domingo, 30 de abril de 2017

FESTA DA USINA SANTA MARIA


POÇO JESUÍTICO É PATRIMÔNIO CULTURAL EM ANCHIETA (ES)





O Poço Abaré (palavra que em língua tupi-guarani significa padre, e, especialmente, jesuíta), também conhecido como Poço Anchieta ou Poço da Ponta dos Castelhanos, na cidade de Anchieta, litoral sul do Espírito Santo, é um dos marcos históricos estabelecido no século XVI, desde a época em que o padre José de Anchieta manteve residência na aldeia de Rerigtiba. Vejam fotos do local.














quinta-feira, 27 de abril de 2017

O 53º ANIVERSÁRIO DE EMANCIPAÇÃO DE BOM JESUS DO NORTE (ES)





SITE SOBRE PADRE MELLO RESGATA SUA VIDA E OBRA, NA COMEMORAÇÃO PELOS 154 ANOS DE SUA DATA NATALÍCIA






https://sites.google.com/site/padreantoniofranciscodemello/home/







               Hoje, 27 de abril, quando Padre Mello completaria 154 anos de nascimento, será organizado na cantina da Igreja Matriz o evento que já virou tradição e é conhecido como "O Pão do Padre", lembrando a época em que a irmã do pároco português, Maria Júlia de Mello, conhecida como Mariquinha, e a portuguesa Cândida costumavam preparar um delicioso pão caseiro, que era vendido com o objetivo de custear as obras da Igreja Matriz.
              Em comemoração à data, foi confeccionado também o site onde os internautas poderão conhecer a vida e a obra do pároco português. 
                 A tradição do Pão do Padre foi resgatada graças ao testemunho de Ruth Fragoso de Azevedo Silveira, falecida recentemente. O munizfreirense João Bosco Figueiredo Côgo, radicado em Guaçuí (ES), será novamente o responsável pela belíssima decoração.

                   Vejam fotos do evento que deu início ao resgate do Pão do Padre.



 Ruth Fragoso de Azevedo Silveira resgatou a história do Pão do Padre. Mariquinha, irmã do pároco, e a portuguesa Cândida, vendiam o pão, apreciado por Padre Mello, para custear as obras e despesas da Igreja
















O Pão do Padre





quarta-feira, 26 de abril de 2017

NOTA DE ESCLARECIMENTO DA PREFEITURA DE BOM JESUS DO ITABAPOANA


(do serviço de comunicação da Prefeitura de Bom Jesus do Itabapoana)




Boa tarde!
Esclarecimento da Prefeitura Municipal de Bom Jesus do Itabapoana sobre a matéria veiculada na edição nº 19, do mês de abril de 2017 do Jornal Tempo News.
O jornal acima citado, de maneira equivocada e tendenciosa veiculou matéria dando conta de que a atual administração ao invés de conter gastos, teria criado mais 60 (sessenta) cargos comissionados, alcançando o número total de 171 cargos.
Ocorre, no entanto, que o jornalista responsável pela matéria se equivocou quando da elaboração do material jornalístico.
A gestão anterior tinha 141 (cento e quarenta e um) cargos comissionados, no entanto, a estrutura administrativa da Prefeitura Municipal de Bom Jesus do Itabapoana era obsoleta, tendo a última reforma administrativa ocorrido no ano de 2000, com a Lei 583/2000.
Por tal motivo havia grande necessidade de modificações urgentes para que pudesse ser criada uma nova Administração Pública que demonstrasse a real carência de cargos, a fim de que o tão esperado e sonhado concurso público pudesse finalmente sair do papel ainda esse ano.
Assim foi feito!
Foram criados 30 (trinta) cargos comissionados, metade do informado pelo jornal, no entanto, deve ser frisado o fato de que todos os cargos criados o foram feitos em razão de estrita necessidade, inclusive de estar cumprindo algumas exigências constitucionais e legais.
Somente a título de exemplo e, sem entrar no mérito de necessidade ou desnecessidade, no mês de dezembro de 2016 foram gastos R$290.461,10 (duzentos e noventa mil quatrocentos e sessenta e um reais e dez centavos) com pessoal comissionado. No mês de março de 2017 a atual gestão pagou aos comissionados o valor total de R$238.885,52 (duzentos e trinta e oito mil oitocentos e oitenta e cinco reais e cinquenta e dois centavos).
Como se pode ver, embora tenham sido criados novos cargos comissionados, foi feita economia na ordem de R$50.000,00 (cinquenta mil reais) mensais.
A Prefeitura Municipal de Bom Jesus do Itabapoana, através do Prefeito Municipal, vem a público afirmar que a atual gestão é pautada pela transparência e seriedade que merece a Administração Pública.

