sexta-feira, 15 de junho de 2012

Uma saga italiana em Bom Jesus do Itabaopana




A reportagem de O Norte Fluminense percorreu parte da zona rural do distrito de Calheiros, em Bom Jesus do Itabapoana (RJ), oportunidade em que registrou a forte presença de descendentes das famílias italianas Fitaroni, Degli Esposti, Ridolphi, Bompani, Bondrini, Capaccia, Bartolazzi e Montresor.

Família FITARONI

                                           Sede da Fazenda Boa Vista, em Calheiros

“Leopoldo Fitaroni veio da Itália com sua esposa, no final do século XIX, e tiveram vários filhos, entre os quais  Caetano Fitaroni e Danil”. É o que nos conta o seu bisneto Luís Fitaroni, que nasceu em Calheiros, em 14/07/1952.

Segundo Luís, seus avós, Caetano Fitaroni e Carabina Fitaroni, ambos também italianos, tiveram 8 filhos: Leônidas, Eli, José, Maria, Antônio, Felipe, Élia e Cecília.

Seu pai, Leônidas, conhecido como Levi, casou-se com com Eurides Alves Fitaroni e  teve 5 filhos: Dilma, Maria, Luís, Vanila e José.


                                                         Antigo guarda-chapéus

Luís reside na Fazenda Boa Vista, que teve grande desenvolvimento há cerca de 100 anos atrás, graças principalmente ao cultivo de café.

"Meu bisavô Leopoldo construiu um casarão com cerca de 80 janelas e um engenho.  Havia duas sedes na fazenda e  plantava-se milho, arroz e cana-de-açúcar. Até hoje, pode-se ver um muro de pedras que separava o engenho, na parte de cima, dos tachos que ficavam na parte debaixo, recebendo a garapa através da gravidade", esclarece Luís.


                Luís Fitaroni e o muro de pedras que separava o  engenho dos tachos

Segundo Luís, o casarão foi depois demolido, e substituído por duas casas, sendo uma delas, onde vive atualmente com sua família. "Com as madeiras do antigo casarão foi construída esta casa.
Em sua casa, encontramos na parede da sala um receptáculo de madeira próprio para se colocar o "primeiro rádio a pilha de Calheiros".
 
Luís Fitaroni guarda em sua propriedade  "um banco para carapina (marcenaria), com cerca de 100 anos, sendo que a madeira deve ter uns 200 anos".

Um porão construído de "pedras de cerca de 100 anos, foi feito com tijolo de barro batido. Não havia cerâmica na época. A madeira colocada no porão foi retirada do antigo casarão. Observe os sinais de que anteriormente a madeira ocupava a parte alta de uma casa". No porão, há ainda um "antigo pilão para pilar arroz, e onde se socava também café e milho, para fazer canjiquinha".

                                           Porão construído com tijolo de barro batido    

 

"Já houve gente que sugeriu que eu derrubasse esta casa e construísse uma moderna, mas pretendo preservar o patrimônio e a memória de meus antepassados", finaliza Luís Fitaroni.


Famílias DEGLI ESPOSTI, RIDOLPHI, BOMPANI e CAPACCI



Continuando a subir a serra, chegamos à Fazenda Santa Rita, onde encontramos um núcleo de descendentes das família Degli Esposti, Ridolphi, Bompani e Capacci.

Segundo nos relata Paulo Ridolphi Degli Esposti, que é professor, seus bisavós italianos, que vieram para o Brasil, se chamavam Carlos Degli Esposti e Maria Bompani, cujo pai se chamava Raphael Bompani.

Seu avô, Cesário Degli Esposti, também italiano, e que casou-se com Ernestina Bondrini, veio para o Brasil com 2 anos de idade, em 1897.  Junto com Cesário, vieram seus irmãos Terezinha e Augusto. Instalaram-se na Fazenda Pavão, perto da Braúna. Posteriormente, fixaram-se também em Independência e São Benedito, localidades  pertencentes a Água Limpa, distrito de Calheiros


                              Cesário Degli Esposti e netas, no distrito de Calheiros, em 1975
 Na casa da fazenda Santa Rita, onde se cultiva café e milho e se produz leite e ovos, residem Paulo, sua mãe, Maria Ridolphi Degli Esposti, e os irmãos Penha Ridolphi Degli Esposti, Filomena Catarina Degli Esposti Lúcia Ridolphi Degli Esposti e José Francisco Ridolphi.

