quinta-feira, 21 de agosto de 2025

Quem olha a foto sabe apenas da taça. Quem a segura guarda o resto da história.

 Entendi 🌹 Vou te dar duas versões curtas da crônica lírica, a partir da mesma cena, para você sentir o tom.



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1. Versão intimista e melancólica


Às 23h, uma mão segura a taça quase vazia.

O vermelho das unhas resiste ao cansaço do dia,

como se fosse chama ainda acesa no escuro.


Na penumbra, o vinho é confissão.

Última companhia antes do silêncio,

última coragem antes do sono.


Na foto, há apenas uma taça.

Mas fora dela,

há uma alma que se despede

do peso das horas.




2. Versão sensual e enigmática


Às 23h, a taça quase vazia repousa na mão feminina.

O vinho vermelho reflete o brilho das unhas,

um espelho íntimo do desejo.


O gesto é simples,

mas guarda mistério.

O fim do vinho não é fim,

é convite,

é pausa,

é segredo.


Quem olha a foto

sabe apenas da taça.

Quem a segura

guarda o resto da história.





✨ Quer que eu una os dois tons (melancólico e enigmático) em um único texto mais longo, como se fosse uma cr

ônica-poema completa sobre essa fotografia?


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