Com informações de André Luiz de Oliveira
Hoje, Toninho do Tupy, que em 8 de abril soprará mais uma vela no tempo, amparado pela família e abraçado pelos amigos, fez mais do que um gesto: plantou memória.
Não foi apenas para Bom Jesus do Norte, foi para os olhos das crianças de amanhã, para quem ainda nem sabe que também herdará histórias.
Depois das enchentes, quando a água levou cores, risos e pedaços da festa, ele recolheu silêncios quebrados e devolveu vida às formas esquecidas.
Reformou bonecos feridos, costurou neles a esperança, e, como quem devolve alma ao barro, fez nascer de novo o que parecia perdido.
Hoje dois bonecos caminharam pelas ruas, não eram só bonecos.
Eram lembranças andando de mãos dadas com o futuro, eram sonhos aprendendo a não desistir da cidade.
Porque há gente que reconstrói paredes, e há quem reconstrua o coração do lugar.
Toninho escolheu o segundo.
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| André Luiz de Oliveira e Ronei, filho de Toninho do Tupy |







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