segunda-feira, 24 de abril de 2017


      RESGATE DA HISTÓRIA DA IGREJA MATRIZ DE BOM JESUS DO ITABAPOANA           




Edino Apolinário

                                        
A Paróquia do Senhor Bom Jesus foi criada em 14/11/1862


Padre Horácio Teixeira (1885-1890)



Pe. Mello (1899-1947) concluiu a reforma da Igreja em 1931

Torre da Igreja Matriz, ao fundo, sendo construída por Padre Mello em 24/07/1922


 
Padre Alípio Deodato(1947-1950)



Padre Alípio Deodato e as Filhas de Maria


RELATOS DAS REFORMAS E AMPLIAÇÕES

             Aos 24 de julho de 1959, depois de muitos anos sem funcionamento, voltou a trabalhar o velho relógio da torre da igreja Matriz (As despesas de restauração foram de oitenta mil cruzeiros.).
               Em 9 de julho de 1959, foi iniciada a construção do salão paroquial ao lado da igreja Matriz. Para isso os operários trabalharam durante vários dias na limpeza do terreno sendo demolida uma gruta e um cômodo ao seu lado.



              
           Em 13 de março de 1960, foi inaugurado o salão paroquial (o custo dessa construção ficou em novecentos e cinquenta mil cruzeiros, em moeda da época).
             No ano de 1973, Pe. Francisco Apoliano empreendeu a grande remodelação da Igreja Matriz pois, o prédio encontrava-se em péssimas condições devido a antiguidade da obra e do material usado. Para iniciar a obra, solicitou um laudo técnico de um engenheiro. Pediu, que embora houvesse pressões para que as torres fossem demolidas, que se fizesse de tudo para preservá-las por respeito aos fiéis que desejavam manter inalterada a fachada com suas torres laterais.
            Essa reforma atenderia às seguintes necessidades em que o templo se encontrava:
              1. insegurança estática da construção atual; 2. necessidade de aumentar a capacidade populacional do templo; 3. respeito para com o sentimento dos fiéis que desejavam manter inalteradas a fachada e as torres laterais do templo; 4. aproveitamento das fundações das novas obras para lojas, depósitos e escritórios.


Pedro Teixeira e Pe. Elcio Murucci


                Com base em um longo relatório do engenheiro, Pe. Francisco Apoliano, em 25 de maio de 1973, enviou à Cúria Diocesana ofício pedindo autorização para o começo da obra, juntamente com o resumo da vistoria.
               Antes de começar as obras, Pe. Francisco Apoliano mandou fotografar toda a igreja, especialmente os altares (principal e laterais), para que ficasse guardado para a posteridade como era a antiga Matriz.
             No dia 1º de setembro de 1973, primeiro sábado do mês, esteve em Bom Jesus o Arquiteto Prof. Ruggiero Danielle para fazer a demarcação e autorizar o começo das obras da nova Matriz. Nessa época o morro abaixo da antiga matriz e todo entulho proveniente das primeiras demolições já haviam sido retirados por máquinas e caminhões da Prefeitura e da DARM.



 Joaquim Martins dos Santos
                Durante as obras da Matriz, de acordo com o livro de Registro de Empregados, trabalharam os seguintes operários: Leonides Antonio Ferreira; José Moreira; Arnaldo Mariano de Almeida; Alexandre de Paula da Silva; Raymundo Miranda; Adauto Vargas; Francisco da Silva; Manoel Gomes dos Santos; Sebastião Alves; Josias Alves de Oliveira; Braz Caetano de Souza; José Mariano de Almeida; Paulo Sérgio Ribeiro de Oliveira; Jorge Martins Ribeiro; Luiz Paulo Ribeiro da Cruz; João Luiz da Silva; José Tarcizio da Silva Almeida; Idelfonso Pereira Martins; Francisco da Silva; Antonio Gomes; Sebastião Severiano da Silva; João de Oliveira Rodrigues; Pedro Teixeira de Souza; Sebastião Lúcio de Souza; José Antonio de Souza; José Rosa; José Marques, sob a liderança Sr. Orozino Theodoro Azevedo.

      
           Para os trabalhos da torre principal o Pe. Francisco solicitou ao engenheiro Dr. Paulo Sérgio do Canto Cyrillo, que fizesse um estudo para começar a obra. Foram feitos pilares e vigas em toda a fachada para reforçá-la. Registra-se que durante as obras houve muitos mutirões compostos de homens da cidade e das capelas.
           Em 25 de março de 1974, ficaram prontas as bases para se apoiar as colunas da construção da nova Matriz.
           Em dezembro de 1974, começaram os preparativos para bater a laje da principal cobertura da igreja, o que só aconteceu na semana de 15 a 22 de junho de 1975. O vigário Pe. Francisco Apoliano avisou que até àquela data todas as despesas referentes às reformas estavam pagas.

