segunda-feira, 3 de agosto de 2015

O devaneio da "venezualização"



Luciano Rezende





            A luta pelo fortalecimento do Estado Nacional foi e continua sendo uma das batalhas mais importantes dos movimentos progressistas em nosso país.



           A presença sólida do aparato estatal em centenas - ou quem sabe milhares - de municípios brasileiros, onde as relações sociais exibem traços de barbárie, constitui-se vital até mesmo para se garantir as conquistas humanitárias básicas alcançadas nos últimos tempos.



            Onde não há policiamento, prevalecem as milícias. Onde não há hospitais públicos, dominam os charlatães. Onde não há educação de qualidade, sobressai o misticismo. Não significa que a presença de todos esses serviços públicos prestados à coletividade garantirá o fim desses grupos, práticas ou fenômenos nocivos à sociedade. Mas, na ausência ou carência deles, verificamos o recrudescimento de todos os tipos de violência.



            Também a lacuna deixada pelo Estado na economia logo é preenchida pelo mercado. Dessa forma, para os liberais de todos os matizes, cada vez menos restrição do Estado implica cada vez mais liberdade para o capital atuar de acordo com suas conveniências. Áreas estratégicas da economia da nação, tais como energia, agricultura, educação, comunicação, segurança entre outras, são ferozmente disputadas por gigantescos monopólios na busca de lucros colossais às expensas das privações de milhões de pessoas. Basta lembrarmos que algumas multinacionais sozinhas têm hoje lucros anuais muito maiores que o Produto Interno Bruto de vários países somados juntos.



            A defesa do Estado Nacional, portanto, se apresenta aos trabalhadores como uma das mais importantes bandeiras na atual quadra política. Fortalecê-lo é imprescindível para o desenvolvimento das forças produtivas e, consequentemente, o avanço das forças progressistas.



            Entretanto, não pode haver ilusões sobre o caráter eminentemente burguês desse Estado que, como diria Lênin, é “o produto das contradições inconciliáveis das classes sociais”. Ainda, de acordo com Lênin em seu “O Estado e a Revolução”, citando trechos da obra “A Origem da Família, da Propriedade Privada, e do Estado” de Engels, “O Estado não é, de forma alguma, uma força imposta, do exterior, à sociedade. Não é, tampouco, “a realidade da Idéia moral”, “a imagem e a realidade da Razão como pretende Hegel. É um produto da sociedade numa certa fase do seu desenvolvimento. É a confissão de que essa sociedade se embaraçou numa insolúvel contradição interna, se dividiu em antagonismos inconciliáveis de que não pode desvencilhar-se. Mas, para que essas classes antagônicas, com interesses econômicos contrários, não se entre devorassem e não devorassem a sociedade numa luta estéril, sentiu-se a necessidade de uma força que se colocasse aparentemente acima da sociedade, com o fim de atenuar o conflito nos limites da "ordem”. Essa força, que sai da sociedade, ficando, porém, por cima dela e dela se afastando cada vez mais, é o Estado".



            Ilusão (ou má fé) ainda maior é parte da opinião pública dita especializada em política de nosso país, com o assentimento de grande parte da própria esquerda, professar besteiras do tipo uma suposta “venezuelização” em curso do Estado brasileiro como se na própria Venezuela o Estado não fosse burguês até a raiz dos cabelos (basta ver as intermináveis sabotagens em todos os níveis do âmbito público e privado). Se a esquerda no Brasil, com muito custo e muitas concessões, logrou ocupar a cadeira presidencial, o Poder Executivo revela-se ser um limitado, embora importante, espaço político para se promover as políticas progressistas reclamadas pelos trabalhadores.



            Em outras palavras, o hercúleo esforço das forças progressistas em atuar no interior de um Estado capitalista que, segundo Lênin, é “sempre o Estado da classe mais poderosa, da classe economicamente dominante que, também graças a ele, se toma a classe politicamente dominante e adquire, assim, novos meios de oprimir e explorar a classe dominada” impõe limitações que precisam ser reconhecidas, sobretudo, aos mais sonhadores que, frequentemente, fazem cobranças e exigências de todos os tipos esquecendo-se, ou não compreendendo, as restrições desse espaço de poder e de uma correlação de forças ainda extremamente desfavorável.



