domingo, 3 de março de 2024

Evento histórico: Festival Caminhos do Açúcar, Tour Histórico-Cultural, Rural Tour e Experiência do Café serão um marco em Bom Jesus



Entre os dias 8 e 10 de março, ocorrerá o histórico Festival Caminhos do Açúcar, com a edição Café com Leite, no Parque de Exposições da CAVIL (Cooperativa Agrária do Vale do Itabapoana Ltda), além de Tour Histórico-Cultural, Rural Tour e Experiência do Café.

A organização é do CIDENNF (Consórcio Público Intermunicipal de Desenvolvimento do Norte e do Noroeste Fluminense), e conta com o apoio da Prefeitura Municipal.

O evento inédito fortalecerá a economia, o turismo e a cultura de nosso município.




O Apoteótico Encontro de Escritores em São José do Calçado

 

Edson Lobo, presidente da gloriosa Academia Calçadense de Letras 

Ocorreu entre os dois 28 de fevereiro e 2 de março, o histórico Encontro de Escritores em São José do Calçado, iniciativa da gloriosa Academia Calçadense de Letras, com idealização e coordenação da poeta, atriz e produtora cultural calçadense Ivny Matos.

A Cidade dos Escritores homenageou o centenário de Geir Campos, um dos maiores escritores do país, e mostrou que é também a Cidade de todas as Culturas, o que constitui um feito notável para este pequeno município do Espírito Santo, que está assinalado no Guiness Book como a cidade com o maior número de escritores por metro quadrado no Brasil.

O Encontro homenageou, também, uma das grandes personalidades calçadenses, Maria Cristina Garcia, escritora, dramaturga, diretora teatral e membro da Academia Calçadense de Letras. Ela é sobrinha de Mercês Garcia Vieira e filha do prof. Milton Teixeira Garcia. Os escritores calçadenses Fernando Tatagiba e José de Almeida mereceram igualmente homenagens, assim como o saudoso professor Antônio de Souza.

A participação de todos os alunos da rede pública de ensino local foi mais um dos pontos de destaque do evento, que semeou a formação de novos escritores.

A ACL é a primeira entidade literária do interior do Brasil a ter sede própria, e conta com a preciosa Biblioteca Nádia Teixeira Rezende, que é frequentada principalmente por estudantes.

O Encontro de Escritores em São José do Calçado constituiu uma evidência para o país de sua força literária e cultural. Como entoa o hino do município composto por Maria Catharina Pinto, "neste alto de serra, entre flores, a cidade sorriso resplende!"


Abertura do Encontro de Escritores, na Academia Calçadense de Letras (foto Adilson Figueiredo)


Máscara representativa do Lobo do Charpinel (foto Adilson Figueiredo)


Cortejo pelas ruas da cidade (foto Adilson Figueiredo)

(Foto: Adilson Figueiredo)

(Foto: Adilson Figueiredo)


(Foto: Adilson Figueiredo)

(Foto Adilson Figueiredo)


(Foto Adilson Figueiredo)


Maria Cristina Garcia 


Estande da ACL


Débora Brasil, Secretária da ACL


Homenagem ao escritor calçadense Fernando Tatagiba 


Sarah Vervloet


Adilson Figueiredo 



Rita de Cássia Côgo

























sábado, 2 de março de 2024

Prefeito Paulo Sérgio Cyrillo esclarece sobre a aquisição do prédio do CINE MONTE LÍBANO


 

O prefeito municipal Paulo Sérgio Travassos do Carmo Cyrillo esclareceu que a administração pública municipal sempre teve interesse em adquirir o prédio do Cine Monte Líbano, mas a "crise financeira" impossibilitou o ato. Segundo o alcaide, as finanças, agora, estão saneadas, o que possibilitará a apresentação de uma proposta de aquisição aos herdeiros de Merhige Hanna Saad.

