quarta-feira, 28 de junho de 2017

SÓCIO QUER INFORMAÇÕES DO HOSPITAL





O médico dr. Celso Ribeiro Ferreira, sócio do Centro Popular Pró-Melhoramentos, entidade que rege o Hospital São Vicente de Paula, encaminhou, no dia 22 de junho passado, ofício ao Presidente do Conselho Deliberativo da entidade, reiterando pedido feito há 60 (sessenta) dias, das cópias das atas das 10 (dez) últimas reuniões do Conselho Deliberativo.

O sócio requereu, ainda, a prestação de contas dos repasses feitos pela Faculdade Redentor ao nosocômio, assim como o esclarecimento a respeito da ausência dos representantes do Centro Popular e do presidente do Hospital.

Por outro lado, O Norte Fluminense recebeu, hoje, informação de que a FAMESC (Faculdade Metropolitana São Carlos), de nosso município, estaria articulando convênio com o Hospital de São José do Calçado (ES), tendo em vista o convênio que o Hospital São Vicente de Paula realizou com a Faculdade Redentor de Itaperuna (RJ). Desta forma, enquanto alunos de Itaperuna se deslocam para Bom Jesus, para realizarem estágio, os alunos matriculados no curso de Medicina em Bom Jesus do Itabapoana irão realizar estágio na cidade capixaba.





O Reflorestamento de Rosal

                    Por Anselmo Jr Borges Nunes e Daniella Gonçalves de Moraes

André Almeida dos Santos, de óculos escuros, o idealizador do projeto, Petrônio (de verde), que doou parte da terra, Joel Vargas e sua esposa Dona Alice


        O dia 10 de junho de 2017 marcou indelevelmente a memória de toda a comunidade rosalense. Sensibilizado por questões de cunho ambiental e movido pelo grande amor que nutre por sua terra natal, André Almeida dos Santos, segundo filho de Antônio André dos Santos (in memorian) e Lusmar Almeida dos Santos (in memorian), irmão de Paulo André de Almeida (in memorian) e de Durval André de Almeida, deu início ao projeto de reflorestamento que será de muita valia para a comunidade local, já deixando o seu legado para as gerações vindouras.


        Como se sabe, o reflorestamento ou ato de replantar árvores, resgata áreas devastadas e devolve vida ao local. O processo é muito importante para o meio ambiente, uma vez que a floresta provê serviços ecológicos para sociedade como, por exemplo: recuperação das nascentes; controle da erosão do solo (a vegetação dá sustentabilidade a morros ajudando a evitar que estes desabem); prevenção do assoreamento; amenização do clima, reduzindo a temperatura média; embelezamento da paisagem; abrigo e alimentação para a fauna; extração/manejo de produtos florestais não madeiráveis (mel, plantas medicinais, ornamentais, frutíferas silvestres).


        Consoante André, o projeto de reflorestamento surgiu no final de 2016 devido à drástica redução do volume de água da mina de Rosal, ocasião em que se interessou pela compra da área que faz limite com a de sua residência, na expectativa de que se houvesse o reflorestamento, o lençol freático poderia ser recarregado e, desse modo, a comunidade utilizar a preciosa água da mina por, ainda, longo tempo. Assim, conseguiu comprar uma pequena parte do que desejava do Sr. Joel Vargas e, depois, recebeu de Petrônio Figueiredo e Martha Ourique como doação outra parte, que totalizou numa área com um pouco mais de 1 hectare. Nesse meio tempo, através de Geraldo Roseira, contatou Mirian Valadão e Lilia William, diretoras do Projeto de recuperação da mata ciliar no entorno das principais nascentes do Rio Itabapoana (Instituto Federal Fluminense, Campus Bom Jesus do Itabapoana) e, a partir daí, seu projeto foi se desenvolvendo de forma especializada, com a análise do solo, com a orientação técnica acerca da distribuição das covas, com a escolha de mudas,  que foram divididas em 3 grupos – pioneiras, secundárias e clímax- e por fim, com o plantio. Além de todo apoio técnico, o IFF lhe forneceu 500 mudas para a primeira etapa do plantio, entre elas, mudas de acácia amarela, acácia imperial, angico, araçá, aroeira, cerejeira, coité, figueira, ipê amarelo, ipê roxo, ipê rosa, jacarandá mimoso, jamelão, paineira, pata de vaca branca, pau Brasil, sapucaia e outras. Aliado a isso, foi contratado o Sr. Ismael que, desde o primeiro momento, se empenhou na preparação do terreno, na erradicação das formigas, na adubação e na irrigação, esta, por sinal, gentilmente cedida por Maria Glória de Almeida, uma vez que cedeu água em abundância de sua propriedade.