            O poder judiciário, em toda a sua extensão, é notadamente conservador. A grande mídia privada (que como concessão pública conta com a subserviência e cumplicidade do Estado burguês) está capilarizada em todo o vasto território nacional e conta com uma ampla rede repetidora de seu conteúdo reacionário, composto por pequenos e médios canais de comunicação que, no geral, são empresas dominadas pelas classes dominantes locais. O Poder Legislativo, desde as milhares de Câmaras de Vereadores até o Senado Federal, representa uma minoria do povo, composto majoritariamente pelos representantes da burguesia. Isso sem falar do poder econômico e de outras organizações que exercem forte influência cultural e ideológica nas massas populares e são fortemente vinculadas ao projeto de poder capitalista dominante.



            Mas se o Estado é burguês, por que as forças progressistas e populares participam dele então? O próprio Lênin nos lembra que “há, no entanto, períodos excepcionais em que as classes em luta atingem tal equilíbrio de forças, que o poder público adquire momentaneamente certa independência em relação às mesmas e se torna uma espécie de árbitro entre elas.” E mesmo nos dias de hoje, onde prevalece um desequilíbrio brutal pendendo em favor dos reacionários, é imperioso contar com a presença sempre lúcida e combativa dos representantes da classe operária, das maiorias espoliadas pela ditadura do capital, a fim de, ao menos, tentar barrar as investidas mais fascistas e reacionárias no plano tático, acumulando forças para o enfrentamento estratégico, de prolongado fôlego.



            Pode-se afirmar, baseado nos números e fatos, que a participação da esquerda nos espaços do poder público, embora muito pequeno em comparação com a abissal influência e presença dos conservadores, já representou avanços imensos ao povo brasileiro. Desmitificar essa falsa contradição entre o militante social e o militante que hoje ocupa cargos em governos, é tão importante como a velha dicotomia entre trabalho intelectual e trabalho manual.



            Desse modo, a alucinação de parte da direita mais recalcitrante que vê o espectro do socialismo possuindo o Estado brasileiro, é mais um delírio de quem se assombra até diante da livre e aberta organização dos partidos de esquerda da América Latina por meio do Foro de São Paulo.



            A tal da “venezuelização” do Estado brasileiro é a tese mais ridícula de quem desconhece o mais básico e elementar de nosso país, da nossa Administração Pública, da própria Venezuela, e muito menos da classe social que representa. Mais que isso, manifesta um claro devaneio difundido através dos grandes meios de comunicação, para mascarar os avanços democráticos e, principalmente, desqualificar a minguada participação da esquerda nas instituições do Estado, criminalizando as forças populares e progressistas.







Luciano Rezende é professor do IFF (Instituto Federal Fluminense), Campus de Bom Jesus do Itabapoana




domingo, 2 de agosto de 2015

BOANERGES CONTADOR DE CASOS



Ana Maria Silveira




   Boanerges nos encantava ao narrar seus casos. Imitava, gesticulava, dava muita vida aos personagens.
   Contava que lá por volta de 1920, em Calheiros- Bom Jesus do Itabapoana, quandofazia uma visita costumeira a um compadre, percebeu o filho deste um pouco aflito.
-Chico, já não resolveu aquele seu problema com a noiva?
-Já, padrinho, mas agora é outro. Estou gostando da Lucinda!
... E Boanerges contava:
-Chico era meio devagar para tomar decisões. Depois de meses de tentativas, ensaios e desistências, acabou conseguindo romper um noivado com a Rosaura.