                
                    No dia 6 de dezembro de 1975, foram demolidas as últimas paredes da igreja velha. No dia 9 de dezembro do mesmo ano, foi iniciada a construção das paredes externas.
              Aos 18 de abril de 1976, Domingo de Páscoa, Pe. Francisco Apoliano voltou a celebrar a Santa Missa no novo templo, onde os fiéis ficaram melhor acomodados. A partir desse dia, sempre aos domingos e festas maiores, as Missas eram celebradas na nova Matriz.
                Aos 21 de junho de 1976, continuavam os trabalhos da nova Matriz, com a construção das paredes onde colocariam os vitrais, que retratam várias fases da vida de Cristo. Embora as despesas com estas obras fossem enormes, as contas eram pagas rigorosamente à vista. O Vigário não sabia dever e, de todas as ofertas e gastos fazia minuciosas prestações de contas aos fiéis.
                Os ornamentos em pedra sabão que estão na parte externa da igreja vieram de Congonhas MG.

                
                   Em 7 de outubro de 1980, foi contratada uma firma especializada  para colocar o pára-raios para proteger o novo templo. O total dos gastos foi de CR$ 53.100,00 (Cinquenta e três mil e cem cruzeiros).
            Em 1980, Mons. Francisco Apoliano, se dirigiu à cidade do Rio de Janeiro, e contratou o artista plástico Sr. Arthur de Oliveira Paiva, natural de Cantagalo (RJ).


Monsenhor Francisco Apoliano preservou a fachada da Igreja construída por Padre Mello
             Na mesma região encontrou o Sr. Joaquim Martins dos Santos, (Sr. Martins) - paraibano de nascimento, já decidido a voltar para a sua terra devido à violência no Rio de Janeiro. Mons. Francisco custou a convencê-lo para que pudesse ao menos vir a Bom Jesus, sem compromisso de ficar, para ver os trabalhos a serem executados. Depois que veio ficou impressionado com a obra, e decidiu ficar. Para ser seu ajudante chamou o Sr. Pedro Teixeira de Souza. Confeccionaram todas as sancas, capitéis, arcos, colunas e quadros, onde seriam pintados os mistérios do rosário bem como os Evangelistas.
                    O encarregado da obra foi o sr. Orozino Theodoro Azevedo.
                   Ao Sr. Arthur de Oliveira Paiva coube fazer toda a pintura interna e externa do novo templo. Pintou os quadros representando os mistérios do Rosário, os Evangelistas e a pintura principal acima do altar-mor, representando a Transfiguração de Nosso Senhor no Monte Tabor, referente à festa litúrgica do Padroeiro da cidade, o Senhor Bom Jesus. O valor total da pintura ficou em CR$ 1.500,000,00 (um milhão e quinhentos mil cruzeiros).


                              PEDREIROS E SERVENTES


Adalto Vargas



Alexandre de Paula


Antônio Gomes


Arnaldo Mariano



Braz Caetano



Francisco da Silva



Idelfonso Pereira



João de Oliveira



João Luiz da Silva


Jorge Martins


José Antônio de Souza



José Mariano


José Marques




José Moreira


José Rosa


José Tarcizio


Josias Alves


Leonides Antonio
Luiz Paulo Ferreira




Manoel Gomes


Paulo Sérgio Ribeiro

Pedro Teixeira


Raymundo Miranda


Sebastião Lúcio


Sebastião Severiano




                Em 28 de fevereiro de 1982, ao se despedir da paróquia, Mons. Francisco Apoliano deixou os seguintes dizeres no livro de tombo da paróquia sobre a reforma da igreja matriz:
                  “Os serviços da igreja matriz estão na sua fase final. Construímos a igreja que pudemos, sem nunca parar os serviços, sem nenhuma dívida. Causa admiração a todos os que a visitam. O serviço de decoração e pintura estão belíssimos. Faltam os altares, o piso e os bancos. Foi colocado atrás (do altar) um lindo mural de azulejos decorados com a representação dos nove coros dos anjos. Foi o que pudemos fazer. Deus abençoe a todos que nos ajudaram, as comissões de cada mês e aos fiéis em geral”. 

Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus: fachada construída por Padre Mello foi preservada



IMAGEM DO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA



Imagem de Nossa Senhora de Fátima foi confeccionada em Portugal

                No ano de 1961, a Srª. Ismélia Saad Silveira, viúva do Governador Roberto Silveira, presenteou a Paróquia com uma imagem do Imaculado Coração de Maria de Nossa Senhora de Fátima. Pe. Francisco Apoliano, nos conta os detalhes:

      “No dia 16 de julho de 1961, com a devida licença, procedeu a bênção solene da imagem linda e preciosa, que foi ofertada a nossa Igreja Matriz por D. Ismélia Saad Silveira, esposa do Governador do Estado do Rio de Janeiro Roberto Silveira. A imagem do Imaculado Coração de Maria custou 17.000 escudos. A imagem foi confeccionada em Portugal pelo artista de fama mundial Comendador José Ferreira Thedim, que fez a primeira imagem de Nossa Senhora de Fátima que se encontra em Portugal na “Capelinha das Aparições”. Juntamente com a imagem, vieram o véu, a coroa e a redoma. D. Ismélia assistiu ao ato da bênção com a igreja repleta de fiéis.​


Ismélia Silveira, nossa eterna primeira dama, e o Papa João Paulo II



































10 comentários:

  1. Porque o Padre Francisco deixou a matriz?

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    1. Em 1981 foi nomeado para a Diocese de Campos um novo Bispo.Quando o novo bispo veio celebrar em Bom Jesus (dia 10 de janeiro de 1982), após uma bela recepção, entrou na igreja Matriz para celebrar a missa, muitas pessoas se levantaram e não quiseram assistir a missa do Bispo, pois era a chamada Missa Nova (aqui em Bom Jesus o Padre Francisco celebrava a Missa Antiga conforme orientação de Dom Antônio (Bispo da diocese até 14 de setembro de 1981) O novo Bispo celebrou a Missa e ao final censurou os que que tinham saído e aprovou a atitude do Padre Francisco que ficou na porta da Igreja não permitindo a entrada de pessoas que não estivesse com roupa adequada (tenho o áudio desse pronunciamento) No dia 14 de janeiro o Bispo chamou o Pe. Francisco em Campos e lhe comunicou que não queria mais sua permanência na Igreja Matriz e que ele estava dispensado da Diocese. Padre Francisco pertencia a Diocese de Sobral no Ceará e não era Pároco de Bom Jesus e sim Vigário (isto é, o Bispo poderia removê-lo quando achasse necessário) Mas depois de pedidos do povo de Bom Jesus e do próprio Padre Francisco, o Bispo (Dom Carlos Alberto Navarro, Bispo da Diocese de Campos) o nomeou Capelão do Abrigo em Em 25 de maio de 1982 com as seguintes observações: Poderia atender aos hospitais e não deveria exercer nenhuma função na Matriz e Capelas da Paróquia de Bom Jesus. (O que está escrito aqui tenho documentos e áudios) Sempre a disposição. Edino Apolinário

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  2. Eu também queria saber essa informação?

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    1. Em 1981 foi nomeado para a Diocese de Campos um novo Bispo.Quando o novo bispo veio celebrar em Bom Jesus (dia 10 de janeiro de 1982), após uma bela recepção, entrou na igreja Matriz para celebrar a missa, muitas pessoas se levantaram e não quiseram assistir a missa do Bispo, pois era a chamada Missa Nova (aqui em Bom Jesus o Padre Francisco celebrava a Missa Antiga conforme orientação de Dom Antônio (Bispo da diocese até 14 de setembro de 1981) O novo Bispo celebrou a Missa e ao final censurou os que que tinham saído e aprovou a atitude do Padre Francisco que ficou na porta da Igreja não permitindo a entrada de pessoas que não estivesse com roupa adequada (tenho o áudio desse pronunciamento) No dia 14 de janeiro o Bispo chamou o Pe. Francisco em Campos e lhe comunicou que não queria mais sua permanência na Igreja Matriz e que ele estava dispensado da Diocese. Padre Francisco pertencia a Diocese de Sobral no Ceará e não era Pároco de Bom Jesus e sim Vigário (isto é, o Bispo poderia removê-lo quando achasse necessário) Mas depois de pedidos do povo de Bom Jesus e do próprio Padre Francisco, o Bispo (Dom Carlos Alberto Navarro, Bispo da Diocese de Campos) o nomeou Capelão do Abrigo em Em 25 de maio de 1982 com as seguintes observações: Poderia atender aos hospitais e não deveria exercer nenhuma função na Matriz e Capelas da Paróquia de Bom Jesus. (O que está escrito aqui tenho documentos e áudios) Sempre a disposição. Edino Apolinário

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  3. O padre Francisco aceitou numa boa entregar a igreja toda restaurada de mão beijada? Soube que houve um quebra pau na praça, isto aconteceu? Só por curiosidade.

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  4. Este comentário foi removido pelo autor.

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    1. Sim, pois era apenas um administrador; era Vigário e não Pároco. Se fosse Pároco poderia recorrer da decisão. (embora já estivesse aqui a 25 anos) Se o Bispo pediu, ele tinha que entregar, (embora muitos outros padres amigos dele resistiram e o Bispo teve que ingressar na justiça para ter a igreja de volta) Ele depois que saiu da Matriz nunca mais voltou lá. Simplesmente obedeceu.
      Quanto a fatos ocorridos em frente a matriz o Jornal “ MONITOR CAMPISTA ” de 12 de janeiro de 1982 informou a seus leitores, com base em informações do bispado, que Dom Carlos teria sido recebido com manifestações agressivas em Bom Jesus, porém, o padre da paróquia de Bom Jesus do Itabapoana, “não teve qualquer participação na manifestação”.