Por tal motivo, sugere-se ao jornal antes de veicular uma matéria, requeira as informações necessárias à Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Bom Jesus do Itabapoana. Certamente evitará que informações incorretas circulem desnecessariamente.


terça-feira, 25 de abril de 2017

Comissão Julgadora divulga resultado do Concurso de Poesia "Elcio Xavier e o Véu da Manhã"



Maria Dolores Pimentel, Edson Lobo e Vera Maria Viana Borges: acadêmicos consagrados da Academia Calçadense de Letras integraram a Comissão Julgadora do Concurso de Poesia "Elcio Xavier e O Véu da Manhã"


A Comissão Julgadora do Concurso "Elcio Xavier e O Véu da Manhã" encaminhou ao O Norte Fluminense o resultado da competição, que teve 19 participantes do Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Além dos três primeiros lugares, que receberão medalhas, houve uma Menção Honrosa. Todos receberão certificado de participação.

O Norte Fluminense agradece a participação de todos os poetas e o apoio imprescindível da Comissão Julgadora, que foi integrada por Maria Dolores Pimentel, Edson Lobo e Vera Maria Borges Viana, consagrados membros da Academia Calçadense de Letras, de São José do Calçado (ES), que gentilmente se dispuseram a colaborar com este Concurso. 

Seguem as poesias premiadas, com seus respectivos autores.

1º lugar:

Elcio Xavier - Além dos olhos

Tereza Cristina de Lima Nazareth de Jesus
Colégio Estadual Luiz Tito de Almeida 
(Distrito de Rosal, Bom Jesus do Itabapoana)

Quisera eu imergir 
no devaneio da aurora 
que assoma na elegância de teus versos,
ó nobre Elcio! 
Quisera caminhar 
nos teus trilhos poéticos 
onde discretamente espalhaste 
os retratos e contornos do teu ser 
Quisera velejar 
nas águas puras que descreves 
Pudera antes ter nascido 
para antes tê-lo conhecido. 

Quisera ouvir o bramir cativo daqueles ventos... 
ver no orvalho, adorno das manhãs,
o véu transparente, 
cuja sombra cede lugar às palavras 
e seu desprender se resume
no desabrochar do poeta maior. 

Estrela bonjesuense, 
que no esplêndido Maio surgiste! 
Já não se limita às vagas páginas em branco,
nas quais outrora desenhaste o futuro. 
Entretanto, habitas sorrateira
No viajar deste meu pensamento 
e se refaz a cada novo horizonte. 

2º lugar

O Ecologista

Suelyr Reis da Silva
Bom Jesus do Itabapoana

Sonho feito papel,
Papel feito criança, 
Criança feito vida, 
Vida feito verde, 
Verde feito amor, 
Amor feito esperança.
Esperança de um mundo melhor, 
Com menos guerra, 
Menos discórdia, 
Menos destruição. 

O homem Elcio Xavier,
Bonjesuense que procura a paz. 
E onde ela está? 
No sorriso de criança, 
No desabrochar de uma flor, 
No brilho das estrelas, 
No balanço das ondas,
Na gota de orvalho que cai, 
Todas as manhãs.
No calor do sol. 

Nesses fatos estão a tranquilidade,
O sossego e a paz. 
O que procura o homem? 
Fama e poder,
Guerra e Violência. 
O homem com sua insensatez, 
Vai destruindo o verde, 
As matas, as florestas. 
Mata os peixes, sem controlar sua fúria. 
Polui os lagos e os rios. 

Amigos, ouvi-me... 
Ainda há tempo de salvar a natureza, 
Salvar os animais, as plantas, nosso mundo. 
Basta crer em Deus e olhar para si mesmo. 
Com nosso conterrâneo ilustre, 
Que com o seu Véu da Manhã 
Nos diz a cada dia: Amo a terra que me viu nascer, 
Amo o sol, as estrelas, as montanhas. 

