segunda-feira, 29 de julho de 2019

Festa de Agosto é no Bistrô Histórico: imperdível!









Nas trilhas da Vida...
   Se não agora...
      Quando ?...
........................................

   
                             Joel Boechat
         

Um cantinho
  De agradecimentos


Rendamos graças a Deus
Que nos deu, com a Vida,
a oportunidade...
Nas lides terrenas e, na
Alma, a  Eternidade

Do berço à juventude
Receber dos nossos
Pais os necessários
Cuidados...

Ensinamentos de amor
E de Paz para alcançar
O Melhor de nossa vida
E  participar das lutas
De uma coletividade...

Os esforços nos estudos,
Do Jardim e, se possível,
até a Universidade,
Nos caminhos da fé e da
Razão...
O Mestre nos ajudando
Mãos em nossas mãos

Amar o  nosso  próximo...
Posto que, deles também
depende a nossa marcha
Rumo à felicidade...

Precisamos do motorista
que nos leva ao trabalho
Do lavrador que cuida do
nosso alimento...
Com seus cuidados temos
Os gêneros para o nosso
sustento...

Dos que semearam  as
Sementes do algodão,
Da fiandeira, costureira
Que preparam  nossos
Vestuários para inverno
e o verão...

De todo o trabalhador
Qualquer seja a Honrosa
Profissão...

Dependemos sim...
Na Existência terrena, do
Concurso e bom trabalho
Do nosso querido irmão

Vamos envelhecer com
Sorrisos nos lábios...
Pelo Amor de Deus
Abençoado...
Felizes do que foi por
Nós realizado

As rugas que fazem
residência  no rosto...
Refletem  o que fizemos
De Bom Gosto
Com Amor e dedicação

Bem melhor sejam vistos
sinais do tempo do rosto,
Que sinuosas e feias...
Estrias no Coração...

A Fábula do Burro

Rogério Loureiro Xavier 

Olá pessoa amiga e do bem.

A Fábula do Burro

Um dia, o burro de um camponês caiu num poço.

Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta própria.

Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer.

Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que já que o burro estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma.

Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o burro de dentro do poço.

Ao contrário, chamou seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o burro. Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço.

O burro não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele e chorou desesperadamente.

Porém, para surpresa de todos, o burro aquietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou.

O camponês finalmente olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu.

A cada pá de terra que caía sobre suas costas o burro a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão.

Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando.

A vida vai lhe jogar muita terra nas costas.
Principalmente se já estiver dentro de um poço.

O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela.

Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima.

Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos.

Use a terra que lhe jogam para seguir adiante...!!!

Recorde-se das 5 regras para ser feliz:
1. Liberte o seu coração do ódio.
2. Liberte a sua mente das preocupações.
3. Simplifique a sua vida.
4. Dê mais e espere menos.
5. Ame-se mais e... aceite a terra que lhe jogam.

“Ela pode ser a solução, não o problema.”

Roger LX
(Autor desc.)


A MENSAGEM DE ROGERIO LOUREIRO XAVIER

Olá pessoa amiga e do bem.

Bom dia!

"Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a Quantidade e, na desgraça a, Qualidade."

Aqui vale lembrar um velho ditado, de moral correlata, cuja origem ou autoria eu desconheço: "se você quiser saber quantos amigos tem, dê uma festa; se quiser saber quem são eles, fique doente".

Que DEUS os abençoe.

Roger LX


domingo, 28 de julho de 2019

Bonjesuense é registrada no Museu da Pessoa



A arte do encontro na educação


SINOPSE

A sensação que Nandyara Rezende tem do tempo em que trabalhou com o Telecurso é a de que foi a experiência mais próxima da missão que teria a cumprir na Educação: trabalhar de forma amorosa, apoiando seus estudantes para que eles alcançassem os seus projetos de vida, tivessem um emprego, uma casa melhor e fortalecessem a sua consciência cidadã. Inclui ainda nesta missão contribuir para que seus estudantes fossem capazes de ousar e de persistir. Assim como fez em sua caminhada, conseguiu superar o desencontro que teve com o modelo educacional que lhe era apresentado e aprender a enfrentar os desafios.

