domingo, 31 de dezembro de 2017

HOJE, FESTA PORTUGUESA CELEBRA OS 90 ANOS DA INAUGURAÇÃO DA CAPELA DE SANTA MARIA



Hoje, a comunidade da Usina Santa Maria está em festa: há 90 anos, a Capela de Santa Maria foi inaugurada por Padre Mello, com o apoio dos usineiros José Carlos e Jorge Pereira Pinto, assim como da comunidade. Às 19h30min, ocorrerá a Santa Missa, que será seguida de Festa Portuguesa, em homenagem ao país de origem de Padre Mello, que nasceu na Ilha de São Miguel, no Arquipélago dos Açores, e é considerado um dos gênios da civilização e da cultura


HOJE FAZ 79 ANOS DE NOSSA 2ª EMANCIPAÇÃO. JOSÉ DE OLIVEIRA BORGES FOI NOMEADO PREFEITO POR AMARAL PEIXOTO


Há 78 anos, nosso município conseguiu sua segunda e definitiva emancipação, graças a ato do Interventor Amaral Peixoto, que nomeou  José de Oliveira Borges como prefeito. 

FELIZ ANO NOVO! - HÁ 101 ANOS, O DIA 1º DE JANEIRO CAIU, TAMBÉM, NUMA SEGUNDA-FEIRA


ANO NOVO



Octacílio de Aquino (1917), um dos grandes poetas e escritores bonjesuenses, pupilo de Padre Mello. Publicado no jornal "Itabapoana".



Entrou o ano novo, sorridente,
Num dia calmo de segunda-feira;
E assim deve isentar-se da maneira
Por que tratou o ano velho a gente.

Quem desta guerra o horror ainda não sente?
Quem não viu dos ladrões a ladroeira?
Quem não leu do Supremo a atroz fileira
Dos habeas em extensíssima torrente?...

Assim, ano que entras, eu te peço
Que a par da paz, se faça um belo dia
Neste país reinar grande progresso.

Aos leitores os meus parabéns dou
E lhes desejo festas, alegria,
Durante o ano que há pouco começou.



sábado, 30 de dezembro de 2017

Hoje é aniversário do historiador Antonio Soares Borges


Hoje, faz anos o historiador Antonio Soares Borges, que tem se destacado no resgate do açoriano Padre Mello, considerado um gênio da civilização e da cultura, assim como da Festa do Divino e da Coroa. Um de seus importantes textos pode ser encontrado no seguinte endereço eletrônico:

http://onortefluminense.blogspot.com.br/2014/08/redescobrindo-o-padre-mello.html


Considerado o Embaixador de Bom Jesus do Itabapoana, por estabelecer relações com autoridades e intelectuais portugueses e açorianos,  ele é filho de Cid Bastos Borges e Margarida Maria Soares Borges. É descendente, pelo lado materno, dos  portugueses Antonio Corrêa Soares e Maria José do Carmo, originários  de São Pedro de Castelões, Vale de Cambra, Portugal, e, pelo lado paterno, do açoriano Francisco Lourenço Borges, oriundo da Ilha Terceira.

O Norte Fluminense parabeniza Antonio Soares Borges, desejando-lhe muitos anos de vida!


HÁ 40 ANOS, O NORTE FLUMINENSE NOTICIAVA...



Celso Loureiro: Destaque 1976
(edição de 02 de janeiro de 1977)







Dr. Justino Cordeiro do Nascimento colava grau na Faculdade de Direito de Cachoeiro de Itapemirim (ES)
(edição de 2 de janeiro de 2017)


Aniversário do magistrado Dr. José Ronaldo do Canto Cyrillo
(edição de 17 de abril de 1977)






Promoção do magistrado Dr. Nivaldo Valinho para a comarca de Conceição da Barra (ES) 
(edição de 8 de maio)







A vocação  do jovem advogado José Aluizio Arruda
(edição de 15 de maio de 1977 - Coluna "COMENTANDO", de Ayson Janones de Oliveira)





