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| Dr Victor Ferreira Schwartz Tannus: cuidado e atenção em cada atendimento |
Outros, aprendem a fazê-lo enxergar melhor.
Victor Ferreira Schuwartz Tannus nasceu em 28 de março de 1983, em Bom Jesus do Itabapoana, como quem já trazia nos olhos o destino. Filho da Professora Dorinha, semeadora de saber, e do saudoso Dr. Daruich Tannus, que por quase meio século iluminou olhares na cidade e escreveu sua história na medicina oftalmológica da região, Victor cresceu entre livros, consultas e exemplos silenciosos de dedicação.
Desde cedo compreendeu que heranças não são apenas sobrenomes, são compromissos.
Em 2002, partiu para Teresópolis, iniciando sua formação médica na UniFeso. Depois, Belo Horizonte o acolheu na Fundação Hilton Rocha, onde concluiu sua residência em Oftalmologia em 2010. Ali, aprofundou-se na delicadeza da retina, esse tecido sensível onde a luz se transforma em imagem, e mais tarde na complexidade da uveíte, no Hospital São Geraldo da UFMG. Escolheu especialidades que exigem precisão, paciência e um olhar que ultrapassa o visível.
Mas Victor nunca buscou apenas ver melhor, buscou compreender melhor.
Em 2013, iniciou a docência na Uni-Atenas, em Paracatu-MG. Tornou-se professor, multiplicador de horizontes, formador de futuros médicos. Ensinar, afinal, é também um modo de curar: amplia-se a visão de muitos através do conhecimento partilhado.
Em 2019, o retorno. Como quem fecha um círculo e ao mesmo tempo inaugura outro, voltou à terra natal. Bom Jesus não era apenas memória, era missão. Seguindo os passos dos pais, tornou-se Professor Titular de Oftalmologia da Famesc, sócio fundador e diretor técnico do Centro Oftalmológico Tannus - que conta com funcionárias altamente qualificadas - além de oftalmologista auxiliar do Hospital São Vicente de Paulo. E, inquieto na busca pelo saber, conclui o mestrado pela UENF, em Campos dos Goytacazes.
Há trajetórias que se medem por títulos.
Outras, por propósito.
E quando fala de suas maiores vitórias, Victor não menciona diplomas nem cargos. Seus olhos, habituados a examinar minúcias, suavizam ao falar da esposa, companheira de profissão e de vida, Dra. Rebecca Tannus, e das filhas Sophia e Laura. São elas sua retina afetiva, a imagem mais nítida de sua felicidade.
No fim, sua história é feita de luz.
Da luz que atravessa a córnea, alcança a retina e se transforma em mundo.
Da luz do conhecimento transmitido.
Da luz herdada do pai.
Da luz compartilhada com a mãe, os alunos, os pacientes, a família.
Porque há médicos que tratam da visão,
e há aqueles que aprendem, dia após dia, a honrar a própria história iluminando a dos outros.
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