Meu coração bate forte, pelas águas do Itabapoana.


3º lugar

O VÉU DO AMANHÃ


Abraham Novaes Alves
Colégio Estadual Padre Mello
Bom Jesus do Itabapoana


Vi, em um pasmo caudaloso e turvo, o amanhã
Um véu o cobria numa triste manhã
Envolto de sons emitidos de um olhar azul
Oriundos do vento sul

Densas névoas manejavam suas asas
E relâmpagos desapareciam nas casas
Eis que um vulto surge altivo
Com gesto afetivo

Percebi, então, que era eu néscio
Antes de conhecer Elcio
O fascínio de Ége
Que o coração protege

De Xavier em Xavier
Seja o que vier
Os mares estão traçados
Mesmo nos barcos vergastados

Canta, poeta maior,
Poetiza a melodia de cor,
Como os olhos encontram suas lágrimas
Me encontrei ao alcançar suas páginas.

Menção Honrosa


Elcio Xavier



Kasthiliane Aparecida Brambila Rabelo
Colégio Estadual Governador Roberto Silveira
Bom Jesus do Itabapoana


Um poeta que penetra
Nas suas análises,
Onde a poesia para ele
Sempre será uma descoberta.

Bonjesuense que traz
Na carreira um
Coração valente,
Recria um Universo
Que a todos pertence.

Com toda intensidade
Ele nos traz
A sua contemplação
No seu livro “O Véu da Manhã”.

Com legitimidade
Ele nos faz sonhar
Num mundo onde
Só ele nos faz penetrar.

Entre idas e vindas,
Com amor e dor,
Ele nem imagina
O tamanho do seu valor.

Um homem vivido e amigo,
Humilde e compreensivo,
Com linguagem simples
É verdadeira e simplesmente
Elcio Xavier.



Elcio Xavier, um dos maiores vates do Brasil






segunda-feira, 24 de abril de 2017

GRANDE LEILÃO DE MAIO 2017




ALINE BARROS CANTA NO 1º DIA DO EVANGÉLICO EM ITAPERUNA (RJ)

Foto: blog do Jailton da Penha
gallery

A cantora gospel Aline Barros voltou a atrair multidão, desta vez, no show em Itaperuna, ocorrido no dia 22 de abril, por ocasião do Dia do Evangélico, segundo informa o blog do Jailton da Penha. Vejam em:

http://jailtondapenha.blogspot.com.br/2017/04/aline-barros-canta-no-1-dia-do.html

      RESGATE DA HISTÓRIA DA IGREJA MATRIZ DE BOM JESUS DO ITABAPOANA           




Edino Apolinário

                                        
A Paróquia do Senhor Bom Jesus foi criada em 14/11/1862


Padre Horácio Teixeira (1885-1890)



Pe. Mello (1899-1947) concluiu a reforma da Igreja em 1931

Torre da Igreja Matriz, ao fundo, sendo construída por Padre Mello em 24/07/1922


 
Padre Alípio Deodato(1947-1950)



Padre Alípio Deodato e as Filhas de Maria


RELATOS DAS REFORMAS E AMPLIAÇÕES

             Aos 24 de julho de 1959, depois de muitos anos sem funcionamento, voltou a trabalhar o velho relógio da torre da igreja Matriz (As despesas de restauração foram de oitenta mil cruzeiros.).
               Em 9 de julho de 1959, foi iniciada a construção do salão paroquial ao lado da igreja Matriz. Para isso os operários trabalharam durante vários dias na limpeza do terreno sendo demolida uma gruta e um cômodo ao seu lado.



              
           Em 13 de março de 1960, foi inaugurado o salão paroquial (o custo dessa construção ficou em novecentos e cinquenta mil cruzeiros, em moeda da época).
             No ano de 1973, Pe. Francisco Apoliano empreendeu a grande remodelação da Igreja Matriz pois, o prédio encontrava-se em péssimas condições devido a antiguidade da obra e do material usado. Para iniciar a obra, solicitou um laudo técnico de um engenheiro. Pediu, que embora houvesse pressões para que as torres fossem demolidas, que se fizesse de tudo para preservá-las por respeito aos fiéis que desejavam manter inalterada a fachada com suas torres laterais.
            Essa reforma atenderia às seguintes necessidades em que o templo se encontrava:
              1. insegurança estática da construção atual; 2. necessidade de aumentar a capacidade populacional do templo; 3. respeito para com o sentimento dos fiéis que desejavam manter inalteradas a fachada e as torres laterais do templo; 4. aproveitamento das fundações das novas obras para lojas, depósitos e escritórios.


