domingo, 25 de agosto de 2019

O Grande Encontro da Silveirada

A Silveirada em frente ao Memorial Governadores Roberto e Badger Silveira

O histórico Grande Encontro da Silveirada teve início no dia 16 de agosto, com o evento "Uma Noite Para a Silveirada", no Memorial do Imigrante, na rodovia Bom Jesus-Apiacá.

Na oportunidade, dr Nino Seródio, idealizador do Memorial, entregou aos membros da família Silveira e agregados uma flâmula do município de Açores, de onde vieram os Silveira. Foram apresentados, ainda, banners com fotos da Silveirada, seguido de um jantar.

No dia 17, às 9h, na Tenda Cultural Elcio Xavier, ocorreu o lançamento dos livros "Governar em tempos difíceis. 1964. Memórias de Badger", contendo textos datilografados pelo ex-governador, e que foram encontrados no acervo da viúva do Desembargador Jorge Loretti, e "Vidas e Históira. Crônicas de uma Família", de Ana Maria Silveira, filha do ex-mandatário.

No dia 18  de agosto, aconteceu o  encerramento do Grande Encontro da Silveirada. No Memorial Governadores Roberto e Badger Silveira, localizado no Sítio Rio Preto, foi servido um café rural, pela manhã, seguido da entrega de certificados de participação pela família de Neneco, que foi amigo de infância dos ex-governadores.  Prosseguindo, ocorreu a visitação ao Memorial, que completou três anos no dia 7 de agosto, e a outros locais, no sítio, de interesse histórico.


No 2º Distrito de Calheiros, a Silveirada visitou a Praça Três Irmãos: Governadores Roberto e Badger e Deputado Federal Zequinha Silveira, fundada no ano passado pela Associação, e conheceu a história do "Padre Negro", assim como a escultura em homenagem ao Padre João Mendes Ribeiro confeccionada pelo consagrado escultor carioca Valdieri Martin.

A comitiva seguiu, então, até à Fazenda Itaguaçu e foram recebidos pelo empresário e proprietário José Adilson e família, onde foi servido um delicioso almoço na inauguração do restaurante, seguida de visitação à Cachoeira da Fumaça. O empresário promove, no local, um empreendimento que trará turistas qualificados para a região, gerando renda e empregos. 


Todo esse movimento histórico foi compartilhado com muita emoção por parte da família Silveira e convidados, que tiveram o privilégio de participar desse momento memorável.

Viva a Silveirada!



O café da manhã da Silveirada no Sítio Rio Preto

A Praça Três Irmãos, em Calheiros


Fonte: O Norte Fluminense  e o blog do Jailton da Penha. Fotos: André Luiz de Oliveira e Jailton da Penha

FESTA DE AGOSTO 2019: TENDA CULTURAL É MARCADA POR GRANDES ATRAÇÕES


Durante a tradicional festa de Agosto 2019, a Tenda Cultural Elcio Xavier, estabelecida na Praça Governador Portela, contou grandes e inesquecíveis apresentações entre os dias 15 e 17 deste mês.

Na quinta-feira (15) podemos destacar a apresentação musical Beatriz e Ademir de Souza, além de desfrutar da belíssima exposição fotográfica do “Projeto Mar”.

À noite, após a impecável apresentação da Orquestra Retocando, e a Revitalização da Academia Bonjesuense de Letras, a Praça Governador Portela lotou durante durante o show dos cantores Marcos Sabino, Dalto e Byafra, que contagiou a todos, com músicas que marcaram gerações, encantando a plateia.

Na sexta-feira (16), o público foi contagiado pela apresentação pelo grupo ALAC (Associação Cultural de Apoio à Liberdade da Arte/Capoeira) e da 1ª Mostra de Esquetes da ETDAM (Escola de Teatro Dayane Machado).

À tarde, a Tenda contou com o Duelo dos Mc´s – A poética do Rap, com a apresentação musical dos artistas do CD de Músicas Bonjesuenses e com a homenagem ao Dia da Imprensa Bonjesuense.

À noite, o Tributo a João Gilberto, apresentado por Renato Imagem, marcou a noite relembrando sucessos do saudoso artista. Mais tarde as apresentações foram encerradas com a apresentação da Banda Gatilho do Tempo.

No sábado (17), aconteceu o tradicional encontro com a Família Silveira (a Silveirada) com a atração musical Coral JEMAJ. Também foram realizados os lançamentos dos livros de Ana Maria Silveira “Governar em tempos difíceis de Badger Silveira” e “Vidas e História, Crônicas de Família”.

