A estreia da TUNA LUSO-BONJESUENSE no dia 2 de agosto, durante a III FLICbonjê, Feira Literária e Cultural de Bom Jesus do Itabapoana, transformou a Praça Governador Portela em palco de memórias, afetos e raízes açorianas. Foi uma noite de música, tradição e identidade açoriana-brasileira no coração de Bom Jesus do Itabapoana.
Foi no coração da fundação da ABIJAL, Academia Bonjesuense Infantojuvenil de Artes e Letras, fundada no dia 6 de dezembro de 2024, sob inspiração de Carlos Augusto Souto de Alencar, Senador da Cultura do Congresso da Sociedade de Cultura Latina, na residência da Família Açordescendentes Borges Bastos, que nasceu a TUNA LUSO-BONJESUENSE, influenciada pelas tunas açorianas, grupos universitários que, desde o século XIX, vestem-se com trajes tradicionais e levam música às ruas.
Aqui, ela ganhou vida com crianças e jovens guiados por Anizia Maria Pimentel, da Escola de Música JEMAJ, ao lado dos professores Alice Lino Cyrillo, Hebert Coqui e Raphane Marques. A pedagoga Giselle Magalhães e o cantor, escritor, poeta e memorialista açoriano Francisco Amaro Borba Gonçalves somaram força e alma ao projeto.
Naquela noite sagrada, subiram ao palco:
João Henrique Silva, Sax Alto
Alice Silva, Clarinete
Davidson Silva, Percussão
Asafe de Souza Aureliano, Sax
Emilly de Souza Aureliano, Clarinete
Lavinnya de Souza Aureliano, Clarinete
Elisa Mel de Oliveira Nascimento dos Santos, Voz
Raysalini de Oliveira Nascimento dos Santos, Voz
Ana Alice da Silva Sátolo, Voz
Esther Christina Louzada Gonçalves, Voz
Beatriz de Fátima Magalhães Dias, Voz
A apresentação foi aberta pelo jovem Matheus Brazil, que, com sotaque açoriano, saudou o Dr. José Andrade, Diretor Regional das Comunidades do Governo dos Açores, assim como os açorianos e açordescendentes de todo o mundo.
Na sequência, Beatriz Magalhães, presidente da ABIJAL, lembrou que aquela estreia histórica simbolizava a ligação luso-brasileira, unindo melodia, afeto e tradição, um elo vivo entre gerações. Expressou gratidão à Tuna, à Escola de Música JEMAJ, à professora Anizia Maria e ao Dr. Gino Martins Borges Bastos, apoiador essencial do evento.
Então, a TUNA LUSO-BONJESUENSE fez soar músicas tradicionais de Bom Jesus, canções açorianas e musicas folclóricas regionais.
E assim, a nova geração de açordescendentes bonjesuenses mostrou que não é promessa: é realidade. Uma realidade tecida com memória, reverência e amor. Um testemunho vivo do que profetizou certa vez o Dr José Andrade: “O passado tem futuro.” Em Bom Jesus do Itabapoana ele é presente também.
MA-RA-VI-LHA!!!
ResponderExcluir👏🏾👏🏾👏🏾
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirEspetacular! Parabéns aos Imortais da ABIJAL! Haja coração!! 👏👏👏👏
ResponderExcluir