   Naquele tempo não se namorava sem o consentimento dos pais da moça e Chico ficou outros meses imaginando como seria o novo evento:
-Eu visto meu terno de casimira, o chapéu, passo um pouco de colônia para me perfumar, pego a bengala e vou até a casa da minha amada.
 Bato na porta: toc,toc, toc. Dona Elvira abre. Muito gentilmente me cumprimenta:-Boa tarde, Sr. Francisco!
Gentilmente também, respondo:-Boa tarde, Dona Elvira!
Ela dirá: -Entra Sr. Francisco...
Eu entro e tiro o chapéu.
-Senta-se Sr. Francisco...
Eu me sento e deixo a bengala de lado.  D. Elvira vai perceber as minhas intenções, vai dar um sorrisinho malicioso e vai dizer para mim:
-Um momentinho só, Sr. Francisco, vou comunicar ao Agnaldo que você veio nos visitar.  Fique à vontade...Com licença...
E Dona Elvira sai...
Enquanto ela vai chamar o Sr. Agnaldo eu rapidamente apanho um jornal ou um almanaque que deverá ter pela sala, coloco os óculos que o Zequinha me emprestou ( será que vou acertar colocar os óculos?) e finjo ler qualquer coisa até chegar o Sr. Agnaldo acompanhado pela D. Elvira. Leio por uns segundos, levanto a cabeça, dou um sorriso simpático para ambos, tiro os óculos, coloco no bolso, me levanto e o cumprimento:
-Dr. Agnaldo, como vai o Sr.?
E ele para mim:
-A que lhe devo o prazer desta visita?
Aí então olho discretamente para a D. Elvira, ela entende, diz que está atrasada com os bordados, pede licença e sai.
Sr. Agnaldo e eu ficamos a sós e eu lhe falo das minhas intenções de namoro, noivado e casamento.
O clima ficará tenso
Sr. Agnaldo ficará sério, mas seus olhos vão mostrar muita satisfação. Fico sério também e falo das minhas possibilidades, das minhas posses e das minhas pretensões.
Tenho certeza de que ele vai me dizer:
-Sr. Francisco, o Sr.sabe muito bem que a Lucinda é o nosso tesouro. É um anjo de doçura, uma semeadora da paz. Estou certo de que o Sr. cuidará muito bem dela!
Aí falo com ele que tenho intenções de consumar logo o matrimônio, pois não sou desses de ficar embromando, não!
Nós nos levantamos e ele berra a D. Elvira. Quando ela vem e vê que estamos nos abraçando, volta e chama a Lucinda.
Aí as duas aparecem... A Lucinda tímida, linda e a D. Elvira toda risonha, porque já estará percebendo tudo...
Sabendo da conversa, D. Elvira enxuga os olhos, emocionada e Lucinda me olha, encabulada...
Já deixo marcada a data do noivado. Ah! A do casamento também.
Tudo dito, peço licença para me retirar. Cumprimento o Sr. Agnaldo, beijo a mão de D. Elvira.
Pego a bengala, o chapéu e volto para casa.

  E Chico ficou meses ensaiando essa história ( Eu visto o meu terno de casimira, o chapéu, pego a bengala e vou até à casa da minha Lucinda. Bato na porta: toc, toc, toc e D. Elvira abre... 
Toc, toc, toc... e D. Elvira abre...
D. Elvira...)

   Até que resolveu ir lá. Afinal ele já estava com a história bem retida na cabeça, os óculos o Zequinha acabara lhe dando de presente e a paixão pela Lucinda, sufocando. Escolheu uma data bem especial: 13 de junho, dia de Santo Antônio Casamenteiro.

   Como mil vezes havia planejado, vestiu-se com o terno de casimira, perfumou-se com a colônia, colocou o chapéu, apanhou a bengala e lá se foi.
Chegando defronte à casa da amada, parou. Acertou o chapéu, passou a bengala para a mão esquerda, empinou-se e... Toc, toc, toc...
-Agora D. Elvira abre e eu...(pensava Chico, enquanto alguém abria a porta).

   Só que ao invés da D. Elvira, quem apareceu foi o Sr. Agnaldo.

   Que susto Chico levou!
-Boa tarde Dr. Elviro, disse, sem perceber a troca.

   Quando foi levantar a mão para cumprimentar o Sr. Agnaldo, lembrou-se de tirar o chapéu. Bruscamente bateu na aba e este saiu voando. 

   Lançou-se para pegar o objeto voador e tropeçou na bengala. Quase caiu.

   Derrotado,a face vermelha e sem conseguir dizer palavras, deu meia volta, volver!
 
   Já distante, escutou alguém dizer: -Que sujeito maluco!(mas não achou que fosse para ele.)

   Voltou para casa com o firme propósito de programar outra visita, só que desta vez quem vai abrir a porta é Sr. Agnaldo...