Em seguida, houve a homenagem ao historiador Zico Camargo, com a lançamento do livro de Maria Aparecida Teixeira e Maria Bernadete Silveira, “Uma história que ouvi do meu avô”, dedicado às crianças.

Logo após, aconteceu a homenagem às famílias dos intendentes Pedro Gonçalves da Silva Jr e Cel. Luiz Vieira de Rezende e do ex-prefeito José de Oliveira Borges.

À tarde, destacamos a apresentação da banda REIVAX, da família Xavier e o bate-papo com o grande homenageado Elcio Xavier, além da presença do Ballet Valéria Bino.

À noite, o bonjesuense, Dr. Murilo Ferraz, realizou, junto a familiares e amigos, o lançamento do livro “O verdadeiro tratado dos filhos de Hiram” e a tenda encerrou as festividades com o brilhante show da Banda RX2, em tributo ao Queen.

“A Tenda Cultural Elcio Xavier trouxe o nome do ilustre Elcio Xavier, orgulho para nossa cidade! Ilustrando que o poeta é um ser que vê o que os outros não conseguem enxergar. É aquele que exterioriza sua alma, seus sentimentos, expondo sua sensibilidade. Parabéns Élcio Xavier! Por deixar sua marca na história e obrigado at os que compareceram, participando e prestigiando esse evento marcante para todos nós”, disse Bob Flávio, secretário de cultura, turismo e urbanismo.

Ascom PMBJI


Doutor Murilo Ferraz e o Secretário de Cultura, Turismo e Urbanismo, Bob Flávio

"No fantástico mundo da leitura" mobiliza educandário em Laje do Muriaé


Foi realizada no dia 23/8, na Escola Municipal Ary Parreiras de Laje do Muriaé, a culminância do projeto pedagógico da EMAP intitulado “No fantástico mundo da leitura”.

Belíssimas apresentações teatrais, musicais e riquíssimos estandes com acervos de autores renomados da literatura, associados com trabalhos dos alunos, desenvolvidos através de textos de Cecília Meireles, Carlos Drummond de Andrade, Luiz Fernando Veríssimo e Jorge Amado contemplaram o evento.

Fomos recepcionados pelos alunos em cada estande, que com maestria discorreram sobre a trajetória de cada autor e ainda declamaram poesias. Um estande com os livros de autores lajenses também fez parte deste evento, levando aos alunos a conhecerem a existência dos mesmos. Maria Beatriz, poetisa lajense, marcou presença que ao decorrer da programação recebeu homenagem de alunos e professores desta instituição escolar.

Encantada com a grandiosa festividade e conteúdo da culminância do projeto de leitura! Alunos, professores e equipe pedagógica estão de parabéns!

A leitura só se implanta efetivamente se estiver associada ao prazer, ao jogo e à arte, de modo que o leitor sinta-se sempre envolvido e motivado por ela. Despertar o prazer da leitura e o gosto pelas artes em geral, mostra, de uma maneira lógica, clara, os valores de nossa sociedade ligados pelos textos literários lidos. O desenvolvimento do hábito de ler vem através do despertar do gostar e do prazer de ler, concluiu Maria Beatriz, do CCMB (Centro Cultural Maria Beatriz).




    Maria Beatriz, do CCMB (Centro Cultural Maria Beatriz), de Laje do Muriaé (RJ)

Sarau resgata as melhores tradições bonjesuenses



Um sarau em homenagem à membro correspondente da Academia Bonjesuense de Letras, a calçadense Maria Cristina Garcia, foi realizado no dia 23 de agosto, na casa da família Borges Bastos.

Cristina encantou a todos com suas primorosas declamações, e trouxe exemplares do seu livro "Maria de todas as Mercês", sobre Maria Mercês Garcia Vieira. Trouxe também um CD do cantor e compositor capixaba Carlos Bona, em que este musicou poemas de diversos autores, incluindo um de Cristina.

O violino que pertenceu ao ex-prefeito Gauthier Figueiredo, bisavô do atual prefeito, Roberto Tatu, foi tocado magistralmente pelo jovem músico Cristóvão.

Uma noite digna das melhores tradições bonjesuenses.