Escritório de advocacia do dr. Willian Couto Gonçalves 
(edição de 12 de junho de 1977)







Flagrante da Semana 
(edição de 7 de agosto de 1977 )




sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

PAIXÃO POR BOM JESUS



Herdeir Paes Cabral e a esposa Maria Lúcia de Azevedo Cabral


Herdeir Paes Cabral nasceu em 15.6.1937, em Travessão de Campos, Campos dos Goytacazes (RJ). Seus pais: Osvaldo Rangel Cabral, comerciante, e Joana Paes de Lima Rangel, do lar. Avós paternos: João Manoel Paes e Antonia Paes de Lima.Avós maternos: Isaac Rangel e Rita Rangel.

Em 1956, Cabral foi prestar o Tiro de Guerra em Bom Jesus do Itabapoana. Segundo ele, "Luís Baldan foi, certo dia, em minha casa e disse: Campos não tem TG. Vá para Bom Jesus. Fica na casa de Dina e do Cabral. Foi assim que fui para Bom Jesus no dia 3.3.1956. Três dias depois, passei a prestar atividades no TG.
Depois, retornei a Travessão e fui atuar como escrevente de Justiça no cartório com Elvira Paes Terra, minha tia. Casei-me no dia 4.2.1962, com Maria Lúcia de Azevedo, tendo oficiado no casamento o Pe. Francisco Apolinário


Cabral trabalhou no Colégio Rio Branco no ano de 1963


Trabalhei no Colégio Rio Branco em 1963, por seis meses. Fiz o pedido ao dr. Luciano Bastos e ele conseguiu este emprego. Recordo-me que Paschoal era o chefe de disciplina. Lembro-me, ainda, dos professores Dr. Chiquinho, Dona Stela, Dr. Geraldo Batista e da Dona Carmita, que era brava, mas muito boa.

Trabalhei, depois, na prefeitura de Campos dos Goytacazes, no governo de Rockfeller Felisberto, por três anos, a partir de 1965, exercendo a função de cobrador do IPTU".


 Michael Saad (esquerda) conseguiu a nomeação de Cabral para fiscal de transportes coletivos



Cabral se recorda que veio para Bom Jesus nomeado como fiscal de transporte rodoviário "Meu sogro, Lourival Pereira de Azevedo, que foi vereador por 3 mandatos, ajudou a eleger Tito Nunes e  Michel Saad . Foi ele quem peticionou a Michel por minha nomeação como fiscal de transportes coletivos, que foi assinada pelo então governador Paulo Torres. Lourival era uma pessoa reservada, calada, mas era um paizão. Até hoje sinto sua falta".


Cabral conta que, tempos depois, "Noé Vargas, que trabalhava para Camilo Jorge, me nomeou chefe de Departamento de Estradas. Trabalhei nesta função por 10 anos".

Aposentou-se há 25 anos. 




Cabral com os irmãos Hélvia e Herbert 

Cabral possui dois filhos: Maria José de Azevedo Cabral Nassa e Fábio de Azevedo Cabral e uma neta: Monique de Azevedo Cabral Nassa, que é advogada em Campos. São dois os irmãos: Herbert Paes Cabral, comerciante, e Hélvia Paes Rangel, professora aposentada, atualmente com 70 anos.

Agraciado, em 2009, com o título de cidadão bonjesuense, Cabral finaliza a entrevista dizendo  que "são 61 anos de Bom Jesus do Itabapoana de muita felicidade. Sou apaixonado por esta terra. Agradeço ao povo de Bom Jesus que sempre foi muito bom para mim e para minha família". Deixa, ainda, uma mensagem para as novas gerações: "Procurem viver a vida com garra, com honestidade".


Cabral, com a esposa Maria Lúcia, os filhos Fábio e Maria José, e a neta Monique














AULA DE PIANO EM BOM JESUS É CENTENÁRIA


Propaganda de aula de piano era estampada no jornal bonjesuense Correio Popular de  10 de junho de 1917

Zilda Tavares, esposa de Jerônimo Tavares, ensinava piano em sua residência

A cultura pianística em Bom Jesus do Itabapoana é centenária. Na edição do jornal Correio Popular, de nosso município, do dia 10 de junho de 1917, Zilda Tavares, esposa do médico Jerônimo Tavares, anunciava aulas de piano.


