinhoso na homenagem "Cuidando de quem cuida", pelo Grupo MAR.

​O Ápice da Celebração

​A noite culmina na celebração da palavra escrita com a Premiação do Concurso Literário às 20:30. Para fechar as cortinas com a alma plena, o músico Válber Meireles e o cordelista Gogó Pacheco trazem a melodia e a rima que ecoam as raízes da nossa terra.

​No meio de oficinas e exposições o Sarau não é apenas um evento; é um abraço coletivo em Bom Jesus do Itabapoana. É a prova de que, quando a arte se encontra com a comunidade, a emoção deixa de ser um sentimento individual para se tornar o patrimônio de todos nós.


 


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