O Cine Teatro Monte Líbano foi inaugurado pelo libanês Merhige Hanna Saad, no dia 14 de agosto de 1950, com a apresentação do filme nacional "Carnaval no Fogo". A construção, que marcou a arquitetura da cidade, foi o primeiro edifício da região, uma construção impecável que nada devia aos melhores teatros da capital. Conta com capacidade para mil lugares, algo raro no estado. O local recebeu os maiores nomes do teatro e da música brasileira. Ele cerrou as portas no ano de 1989. Em 2002, o poder público municipal deu início às tratativas para a aquisição do prédio histórico, mas, passados 22 anos, nada restou concretizado.

O Cine Teatro Monte Líbano tem também importância histórica para o município, pois constitui uma evidência da grande contribuição da colonização libanesa para o engrandecimento de nossa sociedade.

Merhige Hanna Saad amava Bom Jesus. Certa vez, foi aconselhado a investir seus recursos na aquisição de patrimônio em Niterói. Ele, então, replicou: "Invisto em Bom Jesus, o que ganho em Bom Jesus!". 

Antes de morrer, Merhige fez questão de ir ao Cine Monte Líbano, e, na ocasião, cumprimentou cada funcionário. Ao chegar à sua casa, pegou pelo braço sua esposa Alzira, percorreu cada cômodo da residência e disse: "É aqui que temos de ficar!'. Em seguida, o libanês adentrou no banheiro e, envolvido na toalha, teve um colapso cardíaco e faleceu. 

Resgatar o Cine Monte Líbano significa não só desenvolver a cultura da região, mas resgatar também parte da rica história de nosso município!


(arquivo)


(arquivo)


Cine Monte Líbano tem capacidade para mil pessoas 

sexta-feira, 1 de março de 2024

RENÉE FERRAIOLO SILVEIRA é indicada para Prêmio INÊS ETIENNE ROMEU

 

Renée Ferraiolo Silveira foi indicada para o Prêmio Inês Etienne Romeu 


A Associação dos Amigos do Memorial Governadores Roberto e Badger Silveira indicou o nome de Renée Ferraiolo Silveira, esposa do ex-governador Badger Silveira, para o Prêmio Inês Etienne Romeu, instituído pela prefeitura de Niterói. Junto com a indicação restou apresentado texto de Gabriel Rocha.

Trata-se da IV Edição que eterniza a historiadora Inês Etienne Romeu, falecida em 27 de abril de 2015, aos 72 anos. Ela foi a única pessoa a ser libertada da chamada Casa da Morte, um centro clandestino de tortura utilizado no regime militar, e localizado em Petrópolis (RJ). Etienne viveu em Niterói nos seus últimos anos e adorava a cidade.

A premiação condecora dez personalidades femininas indicadas por instituições governamentais ou não, cujos currículos serão analisados por banca. O prêmio é um reconhecimento público para quem atua ou atuou de forma relevante na defesa dos direitos das mulheres. A premiação será realizada no dia 9 de março, às 17h, na Sala Nelson Pereira dos Santos.



RENÉE FERRAIOLO SILVEIRA


Por Gabriel Rocha


Tabeliã, mãe de oito crianças, uma mulher independente e à frente de seu tempo, viu seu marido ser injustamente retirado do seu gabinete, no Palácio do Ingá, em 2 de abril de 1964, por militares armados nos primeiros momentos da Ditadura Cívico Empresarial Militar daquele ano.

Ao perceber que fuzileiros armados com metralhadoras insistiam em isolar seu marido, Renée afirmou que não aceitaria ser separado do então governador eleito do Rio de Janeiro, Badger Silveira, com quem permaneceu casada até o fim da vida.

Seu gesto de insurgência é fato histórico registrado na tese TRABALHISMO FLUMINENSE: O GOVERNO E O IMPEACHMENT DE BADGER SILVEIRA (1963-1964), defendida por Andressa Cristina da Miranda do Carmo do Instituto de História da Universidade Federal Fluminense em 2019.

A premiação Inês Etienne Romeu será importante reconhecimento do protagonismo de uma mulher até então retratada apenas como ex-Primeira Dama, ou esposa de um homem importante para a história Fluminense.