 Maria Ridolphi, que nasceu no dia 29/08/1929, é descendente dos Capacci, tendo como irmã Prudência Capacci e, como tio, o italiano Privato Capaccia, que morou em Água Limpa, distrito de Rosal . Ela se recorda dos avós italianos, mas  diz que "ninguém entendia o que eles falavam".

                                        Maria Ridoplhi reside na Fazenda Santa Rita

Paulo Ridolphi realizou estudos sobre a origem de sua família, e escreveu um texto sobre a mesma. O NORTE FLUMINENSE transcreve, com sua autorização, alguns excertos deste documento.

 "Carlos Degli Esposti nasceu na Itália. Foi criado em orfanato e não conheceu pai nem mãe, e quem era criado no orfanato recebia um sobrenome.

Carlos Degli Esposti era casado com Maria Bompani. Eram de Crespelano, província de Bolonha. Migraram para o Brasil, desembarcando no Rio de Janeiro, no dia 02 de julho de 1897, no navio "AGORDAT", com três filhos mais velhos: Augusto, com sete anos, Teresa, com quatro anos, e Cesário, com dois anos. Augusto, Teresa e Cesário nasceram e foram batizados na Paróquia de Crespelano.

     Em 07/07/1897, o navio Agordat partiu de Genova, Itália, com destino ao Rio de Janeiro

Em 1897, quando chegaram ao Brasil, foram morar na Fazenda do Leite, de propriedade do sr. Francisco Boechat, hoje Pavão, próximo a Braúna e Pirapetinga (Vargem Alegre), em Bom Jesus do Itabapoana (RJ). Nesta fazenda nasceram mais dois filhos: Clotildes e Humberto. De Pavão, a família Degli Esposti mudou, em 1901, para a Fazenda do sr. João Teixeira, na Bandeira, nas proximidades de Palmital (Airituba), no Espírito Santo. De Bandeira, foi morar em 1906, em Independência, ainda em Palmital e, em 1918, mudaram-se para um sítio em Alto Calçado, onde possivelmente tenha falecido, sendo sepultado em São Benedito.

Posteriormente, compraram um pequeno sítio e, quando tiveram condições, compraram propriedade em Água Limpa, distrito de Rosal, em Bom Jesus do Itabapoana, para onde mudaram-se em 1925.

Maria Bompani era filha de Rafael Bompani. Ambos vieram para o Brasil. Rafael faleceu em Palmital (Airituba), distrito de São José do Calçado (ES), e Maria Bompani faleceu em Água Limpa, distrito de Rosal".



Paulo Ridolphi Degli Esposti e uma antiga máquina usada para fazer mudas de café, na Fazenda Santa Rita

Além do texto, Paulo Ridolphi chegou a anotar informações que seu avô costumava contar, entre as quais, destacamos a seguinte: "Os imigrantes que chegaram ao Brasil sofreram muito. Além da saudade que os torturava, havia a dificuldade de se comunicarem por não conhecerem o idioma português. Muitas vezes havia dificuldade de comunicação entre os próprios italianos, uma vez que cada um possuía seu próprio dialeto".


Família BOLDRINI / BOLDRIN

Sob este título, Paulo Ridolphi discorre  também sobre os dados que obteve a respeito dos antepassados de sua bisavó, que vieram para Bom Jesus do Itabapoana.

Escreve ele que "
Josué Boldrini e Felicita de Paula vieram da Itália. Saíram de Gênova, no navio ATTIVITA, que chegou ao Brasil no dia 14 de novembro de 1897, no Porto do Rio de Janeiro. Josué faleceu em Palmital, hoje Airituba (distrito de São José do Calçado-ES), onde está sepultado. Felicita de Paula (foi sepultada) em Água Limpa".Paulo Ridolphi informa que  esteve no Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro, e de lá colheu os seguintes dados das chegadas dos Boldrini ao Brasil: "Giosué-42 anos, Felicita-39 anos, Amália-11 anos, Ettore-9 anos, Sílvio-5 anos e Ernesto-1 ano. Aqui no Brasil nasceu Ernestina em 10 de agosto de 1900". Segundo Paulo, "Ernestina Boldrini casou-se com Cesário Degli Esposti e faleceu no dia 29 de março de 1972".

Segundo ele, "a família Boldrini morou na Fazenda do Castelo, onde nasceu Ernestina", registrando que Sílvio Bondrini era conhecido por "Sírio (ou Círio)" e "casou-se com Dolores. Teve vários filhos, entre eles Henrique, Nery e Joaquim" e teria falecido em 1982.

