terça-feira, 4 de agosto de 2020

A Irritação, por Rogério Loureiro Xavier

Olá pessoa amiga e do bem.

A Irritação

Ao sair do lar, defrontas os problemas da condução e do trânsito, na busca da tua oficina de trabalho.
Transportes abarrotados, pessoas rudes, multidões apressadas, violência pela disputa de lugares, ruas e avenidas movimentadas...
Se chove, emperra o trânsito e as dificuldades se ampliam.
Se faz sol, o calor produz mal-estar e as reclamações promovem aborrecimento.
Se dispões de veículo próprio, não te podes mover conforme gostarias, pelas vias de acesso, em congestionamento crescente.
Todos têm que chegar a tempo.
O relógio não para.
Os que se atrasaram pretendem recuperar os minutos perdidos e atropelam os que estão ao lado ou à frente...
A irritação chega e se instala, perturbando-te e levando-te a competir também com os agressivos.
As buzinas produzem bulha, os semáforos te interrompem a marcha, e tudo parece estar contra os teus propósitos.
Mantém a calma.
Amanhã, propõe-te a sair de casa mais cedo.
A tranquilidade de todo um dia, merece o teu investimento de alguns minutos.
Não te irrites, portanto, evitando os perigos da ira, que instala desequilíbrios graves que podes evitar.

Roger LX


BATALHA DE ALCÁCER-QUIBIR - 4 de Agosto



A Batalha de Alcácer-Quibir também grafado Alcácer-Quivir, al Quasr al-kibr, Alcazarquivir ou Alcassar, significando "grande fortaleza" (em árabe: معركة القصر الكبير), conhecida em Marrocos como Batalha dos Três Reis (em árabe: معركة الملوك الثلاث), foi uma batalha travada no norte de Marrocos perto da cidade de Alcácer-Quibir, entre Tânger e Fez, em 4 de Agosto de 1578.
Os combatentes foram os portugueses liderados pelo rei D. Sebastião aliados ao exército do sultão Mulei Mohammed (Abu Abdallah Mohammed Saadi II, da dinastia Saadiana) contra um grande exército marroquino liderado pelo sultão Mulei Moluco (Abd Al-Malik, seu tio) com apoio otomano.

No seu fervor religioso, o rei D. Sebastião planeara uma cruzada após Mulay Mohammed ter solicitado a sua ajuda para recuperar o trono, que seu tio Abu Marwan Abd al-Malik I Saadi havia tomado. A batalha resultou na derrota portuguesa, com o desaparecimento em combate do rei D. Sebastião e da nata da nobreza portuguesa.
Além do rei português, morreram na batalha os dois sultões rivais, originando o nome "Batalha dos Três Reis", com que ficou conhecida entre os marroquinos.

A derrota na batalha de Alcácer-Quibir levou à crise dinástica de 1580 e ao nascimento do mito do Sebastianismo. O reino foi gravemente empobrecido pelos resgates que foi preciso pagar para reaver os cativos.

A batalha ditou fim da Dinastia de Avis e do período de expansão iniciado com a vitória na Batalha de Aljubarrota. A crise dinástica resultou na perda da independência de Portugal por 60 anos, com a união ibérica sob a dinastia Filipina.

fonte: Wikipedia

Enviado por Antonio Soares Borges

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

SOU UM EVADIDO


Sou um evadido. 
Logo que nasci 
Fecharam-me em mim, 
Ah, mas eu fugi. 

Se a gente se cansa 
Do mesmo lugar, 
Do mesmo ser 
Por que não se cansar? 

Minha alma procura-me 
Mas eu ando a monte 
Oxalá que ela 
Nunca me encontre. 

Ser um é cadeia, 
Ser eu é não ser. 
Viverei fugindo 
Mas vivo a valer.

Fernando Pessoa

Enviado por Antonio Soares Borges

VINHO VERDE, por ROGÉRIO LOUREIRO XAVIER



Olá pessoa amiga e do bem. 