A forte reação de Renée Ferraiolo Silveira pode ser inspiradora para que as novas gerações se espelhem nas atitudes das pessoas que ajudaram a moldar nossa comunidade. É válido reconhecer o papel dessa mulher em um momento que exigiu grande coragem para reagir contra um monstro que levou mais de duas décadas para ser desmontado e devolver finalmente o Brasil para os trilhos da democracia.


No dia 10 de agosto de 2014, foi lançada, no Sítio Rio Preto, a Pedra Fundamental do Memorial Governadores Roberto e Badger Silveira, com a presença dos filhos de Badger Silveira: Ana Maria, Maria Cristina e Badger Filho, além de Wilma Martins Teixeira Coutinho, que atuou nos governos de Roberto e Badger Silveira, e Liara Willian, que trabalhou com Badger Silveira

André Luiz de Oliveira é o 2º vice-presidente da Associação dos Amigos do Memorial Governadores Roberto e Badger Silveira 


O dia 7 de junho de 2014 é data histórica em que se deliberou pela fundação da Associação dos Amigos do Memorial Governadores Roberto e Badger Silveira. A reunião ocorreu no antigo Sítio Rio Preto. Participaram da reunião Gino Martins Borges Bastos, Edesio Machado de Souza, André Luiz de Oliveira, atual segundo vice-presidente, Edimo Saluto Rezende, Alessandro Santos Nunes, Cintia Oliveira Nunes, atual Diretora do Memorial, José Alves Moreira, Eraldo Saluto de Rezende, atual vice-presidente, Gizelia Ferreira Ribeiro Tenório e Georgina de Oliveira Santos, atual presidente 
 

O Memorial Governadores Roberto e Badger Silveira foi inaugurado no dia 7 de agosto de 2016





        "RENÉE FERRAIOLO SILVEIRA, um coração onde couberam todos”, por Ana Maria Silveira 



Nasceu Renée Braile Ferraiolo, em Resende-RJ, em 02 de dezembro de 1917. Seus pais, José Ferraiolo e Deolinda Braile Ferraiolo eram filhos de imigrantes italianos, que vieram para trabalhar nas lavouras de café. Acabaram todos migrando para o centro da cidade por não se adaptarem ao regime de semi escravatura e por terem, na grande maioria, suas profissões.

Renée foi muito bem-vinda ao mundo. Seus primos, primas, todos os familiares, falavam da sua Renéesinha com muito encantamento: “Era a criança mais querida, mais alegre, risonha e linda, a mais amorosa de todas!”. Talvez, por ter sido a caçula da sua geração, era mimada por todos.

Diziam que quando ela foi para o Rio de Janeiro estudar deixou um imenso vazio. Ficou sob o regime de internato no Colégio Sacré Coeur de Marie, onde teve sua formação fundamental. Nesse período consolidou muitas amizades, que a acompanharam por toda a sua vida. 

Sua marca era a generosidade.
Dotada de uma capacidade incomum para acolher a todos, não discriminava ninguém. Possuía um forte senso de dever e um espírito independente herdados dos avós anarquistas.

 Logo deixou o colégio e retornou a Resende, foi ser auxiliar da sua tia Chiquinha, num consultório odontológico. Em seguida trabalhou no cartório do seu pai por longos anos e o substituiu como tabeliã. Nessa ocasião conheceu seu futuro marido, Badger Silveira, o novo delegado, encontro esse num momento de agitação na cidade.

Renée estava passeando por Campos Elíseos quando percebeu um grande aglomerado de pessoas em frente à loja de tecidos de um casal de poloneses recém chegados à cidade, que nem falavam ainda o nosso idioma. As pessoas, iradas com as notícias do afundamento do navio brasileiro pelos alemães, os confundiram, e resolveram depredar o imóvel do casal.

Indignada com a gratuita violência, a jovem Renée se pôs de braços abertos à frente de todos impedindo a selvageria e pediu para que um menino que por ali passava, fosse chamar o novo delegado, por todos ainda desconhecido. Quando Badger chegou, apresentou-se como tal. Pediu tranquilidade aos presentes num falar tão comovente que foi inesquecível para Renée.

