sexta-feira, 29 de novembro de 2013


ANIVERSÁRIO DE MARIA RUTH BASTOS



Maria Ruth Bastos e o sobrinho Gino



Completou 88 anos de idade, no dia 22 de novembro passado, Maria Ruth Bastos, irmã dos saudosos Luciano Augusto Bastos e Esio Bastos. Viúva do também saudoso José Guerra, ela é genitora do atual secretário municipal de saúde de Bom Jesus do Itabapoana, Paulo Guerra, de Maria Cristina, residente em Vitória (ES) e de Maria Helena, residente em Petrópolis (RJ). O NORTE FLUMINENSE deseja a Maria Ruth Bastos muitos anos de vida.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013





Lições do mensalão

    Luciano Rezende


“A história de toda a sociedade até aqui é a história de lutas de classes. Homem livre e escravo, patrício e plebeu, barão e servo, burgueses de corporação e oficial, em suma, opressores e oprimidos, estiveram em constante oposição uns aos outros, travaram uma luta ininterrupta, ora oculta ora aberta, uma luta que de cada vez acabou por uma reconfiguração revolucionária de toda a sociedade ou pelo declínio comum das classes em luta.” Karl Marx e Friedrich Engels (Manifesto do Partido Comunista).

            Por mais inequívoca que esta sucinta frase acima possa parecer, muitos intelectuais relutam em aceitar a luta de classes como motor da história. O campo conservador ousou a proclamar o fim da história. Setores da esquerda progressista titubeiam e imaginam um mundo do faz-de-conta - talvez porque parte dela decidiu viver encastelada em seus escritórios e gabinetes, rodeada por mimos de bajuladores e interesseiros prontos a puxarem o tapete na melhor oportunidade -, onde a sociedade goza de um novo marco civilizatório, regido por leis democráticas, com espaço e respeito ao debate fraterno de ideias antagônicas, garantido por um Estado Democrático de Direito acima do bem e do mal, fiscalizado por meios de comunicação que vão se aperfeiçoando em nome da liberdade de expressão. Doce ilusão.

            Na vida real, é cada vez mais recorrente assistirmos aqueles que ascenderam socialmente empurrarem a escada para que outros não subam. Não se trata de um fenômeno da tal nova classe média. É a luta de classes, renhida, nua e crua, com toda sua polaridade social.

            No âmbito das relações jurídicas, o entendimento sobre seus interesses de classe devem ser buscados nas condições da existência material de uma determinada sociedade. É a isso que Marx e Engels chamavam de superestrutura e que abrange as esferas política, religiosa, jurídica, ou seja, as instituições responsáveis pela produção ideológica da sociedade. Sobre o tema, Marx foi categórico em sua obra conhecida “Para a crítica da economia política”: “(...) O resultado geral a que cheguei e que, uma vez obtido, serviu-me de fio condutor aos meus estudos pode ser formulado em poucas palavras: na produção social da própria vida, os homens contraem relações determinadas, necessárias e independentes de sua vontade, relações de produção estas que correspondem a uma etapa determinada de desenvolvimento de suas forças produtivas materiais. A totalidade destas relações de produção forma a estrutura econômica da sociedade, a base real sobre a qual se levanta uma superestrutura jurídica e política, e a qual correspondem formas sociais determinadas de consciência. O modo de produção da vida material condiciona o processo em geral da vida social, político e espiritual. Não é a consciência dos homens que determina o seu ser, mas, ao contrário, é o seu ser social que determina sua consciência. Em certa etapa do seu desenvolvimento, as forças produtivas materiais da sociedade entram em contradição com as relações de produção existentes. Sobrevém então uma época de revolução social. Com a transformação da base econômica, toda a enorme superestrutura se transforma.”

            Pois bem. Mesmo no próprio PT - e em outras agremiações políticas de esquerda -, muitos velhos combatentes, inclusive aqueles que passaram pelos anos de chumbo da ditadura militar, olvidaram-se dessas velhas teses marxistas. O episódio do mensalão mostra-nos claramente isso.