Maria Cristina Garcia foi homenageada em sarau

             Cristóvão e o violino que pertenceu ao ex-prefeito Gauthier Figueiredo

Dr Lauro Amaral, Dr Antonio Soares Borges, Maria Cristina Garcia, Eraldo Salutto Rezende e Paulo Xavier: a Academia Bonjesuense de Letras esteve representada no sarau em homenagem à ilustre calçadense




A Tenda Imortalizada de Elcio Xavier


Elcio Xavier: um dos grandes poetas do país participou de um Bate-papo histórico


Se uma tenda pode ser entendida como uma barraca desmontável, a Tenda Cultural Elcio Xavier, estabelecida na Praça Governador Portela, por ocasião da Festa de Agosto, pode ser compreendida, pelas dimensões de sua repercussão, como uma uma Tenda Imortalizada.


A escolha do Secretário de Cultura,  Turismo e Urbanismo, Bob Flávio, e  do prefeito Roberto Tatu do nome do prestigioso poeta, com 99 anos de idade, não poderia ter sido mais adequada. Com efeito, Elcio Xavier é um bonjesuense considerado um dos grandes poetas do país.


Viúvo da saudosa professora Gedália Loureiro, filha de Mário Loureiro, coletor estadual de Bom Jesus do Norte (ES) e Maria da Conceição Loureiro, teve cinco filhos: Regina, psicóloga, Rogerio, funcionário da Petrobrás, Raquel, jornalista, Rosete, arquiteta, e Rita de Cássia, médica, com inúmeros netos e bisnetos.


No Bate-papo com Elaine Borges, Antonio Soares Borges e Gino Martins Borges Bastos, às 14h do dia 17/08, Elcio discorreu sobre a chegada da família Xavier à nossa região, no final do século XIX, e falou sobre o início da formação de Bom Jesus do Norte.

Segundo Elcio, o seu bisavô, Carlos de Aquino Xavier, mineiro de Mar da Espanha, se instalou em 1872 à margem esquerda do rio Itabapoana, em Bom Jesus do Norte (ES), estabelecendo a fazenda Jardim. Carlos teve 15 filhos, entre os quais a sua avó Baldina, que se casou com o seu primo Samuel, avô e filho de Júlio Aquino Xavier.


Elcio recordou que, em 1885, foi inaugurada a ponte de madeira sobre o rio Itabapoana, em que parte da mão de obra e todo o madeirame foi fornecido por Carlos Xavier.


Lembrou do tempo em que residiu na Serra do Tardin, com recordação especial do seu cavalo Ventania, perenizado em uma de suas poesias.

Recordou-se, ainda, da época em que estudou no Instituto Euclides da Cunha, em Bom Jesus, do professor Orlando Azevedo, ocasião em que aprendeu a manusear um prelo manual.

Sua saída de Bom Jesus ocorreu para prestar o serviço militar no Rio de Janeiro, aos 18 anos de idade, no Forte de Copacabana, ocasião em que despertou para o gosto pela literatura, sendo apresentado a escritores como Adonias Filho, Otávio de Faria e Lúcio Cardoso, entre outros. Não obstante isso, seu coração por aqui ficou, apaixonado pela "mais bela mulher que conheci", a sua futura esposa: Gedália.


Recordou-se de Delton de Mattos, outro grande escritor bonjesuense, e falou sobre as qualidades para se tornar um poeta.

Elcio se disse emocionado por duas ocasiões. Uma, quando observou a apresentação das crianças da Escola de Música JEMAJ Musical, comandadas por Anízia Maria Pimentel: "foi uma apresentação digna, que emociona, com as crianças apresentadas como elas são". A outra foi quando conheceu o Memorial do Imigrante, uma obra "de primeiro mundo".


O público também participou ativamente do Bate-papo, interrompendo o mestre com comentários e perguntas.


As inúmeras atividades culturais qualificadas, que ocorreram na Tenda Cultural Elcio Xavier, durante a Festa de Agosto, constituíram um todo harmônico, como se fosse uma grandiosa sinfonia de Beethoven.


Com Elcio Xavier, o ser incomum é descoberto, pelo público, com o brilho que sua própria imagem revela.


Elcio Xavier é um convite ao mundo para que também sejamos incomuns, como ele.





Bate-papo com Elcio Xavier foi concorrido


Elaine Borges, Antonio Soares Borges e Gino Martins Borges Bastos participaram do Bate-papo com Elcio Xavier



Elcio Xavier foi homenageado pelo Secretário de Cultura, Turismo e Urbanismo, Bob Flávio


BANDA REIVAX


Após o Bate-papo, a Banda Reivax (Xavier ao contrário), da família Xavier, apresentou um grande show, que encantou o público.