Pedro Teixeira e Pe. Elcio Murucci


                Com base em um longo relatório do engenheiro, Pe. Francisco Apoliano, em 25 de maio de 1973, enviou à Cúria Diocesana ofício pedindo autorização para o começo da obra, juntamente com o resumo da vistoria.
               Antes de começar as obras, Pe. Francisco Apoliano mandou fotografar toda a igreja, especialmente os altares (principal e laterais), para que ficasse guardado para a posteridade como era a antiga Matriz.
             No dia 1º de setembro de 1973, primeiro sábado do mês, esteve em Bom Jesus o Arquiteto Prof. Ruggiero Danielle para fazer a demarcação e autorizar o começo das obras da nova Matriz. Nessa época o morro abaixo da antiga matriz e todo entulho proveniente das primeiras demolições já haviam sido retirados por máquinas e caminhões da Prefeitura e da DARM.



 Joaquim Martins dos Santos
                Durante as obras da Matriz, de acordo com o livro de Registro de Empregados, trabalharam os seguintes operários: Leonides Antonio Ferreira; José Moreira; Arnaldo Mariano de Almeida; Alexandre de Paula da Silva; Raymundo Miranda; Adauto Vargas; Francisco da Silva; Manoel Gomes dos Santos; Sebastião Alves; Josias Alves de Oliveira; Braz Caetano de Souza; José Mariano de Almeida; Paulo Sérgio Ribeiro de Oliveira; Jorge Martins Ribeiro; Luiz Paulo Ribeiro da Cruz; João Luiz da Silva; José Tarcizio da Silva Almeida; Idelfonso Pereira Martins; Francisco da Silva; Antonio Gomes; Sebastião Severiano da Silva; João de Oliveira Rodrigues; Pedro Teixeira de Souza; Sebastião Lúcio de Souza; José Antonio de Souza; José Rosa; José Marques, sob a liderança Sr. Orozino Theodoro Azevedo.

      
           Para os trabalhos da torre principal o Pe. Francisco solicitou ao engenheiro Dr. Paulo Sérgio do Canto Cyrillo, que fizesse um estudo para começar a obra. Foram feitos pilares e vigas em toda a fachada para reforçá-la. Registra-se que durante as obras houve muitos mutirões compostos de homens da cidade e das capelas.
           Em 25 de março de 1974, ficaram prontas as bases para se apoiar as colunas da construção da nova Matriz.
           Em dezembro de 1974, começaram os preparativos para bater a laje da principal cobertura da igreja, o que só aconteceu na semana de 15 a 22 de junho de 1975. O vigário Pe. Francisco Apoliano avisou que até àquela data todas as despesas referentes às reformas estavam pagas.

                
                    No dia 6 de dezembro de 1975, foram demolidas as últimas paredes da igreja velha. No dia 9 de dezembro do mesmo ano, foi iniciada a construção das paredes externas.
              Aos 18 de abril de 1976, Domingo de Páscoa, Pe. Francisco Apoliano voltou a celebrar a Santa Missa no novo templo, onde os fiéis ficaram melhor acomodados. A partir desse dia, sempre aos domingos e festas maiores, as Missas eram celebradas na nova Matriz.
                Aos 21 de junho de 1976, continuavam os trabalhos da nova Matriz, com a construção das paredes onde colocariam os vitrais, que retratam várias fases da vida de Cristo. Embora as despesas com estas obras fossem enormes, as contas eram pagas rigorosamente à vista. O Vigário não sabia dever e, de todas as ofertas e gastos fazia minuciosas prestações de contas aos fiéis.
                Os ornamentos em pedra sabão que estão na parte externa da igreja vieram de Congonhas MG.