        O projeto foi muito bem acolhido por toda a comunidade rosalense, bem como pelo Colégio Estadual Luiz Tito de Almeida e pela Escola Municipalizada Luiz Tito de Almeida, que enviaram parte do corpo docente e discente. Os alunos que lá estiveram, puderam presenciar e vivenciar o momento marcante para a comunidade, contribuindo no plantio das mudas e assumindo a corresponsabilidade de zelaram e protegerem o “cinturão verde” que iria se formar a partir daquele momento no atual morro do cruzeiro.


        E para registrar tal momento, André contou com a colaboração  na filmagem e na edição do vídeo de Daniel Ferreira e Lígia Martins (Stunt Drone). O link abaixo relata a grandeza do evento que mobilizou a sociedade rosalense.


        

https://goo.gl/photos/fsxmLKmDdP7Qw2zZ8

        Rosal, 20 de junho de 2017.


       

ARRAIÁ DO BASTIÃO: DIA 29 DE JUNHO



terça-feira, 27 de junho de 2017

Procurador da Lava-Jato será palestrante em evento cuja inscrição é de R$4.720,00 até 02/07


O ANIVERSÁRIO DE VERA VIANA



Fará aniversário amanhã, dia 29 de junho, uma das maiores intelectuais bonjesuenses de todos os tempos: Vera Maria Viana Borges.

Filha de Iracy e Admard André dos Santos, conhecido como Maroca da Prefeitura, nasceu no distrito de Rosal 

Sua irmã Sílvia Márcia faleceu no ano passdo.

Com 6 anos de idade Vera ganhou um acordeon de sua mãe, uma pessoa apaixonada por música. Mulher de visão, dona Iracy contratou o professor de música Sebastião Ferreira e Vera aprendeu a tocar o instrumento, assim como o harmônio que havia na Igreja. O professor Sebastião era um negro paulistano que ao conhecer Rosal encantou-se com a região, com ares de montanha, resolvendo fixar domicílio no distrito.



Sempre que vinha a Bom Jesus Dona Iracy fazia questão de levar para Vera e Sílvia a revista Tico-Tico, a primeira a publicar história em quadrinhos no Brasil.

Esse clima de cultura amplamente estimulado por sua mãe foi o grande responsável pelo desenvolvimento dos dons artísticos de suas filhas.

Vera se recorda que, certa vez, dona Iracy chegou a contratar um veículo Ford para levá-la (sua mãe) e  uma amiga até Santo Eduardo (RJ), onde embarcaram em um trem para o Rio de Janeiro. Lá, foram para a famosa loja Sears, de onde trouxeram várias quinquilharias, livros e brinquedos para as filhas.

Vera passou a escrever desde os 8 anos de idade, chegando a fazer os versos que foram impressos por ocasião de sua Primeira Comunhão. "Sempre procurei registrar todos os meus sentimentos em prosa e em verso. Vivo literatura desde que nasci. Isso faz parte da minha vida", diz com emoção.

Vera recorda-se ainda que para fazer o curso de Admissão tinha de vir a Bom Jesus e ficar hospedada no Hotel Central, que era de propriedade do rosalense Delcídio. Contudo, nestas ocasiões, ela chorava constantemente por ficar distante da família. Foi o médico dr. Cabral quem alertou dona Iracy para o fato, o que fez com que ela se decidisse a mudar para Bom Jesus, quando Vera possuía 10 anos de idade. "Até hoje sinto o cheiro da poeira da estrada e o barulho do caminhão nos trazendo para Bom Jesus", exclama Vera.

Vera se lembra, ainda, da lição de partilha que recebeu durante o tempo de sua infância. "Quando se matava um porco, por exemplo, as crianças iam repartir pedaços de carne com outras pessoas".