  Junho de 2015



Ana Maria Silveira é filha do ex-governador Badger Silveira

PAÇOCA BONJESUENSE COM TOQUE ITALIANO NO 6º CIRCUITO CULTURAL






Quando os italianos Fernando Ridolphi e Prudência Capacci Ridolphi se estabeleceram em Varre-Sai (RJ), no século XIX, dedicavam-se a fabricar paçocas, entre outras atividades.

A paçoca é um alimento de origem indígena. O nome vem do tupi pa'soka ( paba=terminar e soka=sokar), uma vez que, originalmente, era feita socando-se a farinha de mandioca e a carne-seca no  pilão.

O filho do casal, Geraldo Ridolphi, nascido em Jacutinga, distrito de Varre-Sai, deu continuidade à fabricação do alimento. Posteriormente, o filho deste, César Ridolphi - casado com Aidê Dias Tiradentes Rodolphi - nascido na Fazenda Bela Vista, no distrito de Calheiros, Bom Jesus do Itabapoana, por sua vez, também dá prosseguimento a esta tradição familiar, produzindo a PAÇOCA RIDOLPHI, com diversos sabores: doce, salgada, de torresmo com bacon, de carne-seca e de lambari.

Ele mostrará suas cobiçadas paçocas no dia 08/08/2015, às 12h, no Sítio Rio Preto, em Calheiros, por ocasião do 3º Passeio Cultural, uma das atrações do 6° Circuito Cultural Arte Entre Povo. Além disso, César Ridolphi levará dois pilões para demonstrar como ocorre a preparação do alimento.

 
César Ridolphi e os pilões utilizados para fazer paçoca, que levará para o Sítio Rio Preto



A PAÇOCA RIDOLPHI é um dos produtos que constarão da Exposição dos produtos da região, no Sítio Rio Preto. 

A Paçoca Ridolphi tem conquistado o mercado bonjesuense
















Centro Cultural Maria Beatriz coordena o 6º Circuito Cultural Arte Entre Povos




Centro Cultural Maria Beatriz



O Centro Cultural Maria Beatriz (CCMB), de Laje do Muriaé (RJ), que está à frente da organização nacional do 6º Circuito Cultural Arte Entre Povos, foi inaugurado em 21 de agosto de 2013, dentro da programação do 4º Circuito Cultural.

Tratou-se da realização de um antigo sonho da ativista cultural Maria Beatriz Silva, cujo nome, no pequeno município, sempre foi referência às questões culturais. 

Desde então, vem constituindo-se em espaço destinado à apresentação de manifestações culturais das mais diversas modalidades. 

Inauguração do Centro Cultural Maria Beatriz contou com a presença do cineasta argentino Carlos Pronzato, pedagoga Venina Aparecida da Rocha Freitas,  presidente do SEPE (Sindicato Estadual dos Profissionais de Ensino) Robson Terra,  prefeito municipal Rivelino Bueno, assessor de gabinete Marcus Werneck, subsecretário Municipal de Administração Aloísio, diretora da Casa da Cultura Maria Sirlene, seus familiares e membros da comunidade

As atividades do CCMB contam com orientação pedagógica e tem promovido o desenvolvimento cultural da comunidade, em especial das crianças e dos jovens, além de descobrir talentos e resgatar e preservar a memória do município. Tem realizado exposições, saraus, teatro, dança, música, literatura, oficinas, concurso de poesia e desenho, exibição de documentário, além de atividades destinadas aos projetos escolares, como contação de história.

Biblioteca do CCMB



O CCMB abriga o Espaço Cândido Portinari, o Espaço de Documentário Carlos Pronzato e a Biblioteca Comunitária Esperança, tendo como colaboradores o SEPE (Sindicato Estadual dos Profissionais de Ensino), CIEP 343 e o Centro Cultural Ateliê Casa de Portinari no Rio de Janeiro.

  



Maria Beatriz: o CCMB como ferramenta para a construção de um mundo melhor


CURRÍCULO

Maria Beatriz Silva

Maria Beatriz Silva (13 de maio de 1962, Laje do Muriaé (RJ)). Concluiu curso de Formação de Professor na Escola Estadual Ary Parreiras, de Técnico em Contabilidade no Colégio Maestro Mazini e de Cartazista-Letrista (desenhos de letras) no CENAC. Concluiu, curso na Secretária Estadual de Cultura sobre museus, bibliotecas, exposições, oficinas, projetos e marketing dentre outros. Concluiu cursos na Secretaria Estadual de Saúde sobre Faturamento e Avaliação de Contas Médicas Ambulatoriais e Hospitalares de baixa, média e alta complexidade (PAB, FAE, APAC e AIH). Recentemente concluiu cursos pela FIRJAN: Excelência no Atendimento – Saúde e Gestão Estratégica de Liderança – Administração.

