terça-feira, 11 de agosto de 2020

Dia do advogado: 11 de agosto

 

Em 11 de agosto de 1827, o imperador D. Pedro I criou a Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em São Paulo, e a Faculdade de Direito de Olinda, em Pernambuco. Estas foram as primeiras instituições de ensino no Brasil que formaram advogados. Por este motivo, o 11 de agosto é comemorado o Dia do Advogado no Brasil.

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#DiaDoAdvogado #DomPedroI #Justiça


Enviado por Antonio Soares Borges

FESTA DE AGOSTO 2020, por ROGÉRIO LOUREIRO XAVIER

 Olá pessoa amiga e do bem. 


FESTA DE AGOSTO 2020


BOM JESUS DE ITABAPOANA-RJ, CIDADE ABENÇOADA POR DEUS, JÁ ESTA EM FESTA!!!


"NÃO DEIXE DE PARTCIPAR, MESMO COM SEGURANÇA E LIMITAÇÕES, DA TÃO ESPERADA E TRADICIONAL FESTA DE AGOSTO DE BOM JESUS."


"Considerada na região como a Cidade Luz, Abençoada e Hospitaleira. Uma Linda História de Conquistas."


RECOMENDO!!!!!!!!!


Roger LX

A NOVA MENSAGEM DE ROGÉRIO LOUREIRO XAVIER

 Olá pessoa amiga e do bem. 


A gente precisa continuar acreditando que vale a pena ser honesto. Que vale a pena estudar. Que vale a pena trabalhar. Que é preciso construir a vida, o futuro, o caráter, a família, as amizades e os amores.


Mudar hábitos também é preciso...


"Recomeçar faz parte do bem viver."


Roger LX



A MENSAGEM DE ROGÉRIO LOUREIRO XAVIER

 Olá pessoa amiga e do bem. 


Bom dia sempre alegre e cristalino, apesar das pedras no meio do caminho eu vou cantando...


"Se a gente espalhar coisas boas por onde passar a vida se encarrega de trazer outras melhores ainda!"


Roger LX



Um pensamento de Florbela Espanca

Enviado por Antonio Soares Borges 

JP | EFEMÉRIDE

 

Há exatos 191 anos, a 11 de agosto de 1829, dava-se, na Praia, a maior batalha contra o miguelismo, na qual a linha de Fortes da Ilha teve um papel indelével, sob o comando do futuro Duque da Terceira, António José de Sousa Manuel de Meneses Severim de Noronha, sobretudo os Fortes de Santa Catarina e do Espírito Santo, deste já só existem vestígios.

Em 1820, no Porto, iniciava-se uma revolta contra o regime absolutista, era o início da afirmação do Liberalismo em Portugal. Os ideais liberais rapidamente chegaram à nossa terra, que sempre fora grande defensor da liberdade e da independência do país.

D. João VI quando morreu deixou uma Junta de Regência, chefiada pela sua filha favorita D. Isabel Maria. Esta regência prevaleceria enquanto o legítimo herdeiro e sucessor da coroa de Portugal, D. Pedro, que no momento era Imperador do Brasil, não dessas providências a tal respeito. D. Pedro IV, por decreto de 26 de abril, confirmou a Regência e outorgou a Carta Constitucional, uma constituição, a Portugal, a 29 de abril de 1826.

A 2 de maio, D. Pedro IV abdicou dos seus direitos à coroa de Portugal em nome de sua filha, D. Maria da Glória, com 7 anos, a qual deveria casar com seu tio, o infante D. Miguel. Contudo, em 1828, quando D. Miguel chegou a Portugal, proclamou-se como Rei Absolutista. O Liberalismo caía e o miguelismo ia ganhando apoios.

Em S. Miguel, o Comandante Militar aliou-se às tropas absolutistas. Os Liberais conseguiram terminar com a contestação que existia na Terceira, através da força e restauraram a Carta Constitucional, em 1828. Angra tornou-se sede da Junta Provisória em nome de D. Maria, filha de D. Pedro. O futuro Duque da Terceira chegou à Ilha a 22 de junho de 1829, tomando posse como 10º governador e capitão-general dos Açores, começando desde logo a organizar a defesa da Ilha, preparando os fortes.

O dia 11 de agosto amanheceu com nevoeiro e vento, a chuva de verão ganhou intensidade. Na Baía da Praia, o exército de D. Miguel era constituído por uma esquadra de 21 embarcações, sob o comando do almirante José Joaquim da Rosa Coelho, com cerca de 4 000 homens, 340 peças de artilharia e 6 barcas canhoneiras. O objetivo era claro, desembarcar na Praia.

A defesa terceirense era composta por uma linha de Fortes e baterias, que formava um arco de 5 km, começando pelo Forte de Santa Catarina, passando depois pelos Fortes do Espírito Santo, de Santo Antão, das Chagas, da Luz, do Porto e as Bateria de São José, de São Caetano e de São João. A força de desembarque absolutista era comandada pelo coronel José António Azevedo Lemos, reconhecido militar miguelista. As tropas liberais eram lideradas pelo Conde de Vila Flor, futuro Duque da Terceira.