Segundo a pianista Vera Viana, seus bisavós Feliciano de Sá Viana e Ambrosina Justa de Sá Viana, que chegaram à Fazenda do Prata (Arrozal de Sant'Ana), oriundo das Minas Gerais, em 1862, adquiriram na corte, anos depois, um piano de corda, que foi trazido à Fazenda do Prata através do Porto de Limeira, localizado entre Campos dos Goytacazes (RJ) e Mimoso do Sul (ES).

Bisavós de Vera Viana trouxeram o primeiro piano para Bom Jesus do Itabapoana, no século XIX

Georgina Medina Diniz, contudo, foi a primeira pianista de Bom Jesus do Itabapoana, que aqui se estabeleceu no final do século XIX. Segundo entrevista ao nosso jornal, Georgina Teixeira Mello, a Dona Nina, a primeira pianista "formada", graduada na Escola de Música Nacional, na década de 1930, foi Ivete Soares Diniz.

Foto tirada em agosto de 1900. Segundo plano, da esquerda para direita: Ziata Diniz Quintela, Maria Diniz Mello, Carolino de Oliveira Mello, Carolina Diniz Freitas (tia Salica), Andrônico Medina Diniz e Odilon Diniz. Primeiro plano: Hamilton Diniz, Georgina Medina Diniz,  Georgina Medina Diniz (a primeira pianista de Bom Jesus) e Virgílio Gonçalves Diniz



Dona Nina fundou a Escola de Música Levy de Aquino Xavier, ocasião em que Bom Jesus contava com cerca de 62 pianos. As composições de Dona Nina, ao piano, podem ser apreciadas no blog de nosso jornal, em:


http://onortefluminense.blogspot.com.br/2016/01/dona-nina-pianista-de-bom-jesus-do.html

                             Dona Nina: referência da música em nosso município

                                               
O famoso pianista pianista Miguel Proença esteve em Bom Jesus do Itabapoana, no dia 31 de julho de 1990, e fez dedicatória a Dona Nina, em um disco de vinil, por ocasião de uma apresentação no Colégio Zélia Gisner: "Para Nina com o melhor abraço e o carinho de Miguel Proença".

    Disco de vinil autografado por Miguel Proença



Atualmente, a cultura pianística em nosso município está em expansão. Três escolas de música se destacam: a do Professor Thadeu Almeida, pianista de renome nacional, a Escola de Música JEMAJ, administrada por Anízia Maria Pimentel, e a Escola de Música Cristo Rei, comandada por Marise Xavier.

Além disso, outros pianos estão sendo disponibilizados para o público e para o amantes desta arte, como ocorre no Hotel Itavale, relembrando a época do Bom Jesus Hotel, na década de 1930.

Thadeu Almeida, pianista bonjesuense de renome nacional, mantém concorrida escola de música em nosso município


Anízia Maria Pimentel administra a festejada Escola de Música JEMAJ


Marise Xavier comanda a consagrada Escola de Música Cristo Rei



Daniel Galdino, professor da JEMAJ,  e o piano localizado no hall do Hotel Itavale




O pianista e compositor bonjesuense José Luiz Duarte é destaque nacional


 Piano alemão F.L. Neumann está assentado desde a década de 1960, no casarão onde residiu o libanês Merhige Hanna Saad

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Parabéns do Site "Mello de Antonio Francisco"


