Não sei se sorrio ou choro com o artigo acima. É claro que qualquer coisa imposta (por uma ditadura) não é boa, o debate deve ser livre. Só que no capitalismo tupiniquim só há um lado beneficiado na chamada "livre negociação": o dos patrões. Empregados por aqui têm o direito de aceitar calados ou cumprir o velho ditado de que "a porta da rua é serventia da casa", com poucas exceções. O Congresso Nacional é uma casa do povo (ou deveria ser). O cidadão ainda tem a "arma" mais poderosa em suas mãos, que só as democracia permitem usar: O VOTO.
Os dignos professor e juiz, autores do artigo, com certeza têm muito mais conhecimento do que esse desconhecido jornalista que vos escreve, mas eu tenho uma receita simples para jamais o trabalhador virar refém dos interesses dos poderosos: leiam, informem-se e jamais se dirijam às urnas achando que só os cargos executivos (presidente, governador e prefeito) são importantes. Não joguem seu voto para a Câmara, o Senado e a Assembleia Legislativa fora; não votem no(a) cidadão(ã) só porque mora no seu bairro, na sua cidade, frequenta a sua igreja, torce pelo seu time ou é bonito(a).
Conheça as ideias das pessoas que pretendem ocupar uma cadeira nas casas legislativas, se têm projetos ou apenas querem lacrar nas redes sociais, odiar adversários, espalhar fake news ou beneficiar parentes e amigos. Não sei se criei esta frase, por isso a escrevo entre aspas: "Não faça na urna aquilo que você faz no banheiro. O botão verdinho (CONFIRMA) não é o da descarga".
Um abraço.

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