 Exerceu o cargo de Chefe de Avaliações de Contas Médicas Ambulatoriais por 26 anos na Secretaria Municipal de Saúde, foi subsecretária de cultura por 3 anos e Secretária do Prefeito Municipal por 2 anos. Atuou por 10 anos como colunista do Jornal Online do Mato Grosso do Sul, atuou por 5 anos como locutora da Web Rádio Sonho Sem Fronteiras de Lisboa Portugal. Atuou como catequista na Igreja Matriz Nossa Senhora da Piedade por 22 anos. Foi membro do Coral da Igreja Matriz por 22 anos. Organizadora local dos eventos internacionais realizados no mês de agosto e Setembro de 2012 e 2013 - 3º e 4º Circuito cultural Arte Entre Povos tendo como integrantes artistas e pensadores do Brasil, Argentina, Cuba e Chile, a partir de 2014 passa a organizar em parceria com o CCMB e organizadora local do Circuito Xadrez entre Povos, com o mestre e treinador cubano Raul Perez, que ocorreu em 2012. Organizou por 2 anos em parceria com CCMB,  solenidade dos Melhores de 2013 e 2014 do Estado do Rio de Janeiro da Senadoria da Cultura, junto ao Congresso Sociedade Cultura Latina - Seção Brasil.

Participou da Merco Noroeste em 2010, 2011 e 2012, exposição de artesanatos. Participou em agosto de 210, dos Encontros Municipais de Cultura da Região Noroeste, reuniões públicas promovidas pela Secretaria Estadual de Cultura, para a elaboração do Plano Estadual de Cultura. Participou da Conferência Regional da Região Noroeste, em setembro de 2010 - Notas para um Diagnóstico Preliminar – A Cultura na Região Noroeste.

Realizou noite de autógrafo, da antologia do I Congresso Nacional dos Poetas Virtuais, na qual é uma das coautoras, no auditório do CEAP em Laje do Muriaé, em 2011.  Articulista com o projeto do ator e produtor Alan Castelo, para apresentação em Laje do Muriaé (Theatro de um homem só em estado de cultura), que teve como objetivo: elaborar um retrato da cultura do estado, em 2011. Articulista com o projeto Banda Larga, para realização de atividades com a banda Lira da Esperança em Laje do Muríaé em 2011. Foi à primeira poetisa a lançar livro na Casa da Cultura Dr. Manoel Ligiéro recém-inaugurada em 2012, em Laje do Muriaé.
 
Atuou como mestre de cerimônias na solenidade de posse do Prefeito Municipal Rivelino Bueno como Presidente da Junta Militar do Município de Laje do Muriaé em junho de 2013, no 2º Festival Intermunicipal de Poesia nas Escolas 2014, que ocorreu no município de Santa Maria Madalena (RJ), entre outros.

Entrevistada pelo Mapa de Cultura RJ em 2011, levando o seu Município para o Portal da Cultura e para livro (O Guia Bilíngue Cultura RJ). Entrevistada pelo Presidente do Portal CEN de Portugal, pelo poeta Edvaldo Rosa de São Paulo, pelo Administrador do blog Laje em Foco, pelo jornal Folha da Manhã de Campos dos Goytacazes (RJ) e pelo jornal O Norte Fluminense de Bom Jesus do Itabapoana (RJ).

Participou do Concurso do Projeto de Ideias para conservação de patrimônio da Fábrica Confiança de Braga – Portugal pela Câmara Municipal de Braga/Portugal (o projeto elaborado para o concurso esteve em exposição durante o mês de agosto de 2012 no Museu D. Diogo de Sousa em Braga/Portugal). Tem e-books publicados e hospedados em Portugal. . Participou do Projeto Consciência Negra, organizado pela professora Liana Coelho Netto no CIEP 343, participou da abertura do Projeto Ler, Contar, Sonhar na Escola Inovar. Participou em 2013 de um bate-papo em Retalhos de Contos e Poesias na Sala de Leitura do CIEP 343. Participou em maio de 2014 do III SACI (Semana de Artes e Culturas Internacionais) de Búzios. Homenageada da ALAP (Academia de Letras e Artes de Paranapuã), Casa das Beiras – Tijuca.