 
                                   Círio Boldrini, em foto de álbum de Paulo Ridolphi

Paulo Ridolphi acentua, ainda, que certa vez, Josué mudara-se para a Fazenda Bela Vista, entre Natividade (RJ) e Varre-Sai (RJ), indo morar em casa que era ocupada por Ângelo Ridolphi. Antes de fixar residência na Fazenda, Josué "foi morar na tulha, bem próxima da casa, até poder ocupar a moradia de Ângelo. O filho de Ângelo Ridolphi, Brasilino, me disse que era uma tulha com janelas e que toda tarde Josué rezava com os filhos em italiano".
 

Famílias BARTOLAZZI e MONTRESOR  



Os italianos Ângelo Bortolazzi e Rosa Luísa Montresor vieram para o Brasil em 1889, revela José Monteiro de Sousa, o Juquita, bisneto do casal, com 100 anos de idade completados no ano passado. Nascido no dia 1o./09/1911, em Calheiros, na Fazenda São Tomé, então 11o. distrito de Itaperuna, Juquita ostenta extraordinária vitalidade e invejável memória.

Selma, filha de José Monteiro, acompanhou a entrevista e explica que "o sobrenome Monteiro dado a meu pai foi uma criação equivocada do escrivão que o registrou. O sobrenome correto era Montresor. Do jeito que ficou, acabou sendo perdida a referência italiana no nome. Mas, hoje, por exemplo, meu filho Rui fez questão de resgatar isso e deu à sua filha, que hoje possui 3 anos de idade, o nome de Francesca Montresor Bartolazzi da Costa".

De acordo, ainda, com Selma, "Juquita era uma das formas com que os italianos chamavam as pessoas que tinham o pré-nome de José".

Juquita, que mora atualmente na sede de Bom Jesus do Itabapoana, assinala, por sua vez,  que "quando chegaram ao Brasil, meus bisavós, Ângelo e Rosa, estabeleceram-se inicialmente em Carmo (RJ), na Fazenda da Soledade, de propriedade do 'dr. Carlos Soares'. Ocorre que  minha bisavó faleceu durante o parto de seu filho Carlos, que viria a ser conhecido como Carlito. Por este motivo, meu bisavô acabou vindo para Calheiros, para trabalhar na fazenda de uma irmã do dr. Carlos Soares. 


Posteriormente, se estabeleceu nas seguintes localidades: a) Fazenda de Itaguassu, b) Quebrado, c) Fazenda da Segunda, em 1926, onde permaneceu por dois anos e d) Seronha, de onde mudou-se para Calheiros".

Segundo Juquita, seus bisavós tiveram 5 filhos: Amélia, Luísa, Luís, Marieta e Carlito.

Os 5 filhos de ÂNGELO e ROSA
 
1. Amélia Luiz Montresor Bartolazzi, sua mãe, nasceu em Verona, Itália, e casou-se com Manoel de Sousa Rocha, que era oriundo de Minas Gerais. Tiveram 7 filhos:  Alberto, Juquita, Arlindo, Pedro, Geraldo, Marieta - mãe do acadêmico Paulo Xavier - e Sebastião.


Manoel de Sousa e Amélia Luiz Montresor Bartolazzi com os filhos Alberto, Juquita, Arlindo, Pedro, Geraldo, Marieta e Sebastião, em Calheiros. Foto de 1950

2. Luís Bartolazzi casou-se com Claudineia Sousa Rocha, com a qual teve 10 filhos: Otacílio, Eugênio, Claudino, Ângelo Bartolazi, Umberto, Luizinho, Conceição, Aída, Venina e Alice.

3. Luísa, que casou-se e "mudou-se provavelmente para São Paulo, e não tivemos mais notícias dela".

4. Marieta, que teve os filhos: Abílio, Aderbal, Amarildo, Zizinha, Benedina, Zelinam Ciroca e Fia.

5. Carlito, que, segundo se recorda, teve os filhos Sebastião e Zilda.

Juquita casou-se com Geny Nolasco Resende, em 1945, tendo dois filhos: Selma, professora aposentada, e José Resende, aposentado na Aeronáutica. "José Resende trabalhou para o dr. Luciano Bastos com carteira assinada. Foi o seu primeiro e último patrão, já que, logo depois, ingressou na Aeronáutica", revela Juquita, assentando ainda que, "em janeiro de 1942, com 30 anos de idade, fui o primeiro da família a sair de casa. Estabeleci um comércio de varejo em Calheiros, em sociedade com Orlando de Sá Vieira. Em 29/12/1945, casei-me e continuei no comércio por mais dois anos”.

