Na quietude da sala, o celular desperta com uma luz suave, trazendo o mundo para perto. Não é uma notificação comum; é o eco de um destino. Ali, na tela, sob a rubrica de um prêmio que ressoa com a eternidade - "Virtus Academica" - a imagem de Cristiana Ana Lima se desenha. Ela não está sozinha. Está envolta em um manto carmesim, a cor do coração, da paixão que incendeia as páginas em branco.
Ao pescoço, pende a medalha dourada. Não é apenas metal; é a substância tangível de noites silenciosas, de café frio, de mundos inteiros construídos na solidão criativa. É o peso da história, da Academia de Belas Artes do Rio Grande do Sul, que agora pousa sobre seus ombros, confirmando a beleza que suas mãos teceram. E no centro, o escudo - as canetas cruzadas, o pinheiro, símbolos de um legado que ela, com sua escrita, ajuda a perpetuar.
Ao lado, paira a insígnia da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Um logo palpitante , como um livro aberto que se desdobra em cores e sorrisos, um convite ao diálogo. Lá, no meio da efervescência da maior festa literária da América Latina, entre o sussurro das páginas e o rumor da multidão, o nome de Cris brilhará. Não como uma mera espectadora, mas como uma protagonista, uma presença confirmada na constelação de autores.
A data é 13 de setembro de 2026. Uma promessa no horizonte, uma estrela guia. O palco é São Paulo, a cidade que nunca dorme, que respira cultura e devora histórias. E o formato, claro, é presencial. A palavra, outrora contida na pena, agora se fará carne e voz, um encontro real e tangível entre a escritora e seu leitor.
Abaixo da fotografia, em traços de pincel dourado sobre um fundo índigo, a assinatura. "Cristiana Ana Lima". É um selo, uma garantia de autenticidade, o reflexo de uma alma que se derrama em prosa e verso.
E como um tapete de boas-vindas, uma sequência de ícones coloridos: a flor da inspiração, a árvore da sabedoria, o mar revolto das emoções, o livro aberto, a pilha de conhecimento, o joystick da imaginação, o balão do diálogo, a coroa do reconhecimento, o acordeão da melodia que a escrita produz.
O horizonte não é um ano distante, mas uma meta, um destino certo. E enquanto o relógio avança, a caneta de Cris continua a dançar, tecendo fios de história, emoção e beleza, preparando-se para o grande encontro. A verdadeira literatura não é apenas o que se lê, mas o que se vive. E a vida de Cris, agora, é um livro aberto, repleto de promessas e glórias.

Que lindo 🤗... Muito obrigada📕📚
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