            É notório que muitos jamais supunham o atual desfecho do caso mensalão, com José Dirceu, Genoíno e Delúbio presos. Subestimaram o ódio de classes que está arraigado nos aparelhos da superestrutura jurídica e política, as quais, segundo Marx, “correspondem formas sociais determinadas de consciência”. Em suma, não é a consciência de um Joaquim Barbosa que determina seu ser, suas ações. Mas ao contrário, é o seu ser social – cada vez mais bajulado pelas elites - que determina sua consciência.
           
            Desde o início, o caso mensalão foi subestimado pelo PT justamente por carecer de convicção nestas teses marxistas. Por desdenhar o inimigo de classe.

            Delcídio Amaral, deputado federal pelo PT do Mato Grosso do Sul, por inúmeras vezes menosprezou a fúria da direta e optou por um tipo de “coexistência pacífica” em uma disputa que se anunciava ser fratricida desde o começo. Uma vez mais a direita se mostrava disposta a sangrar o governo petista, atacando os principais nomes da legenda, até chegar a Lula. Lembremos que a relatoria da então CPI dos Correios - que depois degringolou para a investigação do suposto mensalão - foi dada de mãos beijadas ao deputado Osmar Serraglio - aquele mesmo que apareceu nas fotos sendo carregado pela oposição quando conseguiu aprovar seu relatório final.

            Nesse mesmo desdém, o professor titular de ética e filosofia política da USP, Renato Janine Ribeiro, em artigo publicado no Valor Econômico desta última segunda (18/11), considera que o “efeito pedagógico do julgamento (do mensalão) foi quase nulo”. Qual pedagogia o ilustre professor esperava surgir da luta de classes no Brasil? Só se for um novo tipo de “pedagogia da opressão” ou coisa similar.

            Segundo o professor Janine Ribeiro, nesse mesmo artigo, “é básico para qualquer analista político que a democracia se distingue dos outros regimes porque nela há adversários e não inimigos. Ela não é guerra”. Prossegue: “A democracia é o único regime no qual a divergência é admitida, e a oposição – que ao longo de milhares de anos foi presa, banida, executada com requintes de crueldade – tem o direito de falar, e de tornar-se governo”. Com todo respeito que merece o professor, suas afirmações chegam a ser demasiadamente ingênuas para quem se dispõe a debater política.

            A direita brasileira que décadas atrás patrocinou o golpe militar, e por consequência o extermínio de centenas de brasileiros, está por aí esperando outra oportunidade para, nas próprias palavras de um de seus expoentes, o ex-senador Jorge Bornhausen, “acabar com essa raça”. Nenhuma divergência é admitida no principal semanário do país - a revista Veja. Ter o direito de falar é muito pouco. É preciso que os trabalhadores tenham o direito a serem escutados – o que é impossível no capitalismo.

            Se a democracia burguesa não é uma guerra – pelo menos escancarada - por que levaram Getúlio ao suicídio? Por que mataram - direta ou indiretamente - João Goulart? Por que a maior democracia do Ocidente – como esses tais analistas gostam de se referir aos Estados Unidos - bombardearam o Iraque à revelia da ONU sem que houvesse uma única prova de existência de armas químicas ou nucleares neste país? Se não é guerra, por que então a direita brasileira não hesita em suas teses golpistas para voltar ao poder? Por que disseminam diuturnamente o ódio de classe nos grandes meios de comunicação?
            Por tudo isso, o caso do mensalão deve servir de aprendizado para as forças progressistas, populares e de esquerda. Não se pode alimentar ilusões em relação a esta burguesia raivosa. Pela vontade das elites, Genoíno teria morrido torturado já no Araguaia.

            Não é caso, logicamente, de a esquerda se isolar politicamente. No atual sistema político, a constituição de amplas alianças políticas envolvendo setores da burguesia e da pequena-burguesia é fundamental para que conquistas democráticas e populares sejam alcançadas. É imperioso ganhar musculatura para reverter a desfavorável correlação de forças.