Casa de venda de Juquita (toda de azul) em sociedade com o irmão Alberto, em Calheiros. A casa ao lado foi construída, depois, para ser um armazém, na década de 1950

 
 Continua ele dizendo que “com o fim da sociedade, convidei meu irmão mais velho, Alberto, para entrar na mesma. Passei 14 anos neste trabalho e, como a lavoura e o comércio tiveram um declínio, e considerando que eu queria dar estudo para meus filhos, mudei-me para Bom Jesus em 1960. Selma estudou no Ginásio Rio Branco e depois concluiu o curso Normal no mesmo educandário. José estudou no antigo Pereira Passos, atual Colégio Estadual Governador Roberto Silveira e, depois, no Ginásio Rio Branco".

Juquita foi subdelegado nomeado em 13/5/1952, pelo governador Ernâni do Amaral Peixoto. Segundo Juquita, "fui subdelegado de graça e a seco. Nunca ganhei nada pelo serviço. Foram 8 anos que considero de escravidão para mim, mas cumpri meu dever. "

   Juquita foi nomeado subdelegado de polícia de Calheiros por Ernâni do Amaral Peixoto, em 1952


Famílias italianas da região conhecidas por Juquita

Juquita diz que conheceu membros de diversas famílias italianas, mencionando as seguintes:

a) JACOMINI. Juquita conheceu "Belarmino Jacomini,  residente na Seronha, e João Jacomini";

 b) ZANON. Juquita se recorda do italiano "David Zanon, residente no Alto da Serônia";

c) SALOTTO. Juquita conheceu "Otílio Salotto, cujo pai, Carlos Salotto morava na Serra da Boa Vista";

d) DEGLI ESPOSTI. Juquita se recorda de "Cesário, Guilherme e Augusto. Lembro-me quando Cesário e Guilherme moravam em Lambari, enquanto Augusto residia em Água Limpa";

e) CAPACCIA. Juquita diz que conheceu o "italiano Privato Capaccia, que residia em Água Limpa".


Os 100 anos de Juquita



      Juquita, Paulo Xavier e Selma: 3 gerações de ítalo-bonjesuenses
Quando Juquita completou 100 anos, no dia 1º. de setembro de 2011, seus familiares fizeram uma grande festa e editaram um texto em sua homenagem em que registraram que, além dos filhos Selma e José, ele possui três netos: Ruy, Raquel e Vinícius, além de uma bisneta, Francesca, assinalando que " Você faz aniversário e nós é quem ganhamos o presente: SUA COMPANHIA".

Cada dia, na verdade, é dia de festa para a família de Juquita, para a comunidade ítalo-brasileira e para Bom Jesus do Itabapoana. 


A NOVA GERAÇÃO DE ÍTALO-BONJESUENSES


                  João Pedro de Jesus Lúcio, 7 anos, descendente das famílias Capaccio e Ridolphi

Jeferson Degli Esposti Sobrinho, 11 meses, descendente das famílias Degli Esposti e Fitaroni, com a avó Maria (C), mãe Maria e bisavó Terezinha, residentes em Arraial Novo


   Francesca Montresor Bartolazzi da Costa, com 3 anos, bisneta de Juquita, residente em Niterói (RJ)





 

27 comentários:

  1. Gostei muito da matéria...

    Mexer nesse baú é sempre encontrar coisas novas,
    gratas surpresas! Sem falar na emoção!!!

    Parabéns pela iniciativa!!!

    Um abraço,

    Bete

    Varre-Sai (RJ)

    P.S.: Maria é filha de Fernando Ridolphi (veio com 5 anos da Itália) e de Prudência Capacci.