A batalha da Praia iniciou-se com os bombardeamentos miguelistas sobretudo sob os Fortes de Santa Catarina e do Espírito Santo. Durante 4 horas, os miguelistas foram responsáveis por 5 000 tiros, mas este ataque não assustou nem desmoralizou as tropas da Terceira. Muitos jovens, que tinham acabado de incorporar o exército liberal, os chamados "Voluntários da Rainha", juntaram-se aos restantes militares e defenderam os fortes com muita garra. As tropas absolutistas tentaram desembarcar por duas vezes junto ao areal da Praia, mas os “Voluntários da Rainha” repeliram este ataque.

Neste período, os militares mais experientes reorganizaram-se. Assim, com a linha de Fortes foi reforçada, os liberais passaram ao ataque. A partir do Forte de Santa Catarina, com o apoio dos restantes, disparou-se contra a fragata Diana, a mais imponente, e contra as outras conforme os liberais podiam, conseguindo-se assim, evitar o desembarque e manter livre a nossa “Ilha-Fortaleza”. Ao fim do dia, os Miguelistas levantaram âncora. Segundo Ferreira Drummond, as baixas miguelistas terão ultrapassado as 1 000 e 386 foram feitos prisioneiros. Do lado liberal, foram reduzidas as baixas, 83 soldados, 3 sargentos e 3 oficiais.

O exército absolutista saiu derrotado. Era a primeira vitória liberal contra os absolutistas. Iniciava-se uma nova fase na História do país, onde os liberais se prepararam e libertaram os restantes Açores do jugo miguelista. Depois do desembarque dos Bravos do Mindelo e de uma Guerra Civil entre 1832 e 1834, Portugal tornava-se liberal. O miguelismo chegava ao fim. D. Maria II era finalmente jurada pelo país todo como Rainha.

Em recompensa ao apoio dado pela Terceira à causa liberal, D. Maria II atribuiu, com apoio e incentivo de Almeida Garrett, a 12 de janeiro de 1837, a Angra, o cognome de “mui nobre leal e sempre constante cidade de Angra do Heroísmo” e o de “Mui Notável” à Praia que passou a ser da Vitória. Alexandre Herculano, Historiador liberal, no seu livro Scenas de um ano da minha vida e Apontamentos de viagem, chegou mesmo a apelidar a Terceira de “rochedo da salvação”, mostrando a importância que a Ilha teve no desenrolar da História de Portugal.

A Batalha do 11 de agosto de 1829 e o Forte de Santa Catarina, um “pequeno” vestígio do nosso património e da nossa História, são exemplos deixados pelos nossos antepassados, de que não devemos baixar os braços perante as adversidades. Que estes ensinamentos cheguem a todos os terceirenses para que a nossa garra e força, a nossa capacidade de lutar, estejam afiadas, para pegarmos nas nossas “espadas” e combatermos por uma Ilha melhor, em crescimento e desenvolvimento.

Francisco Miguel Nogueira


#jornaldapraia #efeméride #Batalhade11deAgosto #VitóriaLiberal


Enviado por Antonio Soares Borges

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Por que PRAIA da VITÓRIA, na ilha TERCEIRA?

 

VILA da PRAIA - 11 AGO 1829 - É travada a BATALHA da baía da PRAIA, um combate naval ocorrido neste dia, na baía da então VILA da PRAIA, em que uma esquadra com forças «Miguelistas» intentaram um desembarque naquele trecho do litoral da ilha TERCEIRA. 

A derrota dos absolutistas neste recontro foi decisiva para a afirmação e posterior VITÓRIA dos liberais. Para se perenizar este episódio, a então VILA da PRAIA passou a chamar-se VILA PRAIA da VITÓRIA. 

Na verdade, esta VITÓRIA levou a que, por carta régia de D. MARIA II, de 12 JAN 1837, como reconhecimento, fossem outorgados à VILA da PRAIA os títulos de "Mui Notável" e "da Vitória". 

Quanto à batalha, em si, podem ler-se todos os pormenores numa qualquer boa enciclopédia, ou História Contemporânea de Portugal.

Fonte: "Pozição dos Navios da Esquadra Portugueza na Bahia da Villa da Praia (Ilha Terceira) no combate do dia 11 de Agosto de 1829". Acervo da Biblioteca Nacional de Portugal, Lisboa.

Bibliografia: Catálogo da Exposição Bibliográfica e Iconográfica Comemorativa da Batalha da Vila da Praia. Coimbra: Imprensa da Universidade, 1930.

Para se conhecer a história da agora cidade açoriana da PRAIA da VITÓRIA, na Ilha Terceira, as suas lendas e costumes, as suas tradições e património, basta REVISITAR o programa apresentado pelo Prof. José Hermano Saraiva, dedicado ao tema, intitulado "A Vitória da Praia".

https://arquivos.rtp.pt/conteudos/a-vitoria-da-praia/


Enviado por Antonio Soares Borges