            Entretanto, é importante lembrar um episódio marcante da história de lutas da classe operária, nos idos de 1875, quando o partido social democrata alemão debatia o programa de Gotha. Na oportunidade, Marx e Engels alertaram: “Já que é necessário unir-se, pactuai acordos para alcançar os objetivos práticos do movimento, mas não trafiqueis com os princípios, não façais concessões teóricas”.

            Mais uma vez, Marx e Engels, atuais na análise da velha luta de classes. Como diziam os mais antigos: “Ou se aprende por bem, ou se aprende por mal”.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013


Da Série Entrevistas de O Norte Fluminense

UMA NETA DO INTENDENTE MANOEL ANTONIO DE AZEVEDO MATTOS (I)

Ruth Fragoso de Azevedo Silveira


No dia 18 de agosto passado,  Ruth Fragoso de Azevedo Silveira, nascida em Bom Jesus do Itabapoana, e neta do intendente Manoel Antonio de Azevedo Mattos, português da Ilha de Madeira, e de Tereza de Azevedo Mattos, oriunda do Rio Pomba (MG), completou 90 anos de idade.


Intendente Manoel Antonio de Azevedo Mattos. Foto de 1890.

 Ruth é apaixonada  pela história da família e por borboletas, como a sinalizar o anelo pelas marcas da transformação e da beleza, em sua vida.  Graças ao seu gosto pela história, organizou álbuns de fotos contando momentos marcantes da família e da história de Bom Jesus do Itabapoana.


Álbum de família: Intendente Manoel Antonio de Azevedo Mattos, Tereza de Azevedo Mattos, a Terezinha, e a filha Inhá.

 
O avô paterno, Manoel Antonio de Azevedo Mattos foi intendente por ocasião da primeira emancipação de Bom Jesus, em 1890. Segundo Ruth, "ele veio da Ilha da Madeira para o Brasil juntamente com seu irmão Jacinto. De trem, vieram até a Fazenda São Domingos, localizada no distrito de Aré, pertencente a Itaperuna (RJ). De lá, atravessaram o rio Muriaé, e meu avô veio diretamente para Bom Jesus do Itabapoana, enquanto Jacinto fixou-se no Himalaia, onde casou-se e teve duas filhas, sendo uma a escritora Amélia de Azevedo Mattos. Amélia foi residir na Corte quando tinha 8 anos de idade, retornando quando era uma bela moça. Casou-se com João Costa, que era proprietário da Fazenda São João, e tiveram uma filha. Recordo-me de ter lido, quando jovem, dois de seus livros: 'Rumorejos do Monte Himalaia' e 'Mercedes'", conta Ruth. 

Já sua avó paterna, Tereza de Azevedo Mattos, nasceu em Rio Pomba (MG). Segudo Ruth, "minha avó Tereza e seu irmão Antônio Honório vieram para Bom Jesus do Itabapoana dentro de cestos levados pelos burros. Antônio Honório cresceu e se tornou fazendeiro rico. Ele foi o avô do ex-governador do Estado do Espírito Santo, Cristiano Dias Lopes. Fiquei muito contente quando Claudia Bastos, diretora do ECLB, me presenteou uma aquarela de sua autoria, retratando perfeitamente um burro da tropa", assinala.

Em relação a seus bisavós maternos, Ruth diz que "meus bisavós maternos se chamavam Delfina Roza Espíndola Rodrigues e José Luciano Lopes Rodrigues, e vieram de Cantagalo (RJ).


A avó de Ruth, Tereza, e o irmão desta, Antônio Honório, vieram de Rio Pomba (MG) para Bom Jesus do Itabapoana, em cestas de uma tropa (aquarela de Cláudia Bastos, em 18/08/2013)

Os avós maternos foram José Cândido Fragoso, nascido em Cantagalo (RJ). De acordo com Ruth, "ele exerceu o cargo de secretário da Intendência, no mesmo período. Foi também professor em Bom Jesus do Itabapoana, ministrando aulas particulares. Intelectual, falava fluentemente o francês. Minha avó materna se chamava Preciosa Maria Rodrigues, nascida em Niterói (RJ). Preciosa casou-se em 14 de novembro de 1883, com 14 anos, quando José Cândido contava com 29 anos de idade".

