Oh, mãe natureza!
Que acolhe sobre o solo fecundo as folhas secas.
Que num cenário sutil nos ensina que, no ciclo da natureza, a morte e a vida andam juntas no mesmo cenário.
E que dentro de nós vivenciamos a luz e a escuridão, há ciclos que nossa alma vive no desalento de folhas secas, como a vida se renova a cada ciclo que se despedem e fecundam em nós, as emoções, os pensamentos que transitam entre a vida e a morte.
Oh, natureza! És um grande porta da luz divina de um criador e nos ensina que somos passageiros e que experienciamos a morte e a vida, vivendo de uma maneira única e universal, o propósito pelo qual somos naturalmente destinados a viver mesmo diante das circunstâncias externas.
Que mais que viver a gratuidade da vida, necessitamos acolher a morte como parte integral da profundidade da vida e assim permitir o novo florescer.
Benditas sejam as folhas secas que caem no solo fecundo da mãe natureza, uma obra divina do nosso criador.
Uma perfeita analogia! Parabéns por tanta sensibilidade!
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ExcluirObrigada,Márcia!
ExcluirParabéns Rita Côgo, você é especial, seus textos são incríveis.
ResponderExcluir