"VINHO VERDE"



MINHA QUERIDA MÃEZINHA, MÃE DALA, ADORAVA OUVIR E CANTAR ESTA LINDA CANÇÃO. ELA ESTARIA COMPLETANDO, EM 24 DE JANEIRO 2020, 100 ANOS. PARABÉNS MÃE GEDÁLIA LOUREIRO XAVIER, QUE NA MORADA DE DEUS ESTÁ A NOS PROTEGER...

Linda canção portuguesa que na voz do cantor Paulo Alexandre ficou lindíssima!!! Que bela interpretação. Me faz recordar o cantor Roberto Leal. 

Vamos brindar sim à Fé, ao Amor, à Saúde,  ao Próximo, à Família, à Paz, às Alegrias... Enfim, por todas as graças recebidas. Com muita Felicidade com certeza. Gratidão!! E, sigamos firmes e fortes, com Jesus Cristo em nossos corações! Assim seja!!

Roger LX


domingo, 2 de agosto de 2020

A MENSAGEM DE ROGÉRIO LOUREIRO XAVIER

Olá pessoa amiga e do bem.

Bom dia feliz pra todos nós! 

E a gente amanhece com o coração cheio de vontades... Vontade de viver... Vencer... Amar... Perdoar e sentir-se maravilhosamente FELIZ! 

Você já reparou que o coração é o único órgão que não tem câncer? Sabe por quê? Porque ele nunca para, recebe e joga, recebe e joga... (sangue, vida, sangue, vida). O que isso significa? Que assim temos que agir... Viver e gerar vida, receber e dar, não se apegar, não guardar mágoas ou prender-se a uma situação, ou algo. Amar mais a si, proporcionar a nós mesmos bons momentos com quem nos faz bem...Transformar-nos...  Saber que estamos aqui de passagem e que a vida é um trem-bala parceiro, e a gente é só um passageiro próximo a partir. Que não nos falte amor!

"Tudo acontece no seu tempo... Tudo acontece exatamente quando deve acontecer".

Roger LX


sábado, 1 de agosto de 2020

DIA DA IMPRENSA BONJESUENSE – 1° DE AGOSTO

Antonio Soares Borges


        O Dia da Imprensa Bonjesuense, neste ano de 2019, foi incorporado às Comemorações da Festa de Agosto, fazendo parte da Programação da Tenda Cultural que levou o nome do lendário poeta e escritor Elcio Xavier que, aos 99 anos, participou ativamente dos Eventos programados.

         Convidado para a apresentação deste momento tão importante para a Imprensa local, pudemos refletir sobre a feliz coincidência da proximidade entre os 2 acontecimentos que se associam desde os primórdios do 1° Jornal a ser editado em Bom Jesus, no longínquo 1° de Agosto de 1906 que marca o início da nossa Imprensa, já no ambiente festivo de Agosto que marca os dias luminosos da nossa História e da viva e tradicional Festa de Agosto 

Seguimos com a reflexão:

- “Corria o ano de 1906 e, a convite do Coronel Pedroca – Pedro Gonçalves da Silva Júnior – chega a Bom Jesus, o Sr. Sylvio Fontoura, aquele que se encarregaria de fundar o nosso pioneiro Órgão de Notícias, “O Itabapoana”, justamente, no dia 1° de Agosto, momento em que o nosso povoado, vindo de lutas sucessivas pela sua emancipação, dependente politicamente de Itaperuna, tanto necessitava de um ponto de referência para continuar a sua luta de reivindicações e fazer circular as notícias tão necessárias à melhor comunicação, convívio e de cultura de seus habitantes.

Procuremos, em um lampejo de memória e de poesia, retornar no tempo e pensar quem seriam estas pessoas, como seria a Bom Jesus desta época, em especial no local onde estamos, a antiga Praça da Matriz, já designada assim no início do Patrimônio já dedicado ao Senhor Bom Jesus, como seria a sua paisagem e configuração dos edifícios em seu entorno e no seu interior???

