segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

"QUEM LÊ O NORTE FLUMINENSE SABE MUITO MAIS"

"QUEM LÊ JORNAL SABE MAIS; QUEM LÊ O NORTE FLUMINENSE SABE MUITO MAIS"

                                                               Sérgio Tardin

Sérgio Tardin foi quem cunhou, há alguns anos, a oração "Quem lê jornal, sabe mais; quem lê O Norte Fluminense sabe muito mais".
Nascido na Serra do Tardin, é filho de Odete Tardin e José Alves. Seus avós maternos são Josino Tardin e Sebastiana Leopoldo Tardin.
Segundo Sérgio, " os grandes jornais só falam em política e publicam notícias sobre os grandes centros. O Norte Fluminense permite, contudo, que possamos saber sobre as notícias de nosso município e da região, nos informando, ainda, sobre a rica história de nosso passado".
Sérgio aproveitou para sugerir apoio para a preservação do histórico Cemitério dos Escravos, localizado na Serra do Tardin.

Sérgio Tardin: "Quem lê jornal sabe mais; quem lê O Norte Fluminense sabe muito mais"

Tradição açoriana da "Mijinha do Menino" tem início em Bom Jesus

A tradição açoriana da "Mijinha do Menino" foi iniciada, neste ano, na residência do historiador bonjesuense Antonio Soares Borges.

Filho de Cid Bastos Borges e Margarida Maria Soares Borges, Antonio é descendente, pelo lado materno, dos
portugueses Antonio Corrêa Soares e Maria José do Carmo, originários  de São Pedro de Castelões, Vale de Cambra, Portugal, e, pelo lado paterno, do açoriano Francisco Lourenço Borges, oriundo da Ilha Terceira.

Em contato frequente com seu primo português Adolfo Tavares Coutinho, autor de 8 livros sobre a história das famílias da região de Vale de Cambra, a cerca de 50 km da cidade do Porto, e, por outro lado, pelas pesquisas sobre o Pe. Mello e a devoção ao Divino Espírito Santo, tem tido contato com pessoas e entidades ligadas ao Arquipélago dos Açores, terra de origem do Pe. Mello e de seu antepassado Francisco Lourenço Borges, oriundo da Ilha Terceira. Antonio tem se dedicado, ainda, ao resgate de nossa história e cultura.

A "mijinha do Menino" é uma tradição açoriana em que pessoas visitam residências na véspera de Natal para a confraternização e degustação de licores, as chamados "mijinhas". No caso, Antonio aproveitou a oportunidade e fez,também, um brinde ao primo Gino, que tem como antepassado comum Francisco Lourenço Borges, e que aniversaria hoje.

Se o ambiente da casa de Antonio evoca a cada momento as nossas raízes portuguesas, a celebração da "mijinha do Menino" fez com que o espírito açoriano, que forjou a cultura bonjesuense, se manifestasse em toda sua potencialidade.

Leiam sobre as "Mijinhas do Menino e os Presépios" no Arquipélago dos Açores, em:

https://www.igrejaacores.pt/as-mijinhas-do-menino-e-os-presepios-marcam-o-espirito-da-quadra-natalicia-nos-acores/


O historiador Antonio Soares Borges tem resgatado a história e a cultura açorianas/portuguesas







A tradição da "Mijinha do Menino" teve início em Bom Jesus do Itabapoana

HOJE CELEBRAM-SE OS 127 ANOS DE NOSSA PRIMEIRA EMANCIPAÇÃO

Nosso município alcançou sua primeira emancipação no dia 25 de dezembro de 1890


Foi num dia como hoje, 25 de dezembro, mas há 127 anos atrás (1890), que ocorreu a primeira emancipação de nosso município, que passara a se chamar "Itabapoana",  tendo como paço municipal o prédio onde hoje está localizado o Big Hotel, de propriedade de Judith Sueth.



A emancipação ocorreu através do Decreto nº 150  do Governador Francisco Portela, cujo nome é dado à nossa Praça Principal. Foi ele quem nomeou o nosso 1º prefeito (presidente do Conselho de Intendência) Pedro Gonçalves da Silva Jr, conhecido como Coronel Pedroca, assim como os vereadores (intendentes) Capitão Francisco Teixeira de Siqueira Sobrinho, Manoel Antonio de Azevedo Mattos, Luiz Vieira de Rezende e Joaquim Teixeira de Siqueira Reis.

Segundo o livro "De Município a Distrito", de Luciano Augusto Bastos, publicado pela Editora O Norte Fluminense, em 2008, pela Coleção Histórias de Bom Jesus,  "o Conselho de Intendência funcionava como a Câmara Municipal de nossos dias e o seu presidente tinha as características do atual Prefeito Municipal" (pág. 19).

Tal como nos anos anteriores, O Norte Fluminense, que capitaneia o resgate de nossa história e cultura, esteve hoje, nas dependências do hotel,  homenageando nossa 1ª emancipação, que durou até o dia 8 de maio de 1892.




Judith Sueth, propritária do Big Hotel





Feliz Natal de André Luiz de Oliveira e família!


Um Natal diferente


Hoje, o Natal de familiares e amigos de Waldir Barroso Rocha e Moacir da Cruz está sendo diferente: na Capela Mortuária Francisca Menezes Chiquita).







domingo, 24 de dezembro de 2017

OS 71 ANOS DE O NORTE FLUMINENSE


Os irmãos Esio e Luciano Bastos


O NORTE FLUMINENSE foi fundado por Esio Bastos no dia 25 de dezembro de 1946, com o apoio de Lao Monteiro, Delton de Mattos, José Carlos Pereira Pinto, Jorge Pereira Pinto e outros idealistas. Nessa mesma data, mas no ano de 1890, Bom Jesus do Itabapoana emancipou-se pela primeira vez, tornando-se município devido ao Decreto nº. 190 assinado pelo Governador Francisco Portela. Assim, enquanto O NORTE FLUMINENSE comemora, amanhã, 71 anos de existência, o município celebra 127 anos de sua 1ª. emancipação.

Com o falecimento de Esio Bastos, em 24 de agosto de 2003, Luciano Augusto Bastos, seu irmão, assumiu a direção do jornal, mantendo-se à sua frente até o dia 02 de fevereiro de 2011, quando ocorreu seu passamento. 

Um leitor, certa vez, assim se expressou sobre o nosso jornal: "quem lê jornal sabe mais; quem lê O NORTE FLUMINENSE sabe muito mais." Mantendo os ideais que sempre o nortearam, O NORTE FLUMINENSE agradece o apoio da comunidade, aos assinantes, leitores, articulistas e anunciantes, desejando a todos um Santo Natal e um Ano Novo de prosperidade!

Feliz Natal!

São os votos do jornal e do blog de O Norte Fluminense.