Com 12 anos de idade, ao estudar o 2o. ano Ginasial no Colégio Zélia Gisner, conheceu seu marido, José Roberto Borges, filho de Leonor e Bolívar Teixeira Borges, passando a namorar com ele. Um ano depois, tanto sua irmã Sílvia como sua mãe passaram a estudar na mesma turma do referido Colégio.

Sua mãe se formou e foi, posteriormente, trabalhar na Prefeitura de Bom Jesus do Itabapoana.

Ainda com 12 anos de idade, expôs 3 telas durante a II Exposição Agropecuária e Industrial, revelando também seu dom artístico nesta área. "Eu e minha irmã aprendemos todas as virtudes de nossa mãe. Só não aprendi a bordar", diz Vera. Sílvia, por sua vez, "tornou-se artista plástica e pinta coisas maravilhosas".

Vera recorda-se da época áurea de Rosal, em que o distrito possuía um Banco e um Tiro de Guerra, o de número 117. Lembra, ainda, que "foi Franco Amaral o engenheiro que construiu a Usina que tem o seu nome e quem idealizou a estrada de Rosal. Isso está em meu livro 'Brumas do Passado',  acentua Vera.

Traz em seu álbum de recordações uma foto do memorável show de acordeons ocorrido na Praça Governador Portela, na área contígua ao prédio do Monte Líbano. "Foi em 1955 ou 1956, com todos os alunos do professor Sebastião Ferreira. Há na foto, inclusive, uma faixa fazendo publicidade de A Social, que patrocinou o tecido utilizado na época".

Aos doze anos de idade, Vera Viana integrou a apresentação de acordeonistas, todos alunos do maestro Sebastião Ferreira, conhecido como "Professor Bastião", durante a II Exposição Agropecuária e Rural de Bom Jesus do Itabaopana.




2ª. GUERRA MUNDIAL E LIVROS

Vera vivenciou muito o clima da 2a. Guerra Mundial e se encanta até hoje com a letra da Canção do Expedicionário. "Observe os lindos versos: 'Você sabe de onde eu venho? /Venho do morro, do Engenho,/Das selvas, dos cafezais,/Da boa terra do coco, /Da choupana onde um é pouco, /Dois é bom, três é demais, /Venho das praias sedosas, /Das montanhas alterosas, /Dos pampas, do seringal, /Das margens crespas dos rios, / Dos verdes mares bravios /Da minha terra natal. /Por mais terras que eu percorra, / Não permita Deus que eu morra /Sem que volte para lá...' "

Lecionou Língua Portuguesa durante 28 anos. Foi professora no Colégio Rio Branco entre os anos de 1964 e 1970 quando casou-se e mudou-se para Pádua (RJ), acompanhando o marido que trabalhava no Banco do Brasil.
Vera já lançou os seguintes livros: "Trilhas Poéticas", segundo ela "o último editado pelo Conselho Municipal de Cultura, presidido por Dr. Ayrthon Borges Seródio", "Malu", "Enquanto Houver Tempo", "Deixe Cristo Renascer" e "Helena", editado este ano em homenagem a sua neta. Participou ainda de outros livros de Antologia, entre os quais se destacam: "Mil Poetas Brasileiros", "Poetas Brasileiros" e "A Figueira". Suas poesias foram publicadas, ainda, na revista norte-americana "Paradise".

Outros livros estão devem ser lançados em breve: "Das Brumas do Passado", "Circunstâncias", "De-Veras..., Di-Versos...", e um romance: "Trajetória".

Foi ainda fundadora, editora e redatora de "ASTROS & ESTROS", boletim alternativo de Prosa e Poesia, com circulação nacional e internacional.

Vera é membro do "International Writers and Artists Association", com sede nos Estados Unidos, assim como de inúmeras academias e entidades ligadas à literatura. É autora de diversos hinos de escolas e entidades bonjesusenses, como o da Academia Bonjesuense de Letras, e mantém o site www.veraviana.com.br.