Através da palavra e da música, a família Xavier dá provas de que a construção de um mundo diferente é possível!



              A tradicional BANDA REIVAX, da família Xavier, encantou o público da Tenda Cultural Elcio Xavier





Campeonato Estadual de Xadrez homenageia os 20 anos da Biblioteca Romeu Couto



Três enxadristas do Clube de Xadrez de Bom Jesus do Norte (ES) disputam o título da terceira etapa do Campeonato Estadual Capixaba de Xadrez, que termina hoje: Fábio de Souza Vargas, Ângelo Emanoel e Cezarete Quintal Lucas.

A competição ocorre na Biblioteca Municipal Romeu Couto, onde está sediado o clube de xadrez, em comemoração aos 20 anos de fundação da biblioteca, e conta com o apoio da Secretaria Municipal de Educação e da Prefeitura Munivipal, além da iniciativa privada.

O professor de xadrez, Fábio de Souza Vargas, é o organizador do evento, que conta com o apoio de Claúdio Ferreira, da empresa Gente Pensando, de Guarapari, que tem divulgado o xadrez de modo eficiente no solo capixaba. 

Cláudio Ferreira tem sido parceiro de Bom Jesus, há anos. Realizou atividades encadrísticas e culturais em Bom Jesus do Itabapoana, desde 2009, e chegou a criar um dos primeiros sites culturais de nosso município: bomjesusarteeculrura.blogspot.com.

Pablyto Robert Baioco Ribeiro, grande nome do xadrez nacional, presidente da federação capixaba por três mandatos, e único capixaba que ocupou a presidência da CBX (Confederação Brasileira de Xadrez), entidade máxima do xadrez nacional, está presente em Bom Jesus como enxadrista.

No dia 20/12/2003, Pablyto esteve em Bom Jesus do Norte, junto com uma comitiva de Vitória, participando e apoiando uma simultânea de xadrez com o cubano Grande Mestre Internacional de Xadrez, Reynaldo Vera.

Pablyto ressalta a importância do administrador: é aquele que também apoia e estimula. Foi assim que incentivou o professor Charles Moura, de Santa Maria de Jetibá, a levar em frente o seu projeto de implantar o xadrez na rede pública municipal. "Charles Moura implantou também o Laboratório de Xadrez Pedagógico em uma faculdade local. A matéria objetivava descobrir como o xadrez pode ser utilizado na aprendizagem da matemática, filosofia, história, geografia e português, entre outros".

Por fim, Pablyto ressalta que "o torneio de Bom Jesus do Norte está excelente. É difícil encontrar no Brasil, patrocinadores privados, como vemos aqui".






A seguir, O Norte Fluminense publica texto  de Romeu Couto, um dos grandes escritores de Bom Jesus do Itabapoana, assim como dados sobre Delton de Mattos, outro de nossos grandes escritores, responsável pela doação do acervo de Romeu Couto para a fundação da biblioteca municipal.

HISTÓRIA DA RUA FORMOSA

Romeu Couto

                                                                                    
  Aquela rua era muito feia. Nem merecia o nome de rua. Se a chamassem simplesmente de caminho, ela ficaria muito satisfeita. Mas o povo deu-lhe o título injusto de Rua Formosa. E pegou. Uma casa aqui, outra acolá, cada uma procurando fugir da vizinha mais próxima. Quando se ouviam os passos lépidos de um animal, ninguém ligava, era o seu Joaquim que chegava na mula "Baiana".

 Mas quando passava um carro de bois, gemendo sob o peso da carga imensa, todo o mundo acorria à janela. E a garotada pulava para a rua, trepando na tora puxada pelo enorme cordão de bois, ou corria para o carreiro, pedindo-lhe uma cana daquelas que lotavam o carro: "Me dá uma, me dá uma!" 

À noite, a Rua Formosa ficava mais feia ainda. E triste, também. Muito triste. Nem um violãozinho para perturbar o sono daquela gente. Só as lâmpadas acesas, bem no alto dos postes escassos, davam sinal de vida. Até mesmo o coaxar dos sapos, lá nos pastos distantes, era quase imperceptível. 

