sábado, 14 de janeiro de 2017

DETRAN ORDENA QUE 1.207 MOTORISTAS NÃO LOCALIZADOS ENTREGUEM SUAS CNHs EM DEZ DIAS



O Detran determinou, no Diário Oficial, que 1.207 condutores não localizados pelos Correios entreguem suas carteiras de habilitação. Todos estão com o direito de dirigir suspenso por terem atingido o limite de 20 pontos em multas de trânsito acumuladas em 12 meses seguidos ou cometido infrações que preveem essa punição, como excesso de velocidade e condução sob efeito de álcool ou drogas.

A relação publicada no Diário Oficial inclui apenas quem não foi encontrado por não ter atualizado o endereço de correspondência no Detran. Todos os notificados devem entregar a Carteira Nacional de Habilitação ao departamento em até dez dias, contados a partir desta sexta-feira (13), no Núcleo de Documentos Acautelados, na Avenida Presidente Vargas 817, no Centro do Rio, ou em qualquer posto de habilitação.

Para reavê-las, eles terão que se submeter a um curso de reciclagem de 30 horas e cumprir o tempo de suspensão estipulado na punição. Caso contrário, responderão a um processo para cassação da habilitação se forem flagrados dirigindo, como determina o artigo 263 do Código de Trânsito Brasileiro. Esse flagrante pode ser feito por agentes de trânsito ou eletronicamente, através do registro de multas cometidas após a perda do direito de dirigir.

O Diário Oficial também traz notificações para outros 3.370 condutores, que também respondem a processos para suspensão da CNH. Desse total, 1.196 deverão apresentar suas defesas prévias e 2.174 ainda podem recorrer às juntas administrativas de recursos e infrações. Todos têm 30 dias para se defender.

Para saber se está incluído nesta e em outras listas publicadas no Diário Oficial, basta acessar o linkhttp://multas.detran.rj.gov.br/gaideweb/consultaNotificacaoSemSucesso. E os motoristas que já respondem a processo podem checar a sua situação em http://multas.detran.rj.gov.br/gaideweb/processoEletronico.


RADIUM HOTEM: UM SONHO AINDA INACABADO EM GUARAPARI (ES)



O Radium Hotel foi construído, originalmente, em formato de âncora, em Guarapari (ES), no sul capixaba, para ser uma Escola Naval. 




                                                                                 (foto da internet)

O prédio, contudo, acabou arrendado por uma empresa de turismo e hotéis, devido à privilegiada localização do prédio, na Praia da Areia Preta. Assim, foi inaugurado em 1953, com área para cassino. 



Segundo o livro "Guarapari muito mais que um sonho lindo", de Beatriz Vieira Bueno, "as louças do hotel eram de porcelana importada, as baixelas e talheres de prata e as roupas de cama e toalhas de mesa de linho".



De acordo, ainda, com a obra, "Vinha para Guarapari a elite política e social do país para jogar no cassino, cabendo citar o Conde Francisco Matarazzo, Maysa Matarazzo, Assis Chateaubriand, Rubem Braga, o Ministro João Pinheiro, Ibrahim Sued, Carlos Lacerda, Jones dos Santos Neves, Carlos Lindberg, Eurico Resende, Garrincha e turistas vindos da Itália, França, Alemanha, Coréia, Inglaterra, Portugal, Espanha, Estados Unidos e outros países. Por ali passaram Francisco Alves, Ângela Maria, Dirce e Linda Batista, Emilinha Borba, Cauby Peixoto, Grande Otelo, etc." (páginas 91/92).





Com a proibição do jogo,  e a não autorização da renovação da concessão com a empresa, por parte do governo, o hotel entrou em decadência contínua. No ano de 2004, o governo do Estado pagou uma dívida trabalhista e preservou o prédio.  A SAMARCO Mineradora restaurou, então, o teto, impedindo o desabamento do mesmo.  



Desde então, a Associação dos Moradores do Centro  (AMOCENTRO) vem lutando para transformar o prédio em um Centro Cultural.




Enquanto isso não ocorre, o pátio do prédio está sendo ocupado por expositores que se organizaram em associação.








NÃO HÁ COISAS PEQUENAS...





        Contribuição do CCMB (Centro Cultural Maria Beatriz) de Laje do Muriaé (RJ)

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Sentimento regional em Bom Jesus do Itabapoana



O sentimento regional tem sido uma marca em Bom Jesus do Itabapoana (RJ). O nome do nosso jornal, fundado no dia 25 de dezembro de 1946, indica esta índole.

Outro fato que corrobora tal afirmativa é a nominação de ruas de municípios fluminenses como Natividade e Itaperuna e dos capixabas Bom Jesus do Norte, Apiacá, São José do Calçado e Guaçuí.