                
                   Em 7 de outubro de 1980, foi contratada uma firma especializada  para colocar o pára-raios para proteger o novo templo. O total dos gastos foi de CR$ 53.100,00 (Cinquenta e três mil e cem cruzeiros).
            Em 1980, Mons. Francisco Apoliano, se dirigiu à cidade do Rio de Janeiro, e contratou o artista plástico Sr. Arthur de Oliveira Paiva, natural de Cantagalo (RJ).


Monsenhor Francisco Apoliano preservou a fachada da Igreja construída por Padre Mello
             Na mesma região encontrou o Sr. Joaquim Martins dos Santos, (Sr. Martins) - paraibano de nascimento, já decidido a voltar para a sua terra devido à violência no Rio de Janeiro. Mons. Francisco custou a convencê-lo para que pudesse ao menos vir a Bom Jesus, sem compromisso de ficar, para ver os trabalhos a serem executados. Depois que veio ficou impressionado com a obra, e decidiu ficar. Para ser seu ajudante chamou o Sr. Pedro Teixeira de Souza. Confeccionaram todas as sancas, capitéis, arcos, colunas e quadros, onde seriam pintados os mistérios do rosário bem como os Evangelistas.
                    O encarregado da obra foi o sr. Orozino Theodoro Azevedo.
                   Ao Sr. Arthur de Oliveira Paiva coube fazer toda a pintura interna e externa do novo templo. Pintou os quadros representando os mistérios do Rosário, os Evangelistas e a pintura principal acima do altar-mor, representando a Transfiguração de Nosso Senhor no Monte Tabor, referente à festa litúrgica do Padroeiro da cidade, o Senhor Bom Jesus. O valor total da pintura ficou em CR$ 1.500,000,00 (um milhão e quinhentos mil cruzeiros).


                              PEDREIROS E SERVENTES


Adalto Vargas



Alexandre de Paula


Antônio Gomes


Arnaldo Mariano



Braz Caetano



Francisco da Silva



Idelfonso Pereira



João de Oliveira



João Luiz da Silva


Jorge Martins


José Antônio de Souza



José Mariano


José Marques




José Moreira


José Rosa


José Tarcizio


Josias Alves


Leonides Antonio
Luiz Paulo Ferreira




Manoel Gomes


Paulo Sérgio Ribeiro

Pedro Teixeira


Raymundo Miranda


Sebastião Lúcio


Sebastião Severiano




                Em 28 de fevereiro de 1982, ao se despedir da paróquia, Mons. Francisco Apoliano deixou os seguintes dizeres no livro de tombo da paróquia sobre a reforma da igreja matriz:
                  “Os serviços da igreja matriz estão na sua fase final. Construímos a igreja que pudemos, sem nunca parar os serviços, sem nenhuma dívida. Causa admiração a todos os que a visitam. O serviço de decoração e pintura estão belíssimos. Faltam os altares, o piso e os bancos. Foi colocado atrás (do altar) um lindo mural de azulejos decorados com a representação dos nove coros dos anjos. Foi o que pudemos fazer. Deus abençoe a todos que nos ajudaram, as comissões de cada mês e aos fiéis em geral”. 

Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus: fachada construída por Padre Mello foi preservada



IMAGEM DO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA



Imagem de Nossa Senhora de Fátima foi confeccionada em Portugal

                No ano de 1961, a Srª. Ismélia Saad Silveira, viúva do Governador Roberto Silveira, presenteou a Paróquia com uma imagem do Imaculado Coração de Maria de Nossa Senhora de Fátima. Pe. Francisco Apoliano, nos conta os detalhes:

      “No dia 16 de julho de 1961, com a devida licença, procedeu a bênção solene da imagem linda e preciosa, que foi ofertada a nossa Igreja Matriz por D. Ismélia Saad Silveira, esposa do Governador do Estado do Rio de Janeiro Roberto Silveira. A imagem do Imaculado Coração de Maria custou 17.000 escudos. A imagem foi confeccionada em Portugal pelo artista de fama mundial Comendador José Ferreira Thedim, que fez a primeira imagem de Nossa Senhora de Fátima que se encontra em Portugal na “Capelinha das Aparições”. Juntamente com a imagem, vieram o véu, a coroa e a redoma. D. Ismélia assistiu ao ato da bênção com a igreja repleta de fiéis.​


Ismélia Silveira, nossa eterna primeira dama, e o Papa João Paulo II