LUZ DO MONTE AZUL

Em relação aos relatos da aparição da famosa Luz do Monte Azul, em Rosal, Vera disse que nunca a viu, mas, segundo ela, os antigos diziam que uma luz misteriosa costumava surgir, à noite, em caso de necessidade. "Um cavaleiro, por exemplo, que saísse à noite, em busca de um remédio, ou alguém que fosse procurar uma parteira, às altas horas da noite, estariam sujeitos a verem uma luz azulada, que iluminaria todo o caminho até o local de destino". Segundo Vera, há duas interpretações para isso. "Alguns atribuem a luz a um suposto minério. Outros atribuem a luz a alguma alma benfazeja". Fábulas típicas da região, como a do "Calango" e dos "Misteriosos Cavaleiros" estarão retratadas no livro "Brumas do Passado", que deve ser lançado no ano que vem.




BOM JESUS E A ARTE DE ESCREVER

"Bom Jesus é sagrada para mim. É uma cidade linda, redondinha. Sou também apaixonada pelo Pau-Ferro da Praça Governador Portela", que, aliás, foi objeto de uma poesia. Para Vera, "escrever é uma verdadeira catarse, é a purificação, a sublimação da alma". Diz que "não há métodos para se escrever. Do âmago surge a inspiração e obedece-se às regras gramaticais da língua. Leio, releio, pois quem escreve precisa atingir o máximo da perfeição". Além da música, gosta de " ler, tocar gêneros de música, compor, pintar e estar com meus familiares". Cada obra é como "um filho nosso, e não se faz distinção entre filhos. Se eu não fosse poeta, aceitaria o que Deus me proporcionasse. Gosto muito do que faço, mas se precisasse escolher, se não fosse poeta, eu gostaria de ser poesta mesmo, talvez ainda escolhesse a música e a pintura", salientou.

Se é costume dizer que por trás de um grande homem, há uma grande mulher, no caso de Vera pode-se dizer que por trás de uma grande mulher, há um grande homem: seu marido e companheiro José Roberto.

O objetivo de vida de Vera Viana é "servir a Deus, à família e à sociedade". Salienta ela: " Tudo o que me veio, foi por acréscimo, como diz a Bíblia. Não fui buscar. Entendo que a sabedoria é mais importante que a cultura. A cultura vem de fora, enquanto a sabedoria vem de dentro. Mas uma não subsiste sem a outra".

Vera, que graças à sua mãe, desenvolveu ao máximo suas potencialidades artísticas, tornou-se musicista, pintora, escritora, cronista, historiadora, trovadora e sonetista, constituindo-se em uma das maiores intelectuais e artistas de Bom Jesus do Itabapoana de todos os tempos.

Recentemente, ganhou a primeira neta: Helena, filha de Sávio Viana Borges e Karla. Foi Vera quem fez todo o enxoval da netinha.




O amor por ela é tão intenso, que editou um livro, assim como um cd e um dvd com músicas feitas especialmente para a criança.

Vera confidencia, ao lado de José Roberto: "Vou guardar o livro, o cd e o dvd no cofre para ela".

Nos versos e nas músicas, Vera dá orientações para Helena: "Falo sobre a escola, a natureza e dou conselhos".

Mas algo inquieta Vera: "Terei tempo para passar tudo o que aprendi para Helena?"

Vera preparou todos os caminhos para que a pequena Helena tenha a mesma força e o mesmo perfume que recebeu um dia de sua mãe Iracy: três Rosas Sublimes no jardim de Rosal, de Bom Jesus do Itabapoana e do mundo.






MINHA BOM JESUS

Vera Viana

Desce o Itabapoana, luzidio,
Vem beijar a cidade sedutora.
Seu céu, seu sol, luar em desvario,
Dão luz ao vale e à serra encantadora.

Sua praça tão calma, o casario,
O Calvário, a matriz acolhedora,
A ponte, os flamboyants na beira-rio,
Transmitindo uma paz confortdora.

Princesinha do norte-fluminense,
com honrados patrimônios culturais,
O "Pau-Ferro", esplendor bonjesuense.

Bom Jesus terra boa, tão amada,
De encantáveis belezas naturais,
Pelo Jesus tão bem abençoada.

O NORTE FLUMINENSE PARABENIZA VERA VIANA, DESEJANDO-LHE MUITOS ANOS DE VIDA!