Atualmente exerce o cargo de Diretora da Casa da Cultura Dr. Manoel Ligiéro e diretora do Centro Cultural Maria Beatriz.

Fundadora do CCMB, da Associação Cultural e Educacional Flor de Esperança e da Biblioteca Comutaria Esperança. Coordenadora e organizadora de eventos.  Diretora Regional da LITERARTE no Rio de Janeiro. Associada à Associação Internacional de Escritores e Artistas, na categoria literata, matrícula 107 - 2011, nomeada pela presidente fundadora Izabelle Valadares.  Assessora da Senadoria Cultural do Rio de Janeiro, junto ao Congresso da Sociedade de Cultura Latina – Seção Brasil, nomeada pelo Senador da Cultura Dr. Agostinho Rodrigues. Autora do livro “Trovas ao Luar” publicado pela All Print (SP), coautora de várias antologias nacionais e internacionais, membro do Coral São José do Avahy, Paróquia de Itaperuna (RJ). Delegada Acadêmica correspondente da Academia de Letras, Artes e Ciências de Rio das Ostras (ALACRO), Membro Correspondente da Academia de Letras Buziana (ALAB) – Búzios, Cônsul dos Poetas Del Mundo pelo Chile indicada e nomeada pelo fundador e secretário geral Luis Arias Manzo. Fundadora e administradora da Fan Page Cultura Sem Fronteiras, Amiga da Escola, Autora no Portal CEN Portugal e Recanto das Letras Brasil, Assessora do Intercâmbio do Portal CEN – “CÁ Estamos Nós” – Brasil/Portugal, nomeada pelo Escritor e historiador Carlos Leite Ribeiro presidente desse Portal. Organizadora de Antologias virtuais do Portal CEN, para divulgações de poetas e escritores. Parceira oficial do Jornal Sem Fronteiras no Rio de Janeiro, de Dyandreia Portugal. Membro do Movimento União Cultural – inscrição nº 0000132- 2011. Autora do Projeto Primavera de Arte, Educação e Cultura que ocorre todo ano em outubro no CCMB. Participou em 2014 do jurado no Encontro de poetas no Refúgio dos Falcões em Nova Friburgo.

Maria Beatriz é poetisa, escritora, trovadora, aldravianista, acrosticista, antologista, artesã, desenhista a lápis grafite, letrista (escreve letras de músicas), Cartazista-Letrista (desenhista de letras). Usa para assinar seus textos literários, pseudônimo, Flor de Esperança.

Seu nome é referência em vários portais literários no Brasil e Portugal, têm seus trabalhos divulgados, no Brasil e em vários países com textos traduzidos em espanhol. Detentora de vários títulos literários nacionais e internacionais pelos relevantes serviços prestados a Cultural e a Educação. Vencedora de concursos de trovas, poesias e aldravias. Coordenadora e organizadora de eventos culturais.

Seus projetos são voltados para Cultura, Literatura, Educação, socialização. Dando oportunidade as crianças e jovens para um aprendizado diferenciado, na esperança de um futuro próspero para eles.

Seus textos são baseados na vida, na natureza, na luz e no amor, direcionados para o nosso interior como ensinamento de aprender a lidar com nossos sentimentos, buscando luz, caminho, para as adversidades, e sempre amando e distribuindo muito amor, procurando viver bem, fazendo perceber a luz que temos no nosso interior, a força, as atitudes; por vezes ignoramos a riqueza, o belo que possuímos que se usarmos pode fazer grande diferença.

"O Amor é a base para toda construção. Sigo na direção da luz que sempre me conduz ao amor.



Dentre todas minhas participações e premiações o meu maior prêmio são as pessoas que confiam e acreditam no meu trabalho, que me seguem e que me leem com amor", assinala.