      Já o Jornal “ O NORTE FLUMINENSE” em sua edição de 17 de janeiro de 1982 noticiou os acontecimentos desta forma:
      BOM JESUS RECEBEU, DE BRAÇOS ABERTOS, O NOVO BISPO - MATRIZ FOI PEQUENA PARA RECEBER TODOS OS
      FIÉIS – DOM CARLOS REZOU A SANTA MISSA EM LATIM
      “No domingo último, dia 10, como estava programado Sua Excelência Dom Carlos Alberto Navarro, o novo Bispo de nossa Diocese, visitou pela primeira vez a nossa Paróquia, rezando a Santa Missa, em nossa Igreja Matriz.
      Havia em torno da visita de Dom Navarro, grande expectativa, pois o mesmo, sucedendo a Dom Antônio de Castro
      Mayer, vem promovendo a integração da Diocese nas novas diretrizes da igreja, introduzidas pelo Concílio Vaticano II, sendo a nossa Paróquia um dos redutos do tradicionalismo conservador. Não obstante, a natural e compreensível
      divergência entre os fiéis, nada de anormal ocorreu, não havendo os exageros divulgados pela imprensa da capital do Estado e nem Dom Navarro foi impedido de rezar a Santa Missa como chegou a divulgar uma emissora de TV do Rio. Houve o que sempre houve, o impedimento do acesso ao interior da igreja de pessoas cuja indumentária não estivesse de acordo com o padrão adotado anteriormente, o que provocou alguns atritos de pequena monta, pois muitos eram os que queriam transgredir esses disciplinares, alegando que o novo Bispo não os apoiava. Também houve a retirada de alguns membros de organizações religiosas. Dom Navarro iniciou a Santa missa, mas não houve o tumulto alegado em algumas divulgações sensacionalistas. D. Carlos Alberto foi recebido pelo Vigário da Paróquia, o Monsenhor Francisco Apoliano, pelas associações religiosas e por uma grande massa de fiéis, sendo saudado em
      nome da comunidade católica pelo Dr. Carlos Alberto Torres de Oliveira”.

      Sempre a disposição
      Edino Apolinário

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  5. Edino, primeiramente gostaria de parabenizá-lo pela excelente materia e a forma competente com que aborda o assunto, gostaria de saber como foi a vinda do Monsenhor Francisco (Padre na época), sendo que ele veio de uma Diocese cearense. Obrigado!

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  6. Em 2 de fevereiro de 1929, ingressou no Seminário Menor São José em Sobral, onde estudou o curso primário e secundário, com término em 27 de novembro de 1933. Em 2 de fevereiro de 1934 ingressou no Seminário Maior (Prainha) de Fortaleza, onde fez o curso Superior, Filosofia e Teologia e recebeu as seguintes Ordens: Tonsura em 17 de maio de 1936; Ostiariato e Leitorato em maio de 1937; Exorcistato e Acolitato em 5 de dezembro de 1937; Subdiaconato em 28 de novembro de 1938 e Diaconato em 25 de março de 1939.
    Recebeu o Presbiterato das mãos do Bispo Diocesano, Dom José Tupinambá da Frota, em 26 de novembro de 1939, na Igreja do Rosário, em Sobral. Sua primeira missa solene foi celebrada no dia 27 de novembro na mesma igreja.
    Serviu como Capelão e Prefeito do Seminário São José, em Sobral, onde neste período lecionava aulas de Português e Matemática.
    Foi o 1º Pároco da Paróquia de São Manuel do Marco (Ceará), de 6 de janeiro de 1942, quando a paróquia foi criada, até 17 de agosto de 1955.
    Os relatos orais e escritos, dos que contam sua história falam de um período de depressão pelo qual ele passou. Naquela ocasião, surgiu na região o boato atribuindo a um pacato político de Morrinhos, uma ameaça de assassinato do padre. Foi para Fortaleza e Rio de Janeiro onde ficou, algum tempo, em tratamento de saúde...
    Em 1955, veio para o Rio de Janeiro para tratamento de saúde. Por orientação médica, foi depois fazer um tratamento terapêutico em Águas de Lindóia. Em seguida, foi convidado por Dom Antônio de Castro Mayer para trabalhar na Diocese de Campos.
    Trabalhou na Paróquia de Santa Maria Madalena e São Sebastião do Alto que pertencia a Diocese de Campos. Dom Antônio de Castro Mayer pediu para que ele ficasse em Bom Jesus por um ano, que naquela época estava sem padre devido a saída “forçada” do Mons. Ovídeo.

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