Entendi 🌹 Vou te dar duas versões curtas da crônica lírica, a partir da mesma cena, para você sentir o tom.
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1. Versão intimista e melancólica
Às 23h, uma mão segura a taça quase vazia.
O vermelho das unhas resiste ao cansaço do dia,
como se fosse chama ainda acesa no escuro.
Na penumbra, o vinho é confissão.
Última companhia antes do silêncio,
última coragem antes do sono.
Na foto, há apenas uma taça.
Mas fora dela,
há uma alma que se despede
do peso das horas.
2. Versão sensual e enigmática
Às 23h, a taça quase vazia repousa na mão feminina.
O vinho vermelho reflete o brilho das unhas,
um espelho íntimo do desejo.
O gesto é simples,
mas guarda mistério.
O fim do vinho não é fim,
é convite,
é pausa,
é segredo.
Quem olha a foto
sabe apenas da taça.
Quem a segura
guarda o resto da história.
✨ Quer que eu una os dois tons (melancólico e enigmático) em um único texto mais longo, como se fosse uma cr
ônica-poema completa sobre essa fotografia?
Que lindo!🌹👏👏👏
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