As informações de Ruth estão em perfeita sintonia com o que consta no livro "De Município a Distrito, a Primeira Emancipação de Bom Jesus do Itabapoana (1890-1892)", de Luciano Bastos. Consta desta obra:  "A instalação do município de Itabapoana ocorreu no dia 25 de dezembro de 1890, em decorrência do Decreto no. 150 de 24 de novembro de 1890, assinado pelo Governador Franciso Portela... o Presidente da Intendència, Pedro Gonçalves da Silva Jr, bem assim os Intendentes Capitão Francisco Teixeira de Siqueira Sobrinho, Manoel Antonio de Azevedo Mattos, Luiz Vieira de Rezende e Joaquim Teixeira de Siqueira, tomaram posse com nomeações feitas pelo Governador Francisco Portela" (p.15, 2008)".



Prédio construído pelo intendente Manoel de Azevedo Mattos, na Praça Governador Portela


Ruth:lembra que  " meu avô era carpinteiro e ajudou a construir a Igreja Matriz, assim como vários prédios, inclusive o que foi edificado no entorno da Praça Governador Portela.  Minha bisavó materna era portuguesa e se chamava Delfina Roza Espíndola Rodrigues. Ela viajou em um porão de navio, durante três meses. Meu avô materno se chamava José Luciano Lopes Rodrigues".

O intendente Manoel Antonio Azevedo Mattos e Tereza de Azevedo Mattos tiveram 4 filhos: João de Azevedo Mattos,  Tereza Maria de Azevedo Mattos, Maria Mercês de Azevedo Mattos e José de Azevedo Mattos.

Avó Terezinha: foto de 28 de setembro de 1927




 Família se reuniu na Chácara das Palmeiras, hoje Instituto Federal Fluminense, por ocasião do batismo de Maria José, a Zefa, com 3 meses, no colo de sua mãe. Maria Mercês contava com 2 anos de idade.  José de Azevedo Mattos (E) e seu irmão, João, estão na foto tirada no dia 24 de junho de 1919

No dia 20 de janeiro de 1924, Mercês Maria casou-se com o médico Álvaro Duque de Estrada, filho de Augusto Duque Estrada e Carolina Duque Estrada, na casa da família de Azevedo Mattos, em 20 de janeiro de 1924.


Casamento de Mercês Maria com Álvaro Duque de Estrada, na casa da família de Azevedo Mattos, em 20 de janeiro de 1924. O pai do noivo, Augusto Duque Estrada, à frente.

José Antonio, Maria da Penha, Tereza Carolina e Manoel Augusto: filhos de Álvaro Duque Estrada e Maria Mercês, em Engenho de Dentro, no Rio de Janeiro

 Maria Mercês, Mercês Maria e netos de Augusto Duque Estrada, no Rio de Janeiro

Mercês e Marília Duque Estrada, no Rio de Janeiro

Casa (chalé) de João de Azevedo Mattos, oTio Janjão, na rua Gonçalves da Silva, vendo-se Dr. Octacílio de Aquino (E) e João de Azevdo Mattos. Maria Mercês (7 anos) e Zefa ("escondidinha") estão à esquerda. Foto de 1924.











                          (CONTINUA)

segunda-feira, 4 de novembro de 2013




ESCRITORES BONJESUENSES SE DESTACAM NA LITERATURA NACIONAL



Escritores bonjesuenses, como Tarcísio Borges, Elcio Xavier, Ayrthon Borges Seródio e Antonio Izaías da Costa Abreu se destacam na literatura do país.


TARCÍSIO BORGES 

Tarcísio Borges, que lançou, no ano passado, o festejado romance "SEM DEFEITOS", lançará no dia 14 de novembro, às 19h, no ECLB, sua nova obra, o romance histórico "A GUERRA DA INTRIGA (OU DE CANUDOS)".