Badger ficou impressionado com a coragem daquela jovem, enfrentando, sozinha, furiosos desconhecidos. Mais impressionado ainda ficou com a sua beleza. Dizia que nunca havia visto moça tão bonita e que se apaixonou perdidamente por ela desde então. 
 Casaram-se e iniciaram a vida em Resende. Pouco tempo depois, Roberto já estava em franca ascensão política. Decidiram ir para Niterói, pois poderiam acompanhar mais de perto os acontecimentos.

Toda a política dos Silveira passou a ser feita à Rua Lopes Trovão, 89. Renée sentia-se totalmente à vontade com toda aquela movimentação, pela qual já estava acostumada, pois seu pai, José Ferraiolo, havia sido prefeito de Resende durante 15 anos, acompanhando a presidência de Getúlio Vargas. 

Lá, constantemente, se reuniam Boanerges e os filhos. Não havia decisão partidária ou político-pessoal que os quatro não repassassem juntos, para chegarem à melhor solução. Às vezes entravam pela madrugada. Quando não chegavam a um consenso era comum o Roberto ou o Zequinha a chamarem, confiando na sua capacidade prática para resolver problemas: “Comadrinha, você que tem experiência política, o que acha disso?”
Ou: “Renesinha, você que sabe tudo, qual a melhor solução?”

 Os filhos chegaram. Oito, no total. Mas outros foram sendo acolhidos, e outros chegando e ficando, como a nossa Cecinha - Conceição de Maria Gama Pereira, o segundo anjo que Deus colocou na sua existência, a melhor filha que Renée teve.

 O primeiro anjo foi Idalina, ama-de-leite de Badger, nascida na fazenda São Tomé, em Bom Jesus do Itabapoana. Era a nossa amada Vó Preta, como fazia questão de ser chamada. Seu estar atenta a tudo permitia a Renée acompanhar Badger em todos os eventos. 

A eleição de Badger para governador reavivou em todos a enorme esperança de realizar, no Estado, as obras que Roberto não pôde terminar. 

Renée, inesperadamente primeira-dama, montou uma pequena e eficiente equipe que conseguiu, em pouco tempo, atender a todos os municípios com obras sociais, eventos culturais, capacitação humana, como estimular as escolas agrícolas, e laser.

Um dos eventos que mais a animou foi participar da Feira da Providência a convite de D. Hélder Câmara, com a barraca do Estado do Rio de Janeiro. Seu esforço foi compensado, tendo sido uma das mais visitadas e, principalmente, por termos nos deliciado com a presença ímpar do amado D. Hélder, na ocasião do evento.

 Muitos anos após a deposição de Badger pelo golpe militar, Renée ainda recebia visitas frequentes de funcionários do Palácio do Ingá. Levavam-lhe junto com flores e doces, afetuosos abraços e muitos jamais se esqueceram de cumprimentá-la pelos seus aniversários, natais ou viradas de ano.

 Badger e Renée eram muito animados, estavam sempre juntos. Adoravam dançar, cantar, ir ao teatro, cinema ou comemorar qualquer coisa, com ou sem motivo. Suas festas juninas no sítio ficaram famosas, pois viraram casamenteiras. Os amigos muito os admiravam pela afinidade, parceria e afetuosa cumplicidade.

 Badger dizia que Renée, pela sua coragem, o impediu de ser sequestrado num episódio durante o golpe militar. Ela o segurou enquanto era levado preso por um grupo sinistro da Marinha, provavelmente do CENIMAR. Gritou para seu irmão Roberto Ferraiolo para que avisasse o outro irmão, José Ferraiolo Filho, comandante. José comunicou-se com o então Ministro da Marinha, o almirante Augusto Rademaker que imediatamente enviou sua própria lancha que os recolheu e conduziu em segurança para o Ministério da Marinha.

Estava sempre pronta para defender seus semelhantes contra quaisquer injustiças. Católica devotadíssima.