Bonjesuense é destaque na literatura nacional





O escritor, poeta, historiador e desembargador aposentado Antônio Izaías da Costa Abreu lançou seu primeiro livro de crônicas “O que vi e ouvi”, no dia 5 de dezembro, na Biblioteca da EMERJ  (Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro), na capital fluminense. 
O presidente do TJ-RJ, desembargador Milton Fernandes, o diretor-geral da EMERJ, desembargador Ricardo Rodrigues Cardozo, e o advogado e escritor  Alexis Cavicchini de Siqueira participaram do evento. 
Integrante de diversas entidades culturais, o magistrado, que é bonjesuense,  é sócio-titular do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Além do livro de crônicas, é autor de obras como “A Colonização do Sudeste: A Prevalência Italiana”, “Quilombos em Petrópolis”, “Municípios e Topônimos fluminenses”, “Palácios e Fóruns do Judiciário do Estado do Rio de Janeiro (história e iconografia)”, “O Judiciário fluminense no período republicano”, “O Judiciário Fluminense e suas comarcas capital”, entre outros.

A introdução do livro foi escrita por Arno Wehling, membro da Academia Brasileira de Letras, que registrou: " Essa leveza que o desembargador Izaías cultiva e que  Machado referenda a propósito da crônica, ele nos traz num momento difícil de sua vida, atribulada pela doença de sua inspiradora. Só uma existência concebida na ternura poderia nos dar este presente".

O desembargador Antônio Izaías é o segundo bonjesuense a ter obra reverenciada por membro da Academia Brasileira de Letras. O primeiro foi Elcio Xavier, cuja poesia foi exaltada pelo acadêmico Adonias Filho. São dois nomes, portanto, que honram nosso município e nossas tradições literárias. No dia 5 de março, o desembargador Antônio Izaías completará 86 anos de idade. No dia 3 maio, Elcio Xavier completará 98 anos de idade.
Torna-se imperioso, portanto, que o poder público municipal preste a devida honraria aos nosso ilustres conterrâneos.


Desembargador Antônio Izaías da Costa Abreu brilha nas letras nacionais: mais  um orgulho dos bonjesuenses






terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Famílias de Rio Novo (MG) desbravaram Bom Jesus do Itabapoana em 1842


Delton de Mattos editou extraordinária coletânea de textos de Padre Mello, inclusive o memorável "Os Primórdios de Bom Jesus"


Se hoje sabemos da história de Bom Jesus do Itabapoana, isso se dá ao trabalho fabuloso de Padre Mello, nascido na Ilha de São Miguel (Arquipélago dos Açores/ Portugal) considerado um dos gênios da civilização e da cultura.

Ele chegou a Bom Jesus no dia 18 de junho de 1899, aqui permanecendo até o dia 13 de agosto de 1947, data de seu falecimento.

Por ocasião da comemoração do primeiro centenário de nosso município, que ocorreria em 1942, Padre Mello levou a efeito um árduo trabalho de investigação histórica intitulado "Os primórdios de Bom Jesus", que foi publicado no jornal A Voz do Povo em vários artigos. 


Padre Mello pôde contar o início da formação de Bom Jesus do Itabapoana, porque entrevistou três antigos moradores de nosso  município, que gozavam de credibilidade: Antônio Teixeira de Siqueira, Antônio Santos Lisboa e Manoel Pinto de Figueiredo. Além disso, ele percebeu que o relato do trio possuía harmonia das narrações "nos tópicos essenciais". Foi assim, que podemos saber, hoje, que Antônio José da Silva Neném, oriundo da cidade mineira de Rio Novo, por aqui esteve desbravando nossas terras por volta de 1842, com mais duas famílias.

As três primeiras moradias de Bom Jesus do Itabapoana foram erguidas assim: uma, de Antonio José da Silva Neném, próxima ao rio Itabapoana, na região conhecida como Porto das Pedras; outra, do português Manoel Gomes Alves, foi edificada no Alto da Santa Rita, onde está situado hoje o Espaço Cultural Luciano Bastos, e onde funcionou o Colégio Rio Branco por 90 anos; a terceira, de Manoel da Silva Fernandes, conhecido como Silva Monarca, localizada no sobrado onde funcionou a Farmácia Normal, ao lado da residência de Pedro Gonçalves da Silva Júnior, ainda existente, na Praça Governador Portela.

