domingo, 2 de junho de 2013

A CASA DE MARIA EM NATIVIDADE (RJ)



Réplica da Casa de Maria, em Natividade (RJ)





Um lugar de paz, de interiorização e de orações. Assim é a Casa de Maria, localizada a 6 km do centro de Natividade (RJ), e idealizada pelo médico do dr. Fausto de Faria. A obra foi executada por Pedro Luiz da Silva, seus filhos e ajudantes. e localizada a cerca de 6 km da cidade.
Trata-se de uma réplica da Casa existente em Éfeso, na Turquia, onde o médico esteve, e é considerada  única no mundo.

A partir de 9 de maio de 1967, o médico começou a receber aparições de Nossa Senhora, que totalizaram cinco. A Casa exibe a Pedra “Cefas” que foi entregue ao médico por ocasião da terceira aparição, ocorrida no dia 12 de julho de 1967.








No cofre onde se encontra a Pedra, consta a imagem de Nossa Senhora, segundo a descrição do dr. Fausto comunicada a Iraci do Nascimento e Silva.

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Cofre guarnece a Pedra Cefas e o retrato de Nossa Senhora
Segundo a descrição oficial da Casa, "no segundo plano há três oratórios e um quadro que traz as mensagens deixadas pela Santa. Ao lado esquerdo, a sala dos milagres, e ao lado direito, a sala particular da santa. A poucos metros da casa, localiza-se o nicho construído no local exato das aparições. Nele está a imagem em bronze de autoria de Matheus Fernandes, datada de 1969. Defronte ao nicho, passa o regato onde Nossa Senhora apareceu. Há uma fileira de bicas, para facilitar a colheita da água do regato pelos fiéis, que a procuram para fins milagrosos.".















UM LUGAR DE PAZ















As aparições de Nossa Senhora

http://www.nossasenhoradenatividade.com.br/historia.htm#

As aparições foram cinco e testemunhadas unicamente pelo médico, Dr. Fausto de Faria, cuja reação ás duas primeiras foi de espanto, e de indescritível emoção e perplexidade às seguintes.

A terceira, devido ao aparecimento misterioso da pedra (Cefas), único fato visto e confirmado por mais cinco pessoas, foi a mais impressionante. Todas ocorreram de tarde e num só lugar.

A primeira, que durou segundos, tendo Nossa Senhora apenas dito: "Não se assuste, volte", aconteceu a 09 de maio de 1967, quando ele se encontrava a sós, inspecionando a construção de um rego na fazenda Coqueiro, propriedade de sua família.

A segunda, de rápida duração também, e na qual Nossa Senhora desapareceu sem nada dizer, sucedeu oito dias após, a 17 de maio, estando ele em companhia do seu administrador Jerônimo Zuza e do fazendeiro Anir Silva.

Na terceira, a 12 de julho do mesmo ano, Nossa Senhora ditou, em dez minutos aproximadamente, a primeira e enigmática mensagem, tendo ele, a seu lado, sua senhora, Maria Elisa, o médico Walter Novaes, os fazendeiros Waldir Carvalho e Bartolomeu Barra e o seu administrador, os quais, perplexos, viram, no final, o aparecimento da pedra nas mãos do médico.
A 12 de julho de 1968, exatamente um a ano depois da terceira, e não obstante ter ele ido ao local, nesse período, mais de cem vezes, sobreveio a quarta, quando levou e mergulhou pela primeira vez no regato a pedra misteriosa.
Nessa aparição, Nossa Senhora, ao ditar a segunda e longa mensagem, contendo uma frase para a qual pediu segredo, identificou-se claramente. Ao término da mesma, que se prolongou por quase uma hora, um fato se deu: uma nuvem escura, isolada no céu claro, pairou sobre o local, deixando cair uma neblina, seguida de uma aragem, o que causou grande emoção na multidão ali comprimida.

A quinta aparição ocorreu 10 anos depois da terceira, a 12/07/1977, e nela Nossa Senhora pediu para que a Cefas (pedra) fosse colocada na réplica de Sua casa em Éfeso no Santuário, em Natividade, e que, quanto a frase sigilosa de sua 2a mensagem (4a. aparição) Ela própria breve, diria o que fazer.

Ao afirmar que de Éfeso ela foi levada ao encontro de seu Filho no Reino de Deus, Nossa Senhora pôs um ponto final na controvérsia histórica quanto ao verdadeiro local de Sua gloriosa Assunção.

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