SARAU JUNINO: DIA 29 DE JUNHO



SARAU PROSA E POEMAS



segunda-feira, 26 de junho de 2017

Rachmaninoff: piano concerto


Inhotim, em Brumadinho (MG): um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do Brasil





Histórico

O Instituto Inhotim começou a ser idealizado pelo empresário mineiro Bernardo de Mello Paz a partir de meados da década de 1980. A propriedade privada se transformou com o tempo, tornando-se um lugar singular, com um dos mais relevantes acervos de arte contemporânea do mundo e uma coleção botânica que reúne espécies raras e de todos os continentes. Os acervos são mobilizados para o desenvolvimento de atividades educativas e sociais para públicos de faixas etárias distintas. O Inhotim, uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), tem construído ainda diversas áreas de interlocução com a comunidade de seu entorno. Com atuação multidisciplinar, o Inhotim se consolida, a cada dia, como um agente propulsor do desenvolvimento humano sustentável.




















Seja um Violeiro da Orquestra de Viola Caipira de Bom Jesus de Itabapoana



Projeto do Projeto Musical da 

Orquestra de Viola Caipira de Bom Jesus de Itabapoana 


Inscreva-se gratuitamente na JEMAJ MUSICAL, pelo telefone 
(022) 3831-4079 

Público Principal: Idosos 



VENHA SER UM VIOLEIRO!


Apoio Cultural: ROTARY CLUB 


Organização: JEMAJ MUSICAL

sábado, 24 de junho de 2017

Quando a Portugalidade primeiro se fez soar


Dia 24 de junho: Dia Um de Portugal


MUTUM (MG) SE ESMERA NA ORGANIZAÇÃO DO CIRCUITO CULTURAL ARTE ENTRE POVOS




O secretário de cultura de Mutum (MG), Cesar Tomé está se esmerando, juntamente com suas colaboradoras. na organização da 8ª edição do Circuito Cultural Arte Entre Povos, que ocorrerá entre os dias 8 e 11 de agosto de 2017.

O evento no Sudeste terá início em Bom Jesus do Itabapoana no dia 29 de julho e prosseguirá por diversos municípios do RJ, MG e ES.

A coordenação nacional está a cargo do CCMB (Centro Cultural Maria Beatriz) sediado em Laje do Muriaé (RJ).


Prefeitura de Bom Jesus investe no desenvolvimento cultural dos jovens





A Prefeitura de Bom Jesus do Norte (ES) está investindo no desenvolvimento cultural dos seus jovens.

Através do projeto Campeões de Futuro idealizado pelo governo do Estado, o prefeito Marquinho Messias, atuando em harmonia com o Secretário de Educação, Rogério Cantelle Tavares, o Diretor de Cultura Kaiki, os professores de xadrez Fábio Vargas e Flávia Barreto Jacomini, assim como a diretora do EMEF Cel. Antônio Honório, Lúcia Helena Costa Escudini, realizou, nos dias 22 e 23 de junho, a primeira etapa deste projeto, que envolveu cerca de 150 (cento e cinquenta) jovens enxadristas.

Segundo Marquinho Messias, a prefeitura municipal irá estender a atividade de xadrez para duas outras escolas municipais: as Escolas Minervina e São Sebastião.

De acordo com o professor Fábio Vargas, árbitro da competição, que tem prestado atuação digna de aplausos na massificação do xadrez nas duas Bom Jesus, outras duas etapas ainda serão realizadas no município. Os melhores colocados irão disputar a fase estadual.

A EMEF Cel. Antônio Honório conta com sala de xadrez, onde são ministradas aulas pela profª Flávia. O professor Fábio, por sua vez, dá aulas de xadrez, todas as terças e quintas-feiras, das 18h às 21h, na Biblioteca Municipal Romeu Couto, localizada no centro da cidade.



