A Igreja Matriz, ainda uma pequena Ermida, já sob os cuidados do Pe. Mello, mas, sem as suas torres e sua varanda acima da entrada do incipiente templo inaugurado em 1880; 2 Coretos se destacavam já na Praça ajardinada, porém, o piso era natural, sem a interferência de pisos frios ou cimento, pisava-se na areia; já existia o prédio do Big Hotel onde foi a Sede das nossas 1ªs Intendências e palco das decisões políticas da época; talvez e, muito possivelmente, algum carro de boi ou animais passando ou amarrados aguardando os seus donos que poderiam estar em alguma venda ou na “Pharmacia Normal”, ponto de encontro dos intelectuais desta época; não existia ainda o nosso querido e emblemático “Pau Ferro”, nem mesmo a Rua República do Líbano, onde existia um prédio, ao lado da “Pharmacia Normal” e, por trás dele, uma enorme Chácara...

Muito mais poderíamos dizer, mas, não nos esqueçamos então, das notícias que corriam neste dia,no 1° de Agosto de 1906, no “O Itabapoana”, que notícias seriam??? 

Muito bem, entre Editorial e Apresentação, estava o próprio “Clima” da Festa de Agosto,  com as notícias do Programa da “Festa do Divino Espírito Santo”, que previa, além do detalhamento do Tríduo da Festa Religiosa, que começava no dia 12 à noite, com Missa Ladainha, Procissão com os Símbolos Sagrados do Divino Espírito Santo e ia até o dia 15 com o “Te Deum”, Missa e o ápice da Festa com Solene Procissão, previa também, as “Cavalhadas” (curiosamente um costume, ainda nos dias atuais, nas terras do Pe. Mello, na Ilha de São Miguel), a luta de mouros contra os cristãos, Alvorada com Bandas, folguedos diversos com muitas atrações, desde as “machabombas” até cinema, portanto, as mais diversas novidades que, como nos dias de hoje, favorecem o convívio e fazem a alegria derivada destes festejos populares e, aconteciam, como neste momento que estamos falando, neste mesmo local, besta mesma Praça Governador Portela, também de grande história, que nos concedeu a 1ª Emancipação.

Desta forma, concluímos, homenageando, em nome de todos, os nossos mais antigos valorosos e combativos Órgãos da Imprensa tradicional, “A Voz do Povo” - próximo de completar os seus 88 anos em 06/09 – e “O Norte Fluminense” -        - nossos mais legítimos representantes e herdeiros do nosso pioneiro “O Itabapoana”, entre outros que existiram após esse período e, também, a moderna mídia, representados pelo Jailton da Penha e Frederico Sueth.

Que esta reflexão, sirva de estímulo para que conheçamos melhor as nossas origens e início de um processo de resgate da Memória de nossa Cidade, em grande parte preservada pelas notícias publicadas no 1° Jornal da nossa Cidade e pela iniciativa do Dr. Luciano Bastos em preservá-las com a publicação de seus 2 primeiros anos em livros editados por ele com cópia das notícias dos jornais originais doados pela família dos descendentes do Coronel Pedro Gonçalves da Silva Júnior e, também, para que se perpetue este “Dia da Imprensa Bonjesuense” nas programações vindouras da nossa peculiar e tradicional Festa de Agosto, presevando assim a nossa Memória e a nossa Cultura”


Bom Jesus, 16 de Agosto de 2019

Tonio Borges (T B.) / Antonio Soares Borges




Ser sapo! Nem pensar... por Rogério Loureiro Xavier

Olá pessoa amiga e do bem. 

Ser sapo!  Nem pensar...

"Se você puser um sapo em uma panela, enchê-la com água e a colocar no fogo, vai perceber uma coisa interessante: o sapo se ajusta å temperatura da água, e permanece lá dentro. E continuaria se ajustando quando mais subisse a temperatura. Quando å água estivesse perto do ponto de fervura, e o sapo tentasse soltar para fora, não conseguiria, porque estaria muito cansado aos ajustes que teve que fazer. Alguns diriam que o que matou o sapo foi a água fervendo... o que matou, na verdade, foi a sua incapacidade de decidir quando pular fora. Pare de se ajustar a pessoas erradas, relacionamentos abusivos, amizades parasiticas, trabalhos fim de carreiras e tantas outras situações que vivem "te esquentando". Quando você já fez tudo que  pôde, e ainda tem que viver fazendo mais, você corre o risco de morrer tentando, e não alcançar nada. SAIA FORA DISSO!"

Roger LX