Posteriormente, o bonjesuense Delton de Mattos, outro gênio de nossa cultura, teve a feliz ideia e o difícil trabalho de pesquisar as publicações de A Voz do Povo e reunir todos os textos (além de outros, de autoria do pároco açoriano) em um livro intitulado "Padre Mello, Prosa e Versos", dentro de sua coleção "Páginas Memoráveis de Bom Jesus do Itabapoana", com o apoio  do ilustre advogado Sebastião Freire Rodrigues.


Texto de Padre Mello: Antônio José da Silva Neném veio do município mineiro Rio Novo por volta de 1842








segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Descansa em paz, Waldir!





Waldir Barroso Rocha











"QUEM LÊ O NORTE FLUMINENSE SABE MUITO MAIS"

"QUEM LÊ JORNAL SABE MAIS; QUEM LÊ O NORTE FLUMINENSE SABE MUITO MAIS"

                                                               Sérgio Tardin

Sérgio Tardin foi quem cunhou, há alguns anos, a oração "Quem lê jornal, sabe mais; quem lê O Norte Fluminense sabe muito mais".
Nascido na Serra do Tardin, é filho de Odete Tardin e José Alves. Seus avós maternos são Josino Tardin e Sebastiana Leopoldo Tardin.
Segundo Sérgio, " os grandes jornais só falam em política e publicam notícias sobre os grandes centros. O Norte Fluminense permite, contudo, que possamos saber sobre as notícias de nosso município e da região, nos informando, ainda, sobre a rica história de nosso passado".
Sérgio aproveitou para sugerir apoio para a preservação do histórico Cemitério dos Escravos, localizado na Serra do Tardin.

Sérgio Tardin: "Quem lê jornal sabe mais; quem lê O Norte Fluminense sabe muito mais"

Tradição açoriana da "Mijinha do Menino" tem início em Bom Jesus

A tradição açoriana da "Mijinha do Menino" foi iniciada, neste ano, na residência do historiador bonjesuense Antonio Soares Borges.

Filho de Cid Bastos Borges e Margarida Maria Soares Borges, Antonio é descendente, pelo lado materno, dos
portugueses Antonio Corrêa Soares e Maria José do Carmo, originários  de São Pedro de Castelões, Vale de Cambra, Portugal, e, pelo lado paterno, do açoriano Francisco Lourenço Borges, oriundo da Ilha Terceira.

Em contato frequente com seu primo português Adolfo Tavares Coutinho, autor de 8 livros sobre a história das famílias da região de Vale de Cambra, a cerca de 50 km da cidade do Porto, e, por outro lado, pelas pesquisas sobre o Pe. Mello e a devoção ao Divino Espírito Santo, tem tido contato com pessoas e entidades ligadas ao Arquipélago dos Açores, terra de origem do Pe. Mello e de seu antepassado Francisco Lourenço Borges, oriundo da Ilha Terceira. Antonio tem se dedicado, ainda, ao resgate de nossa história e cultura.

A "mijinha do Menino" é uma tradição açoriana em que pessoas visitam residências na véspera de Natal para a confraternização e degustação de licores, as chamados "mijinhas". No caso, Antonio aproveitou a oportunidade e fez,também, um brinde ao primo Gino, que tem como antepassado comum Francisco Lourenço Borges, e que aniversaria hoje.

Se o ambiente da casa de Antonio evoca a cada momento as nossas raízes portuguesas, a celebração da "mijinha do Menino" fez com que o espírito açoriano, que forjou a cultura bonjesuense, se manifestasse em toda sua potencialidade.

Leiam sobre as "Mijinhas do Menino e os Presépios" no Arquipélago dos Açores, em:

https://www.igrejaacores.pt/as-mijinhas-do-menino-e-os-presepios-marcam-o-espirito-da-quadra-natalicia-nos-acores/


O historiador Antonio Soares Borges tem resgatado a história e a cultura açorianas/portuguesas







A tradição da "Mijinha do Menino" teve início em Bom Jesus do Itabapoana