Assim como Badger, foi uma filha, neta, irmã, esposa, mãe, avó, tia, prima, cunhada, nora, sogra, patroa e amiga maravilhosa. Igualmente destemida e desprendida dos bens materiais.

O genro Wagner Rocha bem a definiu no impresso do seu falecimento, em nove de novembro de 2005:
“Renée Ferraiolo Silveira, um coração onde couberam todos.”

21 de abril de 2016

Ana Maria Silveira é filha de Renée Ferraiolo Silveira e do ex-governador Badger Silveira



NOTA DO JORNAL O NORTE FLUMINENSE sobre os filhos de Renée e Badger, todos naturais de Resende(RJ), com datas de nascimento:

José Roberto Ferraiolo Silveira
Ana Maria Ferraiolo da Silveira
Maria Luíza Ferraiolo Silveira
José Luiz Ferraiolo Silveira
Maria Cristina Silveira da Rocha
Badger Teixeira da Silveira Filho
José Fernando Ferraiolo Silveira
Maria Teresa Ferraiolo Silveira

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Datas de nascimentos:
José Roberto Ferraiolo Silveira : 05 de Janeiro de 1948
Ana Maria Ferraiolo da Silveira: 15 de Janeiro de 1949
Maria Luíza Ferraiolo, 02 de Outubro de 1950
José Luiz Ferraiolo Silveira (gêmeos): 02 de Outubro de 1950
Maria Cristina Silveira da Rocha: 23 de Maio de 1952
Badger Teixeira da Silveira Filho: 09 de Junho de 1956
José Fernando Ferraiolo Silveira: 08 de Janeiro de 1961
Maria Teresa Ferraiolo Silveira: 29 de Dezembro de 1961

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José Roberto Ferraiolo Silveira, topógrafo, e Glicélia do Carmo Rodrigues. Filhos: Natália Poliana Rodrigues da Silva, mãe de Angelina Renée; Natasha Christina Rodrigues Silveira, estudante de Arquitetura; Arthur Felippe Rodrigues Silveira, vestibulando.

Ana Maria Ferraiolo da Silveira e José Jeremias de Oliveira Filho, professor da USP-Universidade de São Paulo. Filhos: Fabio Silveira de Oliveira, CGU- Controladoria Geral da União e Franciele Fernanda Borges de Oliveira (nora), administradora, e Aline Silveira de Oliveira, advogada pós-graduada em Direito Constitucional, mãe de Giuliana.

José Luiz Ferraiolo Silveira, artesão.

Maria Cristina Silveira da Rocha, formação: turismóloga, do lar, casada com Wagner Neves Rocha, nascido em Niterói aos 26 de junho de 1939, formação antropólogo, professor da UFF aposentado. Pais de Gabriel Silveira da Rocha, nascido em Niterói aos 4 de janeiro de 1975, formação advogado, casado com Sabrina Antunes da Rocha.
Badger Silveira Filho, servidor público aposentado

José Fernando Ferraiolo Silveira, agrônomo.
Maria Luíza e
Maria Teresa Ferraiolo Silveira, falecida.

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TROVA DE BADGER PARA RENÉE


"Eu nas contas sou um bamba,
 Faço tudo, arrumo bomba,
 Tendo a Renée ao meu lado!
 Do contrário eu me aperto
 Erro tudo, nada acerto,
 Fico todo encabulado..."

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Carta de RENÉE FERRAIOLO SILVEIRA 
ao DR. LUCIANO AUGUSTO BASTOS, 
diretor do Colégio Rio Branco, Bom Jesus do Itabapoana, no dia 7 de agosto de 2000


"Prezado Senhor,
 Honrados pela homenagem e orgulhosos pelo fato de nosso inesquecível esposo e pai, Badger Teixeira da Silveira, ser tão carinhosamente lembrado por seus concidadãos, eu e meus filhos lamentamos a impossibilidade de comparecer à solenidade por razões de saúde e compromissos anteriormente assumidos. No entanto, agradecemos seu amável convite e esteja certo de que, em espírito, estaremos irmanados nesta festa exemplar em que bonjesuenses históricos servirão de modelo para as gerações futuras."