Uma tarde, uma tardinha só, aquela rua ficou mais colorida e movimentada. Toda a gente da Rua Formosa se reuniu. E os meninos limpinhos, empunhando coloridos feixes de flores, desfilavam compassadamente, ao som lerdo do sino distante. Lá bem atrás, onde tantas mamães choravam tanto, vinha um caixãozinho azul, feito às pressas, carregado pelo seu Joaquim e mais três companheiros. E aí, deitado no ataúde minúsculo, era transportado o Julinho, que tantas vezes gritara para o dono do carro, implorando-lhe uma cana: "Me dá uma, Me dá uma!" Também quem mandou o peralta ser assim tão tolo? Tomando banho no riacho escuro, onde sua mãezinha lavava roupa e limpava panelas, dera um mergulho bonito e se esquecera de voltar. Mas, amanhã, a Rua Formosa ficará triste, muito triste, outra vez. 

O seu Joaquim voltará para casa cavalgando a "Baiana". Quando, porém, passar um carro de bois, abarrotado de canas, a garotada não pulará mais para a rua. Ficará em casa, caladinha, em homenagem ao companheiro desaparecido. E os sapos continuarão a coaxar, lá nos brejos longínquos, quase imperceptivelmente.

Delton de Mattos

Filho de Mário Nunes da Silva e Pautilha Nunes de Mattos, nasceu na Serra do Tardin, no dia 20 de abril de 1925. Seus avós paternos foram Elias Nunes da Silva e Maria da Silveira Nunes. Os avós maternos, por sua vez, foram Porphirio Franca de Mattos e Etelvina de Mattos Picança.


Aos 12 anos, ingressou no Colégio Rio Branco, onde cursou o exame de Admissão.


Foi colaborador do jornal O Norte Fluminense, fundado por Ésio Bastos, no dia 25 de dezembro de 1946, desde o início das atividades deste.


Foi um dos grandes intelectuais do Brasil, tendo sido o pioneiro nos estudos da Tradutologia.


Autor de vários livros, editou ainda obras preciosas de autores bonjesuenses e bonjesuístas, como Padre Mello, Octacílio de Aquino, Romeu Couto e Athos Fernandes. 


Dennys Silva-Reis, de Brasília, salientou bem sua importância para as letras do país, como se segue.



Delton de Mattos - um pioneiro dos Estudos de Tradução


Atuou na universidade de Brasília como o pioneiro na formação do curso de Letras-Tradução. Todavia, ele é memorável por ter sido sua a iniciativa da publicação de 3 livros sobre tradutologia (talvez, a época da publicação, conceito ainda inexistente no Brasil):
  • Delton de Mattos (org.), A formação do tradutor em nível universitário.Horizonte, 1980.
  • Delton de Mattos (org..), Cultura e tradutologia. Thesaurus, 1983.
  • Delton de Mattos (org.), Estudos de tradutologia. Kontakt, 1981.

Somente pelos títulos do livros organizados podemos imaginar o quanto à época eles eram inovadores para a área de Letras e para os Estudos de Tradução.
Provavelmente, devem existir outros artigos e textos sobre o assunto de autoria de Delton Mattos. Uma pesquisa mais profunda sobre sua contribuição para os Estudos de Tradução no Brasil seria bem vinda.

sábado, 24 de agosto de 2019

Lira 14 de Julho se apresenta no Salão do Turismo



Amanhã, dia 25 de agosto, às 15 horas, a PMBJI, através da Secretaria de Cultura, Turismo e Urbanismo, estará levando a Lira 14 de julho, de Rosal, para uma apresentação na varanda do Píer, em frente à Baía de Guanabara, momento este, que ocorrerá a divulgação do Festival de Chorinho e Sanfona de Rosal.

O evento integra as atividades do Salão do Turismo, que reúne exposições sobre
atrativos turísticos, artesanato, produtos típicos, dança, música, entre outros.

Daniel de Lima, professor de artesanato do SESC, em Campos dos Goytacazes, realizou oficina e expõe suas cobiçadas peças. Ele pretende estabelecer um ateliê em Bom Jesus, no ano que vem.

“Agradeço a oportunidade dada ao nosso município ao Secretário de Estado Otávio Leite, pois a nossa presença em um evento deste porte é muito importante.  Bom Jesus é rica em história e belezas naturais. Temos muito a oferecer!”, disse Bob Flávio, Secretário de Cultura, Turismo e Urbanismo de Bom Jesus.



O professor Daniel de Lima, que pretende estabelecer um ateliê em Bom Jesus, e o Secretário Bob Flávio