Em relação a ela, o crítico Ronaldo Cagiano, que escreve para jornais e revistas do país e do exterior, entre os quais o Correio Braziliense e a revista Cult,  salientou que


"Tarcísio Borges revisita as quatro expedições a Canudos, 
lançando uma nova mirada sobre a realidade geográfica, social, política e humana numa guerra de inspiração maniqueísta".
O crítico ressaltou, ainda, que 
" a narrativa de Borges sugere o ponto crucial do
 romance: desmantelar os (pre)conceitos que nortearam a opinião pública, a reboque das intenções ideológicas do governo e do oportunismo açodado de uma imprensa atrelada aos seus interesses".  
Por fim, assevera que
  
"... A Guerra da Intriga apresenta novos lances, dando voz e vez a outros protagonistas, para tornar-se palco de discussão de ideias e conceitos".

 ELCIO XAVIER

Outra obra de destaque nacional, é o livro de poesias "O VÉU DA MANHÃ", de Elcio Xavier, que será lançado no dia 16 de novembro, às 19h 30min, no ECLB, em segunda edição, pela Editora O Norte Fluminense, dentro da coleção Literatura Bonjesuense

Elcio Xavier é considerado o maior poeta bonjesuense de todos os tempos e um dos grandes nomes da poesia nacional.



A respeito de Elcio Xavier, o membro da Academia Brasileira de Letras, Adonias Filho, que recebeu o título de imortal pelas mãos de Jorge Amado, escreveu

" Este poeta que, insisto,  precisa ser lido no livro marcante que é 'O Véu da Manhã', não se projeta apenas no lirismo simples, na espontaneidade que denuncia em seus poemas como atos inevitáveis. É também um poeta que penetra na análise, sempre simples e humano, mas investiga aquele subsolo que caracteriza a poesia como uma descoberta. Extraordinário sem a menor dúvida, como se revela e se advinha, e se perdoa. No fundo de sua própria natureza, irmanado ao mundo, em seus poemas que do modernismo só utilizam o instrumental formal. Elcio Xavier é um poeta à margem das escolas e dos grupos. Isolado, porém sua personalidade flagrantemente poderosa nesse livro de estreia, é um poeta que exige atenção".


 AYRTHON BORGES SERÓDIO


Por outro lado, o livro "A Seara de Vento e O  Sacrifício Inútil" do dr. Ayrthon Borges Seródio, lançado em segunda edição, no dia 19 de agosto passado, pela Editora O Norte Fluminense, na Coleção Literatura Bonjesuense, conferiu ao escritor o  reconhecimento pelo Congresso Sociedade de Cultura Latina (CSCL) - Seção Brasil, do Estado do Rio de Janeiro, na categoria de Poesia Clássica, e, por este motivo, será premiado em solenidade a ser realizada em 2014.

 









 ANTONIO IZAÍAS DA COSTA ABREU


o livro  "A COLONIZAÇÃO DO SUDESTE", do Desembargador Antonio Izaías da Costa Abreu, constitui, segundo Arno Wehling, Presidente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB),

"uma obra que contribui para o inventário de uma dessas vertentes migratórias" e "é certamente bem vinda, ficando todos nós devedores a seu autor, por mais essa contribuição".

O livro foi dedicado, entre outras pessoas, à memória dos seus pais "Edgard e Maria Aparecida" e ao dr Luciano Augusto Bastos  "pelo muito que fez pela educação em minha terra natal. O sincero reconhecimento do autor e eterno amigo".

O bonjesuense lançou, até o momento, as seguintes obras: O Linguajar dos Marginalizados, Quilombo em Petrópolis, A Morte de Koeler, Municípios e Tonimos Fluminenses, Ternas Recordações (poesias), O Judiciário Fluminense (período republicano), O Judiciário Fluminense e suas Comarcas (capital e interior). Produziu, ainda, os documentários Vila de Macacu - Conventeo de São Boa Ventura, Princesa Isaberl - O Regresso Histórico e O Quilombo de Paty dos Alferes.