Premiação


Professor Fábio Vargas tem revolucionado, há vários anos, o xadrez nas duas Bom Jesus


Profª Flávia Barreto Jacomini, destaque no xadrez norte-bonjesuense: alunos enxadristas melhoraram desempenho na matemática 


Dr. Gino Bastos, prefeito Marquinho Messias, secretário de educação Rogério Cantelle e prof. Fábio Vargas
EMEF Cel. Antônio Honório: evidência na educação


sexta-feira, 23 de junho de 2017

Vereadores buscam apoio da Prefeitura em defesa da APAE Macabu





A convite da vereadora a Nathália Braga, os parlamentares Barcelos Resina e Paulo Henrique e o procurador geral da Câmara, Jader Gomes, estiveram reunidos na tarde do dia 19 passado com representantes da Prefeitura e da secretaria municipal de Educação, acompanhados do presidente e da assessora da Federação das Apaes do Estado do Rio de Janeiro (FEAPAES), em busca de apoio a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Conceição de Macabu.
A unidade que atende cerca de 70 crianças portadoras de necessidades especiais paralisou suas atividades desde o mês de dezembro de 2016, devido a dificuldades financeiras, agravadas pelo fim do convênio firmado pelo Governo do Estado junto à instituição.
“Todo nosso atendimento integral está paralisado desde o final de 2016 por falta de recursos, paralisamos serviços importantes como o de educação especial, atendimento médico, fisioterapêutico, psicológico, entre outros”, disse Ana Lucia, presidente da APAE.
Diante deste cenário, e em busca de alternativas para reativar os importantes serviços prestados pela instituição, representantes do Legislativo, da FEAPAES e da APAE solicitaram a secretária municipal de Educação, Vivian Moraes Leal, a efetivação de repasse de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB), destinados às instituições especializadas no atendimento a alunos com deficiência.
“Com a criação do Fundeb o Ministério da Educação aumentou os repasses paras as Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes). O repasse de recursos que antes era feito para instituições isoladas por meio de convênio, foi substituído por políticas universais de financiamento, principalmente aquele destinado a educação especial. Infelizmente o cobertor é curto, a Apae Macabu está praticamente de portas fechadas e nossa função como representantes da Federação das Apaes é buscar meios para garantir a continuidade dos serviços prestados por esta importante instituição”, explica Ana Mantuano, assessora da FEAPAES.
A secretária municipal de Educação explicou que 100% dos recursos repassados pelo Fundeb são utilizados em sua totalidade para pagamento de pessoal, sendo 60% destinado ao pagamento do magistério e 40% para profissionais de apoio, e que diante da solicitação da Apae, a aplicação dos recursos será reajustada para atendimento a demanda, após confirmação do Fundeb quanto ao repasse de valores ao Município, destinados as instituições especializadas em alunos com deficiência.
“Se houve uma utilização de forma errônea dos recursos, não ocorreu de forma proposital. Somente agora estamos recebendo esta reivindicação da Apae, que será analisada pelo corpo jurídico da Prefeitura, pela secretaria de Planejamento e pelo Prefeito. Queremos e vamos contribuir para o pleno funcionamento da instituição filantrópica que é uma parceira do Município no atendimento as pessoas com necessidades especiais”, explica Vivian Moraes.
A vereadora Nathália Braga, responsável pelo encontro, ressalta a importância da contrapartida do Município em ajuda a Associação de Pais e Amigos.
“A contrapartida do Município é fundamental para que a Apae continue a oferecer importantes serviços as crianças especiais de nossa cidade. Infelizmente a Prefeitura não dispõe de uma estrutura de atendimento como a da Associação, por isso é tão necessária a participação do Poder Público nesta luta. Como representantes do Poder Legislativo vamos continuar acompanhando o caso e temos certeza que o Prefeito Cláudio Linhares se sensibilizará com a demanda e sua equipe efetivará o repasse de recursos tão importantes não somente para a Apae, mas para as 70 famílias atendidas pela instituição”, destaca a vereadora.
Somente em 2010, o Fundeb repassou R$ 293 milhões para as Apaes e instituições especializadas em alunos com deficiência, além de recursos para aquisição de merenda e aqueles originários do Programa Dinheiro na Escola (PDDE).
Estado do Rio de Janeiro
Poder Legislativo
Câmara Municipal de Conceição de Macabu
Praça Dr. José Bonifácio Tassara, 113, Centro
Conceição de Macabu/RJ - CEP 28.740-000
Contatos: cmcm.oficial@gmail.com (22) 2779-2047

56ª EXPOCAVIL e FESTA DE AGOSTO