HISTÓRIA COMPLETA


Meu nome é Nandyara de Almeida Rezende, natural de Bom Jesus de Itabapoana, município localizado entre o Rio de Janeiro e o Espírito Santo. Nascida em 17 de novembro de 1964. Em casa, éramos seis crianças, seis irmãos. Nossos pais eram enfermeiros - minha mãe era também professora - ambos muito ausentes. Mas a gente conseguia entender essa ausência, fosse pelas necessidades materiais da família, fosse pela natureza de seu trabalho.

Desde pequena, livros foram o meu refúgio. Com eles eu conseguia me deslocar para lugares e situações e ficava sempre com a sensação de que o mundo era bom, porque os livros me traziam só coisas boas. Houve uma época em que eu, decididamente, não me encontrava com a escola: Matemática para mim era um horror, e ter que decorar me fazia profundamente infeliz, porque o que eu queria era entender. Entender o porquê das coisas, como funcionavam, e assim por diante. Cheguei ao extremo de pedir à minha mãe para sair da escola. Com notas baixas e totalmente desmotivada, fui reprovada. No ano seguinte, voltei. Concluí o ensino médio e, na hora de prestar o vestibular, resolvi escolher justamente a Matemática, talvez para provar que a rejeição a uma disciplina não podia ser mais forte do que eu. Não sei se por influência da profissão dos meus pais, o fato é que acabei fazendo, simultaneamente, Matemática e Ciências. Matemática como desafio e Ciências porque era assunto que fazia parte do cotidiano de nossa casa, os acontecimentos do dia a dia. Hoje sou professora de Ciências e, curiosamente, na mesma escola em que estudei. Lá eu me vejo como estudante; olho e me vejo sentada na minha sala de aula.

(...) é uma escola lindinha, da época de plantio de café (...) cheia de história bonita.

Formada em Matemática e Ciências, ambas da área de Exatas, decidi ampliar meu horizonte por ocasião da pós-graduação: fui fazer planejamento educacional. E, com isso, me dedicar a Educação, conhecer e compreender o pensamento dos educadores, aprender um pouco de cada um deles e tentar, desta forma, contribuir para a melhoria e fortalecimento da Educação, tão negligenciada em nosso país. Sempre pensei na Educação como única possibilidade de uma sociedade, e de um país dar certo. Com este pensar não só aprendi a valorizar, como também, no projeto Autonomia, como o Telecurso é chamado no estado do Rio de Janeiro, procurei me comprometer com os chamados eixos temáticos - quem eu sou? onde estou? para onde vou? qual a minha missão no mundo?

Assim acumulei alguma experiência, corri diversas escolas, em diferentes cidades, vivenciei variadas práticas educacionais, na educação infantil, nos ensinos fundamental e médio, como professora de Ciências, Biologia, Matemática, Química. Mas eu buscava um modelo que me satisfizesse, que se ajustasse minimamente ao que eu concebia como educação de qualidade, uma realidade sempre reclamada e raramente encontrada. Acabei me encontrando com o Telecurso, ou melhor, encontrando sentido numa educação contextualizada, voltada para a construção de conhecimento e para as práticas sociais.

Identifiquei como a melhor alternativa quando se trata de compreender que todo mundo traz um saber. De início, achei-me incapaz de encarar a unidocência no processo de mediação pedagógica, mas ao participar da formação para o trabalho com a Metodologia Telessala pude perceber uma nova dinâmica, uma maneira sensível e integrada de ensinar aprendendo, onde todos trazemos e fazemos uso de saberes. Educadores e estudantes.