Coautora das Antologias:

- Destaque na Poesia 2011 e 2012 - Personalidade do Ano – Brasil 2011 e 2012 - Coordenação - Coluna Destaque Raimundo Nonato – Editora All Print; Vol. I e II.
- Maravilhosas Mulheres em Verso & Prosa - Personalidade do Ano – Brasil Vol. I e II - 2012 e 2013 - Coordenação Coluna Destaque Raimundo Nonato – Editora All Print;
- I Prêmio de Poesia Casa MAC – Organizadores: Silvia Araújo Mota e Instituto Cultural Manoel Antônio de Carvalho – Impressão: Gráfica Futura;
Poemas a Flor da Pele, Volumes: 1,2 e 3 - Organização Soninha Porto – Editora Somar;
- Paquetá Ilha da Poesia – Organização: Márcia Martins e Soninha Porto – Editora Somar;
- Agenda Cultural 2012 - Centro de Produção Cultural Espaço Mestre Raladinho Organização: Zélia Balbina;
- Agenda da Editira All Print 2013
- Seleção Poética I Congresso Nacional dos Poetas Virtuais 2011 – Organização: Magali Oliveira;
- Alimento da Alma Vol. VI – Organização Jane Rossi;
- Palavras Sem Fronteiras – Organização: Valladares Izabelle Editora Literarte;
 - Palabras Sin Fronteras – Organización: izabelle Valladares – Literarte – 1ª Edición;
- Palavras, Versos, Textos e Contextos: Elos de Uma Corrente Que Nos Une! – Organização: Izabelle Valadares e Janice França – Editora Literarte;
- Alma Brasileira – Organização: Sandra S. Queiroz;
Café Com Versos – Organização: Penélope;
- Raízes” Laços do Brasil com Angola” - Organização: Izabelle Valladares - Produção: Literarte;
- Melhores da Poesia Brasileira – Organização: Mônica Yvonne Rosemberg e Jane Rossi;
 _ Antologia em Francês: Os Belos Horizontes da Poesia e da Prosa – organizada por Silvia Araújo Mota, apresentação e organização editorial de Madame Diva Pavesi;
- Antologia tema livre  - União Lusófona das Letras e das Artes – Portugal -  coordenada por Edyth Teles de Meneses;
- Antologia da União Cultural 2012– Idealizada e organizada por Luiz Antonio Cardoso – Literasas Editora.
- Meninas Super Poderosas Vol. II – Editora Beco dos Poetas – Organização de Maria Jeremias dos Santos

Troféus:

- Troféu segundo lugar de poesia em trovas casa MAC-Belo Horizonte (MG);
- Troféu de Reconhecimento Baluarte das Letras e Artes - Senador Cultural Titular Dr. Agostinho Rodrigues.

Certificados, Diplomas, Moção de aplausos e Titulações:

- Exposição do Projeto “Confiança, Esperança, que Revela Sonhos”- Museu D. Diogo de Sousa em Braga/PT;
- Membro Correspondente da ALAB (Academia de Letras e Artes Buziana);
 - Cartazista-Letrista - CENAC;
- LITERARTE – seleção para o livro Palavras Sem Fronteiras;
- Mérito Cultural ano de 2011 – Projeto de literatura Alma Brasileira;
- Casa MAC e CBL – Honra ao Mérito Participativo (âmbito Municipal, estadual, Nacional e internacional);
- Participação no “Concurso de Ideias” para Preservação de memória e restauração do Patrimônio Fábrica confiança de Braga Portugal;
- Personalidade Brasil 2011 – Coluna Destaque Raimundo Nonato;
- Personalidade Brasil 2012 – Coluna Destaque Raimundo Nonato;
- Poemas a Flor da Pele – colaboradora;
- Expografia – Superintendência de Museus RJ;
- Delegada Acadêmica – ALACRO;
- Cidadã Benemérita – Câmara de Vereadores;
- Moção de Aplausos, 2011 – Câmara de Vereadores – subscrita pelo Vereador Anísio Goulart;
- Moção de Aplausos, 2013 – Câmara de Vereadores – subscrita pelo Vereador Marcelo Carreiro;
- Moção de Aplausos, 2013 – Câmara de Vereadores – subscrita pelo Vereador Marcelo Carreiro;
- Moção de Aplausos, 2014 – Câmara de Vereadores – subscrita pelo Vereador Marcelo Carreiro;
- Moção de Aplausos, 2014– Câmara de Vereadores – subscrita pelo Vereador Adilson Fernandes;
- “Amiga da Escola” – CIEP 343 – Diretor geral Antônio José Pio;
- Diploma Honra ao Mérito reconhecendo o mérito intelectual e sociocultural - ANICAL – Academia Nacional e Internacional de Ciências Artes e Letras pela Presidente fundadora Silvia Araújo Mota;
- Destaque (Categoria Literatura) - Premiação da ABD - Associação de Desenhos e Artes Visuais no Rio de Janeiro;
- Titulação de Dama de Honra da Obra Poética e Literária Brasileira pela Soberana e Real Ordem Religiosa das Testemunhas de Jesus Cristo concedida pelo Prof. Dr. +Dom Moysés Barbosa;
- Melhores do Ano de 2012 do Estado do Rio de Janeiro categoria Ativista Cultural, pela Senadoria Cultural do referido Estado, junto ao Congresso Sociedade Cultura Latina - Seção Brasil indicada pelo Senador da Cultura Agostinho Rodrigues;
 - Melhores do Ano de 2013 do Estado do Rio de Janeiro categoria “Hors Concours”, pela Senadoria Cultural do referido Estado, junto ao Congresso Sociedade Cultura Latina - Seção Brasil indicada pelo Senador da Cultura Agostinho Rodrigues;
- Melhores do Ano de 2014 do Estado do Rio de Janeiro, outorgada Personalidade Estadual da Senadoria Cultural do Estado do Rio de Janeiro, na qualidade de Assessor da Senadoria Cultural;
 - Prêmio Luso-brasileiro 2013, melhores poetas pela editora portuguesa Mágico de Oz e Associação de Poetas da Ilha de Madeir, em parceria com a LITERARTE;
- Prêmio Luso-brasileiro 2014, melhores poetas pela editora portuguesa Mágico de Oz e Associação de Poetas da Ilha de Madeira, em parceria com a LITERARTE;
 - III SACI (Semana de Artes e Culturas Internacionais) de Búzios;
- Encontro de poetas no Refúgio dos Falcões em Nova Friburgo;
- Faturamento Ambulatorial e Hospitalar;
-Capacitação Exposição O Brasil de Portinari
-Monitora Exposição O Brasil de Portinari
_ Excelência no Atendimento – Saúde;
 - Gestão Estratégica de Liderança – Administração;
- Mérito Cultural Acadêmico Austregésilo de Athayde – ALAP (Academia de Letras e Artes de Paranapuã – Rio de Janeiro).
 
Selos:

- Excelência - Poemas á Flor da Pele Ano III;
- Excelência – Poemas á Flor da Pele Ano IV;
- Excelência – PEAPAZ (Poetas Escritores pela Paz);
- Comunidade Café com Versos – Enquete participação com a poesia Saudade;

Medalhas:

- Destaque - Premiação da ABD - Associação de Desenhos e Artes Visuais – Rio de Janeiro
- Melhores do Ano de 2012 do Estado do Rio de Janeiro categoria Ativista Cultural, pela Senadoria Cultural do referido Estado, junto ao Congresso Sociedade Cultura Latina - Seção Brasil
-Membro Correspondente da ALAB (Academia de Letras e Artes Buziana).
- Melhores do Ano de 2013 do Estado do Rio de Janeiro categoria Hors Concours, pela - Senadoria Cultural do referido Estado, junto ao Congresso Sociedade Cultura Latina - Seção Brasil;
- Destaque Poético 2013 – ALAF (Academia de Letras e Artes de Fortaleza);
- Mérito Cultural Acadêmico Austregésilo de Athayde – ALAP (Academia de Letras e Artes de Paranapuã – Rio de Janeiro);
- Prêmio Luso-brasileiro de Poesias – Melhores Poetas de 2013, pela editora portuguesa Mágico de Oz e Associação de Poetas da Ilha de Madeira em parceria com a LITERARTE,
 - Prêmio Luso-brasileiro de Poesias – Melhores Poetas de 2014, pela editora portuguesa Mágico de Oz e Associação de Poetas da Ilha de Madeira em parceria com a LITERARTE.

A cultura é o fator que evolui a sociedade em todos os aspectos.

Maria Beatriz Silva
(Flor de Esperança)
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Contato: Celular – (22) 996142995 (22) 999155602
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