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    1. Meu nome é André e através dessa matéria eu tive a ideia de pedir a cada um de vocês pra me ajudar
      A descobrir através do nome do meu avô Armando polverine e meu pai Francisco Guerreiro Polverineencontrar registro de nossos antepassados.
      Quando o meu pai saiu de bom Jesus de Itabapoana e veio para o rio de Janeiro tinha apenas cinco anos. (21)96480-6184
      whatssap. Email:parabrisavidroauto@gmail.com

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  2. Ola
    "Degli Esposti" significa "do exposto" abandonado... Com certeza ele recebeu um sobrenome na italia...
    Meu trisavô foi deixado na "ruota degli sposti" em Veneza, e criado num orfanato.
    Pelo visto aqui no Brasil acabou virando sobrenome, por algum erro.
    Abs

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    1. Meu nome é André e através dessa matéria eu tive a ideia de pedir a cada um de vocês pra me ajudar
      A descobrir através do nome do meu avô Armando polverine e meu pai Francisco Guerreiro Polverineencontrar registro de nossos antepassados.
      Quando o meu pai saiu de bom Jesus de Itabapoana e veio para o rio de Janeiro tinha apenas cinco anos. (21)96480-6184
      whatssap. Email:parabrisavidroauto@gmail.com

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  3. Mt bom mexer nesse baú e rever nossa história! Meu primo Luiz Fitaroni, hoje é proprietário da sede da Fazenda Boa Vista, a qual pertencia ao nosso avô Caetano Fitaroni e bisavô Leopoldo. Fizemos no dia 18/07/2015,na Churrascaria Pitucão, em Bom Jesus, o 1° Encontro Famiglia Fitaroni. As fotos originais estão no meu acervo: Minhas Relíquias. Grata pela reportagem! Abçs, Iêda

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  4. Mt bom mexer nesse baú e rever nossa história! Meu primo Luiz Fitaroni, hoje é proprietário da sede da Fazenda Boa Vista, a qual pertencia ao nosso avô Caetano Fitaroni e bisavô Leopoldo. Fizemos no dia 18/07/2015,na Churrascaria Pitucão, em Bom Jesus, o 1° Encontro Famiglia Fitaroni. As fotos originais estão no meu acervo: Minhas Relíquias. Grata pela reportagem! Abçs, Iêda

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  5. Boa noite achei essa matéria no acervo de vcs e gostaria de saber se existe alguma coisa sobre a família Montijo .

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  6. Bom dia. Ótima matéria. Obrigada por ter lembrado da família capaccia e não capacci.Lilian Fiori

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    1. Meu nome é André e através dessa matéria eu tive a ideia de pedir a cada um de vocês pra me ajudar
      A descobrir através do nome do meu avô Armando polverine e meu pai Francisco Guerreiro Polverineencontrar registro de nossos antepassados.
      Quando o meu pai saiu de bom Jesus de Itabapoana e veio para o rio de Janeiro tinha apenas cinco anos. (21)96480-6184
      whatssap. Email:parabrisavidroauto@gmail.com

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  7. Bom dia. Ótima matéria. Obrigada por ter lembrado da família capaccia e não capacci.Lilian Fiori

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  8. Lindo parabéns por este arquivo tão importante para todos nós. Obrigado.

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  9. Muito boa matéria! Meu esposo é Degli Esposti, filho de Geraldo Degli Esposti e Luzia Saloto.Eu sou Possodeli. Meu avô veio no navio Attività com 2 anos de idade.Varre-Sai é colônia italiana.

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  10. Muito boa matéria! Meu esposo é Degli Esposti, filho de Geraldo Degli Esposti e Luzia Saloto.Eu sou Possodeli. Meu avô veio no navio Attività com 2 anos de idade.Varre-Sai é colônia italiana.

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  11. Amo saber a história dos meus antepassados ,sou da familia Fitaroni , casada há 49 anos com um homem da familia Fitaroni, lembro da minha avó contando muitos fatos acontecidos com minha familia na vinda deles para o Brasil,e que todos vieram por causa do ouro-verde,o café...

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  12. Amo saber a história dos meus antepassados ,sou da familia Fitaroni , casada há 49 anos com um homem da familia Fitaroni, lembro da minha avó contando muitos fatos acontecidos com minha familia na vinda deles para o Brasil,e que todos vieram por causa do ouro-verde,o café...

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  13. Maria Amélia, bom dia! Sou Gracy, bisneta de Jolina Fitaroni que vem a ser irmã do Caetano Fitaroni. Queria muito saber mais da história dela, mas minha avó e suas irmãs, bem como a Vó Jolina já morreram e assim fico com minha curiosidade. De qual região/cidade soa da Itália? Em qual navio Leopoldo chegou ao Brasil? Queria muito saber essas informações. Abraços, Gracy

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    1. oi prima,pelo que sei,minha avó maria antonia fitaroni era irmã da tia jolina, e chegou ao Brasil ainda muito pequena, vieram nesse vapor attivitá, ela nasceu no dia 10 de maio de 1888 portanto tres dias após nascer, acabou a escravidão no Brasil,mas falava muito sobre esses sofrimentos que havia na época,que mesmo depois da escravidão ser abolida, os senhores , coronéis ainda continuavam usando essas práticas, mas voltando ao assunto, temos muitos parentes ainda em calheiros, bom jesus, ,niterói, etc, sou fitaroni legítima e gosto muito de saber de minhas raízes...