A primeira coisa que me encantou no Telecurso foi verificar trabalhar o conteúdo tem a importância que lhe é intrínseca, mas também se faz necessário o desenvolvimento de competências, habilidades, saberes e fazeres. Os conteúdos do Telecurso estão interligados, os livros que lhes são correspondentes trazem para os estudantes um tipo de aprendizagem que permite aprender e, simultaneamente, adquirir competências. O que é diferente de decorar conteúdos. E é, afinal, o que lhe permite se inserir no mundo do trabalho, se desenvolver de forma produtiva e cidadã e na sociedade.

O estudante aprende a não desistir. Uma competência que ele adquire.

Eu costumo dizer que tenho comigo as características de uma professora do Telecurso e que, nele, a minha essência ficou - ou seja, o sentimento de ter contribuído. E foi, sem dúvida, a maior - e melhor - experiência educacional que eu vivi. Eu descobri que, naquela vivência em sala de aula, à medida que você ensina você aprende. Aprende a observar, aprende a compreender as transformações que o Telecurso promove nos estudantes. Por exemplo: ser uma pessoa crítica, e em condições de reivindicar seus direitos e exercer sua cidadania. E no Telecurso, por meio dos projetos complementares, falo com emoção, porque os vivi; desenvolvi junto com os estudantes a construção do conhecimento com estreita conexão com as suas realidades.

Fonte: Museu da Pessoa

Hospital inaugura, amanhã, novas instalações

Hospital São Vicente de Paulo: festa de inauguração das novas instalações jamais poderá ser pretexto para que os dirigentes deixem de prestar contas à sociedade

Amanhã, às 9h, o Hospital São Vicente de Paulo inaugura suas novas instalações.

Esse ambiente festivo não eliminará jamais, contudo, a exigência de que seus dirigentes  prestem contas à sociedade bonjesuense, dos valores que entram para os cofres do nosocômio.

Nunca é demais repetir que o Hospital São Vicente de Paulo não é propriedade de seus dirigentes. Estes são apenas administradores de um bem que pertence ao povo bonjesuense. E a este, os dirigentes possuem dever de prestar contas.

Uma pergunta que nunca quer calar: os dirigentes do Hospital São Vicente de Paulo zelam pelo patrimônio do nosocômio com o mesmo ardor com que zelam pelo seus patrimônios particulares?

Se assim é, qual é o motivo pelo qual têm sonegado sistematicamente, até agora, à comunidade bonjesuense, os esclarecimentos a respeito de onde têm sido aplicados as verbas que entram nos seus cofres?

A inexistência de prestação de contas, até o presente momento, dos valores que entram para os cofres do nosocômio tem levantado questionamentos sobre o proceder dos que dirigem os rumos do hospital; mas isso parece não ser, para eles, um dever jurídico, nem mesmo um problema de ordem moral.



O Padroado Português: o grande agente da criação da Portugalidade

Em 1455, pela bula Romanus Pontifex, o Papa Nicolau II concedeu aos reis de Portugal o direito e a faculdade de fundarem e erigirem igrejas nos seus domínios ultramarinos, sem interferência da Cúria Pontifícia. Estruturado em bispados, o Padroado cresceu de forma impressionante, espraiando-se pelo norte de África (Ceuta, Tânger, Safim), pelas ilhas atlânticas (Madeira, Açores, Cabo-Verde), Brasil (Olinda, Rio de Janeiro, Maranhão, Pará, Mariana, S. Paulo, Cuiabá)), costa de África ocidental (Angola, Congo), costa oriental de África (Etiópia) e Oriente (Goa, Malaca, Cochim, Cranganor, Meliapor, Damão).

 Agente de conversão, ensino, difusão da língua e aportuguesamento de povos, para além de impressionante obra assistencial, foi certamente o elemento decisivo de inclusão que faltaria a outras nações europeias envolvidas no movimento da expansão europeia.

Sem o Padroado, o elemento comercial teria predominado, pelo que, passada a era da hegemonia portuguesa, pouco teria sobrevivido aos feitos do século XVI. O Padroado Português, privilégio oneroso, foi, afinal, o cimento que explica a irradiação de Portugal no mundo.



Enviado por Antonio Soares Borges