Nove anos de confiança, oitenta anos de história
Neste ano em que O Norte Fluminense completa 80 anos de existência, nossa publicação recebeu um presente que transcende qualquer valor material: um assinante bonjesuense que reside na Bahia renovou sua assinatura por nove anos.
O gesto, por si só, emociona. Mas seu significado vai muito além da dimensão econômica, embora as assinaturas sejam, desde a fundação, um dos alicerces que permitem ao jornal continuar de pé.
Há, nesse ato de confiança, uma declaração silenciosa e poderosa de apoio à nossa linha editorial e, sobretudo, um desejo concreto de que O Norte Fluminense siga vivo, firme e atuante, caminhando em direção ao seu centenário.
Há 80 anos, o jornal nasceu com a missão de registrar aquilo que muitas vezes passa despercebido aos grandes meios de comunicação. Somos, também, guardiões de memórias, histórias, personagens, tradições e manifestações culturais que ajudam a construir a identidade do nosso povo.
Acreditamos que registrar os grandes e pequenos acontecimentos que não encontram espaço na grande imprensa é também uma forma de resistência. Resistir ao esquecimento. Resistir à indiferença. E, sobretudo, manter acesa a chama da esperança. Por isso, os nove anos de assinatura representam muito mais que nove anos de jornal. Representam nove anos de confiança no futuro.
A esse assinante, nossa gratidão mais profunda. Seu gesto nos alcança como abraço e nos fortalece como compromisso. Ele nos diz que vale a pena continuar escrevendo, pesquisando, preservando e contando histórias.
Que venham os próximos anos. Que venham novas páginas, novas memórias e novos leitores. E que, quando O Norte Fluminense completar 100 anos, possamos olhar para trás e reconhecer, em gestos como este, algumas das sementes que ajudaram o jornal a atravessar o tempo.
Um jornal não vive apenas de tinta e papel.
Vive da confiança de seus leitores, da memória de seu povo e da esperança de um mundo mais culto, mais humano e mais consciente.

Parabéns ao Jornal! Que venha os 100 anos!
ResponderExcluirO jornal acompanha a vida da cidade, por um tempo, que é tão longo quanto uma vida humana cresce do nascimento até a sabedoria de um octogenário. Registrou a sabedoria de uma cidade, de um país e de um mundo com suas mudanças. Um mundo que, no primeiro número do Jornal, renascia de uma grande guerra. E, com fé em Deus, haverá de registrar muitas novas conquistas.
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