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    2. Oi Maria, muito obeigada por responder. Sou muito curiosa pra saber a história de meus antepassados, de onde vieram da Itália, e se tem a papelada que confirme a história pra ver se consigo cidadania italiana. Se puder entrar em contato agradeceria, meu e-mail é gracylima@gmail.com e o telefone é 61 981349504. Beijos, Gracy.

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  14. Nossa, achei incr´vel a história de voces. Leio tudo sobreos imigrantes italianos. De repente seus familiares devem ter conhecido meus avós e bisavós. Lembrei de nomes que minha mãe falava Braúna e Vargem Alegre. Meus avós vieram no Vappor Attivitá, em maio de 1896. eles eram Tommaso Gentilucci e Lucia Gentilucci, com os filhos Antonio Gentilucci Antonia Gentilucci e Giuseppe Gentilucci. Meu avô era Antonio Gentilucci que casou-se com Rosa Milani. Minha mãe dizia que eles conversavam entre eles em italiano, e pouco falavam com os filhos. Se alguem da sua familia souber parte dessa historia me transmita por favor. Meu email; alveslc01@hotmail.com

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    1. Meu avô Giuseppe Maccaferri também veio no vapor Attivitá em Maio de 1896. Ele tinha 2 anos de idade.

      Escrevi no meu blog sobre minha ascendência italiana:
      http://www.leniel.net/2017/02/italian-ancestry-maccaferri-cantamessa-surnames-cognome.html

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  15. Meu nome é André e através dessa matéria eu tive a ideia de pedir a cada um de vocês pra me ajudar
    A descobrir através do nome do meu avô Armando polverine e meu pai Francisco Guerreiro Polverineencontrar registro de nossos antepassados.
    Quando o meu pai saiu de bom Jesus de Itabapoana e veio para o rio de Janeiro tinha apenas cinco anos. (21)96480-6184
    whatssap. Email:parabrisavidroauto@gmail.com

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  16. Meu nome é André e através dessa matéria eu tive a ideia de pedir a cada um de vocês pra me ajudar
    A descobrir através do nome do meu avô Armando polverine e meu pai Francisco Guerreiro Polverineencontrar registro de nossos antepassados.
    Quando o meu pai saiu de bom Jesus de Itabapoana e veio para o rio de Janeiro tinha apenas cinco anos. (21)96480-6184
    whatssap. Email:parabrisavidroauto@gmail.com

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  17. Minha mãe se chamava Laura Pereira da Silva, esse é o nome que ela se deu quando adulta, pois sua mãe e seu pai morreram e, Bom Jesus do Itabapoana, quando ela tinha 4 anos, uma mulher a pegou para cria e mudou-se para o Rio, ela nunca mais viu ninguém dos seus oito irmãos, eu gostaria de saber se tem um jeito de fazer uma pesquisa para saber se descubro alguma coisa sobre os meus antepassados maternos? Será que alguém pode me ajudar indicando uma fonte de pesquisa? A minha vó morreu de barriga d'água e o meu avó do coração, me aprece que eles tiveram oito filhos, sendo que a minha mãe era a mais nova.

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  18. gloriartes128@gmail.com é meu e-mail, se alguém de Bom Jesus do Itabapoana puder me responder sobre como posso fazer para tentar resgatar a minha história, por gentileza responda por e-mail

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  19. Minha mãe se chamava Laura Pereira da Silva, esse é o nome que ela se deu quando adulta, pois sua mãe e seu pai morreram e, Bom Jesus do Itabapoana, quando ela tinha 4 anos, uma mulher a pegou para cria e mudou-se para o Rio, ela nunca mais viu ninguém dos seus oito irmãos, eu gostaria de saber se tem um jeito de fazer uma pesquisa para saber se descubro alguma coisa sobre os meus antepassados maternos? Será que alguém pode me ajudar indicando uma fonte de pesquisa? A minha vó morreu de barriga d'água e o meu avó do coração, me aprece que eles tiveram oito filhos, sendo que a minha mãe era a mais nova.

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